Todos os posts de azupa

5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

post_dicas_pneus2

Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

post_dicas_pneus3

Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

post_dicas_pneus4.jpg

Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
Gostou das Dicas?
Tem alguma outra que não foi mencionada? Comente!

Todos os itens necessários você encontra na Azupa Bike Store!

Como Passar a Marcha Corretamente

As marchas facilitam a vida dos ciclistas!
Saiba o funcionamento delas, pratique e ganhe desempenho no seu pedal.

post_passar_marcha1

Antes de termos a possibilidade de trocar as marchas da bicicleta, somente atletas preparados conseguiam encarar subidas muito íngremes, obter mais velocidade e distância sem muito cansaço. Após essa revolução, um número muito maior de pessoas pode entrar de cabeça nesse mundo.

Sistema de Transmissão

O sistema de transmissão é o sistema que efetivamente é usado para transmitir a força do ciclista para que a roda da bicicleta gire.

A transmissão de uma bicicleta convencional, é composta por algumas peças. Sendo elas: movimento central, pedivela, coroas, corrente e cassete.

Os câmbios e passadores não entram neste grupo, apesar de serem fundamentais e necessários para o funcionamento do sistema. Pois não sofrem a força direta vinda da perna do ciclista.

O cassete nada mais é que várias engrenagens de diferentes tamanhos, colocados na roda traseira e que, através do câmbio traseiro, se pode alterar em qual catraca a corrente estará girando.
No pedivela são usadas diferentes coroas, com exatamente a mesma função e acionadas pelo câmbio dianteiro. Nesse sistema é possível ter diferentes marchas sem a necessidade de trocar a roda inteira da bicicleta.

Conhecendo o Sistema

Para realizar a troca das marchas é necessário acionar o passador (ou trocador), que está no guidão. Dependendo do seu sistema, as mudanças de marcha são feitas através de uma ou duas alavancas, ou até mesmo girando o passador.
É muito importante que você conheça o funcionamento do seu passador para poder diminuir e aumentar a marcha. Esse procedimento deve se tornar automático na sua cabeça.

Um fato comum em todos os sistemas é que o lado direito controla a mudança de marcha no cassete (roda de trás) e o lado esquerdo controla a mudança de marchas no pedivela.

post_passar_marcha2

A Marcha Certa

Não existe a “marcha certa”, existe a combinação mais adequada entre: você, a situação e a posição da corrente em relação à coroa.

Um erro comum entre os ciclistas iniciantes é querer “decorar” qual a marcha correta para um tipo específico de situação.

Querer saber qual é a marcha certa para ladeiras é um erro.
Podemos comparar com um carro, que realizamos a troca das marchas quando o carro está tendo dificuldade ou facilidade para rodar. A única diferença na bike é que o motor é o próprio ciclista, ou seja, cada um saberá a necessidade de trocar de marcha em cada situação. Um ciclista pode se sentir confortável subindo com uma marcha mais pesada ou mais leve que outro, em uma mesma ladeira.

Também não é preciso esperar a ladeira para trocar a marcha. Lembre-se que elas foram feitas para serem trocadas com frequência, dependendo da sua cadência, velocidade, cansaço e/ou inclinação do terreno.

Faça a troca suavemente

Em uma bicicleta, o sistema de transmissão é o que mais sofre desgaste. É preciso deixa-lo sempre limpo e lubrificado, além de estar atento para a mudança de marchas. É necessário estar pedalando para trocar de marcha, pois apenas acionar a alavanca não faz com que a marcha seja alterada.
Evite mudar se marcha quando estiver fazendo muita força no pedivela. Quando isso acontece, é comum ouvir um estalo alto e isso, além de prejudicial, pode até estourar a corrente. A dica é que, se for necessário mudar nessa situação, tente aliviar por um momento a força feita nos pedais até que a mudança seja efetivada. Em uma subida, pode-se também alterar a direção da bike para a diagonal/perpendicular à subida, para que o pedalar seja mais leve apenas para a mudança da marcha.

Tente sempre antecipar as mudanças de marchas para evitar essa situação. Com a experiência no pedal, isso será feito de forma automática.

