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Troy Brosnan vence etapa de Downhill em Leogang pela Copa do Mundo UCI!

Depois de um atraso de várias semanas devido à Covid-19, a temporada de Downhill da Copa do Mundo UCI de 2021 começou e os atletas da Maxxis finalmente conseguiram o merecido destaque no último fim de semana em Leogang, na Áustria.

A chuva forte durante os treinos e qualificação tornou a pista lenta e desleixada, particularmente na parte inferior decisiva do bosque. 

Os pilotos da Maxxis, Troy Brosnan (Canyon Collective) e Vali Höll (Rockshox Trek Race Team) qualificaram-se em primeiro em suas respectivas categorias na sexta-feira em uma pista muito lamacenta.

O sol saiu na manhã de sábado para as finais, o que significava que os pilotos estavam lidando com condições totalmente diferentes daquelas em que haviam treinado durante toda a semana. 
A pista ainda estava lamacenta, mas secando quando a corrida de Elite Feminina começou no início do dia. 

Como a qualificatória mais rápida, Höll (que estava fazendo sua estreia na categoria Elite) foi a última mulher na pista. 
Correndo suavemente e com controle, Höll estava à frente em cada seção da pista. Ao contornar a última curva à esquerda para a reta final, ela sofreu uma pequena queda que colocou a vitória fora de alcance.

Vali Höll em sua descida em Leogang

Mesmo com a queda, Höll terminou com um notável segundo lugar, apenas 1,412 segundos atrás da vencedora, Camille Balanche. 
A companheira da Maxxis, Marine Cabirou (SCOTT Downhill Factory), juntou-se a Vali no pódio, conquistando o quarto lugar.

Com o sol continuando a brilhar e a pista secando ainda mais, Brosnan tomou a decisão de última hora de trocar os pneus de lama por pneus de seco. Os pneus Maxxis Shorty que ele pilotou na qualificação foram trocados por um par de Minion DHRs, e a aposta valeu a pena para Troy, que conquistou a vitória por meros 1,235 segundos.

Troy Brosnan durante o final de semana de competição em Leogang

Fechando o fim de semana, Jackson Goldstone (Miranda Factory Team), em sua primeira Copa do Mundo UCI, ficou em segundo lugar no Junior Masculino, enquanto Sophie Gutohrle (Bike Republik Gravity Team) e Izabela Yankova (Riders United) ficaram em primeiro e terceiro no Junior Feminino.

A temporada da Copa do Mundo de 2021 continua em Les Gets, França, de 3 a 4 de julho.

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A história da Camisa Arco-Íris

Quem já acompanhou alguma competição de ciclismo profissional certamente percebeu a quantidade de cores diferentes que os ciclistas utilizam em suas camisas.
Algumas se destacam por serem padrão aos líderes do ranking nos Grand Tours e dos diferentes campeões nacionais. Mas a que possui mais destaque e reconhecimento em qualquer lugar do mundo é a Camisa Arco-Íris, a famosa Rainbow Jersey, com sua listras coloridas distintas representando o maior símbolo de conquista dentro do universo ciclístico.

Significado das cores

A camisa arco-íris é o símbolo do atual campeão mundial da UCI e tem o mesmo design em todas as diferentes disciplinas do ciclismo: estrada, pista, ciclismo, mountain bike, BMX Racing, BMX Freestyle, ciclismo indoor e trial.

É extremamente fácil de reconhecer, com fundo branco e cinco faixas coloridas horizontais característicos, de cima para baixo: azul, vermelho, preto, amarelo e verde.
São as mesmas cores da bandeira olímpica imaginadas pelo Barão de Coubertin em 1913 e representam os cinco continentes da Europa, Ásia, África, Oceania e América.

No ciclismo de estrada, a camisa arco-íris é concedida na corrida e contra-relógio individual aos vencedores da Elite, Sub-23 (apenas homens) e Júnior. O país mais rápido no revezamento misto de contra-relógio também recebe a camisa.
Recebem também os campeões no Campeonato Mundial de Para-ciclismo de Estrada da UCI nas diferentes modalidades da corrida de estrada e contra-relógio individual, bem como no revezamento misto da equipe de handbike.

A marca responsável pela produção das camisas é a italiana Santini, que possui parceria com a UCI desde 1994.

Todos os atuais campeões mundiais da UCI têm o direito de usar a camisa arco-íris durante todo o ano até o próximo campeonato, mas somente quando competirem na categoria e especialidade pela qual foram campeões. Por exemplo: o atual campeão mundial UCI da corrida de estrada Men Elite não pode usar a sua camisa arco-íris na prova do contra-relógio individual quando esta foi vencida por outro competidor no campeonato anterior.

Já os ex-campeões mundiais da UCI têm o privilégio de usar faixas arco-íris nas mangas e na gola da sua camisa atual como forma de reconhecimento da vitória passada, mas somente na especialidade em que foi conquistada.

Alfredo Binda, o primeiro vencedor da camisa arco-íris

O italiano Alfredo Binda foi o vencedor da primeira camisa do arco-íris, em 1927, ano em que o Campeonato Mundial da UCI foi aberto a ciclistas profissionais.
Até aquele ano, o campeonato era reservado apenas para amadores e a UCI decidiu realizar uma única corrida com duas classificações: amadores e profissionais.

