15 ALIMENTOS PARA CICLISTAS

Para um esportista, é de extrema importância que tenha uma alimentação bem saudável e balanceada, de modo a aproveitar o melhor que o seu corpo tem a oferecer, atingindo um bom desempenho com menos cansaço. Desta forma, isso não é diferente para um ciclista, no qual necessita de um bom estoque de energia no corpo para que ele possa performar intensamente em sua linda bicicleta durante o seu trajeto, com 100% do seu potencial. 

Assim, pensando sempre em nossos atletas, preparamos uma lista com 15 deliciosos alimentos que irão lhe proporcionar muito vigor do começo ao fim de sua viagem. Confira a seguir!

1. BATATA DOCE É UM DOS MELHORES ALIMENTOS PARA CICLISTAS

A batata doce, conquistadora de coraçõezinhos de atletas, começa no topo da nossa lista.

Essa famosa raiz cultivada com êxito em regiões de clima tropical e subtropical em todo o mundo e por todo o Brasil, é uma ótima fonte de energia para aqueles que se exercitam, devido ao seu baixo índice glicêmico e sua rica fonte de vitamina, tornando-a queridinha de todos. Nela, estão presentes as vitaminas A, B1, B2, C; além de minérios como ferro, potássio, magnésio, zinco e cálcio; favorecendo o funcionamento do coração e do sistema nervoso, ajudando na prevenção de diversas doenças, como diabetes, câncer e infarto.

Portanto, ela é um alimento ótimo que irá te injetar diversas doses de energia, aumentando o seu potencial na hora de pedalar sem você ficar cansado!

2. QUEIJO: ESCOLHA O SEU PREFERIDO

Ai ai, quem não ama um queijinho bom, hein? Então, prepare-se que eu vou te contar uma boa notícia: o queijo é um alimento sensacional para ciclistas!

Essa comidinha gostosa possui diversos benefícios para o nosso corpo, estando presentes nele, diversos tipos de nutrientes essenciais e vitaminas, que ajudam no fortalecimento dos ossos, proteção do coração e até na saúde mental. – Assim, localiza-se as vitaminas A, B2, B12, D e K2, as quais cada um possui um trabalho diferente no nosso organismo. 

Além disso, ela é rica em proteínas que servem para recuperar seus músculos durante ou depois do pedal, visto a sua fácil digestão, o que reduz a demanda de energia do seu corpo para processar esse alimento, promovendo a sua saúde. 

Com isso, prova-se: essa maravilha, além de ser muito deliciosa, vai deixar seus músculos fortes para mais uma pedalada!

3. PÃO INTEGRAL PARA OS PEDAIS

O pão integral é uma opção mais nutritiva e muito saborosa para quem busca um café da manhã mais saudável. – Ele possui diversos carboidratos, nutrientes, vitaminas e minerais, junto com um maior teor de fibras, de modo a trazer mais energia e boa digestão, o que garante força na hora de pedalar sem incômodo no estômago. 

Assim, juntamente com o queijo, ele pode ser muito bem degustado, sendo considerado também, um ótimo lanchinho para a reposição de energias!

4. ÁGUA É A ‘RAINHA’ DOS ALIMENTOS PARA CICLISTAS

A água é um alimento? Isso mesmo, pequeno gafanhoto, ela é! 

Sendo considerada como um alimento de extrema importância, ela é essencial para qualquer esporte, sempre te mantendo hidratado e preparado para qualquer desafio, principalmente em dias quentes e secos, na qual você poderá viajar com a sua bike tranquilo. 

Desta forma, como todos sabem, a água é repleta de benefícios, de modo que, ela é considerada como um catalisador no organismo, auxiliando no metabolismo celular, além dela interferir na digestão, filtração de toxinas e ajuda a regular a temperatura corporal. Ademais, toda a absorção dos nutrientes de qualquer alimento ingerido é auxiliado por este mirabolante líquido, tornando-a muito importante para a saúde e para o seu desempenho! 

5. MASSAS SÃO SUAS FONTES DE RECUPERAÇÃO

Quem aqui não gosta de uma deliciosa macarronada? Nós adoramos!

Sobre as macarronadas, digo, massas… elas são muito boas para quem precisa de uma grande quantidade de carboidratos, estando bem presentes na alimentação dos ciclistas. 

Isso se deve ao fato de que, como as massas são ricas em carboidratos, quando consumidas, são transformadas em glicogênio, fazendo com que ela seja uma ótima fonte de energia, atuando no sistema nervoso central, contribuindo com os seus músculos e sistema imunológico. Assim, por que não fazer uma massa integral gostosinha com bastante queijinho ralado por cima hein? Imagina todos esses benefícios combinados (uau!)?

Porém, apesar de todas essas delícias, precisa escolher a hora certa para consumi-la, como por exemplo, depois de pedalar. 

Todos nós sabemos: estômago cheio e bicicleta não combinam!!

6. OVO, UM ALIMENTO PRA FICAR RESISTENTE
Alimentos para ciclistas, ovos e pães

Créditos: PxHere

O ovo é um alimento muito apetitoso, ficando bom em qualquer culinária. Assim, além do seu gosto incrível, ela também tem diversos benefícios, com ótimas quantidades de vitaminas A, E e complexo B, além de vários tipos de minerais, como selênio, zinco, cálcio e fósforo, ajudando a prevenir diversas doenças, como diabetes e outras doenças cardiovasculares. 

Ademais, conseguimos localizar na clara de ovo, grande quantidade da proteína albumina, na qual é ideal para a reconstrução muscular. Já na gema do ovo, podemos encontrar concentrados: colesterol, gorduras e vitamina E.