Evite cruzar a corrente

As combinações de marchas também dependem de cada situação. Para evitar o desgaste no sistema de transmissão evite cruzar a corrente!

Quando a corrente está na maior coroa e maior catraca do cassete e vice-versa, ela não está mais trabalhando em linha reta e essa situação é indesejável, pois quanto mais fora de linha reta, maior desgaste na transmissão.
Para não “cruzar” a corrente, é preciso se habituar com a regra geral que diz que ao usar a coroa pequena, você não deve usar nenhuma catraca abaixo da 4ª maior. No caso da coroa do meio, é aceitável usar todas as marchas do cassete, exceto as duas últimas de cada lado, e no caso da coroa grande, o ideal é que não se passe da 4ª menor. Veja o diagrama para entender melhor.

Veja a imagem para entender melhor.
post_passar_marcha3

Curtiu essa dica?
Temos todas as peças necessárias para a manutenção da sua companheira de pedal. Aproveite!

5 perfis de bike que você precisa seguir no Instagram

post_top5_instagramO dia a dia no mundo da bike sempre é muito interessante e inspirador. Poder acompanhar os atletas profissionais, amadores e pessoas que vivem e respiram bike é muito gratificante.
O Instagram é uma ótima ferramenta para podermos acompanhar isso e também interagir com eles. Lá encontramos os treinamentos, produtos que eles usam e fatos dos bastidores das competições.

Confira nossas sugestões para você seguir:

O primeiro não é de um atleta, mas sim de uma marca.
Perfil da marca voltado exclusivamente para o mundo da bike. Nele você encontrará, além de imagens belíssimas, vídeos de seus pilotos e bastidores dos seus principais eventos.
Em 2018, não perca as postagens sobre o “District Ride” (evento de MTB Slopestyle dentro da cidade de Nuremberg, na Alemanha), o “Hardline” (uma das principais competições de downhill do mundo) e o “Rampage” (principal prova de freeride do planeta).post_top5_instagram1

Uma das maiores atletas de downhill, Rachel utiliza sua conta para mostrar seu lado mais zen e os cotidianos da sua vida. Acompanhe seus treinamentos, competições, férias e os passeios com o seu dog Caio.post_top5_instagram2

Esse jovem australiano de apenas 23 anos é conhecido no circuito mundial por ser um dos pilotos mais rápidos nas curvas.
No seu perfil, você irá encontrar saltos, trilhas e vídeos que realmente valem a pena conferir.post_top5_instagram3

Duncan é um fotógrafo inglês que vive o mundo do ciclismo. É conhecido por trabalhar com grandes marcas. Os melhores cliques do MTB você irá encontrar nesse perfil.

post_top5_instagram4

Considerado uma lenda do esporte, o ciclista britânico Steve Peat é sinônimo de Campeonato Mundial de Mountain Bike.
Profissionalmente, Peaty precisou de 17 anos de tentativas para sagrar-se campeão mundial, que o levou a colecionar quatro medalhas de prata neste período.

Aposentou-se das competições em 2016, mas seu dia a dia é repleto de MTB. Vale a pena conferir.
post_top5_instagram5

Gostou das nossas dicas de perfis inspiradores para seguir no Instagram?
Conta pra gente!

Viva uma #VidaComBike em www.azupa.com.br

Dicas de presentes para ciclistas abaixo de R$100

Final de ano chegando e sempre é bom ganhar e dar presentes não é mesmo?

Seja no Natal, no amigo secreto, no aniversário, quem tem um amigo(a) ciclista sempre fica na dúvida do que dar de presente.
Pensando nisso, separamos dicas de presentes com itens abaixo de R$100,00 que o seu amigo(a) com certeza irá adorar.

Fita de Guidão

Para amigos que curtem o Road, ciclismo de estrada, um presente importante e útil são as fitas de guidão.
Elas são enroladas nas extremidades do guidão da bike de estrada para dar mais conforto ao ciclista, e melhor aderência às mãos.
post_dicas_presentes_4

Facilmente você encontra esses itens a partir de R$25, com variadas opções de cores. Elas darão um visual muito mais bonito à sua bike ou a do seu amigo.

