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A história da Camisa Arco-Íris

Quem já acompanhou alguma competição de ciclismo profissional certamente percebeu a quantidade de cores diferentes que os ciclistas utilizam em suas camisas.
Algumas se destacam por serem padrão aos líderes do ranking nos Grand Tours e dos diferentes campeões nacionais. Mas a que possui mais destaque e reconhecimento em qualquer lugar do mundo é a Camisa Arco-Íris, a famosa Rainbow Jersey, com sua listras coloridas distintas representando o maior símbolo de conquista dentro do universo ciclístico.

Significado das cores

A camisa arco-íris é o símbolo do atual campeão mundial da UCI e tem o mesmo design em todas as diferentes disciplinas do ciclismo: estrada, pista, ciclismo, mountain bike, BMX Racing, BMX Freestyle, ciclismo indoor e trial.

É extremamente fácil de reconhecer, com fundo branco e cinco faixas coloridas horizontais característicos, de cima para baixo: azul, vermelho, preto, amarelo e verde.
São as mesmas cores da bandeira olímpica imaginadas pelo Barão de Coubertin em 1913 e representam os cinco continentes da Europa, Ásia, África, Oceania e América.

No ciclismo de estrada, a camisa arco-íris é concedida na corrida e contra-relógio individual aos vencedores da Elite, Sub-23 (apenas homens) e Júnior. O país mais rápido no revezamento misto de contra-relógio também recebe a camisa.
Recebem também os campeões no Campeonato Mundial de Para-ciclismo de Estrada da UCI nas diferentes modalidades da corrida de estrada e contra-relógio individual, bem como no revezamento misto da equipe de handbike.

A marca responsável pela produção das camisas é a italiana Santini, que possui parceria com a UCI desde 1994.

Todos os atuais campeões mundiais da UCI têm o direito de usar a camisa arco-íris durante todo o ano até o próximo campeonato, mas somente quando competirem na categoria e especialidade pela qual foram campeões. Por exemplo: o atual campeão mundial UCI da corrida de estrada Men Elite não pode usar a sua camisa arco-íris na prova do contra-relógio individual quando esta foi vencida por outro competidor no campeonato anterior.

Já os ex-campeões mundiais da UCI têm o privilégio de usar faixas arco-íris nas mangas e na gola da sua camisa atual como forma de reconhecimento da vitória passada, mas somente na especialidade em que foi conquistada.

Alfredo Binda, o primeiro vencedor da camisa arco-íris

O italiano Alfredo Binda foi o vencedor da primeira camisa do arco-íris, em 1927, ano em que o Campeonato Mundial da UCI foi aberto a ciclistas profissionais.
Até aquele ano, o campeonato era reservado apenas para amadores e a UCI decidiu realizar uma única corrida com duas classificações: amadores e profissionais.

A corrida foi organizada na Alemanha, em 21 de julho, no lendário circuito de Nürburgring com um percurso extremamente difícil: oito voltas de 22,8 km – para um total de 182,4 km – repleto de subidas, descidas e curvas.

O dia da corrida foi frio e úmido. Um vento forte soprou e não demorou muito para que os pilotos estivessem caindo de costas e se retirando. Binda lançou a sua jogada a cerca de 30 quilómetros, na subida para Karussell. No espaço de 6 quilômetros, ele abriu uma vantagem de mais de dois minutos.

A corrida estava praticamente encerrada. A margem de vitória de Binda sobre o Girardengo foi de mais de sete minutos. 

A Itália dominou a corrida. Depois de Binda vieram Girardengo, Domenico Piemontesi e Gaetano Belloni, com Jean Aerts sendo o primeiro não italiano, quase 20 minutos atrás. 

O belga Jean Aerts participava da classificação amadora e terminou em quinto no geral, à frente do alemão Rudolf Wolke e do italiano Michele Orecchia. Dos 55 pilotos que começaram, apenas 18 terminaram.

