O Mito da Pedalada Redonda

Um assunto polêmico: O Mito da Pedalada Redonda

Algumas pesquisas já mostraram que a chamada “pedalada perfeita” é irrelevante na geração de força e desempenho do ciclista.
Não conseguimos manter esse ritmo de raciocínio numa cadencia de 100 rotações por minuto ou em provas muito longas, onde algumas duram mais de 5 horas.

Mas existem ciclistas que defendem essa técnica para treinamentos de preparação.
São os chamados Treinos de ‘Potenciamento’

Treinos específicos em subidas, com tempo curto, com cadencia muito baixa de 40/50 rotações por minuto e com marchas pesadas para fazer força em todo pedal.
Nesse treinamento, onde uma perna empurra e a outra puxa o pedal, você faz força durante todo o ciclo do pedal com ambas as pernas.
Ao trabalhar a musculatura da perna no movimento de “puxar o pedal”, você alivia o peso da pedalada e favorece o trabalho da outra perna que está “empurrando o pedal”.
A intenção não é puxar o pedal, mas sim, não deixar que essa perna faça peso no ciclo da pedalada e assim, deixando que a perna que empurra tenha mais potencia e desempenho. É fazer com que esse movimento seja intuitivo, natural.

Já viu o nosso post explicando os tipos de pedais utilizados no ciclismo? Conheça os tipos de Pedais

E como é esse treino?

post_pedalada_redonda

Se o selim estiver posicionado corretamente, a movimentação dos tornozelos será mais natural, sem causar sobrecargas na região. O ideal é que os pés fiquem paralelos ao chão na fase de maior pressão nos pedais (Fase 1 – Pressão) e levemente apontados para baixo (em torno de 20º) durante o restante da pedalada.

Fase 1: Pressão
Fase em que é produzida a maior parte da potência, uma vez que são usados quase todos os músculos das pernas em um movimento de extensão de quadril. Pise nos pedais com força constante, mantendo os pés paralelos ao chão.

Fase 2: Transição para a puxada
Primeiro ponto morto da pedalada, quando o pedal atinge a posição vertical para baixo.

Fase 3: Puxada
Mesmo ciclistas profissionais pouco produzem potência nessa fase, exceto durante subidas ou quando pedalam de pé. Pense apenas em retirar o peso da perna, puxando-a na direção do tronco, para que não atrapalhe o trabalho do lado oposto.

Fase 4: Chute
Segundo ponto morto da pedalada, no nível mais alto. O objetivo é passar por essa fase rapidamente: leve o joelho para frente, na direção do guidão, evitando que o pé fique excessivamente apontado para baixo. Quanto menor a flexão de quadril, maior a facilidade de movimento.

E você?
O que acha esse desse tipo de técnica?

Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!

2 comentários em “O Mito da Pedalada Redonda”

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