Temos muitos modelos aqui na Azupa!

Caramanholas

As caramanholas, ou garrafinhas de água, ou squeeze, são itens que todo ciclista vai ter na bike. É um presente que vai agradar praticamente todos os ciclistas.
post_dicas_presentes_1

Elas podem ser mais simples, apenas para transportar o líquido, ou mais sofisticadas que são as isotérmicas, que mantem o líquido na temperatura que você colocou por muito mais tempo.
As mais simples você encontrará a partir de R$10/R$15 e as isotérmicas a partir de R$40.

Confira nossos modelos aqui!

Lubrificantes

Todo ciclista usa e sempre precisa ter disponível são os lubrificantes.
post_dicas_presentes_2
O bom uso desses produtos deixarão as peças da bike (por exemplo, a corrente) com muito mais performance e durabilidade.
Alguns lubrificantes são para uso em determinadas condições de terreno/ambiente que o ciclista encontra na pedalada. Pode-se usar um lubrificante específico para trilhas molhadas, lama ou em estradas com poeira ou areia.

Existem diversas marcas diferentes de lubrificantes e com preços a partir de R$20/R$25.

Na Azupa também temos! Confira aqui.

Bombas de Ar

Itens indispensáveis para qualquer ciclista, as bombas de ar.
Existem os modelos maiores, conhecidos como bombas de ar de pé, porém o legal para presentear um ciclista são os modelos menores, conhecidos como bombas de ar de mão.

post_dicas_presentes_3

Ideais para estarem com o ciclista em caso de necessidades, como troca da câmara em treinos e trilhas.
Os modelos compactos são encontrados a partir de R$30 e os mais sofisticados com manômetro pra medir a pressão, a partir de R$80/R$90.

Na Azupa você encontra tanto os modelos de pé quanto os de mão! Confira!

Ferramentas multiuso

Também conhecidos como canivetes multifunção, essas ferramentas são de extrema importância para o dia a dia do ciclista.
post_dicas_presentes_5

São várias chaves e ferramentas agrupadas de forma portátil que auxiliarão o ciclista em um momento de necessidade e quebra no meio do pedal.
Todo ciclista precisa ter uma dessas por perto em toda pedalada.

Esses canivetes são encontrados com a valores a partir de R$50.

Conheça os modelos da Azupa!

Gostou das dicas?
Temos tudo pra sua #VidaComBike aqui na Azupa!

Natal Azupa e Instituto C

Cada compra ajuda as crianças do Instituto C a terem novas bicicletas!

destaque_post_natal2

Durante todo o mês de dezembro, parte das vendas realizada na Azupa Bike Store serão revertidas em bikes para as crianças e adolescentes do Instituto C!
Aqui na Azupa, você aproveita nossas ofertas e ajuda as crianças a terem uma infância mais feliz!

Na nossa página de ofertas do mês, temos um “presentômetro” que mostra a evolução das bicicletas que serão doadas. Quanto mais compras realizadas mais bicicletas elas receberão!

post_natal_08

Aproveite os descontos e ofertas da Azupa!
Em dezembro, além dos incríveis descontos dos produtos, temos Descontos Progressivos, ou seja, quanto mais presentes você compra, mais descontos recebe. Assim mais crianças serão beneficiadas!  😉
Use os cupons:
15Azupa : para ter R$15,00 de desconto nas compras acima de R$150,00
25Azupa : para ter R$25,00 de desconto nas compras acima de R$250,00
40Azupa : para ter R$40,00 de desconto nas compras acima de R$350,00

Ficou interessado nas ações do Instituto C? Saiba mais sobre ele aqui!

Temos tudo pra sua #VidaComBike aqui!

Empenou o disco de freio?

destaque_alinhador_freio

Quando começar a ouviu aquele barulho chato do disco de freio pegando nas pastilhas é sinal que ele está torto ou desalinhado.

Nesse tipo de problema, é muito difícil fazer o alinhamento com as mãos e alicates, pois apesar dos discos de freio (rotores) serem feitos de uma chapa de aço de 2mm de espessura, a quantidade de desenhos dos recortes de alívio e a elasticidade do material, os tornam bastante flexíveis. Ao tentar usar as mãos ou alicates, os discos sempre retornam para a posição inicial, e continuam raspando.