Elsy Jacobs, a primeira mulher a usar a camisa do arco-íris

Somente em 1958 a camisa do arco-íris entrou oficialmente no mundo do ciclismo feminino. A primeira ciclista a usá-la foi Elsy Jacobs, de Luxemburgo, após seu sucesso na corrida de estrada em Reims, na França, em 3 de agosto de 1958.

Nessa prova, Jacobs terminou na frente de duas ciclistas soviéticas Tamara Novikova e Mariya Lukshina.
Em 9 de novembro do mesmo ano, ela quebrou o recorde de mulheres com uma marca de 41.347m no velódromo Vigorelli em Milão – um recorde que durou 14 anos.

Elsy veio de uma família de ciclistas, e seus irmãos Roger, Raymond e Edmond se tornaram profissionais e correram no Tour de France.
Em sua homenagem, há uma corrida chamada Festival Elsy Jacobs, realizada em sua cidade natal, em Garnich, que faz parte do calendário de corridas da UCI Women’s Elite desde 2008.

O desempenho de Jacobs pode ser considerada como evidências contra a teoria da “maldição da camisa do arco-íris”, que sugere que, depois de se tornar campeão mundial da UCI, o piloto sofre de pouca sorte no ano seguinte.
É verdade que alguns vencedores ficaram gravemente feridos – de Tom Simpson em 1966 a Stephen Roche em 1988, Luc Leblanc em 1995 e Alessandro Ballan em 2009. Houve também algumas tragédias, incluindo a morte do jovem Jean-Pierre Monseré em 1971.

Mas não é justo sugerir que a culpa está na camisa arco-íris. Eddy Merckx, Bernard Hinault e Greg LeMond venceram o Tour de France enquanto Campeões Mundiais da UCI. Também Thor Hushovd, Mark Cavendish, Tom Boonen e Peter Sagan tiveram um desempenho muito bom nos anos seguintes às vitórias.

Records da camisa arco-íris

Existem alguns homens que conquistaram o título de campeão mundial da estrada da UCI em dois anos consecutivos: os belgas Georges Ronsse (1928-29), Rik Van Steenbergen (1956-57) e Rik Van Looy (1960-61); os italianos Gianni Bugno (1991-92) e Paolo Bettini (2006-07).
O eslovaco Peter Sagan é o único homem na história com três títulos consecutivos de 2015 a 2017.

Outros homens com vitórias triplas são o italiano Binda (1927, 1930, 1932), Van Steenbergen (1949, 1956, 1957), o espanhol Óscar Freire (1999, 2001, 2004) e o canibal Eddy Merckx (1967, 1971) 1974).
A Bélgica é o país de maior sucesso na história do Campeonato Mundial Masculino de Estrada da UCI, com 26 vitórias, à frente da Itália com 19 e da França com 8.

Já no feminino não há dúvida de quem é a mais bem-sucedida entre as Campeãs Mundiais de UCI de corrida de estrada: a francesa Jeannie Longo venceu cinco vezes (1985-87, 1989, 1995), incluindo quatro seguidas, pois em 1988 a corrida não foi realizada.
A belga Yvonne Reynders venceu quatro vezes (1959, 1961, 1963, 1966) e a holandesa Marianne Vos três vezes (2006, 2012, 2013), incluindo dois títulos consecutivos como a soviética Anna Konkina (1970-71), a holandesa Leontien van Moorsel ( 1991 e 1993, não havendo corrida em 1992), a sueca Susanne Ljungskog (2002-03) e a italiana Giorgia Bronzini (2010-11).
A Holanda é o país de maior sucesso no Campeonato Mundial Feminino de Estrada da UCI, com 12 vitórias, à frente da França com 10 e da Bélgica com 6.

Em relação aos contra-relógios individuais, entre os homens, o suíço Fabian Cancellara (2006, 2007, 2009 e 2010) e o alemão Tony Martin (2011, 2012, 2013 e 2016) venceram o maior número de eventos.
Enquanto isso, Jeannie Longo, da França, venceu quatro vezes como Elite Woman (1995, 1996, 1997 e 2001).

