Alguns mitos do MTB

Ao longo dos anos o ciclismo vem evoluindo constantemente e novas informações e tecnologias são agregadas ao esporte, causando muita confusão e gerando vários mitos.

Vamos ver alguns e porque eles não fazem tanto sentido assim:

1 – O aro 26” não serve mais

MITO

A discussões que mais ocorrem são sobre qual é o tamanho de aro é melhor, o que acaba sempre com a afirmação de que aro 26” não presta e que não serve mais para o ciclismo atual. Essa afirmação pode ser bastante equivocada.

O controle e a facilidade em realizar curvas mais técnicas fazem da aro 26” uma excelente opção para quem pedala em percursos mais técnicos como all mountain/enduro e o downhill (modalidade que muitos pilotos profissionais ainda usam a 26”)

Confira nosso matéria sobre as diferenças entre uma bicicleta 29” e uma 26”

2 – O aro 29” é só para pessoas altas

MITO

Há ciclistas mais baixos que preferem e se adaptam muito bem em uma aro 29”.
Tudo é uma questão de estilo, de procurar o modelo que tem mais a ver com você e qual tipo de terreno onde costuma pedalar.

Há menos de 20 anos não existiam as 29” e há menos de uma década era muito raro encontrar ciclistas com as 29” no dia a dia, o que mostra que o assunto é bem recente.
Quanto mais experimentarmos tamanhos diferentes, poderemos chegar na melhor opção para o seu tipo de pedalada. Antes de escolher a sua bike, procure pedalar com todos os tamanhos para ver qual se sente mais confortável.

3 – Para calibrar é só olhar na lateral do pneu para saber a pressão “ideal”

MITO

A informação que consta na lateral do pneu é apenas uma sugestão de pressão que deve ser utilizada.
A pressão máxima deve ser obedecida mas a pressão usada vai depender do tipo de terreno, do percurso, do peso do ciclista e outros fatores.

Temos uma matéria explicando “como calibrar os pneus da sua mountain bike

4 – Ao pedalar clipado tem que puxar o pedal pra cima

MITO

Desde a introdução e popularização dos pedais de clip, muito se discute sobre a necessidade de puxar o pedal para cima com a ajuda do pé clipado para produzir mais potência.

Há diversos estudos científicos mostrando que essa “puxada” não gera nenhum ganho ao ciclista.
Não conseguimos manter esse ritmo de raciocínio numa cadencia de 100 rotações por minuto ou em provas muito longas, onde algumas duram mais de 5 horas.

No site Road Cycling UK há um ótimo artigo detalhando os motivos que a “puxada” não deve ser feita.

Mas existem ciclistas que defendem essa técnica para treinamentos de preparação.

Explicamos nessa matéria como são os chamados Treinos de ‘Potenciamento’

5 – Quem tem pernas compridas precisam de um pedivela mais longo

MITO

Não existem estudos que comprovem que o comprimento da perna é o que dita o comprimento do pedivela.

E para a maioria dos ciclistas amadores de MTB, uma diferença de 5mm entre um pedivela de 175mm ou 170mm dificilmente será notada ou trará muitos ganhos de desempenho.
Somente nos mais altos níveis de performance, no caso das competições de alto nível, é que essa diferença se torna significativa.

8 – O tamanho do quadro depende da minha altura

MITO

O tamanho do quadro tem a ver com a altura, porém existem diversos outros fatores que influenciam como a altura do cavalo (distância entre o chão e sua virilha) e comprimento dos braços.

Separamos uma matéria onde tratamos do “tamanho do quadro ideal

Matéria originalmente publicada em Aventrilha

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