Para facilitar esse trabalho, existem ferramentas especiais criadas especificamente para essa função.

post_alinhador_freio2

Se o realinhamento é mais leve e fino, esse modelo tem marcação de profundidade em centímetros e polegadas, que permite encaixar a ferramenta no disco até uma profundidade especifica.

post_alinhador_freio3Essa ferramenta tem marcação em centímetros e polegadas, podendo definir qual profundidade será alcançada.

 

 

Se o realinhamento é mais trabalhoso, esse outro modelo é capaz de realinhar até discos de motos e scooters leves, pois seus encaixes vão de 2,4 a 3,3 milímetros. Essa ferramenta apoia cerca de 3 centímetros de área do disco, conseguindo assim, corrigir danos mais severos.

post_alinhador_freio4Essa ferramenta tem encaixes diferentes, conseguindo alinhar até discos de freios de motocicletas leves.

Localize o local que está raspando nas pastilhas (recomendamos marcar com uma caneta o local) e vá forçando aos poucos. Como o disco é flexível, ele retornará ao ponto de partida e será necessário refazer a correção.

post_alinhador_freio5Para facilitar o reparo, faça uma marca com caneta para identificar o local a corrigir.

Pode-se também fazer o realinhamento perto da pinça de freio, o que irá evitar que o disco se curve muito, fazendo o reparo ser mais preciso. Em caso do dano ser mais severo, é necessário retirar o disco do cubo e imobilizá-lo em uma morsa.

post_alinhador_freio6Trabalhando perto da pinça de freio o disco curva pouco.

Gostou das dicas?

Precisa fazer esse tipo de realinhamento no disco de freio da sua bike? Nos temos as ferramentas necessárias!

Ferramenta para o realinhamento mais grave você encontra aqui!

Já a ferramenta para realinhamento mais leve e rápidos, você encontra aqui!

 

 

Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

post_rolo_treino.jpg

Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

post_rolo_treino_2

Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

E lembre-se, tudo pra sua #VidaComBike você encontra aqui na Azupa!

Cuidados com as rodas e pneus das bikes speed

cycling-bicycle-riding-sport-38296

Se você treina em rodovias, certamente já passou por essa experiência. Além de quebrar o ritmo do treino, isso pode se tornar uma dor de cabeça se você acabar sem remendos ou câmaras reserva. Nossas rodovias parecem cada vez mais sujas e as frequentes obras nas pistas aumentam as incidências de furos, já que deixam muitos resíduos nos acostamentos.

Pedaços de pneus também são grandes vilões: os caminhões acabam soltando a recapagem dos pneus e esses pedaços possuem fragmentos de aço que costumam furar os pneus com facilidade.

01(2)

Pneus

Ao treinar em rodovias nos deparamos com muita sujeira na estrada que pode ser fragmentos de vidro, aço, arames ou até pequenas pedras, dentre outros elementos que podem danificar os pneus. Muitas vezes não notamos a presença desses pequenos intrusos nos pneus até que eles levam ao furo da câmara.

Portanto, é muito prudente fazer uma checagem geral nos pneus da bicicleta antes de rodar. Com uma chave de fenda bem pequena ou um “espeto” é possível remover esses pequenos fragmentos do pneu. Mas durante o pedal, quando passamos por um trecho com vidros ou sujeira onde seja impossível desviar, uma dica interessante é: se você estiver utilizando uma boa luva, pode-se espalmar o pneu em movimento com a palma da luva. Claro que isso demanda uma habilidade extra, mas pode salvar seu treino. Portanto tente fazer devagar caso se sinta seguro e aplique na hora da necessidade. Mas atenção: este procedimento demanda extrema habilidade do ciclista!

Outra dica é: pneus cortados podem ser utilizados com um remendo até chegar ao destino, depois não é seguro mantê-los em uso, pois a pressão demandada é grande e remendos não permitem que a pressão devida seja aplicada.

Mas caso você tenha um pneu com um corte de cerca de 1 cm existem algumas dicas de emergência referente a materiais que podem ser usados para tapar o corte: Embalagem de Gel, barra energética ou até uma cédula de dinheiro são boas opções e que geralmente você carrega no treino.