 O ovo apesar de ser muito muito bom para a saúde, precisa ser maneirado na hora de consumir, se não ele pode acabar trazendo diversos probleminhas. O importante é sempre manter o equilíbrio na alimentação! 

7. CHOCOLATE É PERFEITO

Quem ganha nesse ranking de popularidade dessa lista de alimentação é ele: o nosso chocolatinho!! 

O chocolate apesar de ser o inimigo e amor de muita gente, é um dos melhores alimentos para ciclistas terem energia o suficiente para pedalarem com uma explosão de força. Isso acontece devido à presença de vários minerais, como potássio, cloro, fósforo, cálcio, sódio, magnésio, ferro, cobre e zinco, e vitaminas (A, B1, B2 e E, só não contém as vitaminas C e D). Ademais, há nele as substâncias feniletilamina, que proporciona a sensação de bem-estar em nosso cérebro; e cafeína, na qual dá aquele “up” em nossas energias, tornando-a um alimento estimulante. 

Dessa forma, não podemos esquecer que o responsável de fornecer todas essas maravilhas ao nosso docinho é o cacau correto? Assim, o recomendado de consumir seria o chocolate meio amargo ou o amargo que contém mais cacau, pouca quantidade de gordura e açúcar, o que garante altas doses de força durante a pedalada!   

8. IOGURTE PARA OS DIAS DE CALOR

Um iogurte antes ou depois do treino é sempre bom! 

O produto derivado do leite é um ingrediente nutritivo e versátil, rico em cálcio, vitaminas do complexo B, C, D; carboidratos e proteínas. Assim, com a presença de tantas substâncias, elas trazem diversos benefícios como o fortalecimento de ossos, músculos e dentes; e o melhoramento do sistema nervoso e imunológico – diversos fatores para deixar nosso corpo bem forte e saudável.

Além disso, ele é muito gostoso de consumir em dias quentes, principalmente geladinho, trazendo a refrescância necessária.    

9. BANANA PARA TER RESISTÊNCIA

Os atletas, ciclistas, esportistas… todos possuem uma quedinha na banana. Mas isso não é à toa! A fruta é um dos melhores alimentos para se ganhar energia, isso é verdade!

A banana é bastante encontrada em todo o território nacional brasileiro, sendo muito popular entre as pessoas, devido a ela ser um ingrediente saudável, versátil e com preço acessível, tornando-a a fruta queridinha da população.

Assim, apesar dela ser docinha e gostosinha, ela também contém diversos nutrientes, minerais (potássio, magnésio, cálcio, selênio e zinco) e ferro e vitaminas (A, C, E e do complexo B (B1, B2, B6 e B9)), capazes de prevenir diversos tipos de doenças, como cardiovasculares e cânceres.

Com isso, ela se torna uma grande e poderosa aliada para a atividade física, proporcionando a manutenção do organismo e construção de massa muscular, além de fornecer a frutose, o açúcar natural das frutas, tornando-a extremamente energética para você encarar desafios pesados. 

Logo, incluir algumas bananas por dia é uma maravilha, principalmente para você que vai pedalar e precisa de uma boa bateria. 

10.MAÇÃ PARA O INTESTINO

Créditos: PxHere

Maçã… a famosa fruta do conto da Branca de Neve. Apesar do incidente trágico causado por esse delicioso ingrediente na história da princesa, ela não é tão ruim como parece. Ela na realidade, é maravilhosa e cheia de benefícios para você e para a sua dieta! 

Assim, vamos falar um pouco de suas vantagens, como a presença de frutose e de fibras, o qual faz com que tenha a transformação do açúcar presente da comida para energia, fazendo com que você tenha mais vigor no exercício. Além disso, por conter as fibras, elas são boas para o intestino, ajudando na flora, garantindo mais equilíbrio e conforto gástrico. 

Porém apesar de tantas coisas ótimas numa fruta só, ela tem a pectina, uma substância que pode causar intestino preso, em sua casca – sendo recomendado apenas uma maçã por dia para você dar uma boa pedalada!

11.BETERRABA É UMA GRANDE DOSE DE AÇÚCAR

A beterraba é uma raiz popularmente conhecida por conta do seu gosto ligeiramente doce e da sua cor roxo escura. Ela possui diversos benefícios para a saúde, sendo “recheada” de vitamina C, A, B1, B2, B5; potássio, carotenóides, compostos fenólicos e flavonoides. 

Outrossim, a raiz possui muita sacarina, um tipo de açúcar encontrado em vegetais, na qual pode se produzir açúcar a partir da sua refinação, uma prática muito popular durante o século 18 na Europa. 

Logo, ela é um alimento ideal para os ciclistas, sendo ela uma comida natural e cheia de nutrientes, que irá aumentar o seu potencial.

Dica: suco de laranja e beterraba é uma delícia e pode dar um efeito energético ainda mais potente. 

12.MEL GARANTE FORÇA

O mel é o “açúcar das abelhas”. A sua doçura 100% natural pode ser usada em diferentes receitas como bolo, doces e outras guloseimas, ou então ela pode ser saboreada também in natura. 

Além de seu gosto incrível, ela oferece uma grande turbina de energia para pedalar mais e melhor, contribuindo para a saúde do coração, equilibrando os níveis de colesterol e reforçando o sistema imunológico, além de ser rico em antioxidantes. 

Com tantos benefícios, vale a pena tomar uma colher de chá antes de pedalar, você não acha?

13.SUCO DE LARANJA PARA TER CALORIAS
Um copo de suco de laranja de café da manhã é realmente uma delícia, além de fazer você acordar energeticamente!

A laranja em si é uma fruta rica em carboidratos, uma gordura quase zero e ela é rica em fibras e vitaminas A, B e C, flavonoides e betacaroteno, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, que auxiliam no combate ao envelhecimento precoce, ajudando a reduzir o colesterol ruim, e prevenir doenças cardiovasculares e imunológicos. 