Poucos pilotos conseguiram se tornar campeões mundiais da UCI em diferentes disciplinas. Pauline Ferrand-Prévot escreveu uma página da história do ciclismo durante a temporada de 2015, quando, com apenas 23 anos, se tornou a primeira pessoa – homem ou mulher – a ter simultaneamente três títulos: estrada, cyclo-cross e mountain bike. Nessa façanha única, a ciclista francesa superou até os outros atletas extremamente talentosos que ganharam diferentes camisetas de arco-íris como Marianne Vos (estrada, ciclismo, MTB e pista) ou Mathieu Van der Poel (ciclismo e MTB).

Matéria base originalmente publicada em UCI (Union Cycliste Internationale)

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Competições Internacionais de MTB que todo ciclista não pode perder

Se você já está acostumado a acompanhar as competições de elite do ciclismo saberá exatamente descrever a sensação de poder torcer pelos melhores atletas do mundo, seja ao vivo ou por vídeo.

No Brasil temos provas de alto nível técnico, mas as competições internacionais são as que atraem a grande atenção do público.

Listamos algumas dessas competições que todo ciclista não pode perder!

1 – COPA DO MUNDO UCI DE MTB

Foto: http://www.uci.org – Mercedes-Benz UCI Mountain Bike World Cup DHI

A UCI MOUNTAIN BIKE WORLD CUP é a “elite” das competições de MTB. Em 2019, a Copa do Mundo de Mountain Bike passará por 10 países em três continentes, com provas de Downhill (DH) e Cross Country com as modalidades Short Track (XCC) e Olímpico (XCO).

As provas são divididas nas categorias Elite e Junior, tanto masculino quanto feminina.

Calendário Copa do Mundo UCI
27-28 de abril
 – (DH) Maribor, Eslovênia
17-19 de maio – (XCO/XCC) Albstadt, Alemanha
24-26 de maio – (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
1-2 de junho – (DH) Fort William, Escócia
8-9 de junho – (DH) Leogang, Áustria
5-7 de julho – (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
12-14 de julho – (XCO/XCC/DH) Les Gets, França
2-4 de agosto – (XCO/XCC/DH) Val di Sole, Itália
9-11 de agosto – (XCO/XCC/DH) Lenzerheide, Suíça
6-8 de setembro – (XCO/XCC/DH) Snowshoe, Estados Unidos

2 – CAMPEONATO MUNDIAL UCI DE MTB

Para muitos ciclistas, o Mundial UCI de Mountain Bike é o principal título do ano.
Os atletas não tem a preocupação de ficar pensando nos pontos do ranking mundial da Copa do Mundo e eles competem por seus países, sendo selecionados pelas federações nacionais.
O campeão mundial ganha o direito de usar as listras arco-íris por toda a sua carreira profissional.

Calendário Campeonato Mundial UCI
31 de agosto e 1 de setembro
 – Mundial UCI MTB – Mont-Sainte-Anne, Canadá

3 – CAPE EPIC

Absa Cape Epic é uma ultramaratona de MTB que acontece na Cidade do Cabo, na África do Sul, anualmente. É divida em 7 etapas e tem um percurso de 700 km durante oito dias.

A edição de 2019 teve como campeões gerais a dupla da equipe Scott-SRAM MTB-Racing, Nino Schurter e Lars Forster. A dupla da equipe Cannondale Factory Racing ficou em segundo lugar com o brasileiro Henrique Avancini e o alemão Manuel Fumic.
A próxima edição acontece de 15 a 20 de março de 2020.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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Avancini é campeão mundial de MTB XCM 2018

Vice-líder do ranking mundial, brasileiro levou o título do Cross-Country Maratona, o  maior resultado da história do Brasil na modalidade.