Tenha sempre um kit com:

  • Bomba
  • Câmara reserva
  • Espátulas
  • Cilindro e aplicador C02
  • Remendo e cola
  • Canivete multifunções
  • Fita adesiva

02(3)

Freios

Em relação aos cuidados com os freios, as partes geralmente mais envolvidas são aro e sapatas.

Por exemplo, as sapatas podem apresentar pequenos fragmentos encravados em sua superfície de frenagem. Isso pode acontecer devido a alguma pequena pedra que fique alojada na sapata no momento da frenagem, fazendo com que penetre na borracha da pastilha e causando danos à superfície do aro.

Portanto, é muito importante que se verifique periodicamente a sapata para evitar que uma pedra ou fagulha de metal fique alojada, usinando a superfície de frenagem e causando sulcos que podem provocar a quebra da lateral de frenagem do aro. Então, da mesma maneira que com os pneus, deve-se verificar os resíduos alojados nas sapatas.

Com uma lixa fina também é possível limpar e plainar as sapatas para obter uma frenagem mais eficiente. Dessa maneira podemos ter mais tranquilidade nos treinos e ainda chegar mais cedo em casa.

Em relação aos aros, considere que o aro está para o freio de aro, assim como o disco está para os freios a disco: daí a grande importância de estarem sempre limpos e alinhados. Aros amassados também causam incômodo e até podem gerar folga na caixa de direção, desgaste irregular dos pneus e quedas, em casos extremos.

Limpeza

A limpeza dos aros pode ser feita com uma esponja de aço embebida em Tinner ou algum outro solvente, para que seja removida toda a sujeira e resíduos de borracha.

Uma lixa fina também pode auxiliar nesta limpeza, mas cuidado, pois o freio ficará bastante sensível e demandará um período curto de readaptação. Portanto, logo após a limpeza faça algumas freadas sem travar a roda, para transferir um pouco de material da sapata (que já deve estar limpa) para a superfície do aro.

E nunca se esqueça de verificar se existem rachaduras nos pneus e o seu desgaste. Em caso positivo, substitua o pneu antes do próximo treino!

Texto originalmente publicado em: revistabicicleta

Gostou das dicas?

Temos tudo o que você precisa aqui na Azupa!

Qual seu estilo de Selim – escolha com cuidado!

Cada modalidade ou estilo de bike utiliza determinado tipo de selim, e dependendo do caso, sua troca descaracteriza o produto.

Para uma bike que anda nas praias, seja na areia ou na ciclofaixa e trafega por caminhos planos, por exemplo, um selim grande e pesado não faz muita diferença.

Já para uma bike de competição modelo de estrada ou mountain bike, cada grama conta, principalmente quando estamos subindo uma montanha. Agora se seu pedal é apenas urbano ou lazer, um selim mais confortável e macio deve ser seu foco.

Existem diversos tipos e modelos variados de selim.  post_tipos_selins

A escolha correta do selim é algo que deve ser feito cuidadosamente, sem levar em consideração somente a estética da peça.

post_tipos_selins_conforto2

Selins largos – com molas, gel e espuma extremamente macio e confortável – normalmente equipam as bikes urbanas/lazer, mas podem ser um pesadelo em uma mountain bike. Devido a quantidade de pulos e trancos que a mountain bike encara nas trilhas, a escolha de um selim grande se tornaria muito desconfortável.

O selim ideal é algo muito pessoal, sendo que cada pessoa tem uma anatomia diferente. Para ser confortável, o selim precisa apoiar perfeitamente os ossos ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e apoiam o corpo quando estamos sentados) e este possui uma estrutura em sua construção que permite que o mesmo trabalhe conforme o movimento que a bike faz com seu peso sobre o selim.

post_tipos_selins_conforto

Mulheres possuem uma distância entre os ísquios maior que os homens, fazendo com que os selins femininos, na maior parte das vezes, sejam mais largos que os masculinos.