Assim, todos os benefícios juntos fazem com que haja um perfeito equilíbrio, potenciando os efeitos positivos da laranja. 

Mas de forma a melhor aproveitar as suas qualidades, o ciclista pode beber o suco com o cabaço, onde está localizado cheio de nutrientes, trazendo apenas benefícios à saúde e a energia necessária para um ótimo dia.

14.CAFÉ PARA DESPERTAR

Nem precisaríamos dizer que o café é uma bebida que desperta, mas aqui, como é um consumo para mostrar os melhores alimentos para os ciclistas terem a energia para pedalar, ele deve fazer parte do post. 

A bebida, na medida certa, consegue fazer com que você desperte daquele seu soninho e tenha bastante energia para ir naquela pedalada fera, tornando-o bem mais agitado.  

15.RAPADURA, UM PEDAÇO FAZ BEM

A rapadura é um docinho feito a partir do caldo concentrado da cana-de-açúcar, sendo rica em nutrientes como cálcio, magnésio, ferro e potássio – podendo se analisar que ela é mais saudável comparada com o típico açúcar branco. 

Assim, esse alimento tipicamente consumido nos interiores de estados e na região do nordeste brasileiro tem a sua importância no mundo dos esportes,  dando mais energia para o treino, por ela ser rica em calorias, além de prevenir cãibras e osteoporose. 

Logo, com apenas um pedacinho de 30g, com cerca de 111 Kcal, ela pode levantar o seu ânimo e levar você a fazer altas viagens com a sua bike. 

E aí? Gostaram dessas dicazinhas? Conta para a gente!

Matéria base originalmente publicada em Bike registrada
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Cicloturismo: se prepare para a viajar com a bike

A bike é a companheira ideal para quem quer cair na estrada.

E para quem gosta de percorrer longas distâncias, o cicloturismo é a prática perfeita.

Além de praticar uma atividade física, com o cicloturismo você vai conhecer novos lugares, culturas e pessoas, sendo que é uma forma mais econômica e sustentável de viajas.

Mas não pense que é só pegar a bike e sair pedalando rumo ao desconhecido. Para essa modalidade é necessário um bom planejamento, principalmente se você deseja pegar a estrada sozinho.
Separamos algumas dicas para se preparar:

Rota: onde a aventura começa

Ao definir o percurso a ser realizado, o cicloturista deve buscar informações sobre o tipo de estrada que pegará, por onde passará e a quantidade de dias que durará a viagem.
Com essas informações em mãos toda a viagem será preparada, desde o preparo da bicicleta, quantidade de paradas, locais para se hospedar caso haja necessidade, previsão das condições climáticas do local e outros diversos fatores. Não queremos ser surpreendidos com chuva no meio do caminho, não ter reserva de estadia ou local para passar a noite e falta de alimentação.

Definindo a rota previamente é importante para poder evitar locais perigosos. A recomendação geral é evitar, quando possível, autoestradas e avenidas, e priorizar estradas afastadas de terra e asfalto.

Alguns tipos de rotas ajudam a definir o percurso:

Rotas Circulares
Saem de um lugar e voltam para o mesmo ponto. São mais fáceis de planejar e executar, porque o local de destino é o mesmo do ponto de saída.

Rotas lineares
Saem de um lugar para outro (de um ponto A até um ponto B). Oferecem a possibilidade de explorar mais lugares.

Rotas de cicloturismo preestabelecidas
Existem rotas de cicloturismo prontas, que geralmente percorrem trajetos de interesse histórico ou religioso, por exemplo.Essas rotas surgiram a partir dos roteiros de peregrinação, como o Caminho da Fé e o Caminho da Luz, definidos para viagens a pé para locais de turismo religioso. Cicloturistas começaram a utilizá-los durante os anos 2000. Como as rotas preestabelecidas já estão com trajeto todo mapeado, são indicadas para quem está iniciando no cicloturismo.

Rotas Originais
Para ciclistas que já são experientes no cicloturismo, pode arriscar criar percursos novos para desbravar uma região específica. Dessa maneira você terá uma rota única que não tenha sido mapeada por outras pessoas ou de instituições.

A bicicleta do cicloturismo

A escolha da bicicleta depende muito da rota a ser percorrida. A melhor bicicleta será aquela que lhe proporcionar mais conforto para pedalar por longos trajetos e ser mais resistente.
Uma Mountain Bike pode ser uma boa escolha para quem está começando e busca por versatilidade, já que é um modelo bastante adaptável para todos tipos de terreno.
Ciclistas experientes podem utilizar uma Gravel Bike que é um modelo que tem bom desempenho no asfalto e em estradas off-road.

Bagagem para cicloviagem

Esse é um quesito que depende de vários fatores, como condições climáticas e o tempo que irá ficar na estrada.
Alguns equipamentos são indispensáveis para praticar cicloturismo com segurança: capacete de ciclismo, luvas para proteger as mãos, camiseta ou colete com faixa refletiva, lanterna, ferramentas para manutenção, kits de reparos rápidos, câmaras de ar reservas e mochila de hidratação.

Como levar os itens de bagagem

A bike deve ser adaptada para levar uma quantidade maior de itens para o cicloturismo. Confira algumas opções:

Alforjes
São bolsas presas aos bagageiros traseiros, que também podem ser colocados na parte frontal da bike, distribuindo melhor o peso.

Bikepacking
São mais práticas pois não exigem bagageiros instalados pois são bolsas presas diretamente na bike. A vantagem é que são mais leves e compatíveis com qualquer bicicleta.

Trailers
É um carrinho encaixado atrás da bicicleta e é uma opção interessante caso precise levar bagagens maiores em viagens mais longas. A desvantagem desse item é a limitação para pedalar em trilhas.