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Henrique Avancini é campeão mundial de ciclismo MTB na Itália – Foto: Divulgação

Mais uma vez, Henrique Avancini marcou seu nome na história do ciclismo brasileiro.

No último sábado (15/09), o atleta da equipe Cannondale Factory Racing conquistou o título mundial de Mountain Bike Maratona em Auronzo do Cadore, na Itália.
Essa marca coroa uma incrível temporada para Avancini, atual número 2 do ranking da União Ciclística Internacional (UCI), e que chegou na 4ª colocação do Campeonato Mundial de Mountain Bike de Cross-Country Olímpico (XCO).

Confira como foi o Campeonato Mundial MTB XCO realizado em Lenzerheide, na Suiça.

Outro feito que mostra o incrível ano de Avancini foi o resultado da Copa do Mundo de XCO.
A regularidade foi a sua marca, único atleta a pedalar entre os top 20 em todas as 13 etapas. Ele conquistou cinco pódios e ainda venceu a prova de short track em Andorra. No geral, acabou na 4ª colocação geral e foi campeão por equipes.

Perdeu a Copa do Mundo UCI de MTB XCO? Nós contamos como foi a final desse incrível evento!

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Vibração com o título – Foto: Divulgação

No ano passado, Avancini terminou em 30º lugar nessa mesma prova. Dessa vez, o ciclista de 29 anos, natural de Petrópolis (RJ), percorreu os 102km de prova com o melhor tempo. Foram 5h08min29s para cruzar a linha de chegada na frente do austríaco Daniel Geismayr (5h08min31s) e do colombiano Hector Leonardo Paez Leon (5h08min36s). A diferença entre eles ficou em menos de 10 segundos.

“Essa vitória para mim tem um sabor especial, porque ser campeão mundial vindo de onde eu vim não é fácil, mesmo porque até alguns anos ninguém imaginava que um dia eu pudesse ser campeão mundial. Chega a ser surreal isso, estou muito feliz pelo que esse título representa, demonstrando que quando você crê em alguma coisa é possível alcançar, melhorar e crescer”, afirmou Avancini.

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Equipe Cannondale Factory Racing no Mundial MTB XCM 2018 – © Cannondale Factory Racing

Os outros representantes brasileiros foram:

Bruno Martins Lemes: 50ª colocação (5h37min11s)
Wenner de Sousa: 137º lugar (6h41min22s)
Lucas Vieira: 146º lugar (7h53min43s)

O Brasil não teve representantes no feminino que foi vencido pela dinamarquesa Annika Langvad.

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Campeonato Mundial MTB XCO: Nino Schurter se consagra e Henrique Avancini faz história novamente

Com corridas emocionantes, a temporada de cross country olímpico encerra-se em grande estilo em Lenzerheide, na Suiça.

A Mercedes-Benz UCI MTB World Cup, coroou no último sábado (08/09), os maiores atletas do ano: Nino Schurter, que venceu em casa, e a americana Kate Courtney que travou uma batalha durante toda a prova contra sua companheira de equipe Annika Langvad para vencer nos últimos instantes, superando inclusive a favorita local, e campeã de 2017, Jolanda Neff.

O brasileiro Henrique Avancini repetiu o resultado do ano passado, conquistando o 4º lugar numa disputa com o suiço Florian Vogel.

 

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

 

“Mais uma grande performance, repetindo a marca de 2017. Não consegui me livrar do pelotão perseguidor, que não estava muito preocupado em fazer a coisa andar para buscar uma medalha. Acabei jogando muita energia fora… No geral, um último capítulo de XCO dessa temporada, marcante para nós, que foi do começo ao fim com bons resultados. Foi um prazer largar como número 2 do ranking mundial, vestindo a camisa amarela!”, disse Avancini.