Os selins que possuem uma abertura no centro, são chamados de anti prostáticos, pois aliviam a pressão no períneo, evitando problemas futuros de saúde.

post_tipos_selins_mtb

Para encontrar o selim perfeito, vá a uma bike shop, converse com atletas e outros ciclistas da modalidade que você pratica, e o mais importante… faça um bike fit!

A importância do bike fit nessa hora é imensa. Você pode ter o selim mais caro do mundo ou o mais adequado para sua anatomia, mas se ele não estiver na altura correta para você, de nada vai adiantar. A altura errada poderá fazer com que você tenha que fazer movimentos desnecessários sobre o selim, causando contato e dores desnecessários.

E aí, qual seu estilo?

Nós temos todos os estilos de Selim aqui!

4 procedimentos de manutenção que todo ciclista deveria saber

Por mais que você se esforce em manter sua bike em dia, o desgaste das peças e componentes sempre vem e em algum momento virá para a sua bike também.

As peças da bike não são gratuitas e, assim como a instalação delas por um profissional, gera uma despesa para o ciclista. Porém, muitas dessas tarefas podem ser feitas em casa, usando as ferramentas certas, reduzindo gastos e fazendo com que o ciclista entenda melhor a sua bicicleta.

Separemos alguns procedimentos que todo ciclista deveria saber fazer na bicicleta. Confira:

Substituir um raio quebrado

post_manutencao_01

Uma das piores coisas que pode acontecer na pedalada é um raio quebrado – que geralmente acontece no nipple da roda traseira, do lado do câmbio.

Nesse caso, você vai precisar de uma ferramenta para remover o cassete, uma chave inglesa e uma chave de raio. A princípio pode parecer complicado, mas com as ferramentas certas é relativamente fácil. Na roda dianteira é mais simples, por isso os passos para a roda traseira:

Remova o cassete e o raio quebrado primeiro (parte de baixo), e então remova o pneu para poder remover o raio. Então remova a fita de aro e o nipple (pecinha que segura o raio no aro) do raio quebrado, tomando muito cuidado para não deixar o nipple cair dentro do aro, ou você pode ter uma baita dor de cabeça para tirá-lo de lá.

Antes de colocar o novo raio preste atenção ao padrão de colocação dos outros raios e siga esse padrão, colocando ele na base do cubo, passando ele pelos outros raios e então prendendo-o com o nipple – sempre tome cuidado para não deixar ele cair dentro do aro.

Uma chave de fenda pode ser usada para apertar o nipple, embora a chave de raio seja mais adequada – ainda mais se você tiver mais de um raio para trocar.

Aperte o raio – teoricamente na mesma tensão do que quebrou – e verifique se a roda está reta ao rodá-la (coloque ela no eixo da bike para ficar mais fácil girá-la) e então, se você estiver satisfeito, coloque a fita de aro, pneu e – se era a roda traseira – o cassete.

Inspecionar uma corrente

post_manutencao_06

Estando no centro das funções mecânicas da bicicleta, a corrente se encarrega de aguentar o maior desgaste e stress de todos os componentes. Desse modo é extremamente necessário inspecionar, limpar e – se necessário – trocar sua corrente.

Mas o que devemos procurar ao inspecionar a corrente, e como devemos fazê-lo?

O método mais preciso é com uma ferramenta própria para isso, disponível em diversas marcas, formas e materiais, mas também é possível checar no método caseiro.

Um método é levantar a corrente na parte da frente da coroa (veja a foto abaixo).

post_manutencao_07

Levante em um intervalo entre os pinos e veja quantos dentes são revelados. Se aparecerem 3 ou 4 sua corrente pode estar desgastada. Uma alternativa é remover a corrente da bicicleta e coloca-la no chão, na mesma posição que ela estaria na bicicleta. Então a estique, pegue as duas pontas e torça a corrente, como se fosse juntar as duas pontas. Quanto mais perto você chegar de fazer um círculo completo, mais gasta está sua corrente. Correntes novas são mais difíceis de torcer.

Cada marca de corrente pode ter seu próprio esquema de remoção ou instalação. Na maioria dos casos, correntes são intercambiáveis entre marcas, mas nunca entre velocidades – uma corrente de 10v só pode ser substituída por uma 10v.