Onde ficar durante a viagem?

A maioria dos hotéis e pousadas aceita a hospedagem de cicloturistas sem pagar taxas a mais pela bicicleta. Pesquise por acomodações que já são voltadas para grupos que praticam cicloturismo, dessa maneira você ainda terá a possibilidade de fazer mais amigos durante a viagem.

Também é possível procurar locais que sejam aptos para acampar. Mas para isso é importante definir com antecedência os locais em que ficará para garantir que sejam seguros e livres de problemas com reservas ecológicas ou propriedades rurais.

Confira os pontos da rota que possivelmente irão passar em propriedades particulares e entre em contato com os donos para pedir a autorização antes de se instalar. Campings privados também, que oferecem melhor estrutura, como chuveiro, eletricidade e internet.

Matéria base originalmente publicada em Mobilidade Estadão
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Bombas de ar para bicicletas

As bombas de ar são equipamentos fundamentais para qualquer ciclista, seja em trilhas, estradas, passeios ou até mesmo para uso em casa.

Existem diferentes tipos de bombas, além das vantagens e desvantagens de cada uma.
Vamos falar sobre os principais modelos para que você possa escolher o melhor para você!

Tipos de Bombas de Ar

Bomba de Mão

São as bombas mais compactas que podem ser facilmente transportadas com você durante o pedal. Elas podem ser feitas de materiais como plástico e alumínio, ou também em fibra de carbono. As de alumínio são as mais recomendadas pois são leves e resistentes e não tem um custo muito alto.

Fique atento a qual válvula a bomba deve ser utilizada. Elas podem ser para válvulas grossas (schrader/americana), para válvulas finas (presta) e existem modelos que atendem a esses 2 tipos de válvulas. Em alguns modelos, a cabeça da bomba (onde o encaixe com a válvula é feito, pode ser fixa ou ter uma mangueira.
Nesses casos, a mangueira facilita o encaixe no bico da câmara, já que alguns tipos de aros possuem perfil alto, ou quando o cruzamento dos raios dificulta o encaixe.

Quanto maior for o tamanho da bomba de mão, maior será a sua capacidade de calibragem, pois as bombas muito curtas não conseguem comprimir ar suficiente para passar dos 60 PSI.

Escolha modelos que possuem trava pois esse dispositivo faz com que a bomba não deixe o ar escapar ou que ela se solto da válvula.
Bombas com cabo retrátil garantem uma pegada mais firme com a mão e modelos com manômetro são de grande ajuda devido ao medidor de pressão.

– Vantagens das Bombas de Mão

Leve e compacta
Ideal para MTB e outros categorias que não exigem alta pressões.
Fácil transporte (podendo ser levada no quadro, bolsas de selim, mochilas etc)
Suporta válvulas presta e americana
Excelente custo-benefício

– Desvantagens das Bombas de Mão

Impossibilidade de encher pneus de bikes de estrada
As mais simples não possuem manômetro ou cabo retrátil
As feitas de plásticos tendem a ter uma durabilidade e vida útil menor

Bombas de Quadro

São modelos com tamanhos maiores, que lhes proporciona um volume maior de ar, e se encaixam no quadro da bike.

As bombas de quadro podem ser de plástico, alumínio ou também em fibra de carbono. Elas são mais voltadas para as bikes de estrada, devido ao seu formato e funcionamento, tendo em vista que a maioria só atende as válvulas prestas (finas).

Pode aplicar altas pressões, que passam de 110 PSI, sendo que alguns modelos podem ter manômetro. Se a bomba não possuir manômetro, o ideal é que você tenha um medidor digital de pressão para saber identificar o nível de ar do pneu.

Nesses modelos, a cabeça de encaixe pode ter trava ou não, e é fixa, o que poderá atrapalhar dependendo da posição do bico da câmara no aro da bike.

– Vantagens das Bombas de Quadro

Trabalha com pressões mais altas que podem passar dos 110 PSI
Leveza
Pode ser utilizada em casa ou nos intervalos das pedaladas
Modelos encontrados em diversos  materiais, com manômetro e trava.
Encaixa-se muito bem em quadros de bikes de estrada

– Desvantagens das Bombas de Quadro

Não é compacta
Não possui mangueira para encaixe
Pode não encaixar em alguns modelos de mountain bikes

Bombas de Pé (ou Bombas de Piso)

São os modelos ideais para se ter em casa, nas garagens ou nas oficinas das bicicletarias.
A maioria dos modelos é feita de plástico ou de alumínio e conta com manômetro. São de tamanho grande, com cabo longo, suporte para pegar com as duas mãos e todas possuem mangueira.

– Vantagens das Bombas de Pé

Enchem completamente qualquer pneu de bicicleta
São mais resistentes que os demais modelos
Podem ser usadas para calibrar pneus de carro
Maioria tem manômetro

– Desvantagens das Bombas de Pé

Limitada ao uso  em casa ou para transporte em carros
Modelo mais simples podem custar mais do que as bombas de mão e de quadro simples

Outros tipos de bombas de ar

– Bombas de suspensão

Utilizadas em amortecedores e garfos de suspensão a ar, a bomba de suspensão é diferente dos outros modelos pois prioriza a pressão ou invés do volume de ar. Compatível apenas com válvulas schrader.

– Cartuchos de CO2

São utilizados nas emergências em provas e competições. O cartucho de CO2 permite encher um pneu em pouco mais de 3 segundos.
As desvantagens desse tipo é o preço e a impossibilidade de reaproveitar o cartucho.