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Torcida da casa para Nino Schurter e Jolanda Neff – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Veja o que aconteceu na Copa do Mundo UCI MTB XCO 2018

XCO Feminino

A campeã mundial de 2017, a suiça Jolanda Neff, era a favorita da torcida local. Ela atacou logo no início, mas foi a dinamarquesa Annika Langvad que assumiu a ponta e controlou a corrida.

Kate Courtney estava em segundo mas Langvad mantinha uma distância de 20 segundos para sua adversária.

Langvad chegou a sofrer uma queda e perdendo tempo, com isso Courtney foi tirando a diferença a cada volta.

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Annika Langvad após sofrer a queda – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Na penúltima volta, Courtney estava a apenas 7 segundos atrás de Langvad. A jovem atacou e chegou a ultrapassar a dinamarquesa, que contra atacou e voltou a frente.

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Kate Courtney – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

 

Com muita habilidade técnica, Courtney tinha vantagem nas descidas e raízes. E aproveitou-se de um erro de sua adversária para assumir a liderança, mantendo sua vantagem até cruzar a linha de chegada.

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Kate Courtney – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Langvad ficou com a prata após dominar toda a corrida, Batty ficou com o bronze e a favorita local, Jolanda Neff, ficou com a quarta colocação.

Brasileiras

As ciclistas brasileiras na prova, Raíza Goulão terminou na 29ª posição, e Jaqueline Mourão no honroso 36º lugar.

Resultados – Elite Mulheres

1 – COURTNEY Kate 1:34:55
2 – LANGVAD Annika +0:47
3 – BATTY Emily +1:58
4 – NEFF Jolanda +2:13
5 – WLOSZCZOWSKA Maja +3:15
29 – GOULAO HENRIQUE Raiza -1 volta
36 – MOURAO Jaqueline -1 volta

XCO Masculino

O destaque para a prova masculina ficou mais uma vez para o suíço Nino Schurter. Ele atacou forte logo no inicio para abrir vantagem e se destacar do pelotão.

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© BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Schurter claramente não queria pedalar com um pelotão grande e ainda na primeira volta conseguiu abrir diferença dos demais.

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Nino Schurter – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Italiano Gerhard Kerschbaumer encostou em Schurter na volta 2 e mantiveram o ritmo alto na liderança da prova.

No grupo perseguidor estavam Mathieu Van der Poel, Henrique Avancini, Florian Vogel, Lars ForsterLuca BraidotMaxime MarotteMathias FlückigerTitouan Carod e Thomas Litscher.
Van der Poel escapou e pedalou sozinho na terceira posição a partir da quarta volta. 

Avancini se destacou e manteve a ponta do grupo atrás de Van der Poel. Junto com o brasileiro estavam Vogel, Flückiger e Carod.

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© BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

No final da prova, Kerschbaumer acompanhava o ritmo de Schurter, mas no final da sétima volta, o suíço acelerou forte e conseguiu se separar do italiano.

Schurter abriu 11 segundos sobre Kerschbaumer e entrou sozinho na arena de Lenzerheide para comemorar seu quarto título consecutivo de Campeão Mundial de MTB XCO!

Kerschbaumer ficou com a prata e Van der Poel com o bronze. Avancini e Vogel “sprintaram” para o quarto e quinto lugares, respectivamente.

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Schurter venceu o Mundial em 2009, 2012, 2013 e todos os anos desde 2015 © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Brasileiros

Henrique Avancini terminou em 4º lugar, Guilherme Muller em 42º lugar, Luiz Henrique Cocuzzi na 61ª posição e José Gabriel no 78º lugar.

 

Resultados – Elite Homens

1 – SCHURTER Nino 1:29:21
2 – KERSCHBAUMER Gerhard +0:11
3 – VAN DER POEL Mathieu +1:14
4 – AVANCINI Henrique +1:53
5 – VOGEL Florian+1:54
42 – GOTARDELO MULLER Guilherme +7:36
61 – COCUZZI Luiz Henrique -2 voltas
78 – MARQUES de ALMEIDA Jose Gabriel -4 voltas