Mesmo com os métodos manuais, um medidor de corrente custa pouco e recomendamos que você sempre tenha um em mãos.

Trocar a corrente exige uma ferramenta e uma boa dose de paciência. É relativamente fácil e não se faz com frequência. Consiste basicamente em usar um extrator para remover um pino, que abrirá a corrente, colocar uma corrente nova, colocar o pino e introduzi-lo entre os elos da corrente. Muitos modelos de corrente possuem um pino próprio para isso.

Substituir pastilhas de um freio

post_manutencao_02

É fato que as pastilhas de freio vão se gastar com o tempo. Elas costumam não serem peças muito sofisticadas – nos V-Brakes, são blocos de borracha.

No caso dos V-Brakes eles são fáceis de trocar e devem ser conferidos regularmente. Com a roda removida para facilitar as coisas (dá para trocar com a roda montada também) desparafuse o parafuso que prende a pastilha, e tome cuidado com as porcas e arruelas para recoloca-las na mesma sequência (se a pastilha nova vier vier com porcas e arruelas novas, use-as).

Remover a pastilha costuma ser fácil, mas se precisar de força, tome cuidado para não arranhar ou amassar o aro.

Preste atenção na orientação – as pastilhas vêm marcadas com L e R (L= esquerdo e R= direito) quanto ao lado que devem ser instaladas. Recoloque-as com as arruelas e prenda com o parafuso do freio.

A probabilidade é que você terá que reduzir a tensão do cabo – girando o afinador do manete de freio no sentido horário – mas de outra forma, após uma verificação de alinhamento e do funcionamento, ele estará pronto para rodar.

O ajuste da tensão dos braços do freio se dá por parafusos que ficam nas laterais dos braços do freio. Ao apertar o parafuso, aumenta a tensão. O objetivo é regular ambas para que ao apertar o freio, ambos os braços se movam igualmente, para que as pastilhas atinjam o aro na mesma hora.

É importante lembrar que algumas marcas e modelos de aros requerem pastilhas específicas.

Já no caso dos freios a disco o procedimento depende muito da marca e modelo. Mas basicamente, depois de tirar a roda, basta remover a haste que segura as pastilhas na pinça. Ela pode ser um parafuso ou um arame duplo com uma ponta entortada. Basta desentortar a ponta e puxá-lo para fora. Trocar a pastilha observando a posição em que ela estava, usar uma chave de fenda com cuidado para encaixa-la nas laterais e então recolocar o arame ou parafuso. Cuidado para não apertar a alavanca de freio durante esse processo ou os pistões podem se deslocar.

Trocar um cabo de freio (ou de câmbio)

post_manutencao_05

Prevenir é melhor que remediar – ainda mais quando se trata dos freios. Cabos enferrujados podem romper-se com a força aplicada em uma frenagem.

Remover é uma tarefa fácil. Assim que o desconectar do freio ou câmbio por afrouxar o parafuso, puxe ele para fora do conduíte, seguindo em sequência, desde o ponto onde você o desengatou, puxando ele para fora até a alavanca de freio ou câmbio. Na maioria dos casos ele fica preso por uma bolinha ou cilindro. Basta puxar por essa bolinha, e em alguns casos, basta desencaixá-la.

Antes de colocar o novo cabo, coloque graxa nele para que ele trabalhe melhor e evite ferrugem e outros problemas. O ideal é limpar ou trocar o conduíte. Comece colocando ele pela alavanca de freio ou trocador de marcha, prendendo aquela bolinha ou cilindro no lugar correto. Puxe ele para se assegurar de que a bolinha encaixou e está segurando o cabo. Passe-o pelo conduíte – ou pelos conduítes. Se for trocar um conduíte interno, use o antigo de base junto com o cabo de aço para não ter dificuldades em chegar a saída.

Antes de apertar o novo cabo, puxe ele bem a partir do ponto final (freio ou cambio) para se assegurar de que não fique nenhuma folga. Verifique os encaixes dos conduítes. Assim que tiver certeza, prenda o cabo.

Gostou das dicas?

Precisa de ferramentas ou equipamentos de manutenção? Nós temos todos pra você aqui!