Algumas bombas que enchem pneus também servem para calibrar suspensões a ar. Mas é necessário um bico específico só para o encaixe na peça, que é diferente para as válvulas schrader e presta. Não tente calibrar sua suspensão com bombas sem essa função, correndo o risco de danificar a peça.

Ciclistas iniciantes cometem o erro de não ter uma bomba de ar pensando que sempre encontrará um posto de gasolina pelo caminho ou que terá um “ciclista amigo” para salvá-lo. Ter sempre uma bomba de ar à mão será a sua salvação

Matéria base originalmente publicada em Bike Registrada
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A importância do Bike Fit

Deixar a bicicleta ajustada para cada ciclista é essencial para ter um melhor desempenho, seja para ciclistas profissionais ou amadores.

Uma bicicleta bem ajustada é fundamental não só para atletas, mas para qualquer pessoa que goste de pedalar. Esse o conceito do Bike Fit.

Além de conseguir ter maior potência com mais eficiência, o Bike Fit vai trazer algo fundamental para os iniciantes: o conforto!
Se logo no início das atividades você sentir desconforto ao pedalar, o mais recomendado é fazer um Bike Fit para ajustar a bicicleta ao seu corpo e consequentemente, prevenir lesões que resultam de uma postura inadequada.

O corpo vai dar sinais que a bike não está regulada quando começarem a aparecer dores na parte da frente do joelho (tendão patelar), dores na lombar, formigamento nas mãos, assadura, formigamento ou sensibilidade no períneo, dor no tornozelo e dor na cervical.

Vantagens de se fazer um Bike Fit

– Maior conforto ao pedalar;
– Prevenção de lesões que acontecem por esforço repetitivo;
– Reduzir ou eliminar dores nas costas, joelhos, pescoço, pulsos, pés, dormência nas mãos e nos dedos;
– Reduzir fadiga.

Além dessas vantagens, os ajustes do Bike Fit também irá melhorar a potência do pedal, porque permite que o ciclista use vários grupos musculares de maneira mais eficaz e eficiente.

Como é feito o Bike Fit?

O técnico responsável pelo Bike Fit irá coletar as suas informações, considerando sua experiência no ciclismo, metas pretendidas, lesões que já teve e outras informações importantes para a avaliação.

O ajuste realizado inclui:
– Ajuste dos grampos do pedal;
– Definição da altura e posição do selim;
– Avaliação dos sapatos e palmilhas;
– Determinação do comprimento correto da haste, altura e largura do guidão.

Todo o procedimento demora em torno de uma a duas horas e envolve o ciclista, a bicicleta e um técnico avaliando cada detalhe. É importante que leve todos os equipamentos usados durante o pedal e esteja preparado para pedalar por pelo menos 10min para que a avaliação seja feita corretamente.

Quando procurar um profissional para fazer o Bike Fit?

Realizar um Bike Fit após trocar de bike trará ao seu corpo inúmeros benefícios em termos de rendimento e conforto, tornando os treinamentos e passeios mais agradáveis.

Ciclistas muito baixos ou muito altos se beneficiam do ajuste do Bike Fit onde os problemas causados pela postura são solucionados.
Pessoas que possuem lesões antigas que deixaram sequelas ou problemas biomecânicos conhecidos, como pernas de comprimento diferente, esse procedimento é mandatório!

Andar de bicicleta deve ser uma atividade prazerosa e confortável e, se isso não estiver acontecendo, os ajustes devem ser feitos o quanto antes. Dor, dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou nas nádegas são sinais de que algo na sua bicicleta não está ajustada para você.

Seja honesto com as suas informações

Pense no Bike Fit como um “exame médico”, pois os profissionais que irão realizar o procedimento, para fazer um ajuste preciso, devem saber seu nível, suas pretensões com o pedal (profissional, esportista ou iniciante), lesões que tenha sofrido, entre outros assuntos relacionados. Não tente impressionar ninguém ao realizar o teste e pedale naturalmente como faz no dia a dia ou nos treinamentos.

Após os ajustes serem realizados, o seu corpo precisará de tempo para se adaptar às mudanças de posição, especialmente se os ajustes tiverem mudado muito a bicicleta.
Pegue mais leve nas primeiras semanas após o Bike Fit e diminua a intensidade dos treinamentos para o seu corpo se ajustar gradualmente.

Matéria base originalmente publicada em Entre Trilhas
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Tipos de Guidão de Bicicleta

O guidão é um componente importante e possui muita influência na experiência que o ciclista terá com a bicicleta. Seus diversos modelos foram projetados para atender às necessidades do atleta, seja ele profissional ou amador.

Saber identificar o modelo correto, tamanho e material adequado vai melhorar a performance do ciclista, além de ajustar um posicionamento e postura ideal do seu corpo na bicicleta.

Cada modalidade vai exigir um tipo de guidão diferente e a escolha certa será decisiva para a melhoria do seu desempenho.

Principais tipos de Guidão

– Reto Flat

Por ter um formato simples (uma barra reta), oferece mais previsibilidade e precisão na direção, sendo uma boa escolha para quem procura agilidade em percursos mais estreitos e um preço mais em conta.

Já foi um dos mais utilizados no MTB, pois sua barra sem curvaturas era uma boa opção para subidas íngremes, além de ser estreito e leve para maiores velocidades. Atualmente, os atletas de MTB preferem modelos mais pesados que absorvam melhor o impacto das trilhas.

– Bullhorn Bars

Esse tipo de guidão possui um formato semelhante a um chifre de touro, permitindo que o ciclista permaneça em uma posição mais abaixada, facilitando a aerodinâmica do movimento. Ideal para quem deseja pedalar com mais intensidade e velocidade.

Muito utilizado nas bikes fixas, também é uma boa escolha para ciclistas que encaram muitas subidas pois possui leveza e aerodinâmica.

Não é indicado para ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte urbano pois o design desse guidão pode ocasionar esbarros inesperados em outros objetos e pessoas, além de possui uma certa instabilidade na direção para ciclistas inexperientes devido ao seu comprimento central menor.

– Riser Curvo

O Riser possui uma curvatura no centro, sendo atualmente o mais indicado para as modalidades extremas como o Downhill, pois possibilita que o atleta fique numa posição mais vertical e mais confortável durante as descidas em velocidade.

Esse tipo de guidão traz maior conforto aos punhos e maior controle da bicicleta, porém são maiores e mais pesados, podendo ser um incômodo nas subidas e trechos muito apertados.

– Drop Bars

Esse modelo de guidão é o mais popular no ciclismo de estrada. São muito versáteis pois oferecem diversas posições diferentes de pegada da mão, garantindo um maior conforto para os percursos mais longos.

O Drop Bars é perfeito para os atletas que desejam pedalar forte e com aerodinâmica. Por serem feitos para proporcionar velocidade, podem não ser uma boa posição para atletas amadores que preferem um exercício mais leve e tranquilo.

–  Cruiser Bars

Também conhecidos com guidão “caiçara”, os Cruiser Bars são aqueles que possuem formatos mais longos e altos, sendo perfeitos para locais planos, como no campo, na rua, na beira da praia, ou em ciclovias.
O formato desse modelo traz grande conforto e possibilita uma pedalada mais relaxada durante o trajeto.

Esses são alguns dos modelos existentes de guidões de bicicleta e vale lembrar que a escolha do guidão adequado para o tipo de pedal que você irá praticar é essencial para que tenha uma melhor performance, evolução e conforto ao pedalar.

Avalie o tipo de material, comprimento, peso, forma de instalação, possibilidades de empunhadura e possíveis acessórios que possam ser acoplados ao guidão. Cada um desses fatores irá influenciar de alguma maneira no seu desempenho e todos devem ser avaliados antes de adquiri o próximo guidão da sua bicicleta.

Matéria base originalmente publicada em Entre Trilhas
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Como escolher o pneu para a bicicleta de estrada

Para garantir uma melhor performance nos treinamentos e competições, certamente a escolha do pneu ideal para o seu estilo de pedalada fará toda a diferença.

Vamos falar um pouco dos diferentes tipos de pneus de estrada.

– Diferentes perfis de pneus

A medida padrão das rodas das bicicletas de estrada é o aro 700c, mas quando falamos de pneus, existem muitas variações de largura.

Os pneus mais encontrados nas lojas especializadas em bike são os de 20 e 23mm. Esse perfil de pneu é mais leve, bem finos e suportam uma pressão que pode variar de 90 a 120 PSI.
Quanto mais fino for o pneu, menor a área de contato com o solo, trazendo assim maior velocidade.

Uma desvantagem desse tipo de pneu é que apresentam menor aderência no terreno, e menos estabilidade para altas velocidades e curvas.

Já os pneus com medidas de 25, 26, 28 e 30mm são mais largos e mais versáteis para pedalar em diversos tipos de terreno.
Os pneus mais largos possuem maior aderência e boa estabilidade. São mais resistentes a furos e suportam mais pressão, tendo modelos que suportam mais de 130 PSI.

O pneu de bicicleta de estrada mais largo é mais confortável mesmo com pressões altas. Escolhendo esse tipo de pneu, ficará livre de sentir os impactos das estradas com asfalto ruim.

– Tipos de terreno

Antes de adquirir um pneu, pense antes em qual tipo de terreno você irá pedalar. Se a estrada for estilo “tapete”, onde o asfalto favorece o desempenho da bicicleta, você poderá escolher os pneus finos.

Porém, se você pedala em ruas e estradas com asfalto péssimo, escolha os pneus mais largos para não ter problemas com quedas, furos e até mesmo uma roda amassada!

– Tipos de Pneus

CLINCHER

São os pneus que usam câmaras e que se apoiam nas paredes internas dos aros. Você encontrará esse tipo de pneu nas versões de arame, que é mais pesado, como sem arame, de aramida (o famoso kevlar), que é mais leve.

As duas versões são vulneráveis aos furos e às snake bits (mordidas de cobra) na câmara, por aguentarem pressões menores. Se o seu objetivo é treinar quase todos os dias, o modelo de arame é mais indicado, pois é mais barato do que o de kevlar.

TUBELESS

Para diminuir o peso da bike e ganhar velocidade e desempenho, os pneus tubeless são uma boa escolha.
Esse tipo de pneu é mais resistente a furos e podem rodar com pressões mais baixas sem nenhum problema pois eles não possuem câmara de ar e devem ser preenchidos com o líquido selante, que veda os furos que acontecerem enquanto você pedala.

Para utilizar esse tipo de pneu, você terá um investimento alto pois será necessário ter junto ao pneu, aros específicos para tubeless, além do selante e do próprio pneu.

TUBULAR

Esse é o pneu indicado se você participa de competições. Ele é o mais diferente de todos os outros tipos pois o pneu é colado no aro, que deverá ser específico para pneus tubulares.

A câmara vem costurada por dentro do pneu e os reparos devem ser feitos por profissionais, já que requer cuidados especiais, mas nem sempre é possível consertar uma câmara furada, fazendo com que você tenha que adquirir um novo pneu. É a opção de maior custo.

Mesmo nessas condições, o pneu tubular é muito resistente a furos e também pode trabalhar com pressões altíssimas ou bem baixas sem problemas. Lembre-se que esse tipo de pneu só funciona com o aro específico para pneus tubulares.

Com essas informações você poderá escolher o tipo de pneu de bicicleta de estrada que vai ser o seu companheiro de pedal daqui pra frente.

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Jaqueline Mourão iguala recorde de participações olímpicas pelo Brasil em prova de ciclismo

A brasileira Jaqueline Mourão entrou no hall dos atletas com mais participações olímpicas do país ao completar a prova de ciclismo mountain bike em Tóquio, nesta terça-feira. Entre jogos de verão e inverno, são sete participações.

Assim, o recorde foi alcançado junto com outros dois atletas: o velejador Robert Scheidt e a jogadora de futebol Formiga. O cavaleiro Rodrigo Pessoa também deve igualar esse recorde nesta Olimpíada.

Jaqueline terminou a prova em 35º lugar, com duas voltas a menos do que a medalhista de ouro, a suíça Jolanda Neff.

A estreia da brasileira de 45 anos foi em Atenas, na Grécia, 2004, no ciclismo mountain bike. Depois, participou de Torino, na Itália, em 2006, no esqui cross-country. Em Pequim, na China, no ano de 2008, voltou a competir nos Jogos de verão, no ciclismo. Aí uma sequência de três Jogos de Inverno: Vancouver, no Canadá, 2010, Sochi, na Rússia, 2014, em que participou de duas modalidades: no biablo e no cross country, e em PyeongChang, na Coreia do Sul, em 2018.

Jaqueline Mourão, atleta do ciclismo brasileiro — Foto: COB/Divulgação

Suíça emplaca pódio triplo

As atletas da suíça emplacaram um pódio triplo, pegando o primeiro, segundo e terceiro lugar da prova. A medalha de ouro foi para Jolanda Neff, a prata para Sina Frei e o bronze para Linda Indegrand.
A vencedora da prova fez um tempo de 1:15:46

Matéria originalmente publicada em Globo Esporte

Avancini consegue melhor resultado do Brasil na história do mountain bike das Olimpíadas

Avancini lidera no início, mas fecha em 13º no mountain bike das Olimpíadas

Número 3 do mundo, brasileiro perde o fôlego depois de começo forte, mas ainda consegue melhor resultado do Brasil na história do mountain bike das Olimpíadas

Henrique Avancini nas Olimpíadas de Tóquio — Foto: REUTERS/Matthew Childs

Por uma volta, Henrique Avancini puxou o pelotão do mountain bike das Olimpíadas de Tóquio. Atual número 3 do mundo, o brasileiro buscava uma medalha inédita no ciclismo dos Jogos Olímpicos, mas perdeu fôlego e fechou a prova na 13ª colocação. Apesar de ter ficado longe do pódio, foi a melhor posição de um brasileiro no mountain bike das Olimpíadas, superando o 18º posto de Jaqueline Mourão, em Atenas 2004. Ainda assim, Avancini saiu frustrado.

– Não estou aqui para ser o melhor brasileiro em prova nenhuma. Trabalhei para alcançar os melhores do mundo. Estava aqui para buscar uma medalha inédita. Arrisquei muito para isso É muita frustração. A satisfação é pelo que trabalhei para estar aqui. Mas fico decepcionado, busquei defender o país da forma mais honrosa possível. Infelizmente não consegui transferir em performance na pista o que treinei. A prova foi bastante pesada. Comecei bem. Mas na segunda volta o Nino lançou um ataque e respondi. Ali eu comecei a me perder na prova. Me perdi bastante dentro da corrida e não consegui me achar – disse o ciclista.

Segundo brasileiro na prova, Luiz Henrique Cocuzzi terminou a prova na 27ª posição.

– Eu levo muita coisa dos Jogos Olímpicos. Nessa prova você aprende no que tem que melhorar. Com a pandemia, eu perdi muito no ranking e acabei largando um pouco atrás. O que eu levo desses Jogos é que por mais que você treine, trabalhe, sempre tem algo a melhorar, um detalhe para acertar. Quando você chegar num evento desse, que é uma chance só, não cometer erros e conseguir chegar no melhor resultado – disse Luiz.

Com a presença de público no Percurso de Mountain Bike Izu, cerca de 130km ao sul de Tóquio, o britânico Thomas Pidcock faturou o ouro logo em seu primeiro ano na categoria adulta, aos 21 anos. O suíço Mathias Flueckiger levou a prata. O espanhol David Valero Serrano completou o pódio crescendo muito na última volta.

Tomas Pidcock dominou o mountain bike das Olimpíadas — Foto: REUTERS/Christian

A Prova

Henrique Avancini saiu bem do bolo na parte inicial do percurso, figurando já na sexta posição. Logo no início da primeira volta, ele assumiu liderança e evitou a poeira e as brigas por posicionamento no meio do pelotão.

Um dos favoritos à medalha, o holandês Mathieu van der Poel deve uma queda na primeira volta.

No início da segunda volta, o suíço Nino Schurter, campeão na Rio 2016 e atual campeão mundial, puxou uma arrancada e foi seguido pelo compatriota Mathias Flueckiger. Henrique foi perdendo posições na volta, caindo para sexto lugar, mas ainda na cola dos líderes.

O brasileiro caiu de ritmo e foi perdendo um posto a cada volta. Na ponta, o britânico Tom Pidcock atacou e desgarrou, com Flueckiger na cola. Pidcock só aumentou a vantagem, e o suíço não tinha o segundo posto ameaçado.

A surpresa no final foi a briga pelo bronze. O espanhol David Valero Serrano arrancou na última volta, ganhou muitas posições e conseguiu chegar ao pódio. Avancini, por outro lado, perdeu mais posições e acabou na 13ª colocação.

Henrique Avancini nas Olimpíadas — Foto: REUTERS/Matthew Childs

Matéria originalmente publicada em Globo Esporte

Dicas para melhorar a sua Performance na Bike

Se você pratica ciclismo regularmente sabe que a motivação para pedalar muitas vezes vem do desejo de aprimorar a técnica e obter melhores resultados. Mas com o passar do tempo e dos treinamentos realizados, melhorar a performance na bike passa a ser um desafio que exige muita paciência e persistência para conquistar o resultados cada vez melhores, seja nos treinamentos ou nas competições.

Para ter uma evolução constante, algumas dicas vão auxiliar no alcance dos resultados desejados para que você fique cada vez melhor na modalidade escolhida.

– ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

O consumo de consumo de proteínas, verduras, legumes e carboidratos complexos ajudam o corpo na recomposição e fortalecimento dos músculos. Quando temos uma alimentação equilibrada conseguimos fazer a manutenção do peso, fator imprescindível para conseguir uma boa aerodinâmica na hora de ganhar velocidade nas provas.

Se for realizar provas curtas, o consumo de cafeína é válido pois ao consumir a substância uma hora antes da prova, o sistema nervoso central é ativado, oferecendo uma melhor performance nos exercícios aeróbicos e de força.

– REALIZE EXERCÍCIOS PLIOMÉTRICOS

As atividades pliométricas são aquelas de alta intensidade usando o próprio peso corporal ou feito com cargas leves. Esse tipo de atividade é muito importante para todo ciclista, pois dessa maneira aprendemos como economizar movimentos, o que é essencial na performance da aerodinâmica da bike, garantindo um desempenho mais ágil e rápido nos pedais.

Exercícios como agachamento com barras, salto sobre o caixote e salto no quadrado (saltando dentro e fora de um quadro desenhado no chão em todos os seus lados) são alguns dos mais indicados para os ciclistas que desejam aperfeiçoar suas técnicas de economia de movimento.

– CONHEÇA BEM A PROVA QUE IRÁ REALIZAR

Os melhores ciclistas não são apenas aqueles que estão bem preparados fisicamente, mas aqueles que procuram novas táticas e estratégias em seus treinos e provas. Vai fazer toda a diferença se conhecer bem o percurso, descobrindo e entendendo onde estão os pontos de aceleração, os locais que exigem maior esforço e onde podemos nos poupar.

Conhecer os outros atletas que irão competir com você é outra dica muito importante que pode te ajudar a conquistar melhores resultados. Saiba os pontos fortes e fracos de cada um deles e faça treinos tendo como base superá-los.

– APOSTE EM BONS EQUIPAMENTOS

Mesmo sendo um dica clichê, sabemos que cada equipamento e componente tem uma função imprescindível no sucesso de uma prova de ciclismo. Bicicletas mais leves, de carbono, peças de boa qualidade, vestuário confortável e especial para a prática de cada modalidade e adequados para a condição meteorológica do dia da prova podem fazer toda a diferença.

Para melhorar a sua performance no ciclismo é preciso prestar muita atenção em tudo o que envolve o esporte, desde as estratégias para alcançar os outros competidores até o empenho para aprender como economizar movimentos. Com muito treino e estudo, os resultados melhoram ao longo do tempo e a prática do ciclismo se torna ainda mais prazerosa.

Matéria base originalmente publicada em Bike Registrada

Equipe a sua bike aqui na Azupa!

Troy Brosnan vence etapa de Downhill em Leogang pela Copa do Mundo UCI!

Depois de um atraso de várias semanas devido à Covid-19, a temporada de Downhill da Copa do Mundo UCI de 2021 começou e os atletas da Maxxis finalmente conseguiram o merecido destaque no último fim de semana em Leogang, na Áustria.

A chuva forte durante os treinos e qualificação tornou a pista lenta e desleixada, particularmente na parte inferior decisiva do bosque. 

Os pilotos da Maxxis, Troy Brosnan (Canyon Collective) e Vali Höll (Rockshox Trek Race Team) qualificaram-se em primeiro em suas respectivas categorias na sexta-feira em uma pista muito lamacenta.

O sol saiu na manhã de sábado para as finais, o que significava que os pilotos estavam lidando com condições totalmente diferentes daquelas em que haviam treinado durante toda a semana. 
A pista ainda estava lamacenta, mas secando quando a corrida de Elite Feminina começou no início do dia. 

Como a qualificatória mais rápida, Höll (que estava fazendo sua estreia na categoria Elite) foi a última mulher na pista. 
Correndo suavemente e com controle, Höll estava à frente em cada seção da pista. Ao contornar a última curva à esquerda para a reta final, ela sofreu uma pequena queda que colocou a vitória fora de alcance.

Vali Höll em sua descida em Leogang

Mesmo com a queda, Höll terminou com um notável segundo lugar, apenas 1,412 segundos atrás da vencedora, Camille Balanche. 
A companheira da Maxxis, Marine Cabirou (SCOTT Downhill Factory), juntou-se a Vali no pódio, conquistando o quarto lugar.

Com o sol continuando a brilhar e a pista secando ainda mais, Brosnan tomou a decisão de última hora de trocar os pneus de lama por pneus de seco. Os pneus Maxxis Shorty que ele pilotou na qualificação foram trocados por um par de Minion DHRs, e a aposta valeu a pena para Troy, que conquistou a vitória por meros 1,235 segundos.

Troy Brosnan durante o final de semana de competição em Leogang

Fechando o fim de semana, Jackson Goldstone (Miranda Factory Team), em sua primeira Copa do Mundo UCI, ficou em segundo lugar no Junior Masculino, enquanto Sophie Gutohrle (Bike Republik Gravity Team) e Izabela Yankova (Riders United) ficaram em primeiro e terceiro no Junior Feminino.

A temporada da Copa do Mundo de 2021 continua em Les Gets, França, de 3 a 4 de julho.

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Blog dedicado para os amantes de bike que levam diariamente uma #vidacombike