A corrida foi organizada na Alemanha, em 21 de julho, no lendário circuito de Nürburgring com um percurso extremamente difícil: oito voltas de 22,8 km – para um total de 182,4 km – repleto de subidas, descidas e curvas.

O dia da corrida foi frio e úmido. Um vento forte soprou e não demorou muito para que os pilotos estivessem caindo de costas e se retirando. Binda lançou a sua jogada a cerca de 30 quilómetros, na subida para Karussell. No espaço de 6 quilômetros, ele abriu uma vantagem de mais de dois minutos.

A corrida estava praticamente encerrada. A margem de vitória de Binda sobre o Girardengo foi de mais de sete minutos. 

A Itália dominou a corrida. Depois de Binda vieram Girardengo, Domenico Piemontesi e Gaetano Belloni, com Jean Aerts sendo o primeiro não italiano, quase 20 minutos atrás. 

O belga Jean Aerts participava da classificação amadora e terminou em quinto no geral, à frente do alemão Rudolf Wolke e do italiano Michele Orecchia. Dos 55 pilotos que começaram, apenas 18 terminaram.

Elsy Jacobs, a primeira mulher a usar a camisa do arco-íris

Somente em 1958 a camisa do arco-íris entrou oficialmente no mundo do ciclismo feminino. A primeira ciclista a usá-la foi Elsy Jacobs, de Luxemburgo, após seu sucesso na corrida de estrada em Reims, na França, em 3 de agosto de 1958.

Nessa prova, Jacobs terminou na frente de duas ciclistas soviéticas Tamara Novikova e Mariya Lukshina.
Em 9 de novembro do mesmo ano, ela quebrou o recorde de mulheres com uma marca de 41.347m no velódromo Vigorelli em Milão – um recorde que durou 14 anos.

Elsy veio de uma família de ciclistas, e seus irmãos Roger, Raymond e Edmond se tornaram profissionais e correram no Tour de France.
Em sua homenagem, há uma corrida chamada Festival Elsy Jacobs, realizada em sua cidade natal, em Garnich, que faz parte do calendário de corridas da UCI Women’s Elite desde 2008.

O desempenho de Jacobs pode ser considerada como evidências contra a teoria da “maldição da camisa do arco-íris”, que sugere que, depois de se tornar campeão mundial da UCI, o piloto sofre de pouca sorte no ano seguinte.
É verdade que alguns vencedores ficaram gravemente feridos – de Tom Simpson em 1966 a Stephen Roche em 1988, Luc Leblanc em 1995 e Alessandro Ballan em 2009. Houve também algumas tragédias, incluindo a morte do jovem Jean-Pierre Monseré em 1971.

Mas não é justo sugerir que a culpa está na camisa arco-íris. Eddy Merckx, Bernard Hinault e Greg LeMond venceram o Tour de France enquanto Campeões Mundiais da UCI. Também Thor Hushovd, Mark Cavendish, Tom Boonen e Peter Sagan tiveram um desempenho muito bom nos anos seguintes às vitórias.

Records da camisa arco-íris

Existem alguns homens que conquistaram o título de campeão mundial da estrada da UCI em dois anos consecutivos: os belgas Georges Ronsse (1928-29), Rik Van Steenbergen (1956-57) e Rik Van Looy (1960-61); os italianos Gianni Bugno (1991-92) e Paolo Bettini (2006-07).
O eslovaco Peter Sagan é o único homem na história com três títulos consecutivos de 2015 a 2017.

Outros homens com vitórias triplas são o italiano Binda (1927, 1930, 1932), Van Steenbergen (1949, 1956, 1957), o espanhol Óscar Freire (1999, 2001, 2004) e o canibal Eddy Merckx (1967, 1971) 1974).
A Bélgica é o país de maior sucesso na história do Campeonato Mundial Masculino de Estrada da UCI, com 26 vitórias, à frente da Itália com 19 e da França com 8.

Já no feminino não há dúvida de quem é a mais bem-sucedida entre as Campeãs Mundiais de UCI de corrida de estrada: a francesa Jeannie Longo venceu cinco vezes (1985-87, 1989, 1995), incluindo quatro seguidas, pois em 1988 a corrida não foi realizada.
A belga Yvonne Reynders venceu quatro vezes (1959, 1961, 1963, 1966) e a holandesa Marianne Vos três vezes (2006, 2012, 2013), incluindo dois títulos consecutivos como a soviética Anna Konkina (1970-71), a holandesa Leontien van Moorsel ( 1991 e 1993, não havendo corrida em 1992), a sueca Susanne Ljungskog (2002-03) e a italiana Giorgia Bronzini (2010-11).
A Holanda é o país de maior sucesso no Campeonato Mundial Feminino de Estrada da UCI, com 12 vitórias, à frente da França com 10 e da Bélgica com 6.

Em relação aos contra-relógios individuais, entre os homens, o suíço Fabian Cancellara (2006, 2007, 2009 e 2010) e o alemão Tony Martin (2011, 2012, 2013 e 2016) venceram o maior número de eventos.
Enquanto isso, Jeannie Longo, da França, venceu quatro vezes como Elite Woman (1995, 1996, 1997 e 2001).

Poucos pilotos conseguiram se tornar campeões mundiais da UCI em diferentes disciplinas. Pauline Ferrand-Prévot escreveu uma página da história do ciclismo durante a temporada de 2015, quando, com apenas 23 anos, se tornou a primeira pessoa – homem ou mulher – a ter simultaneamente três títulos: estrada, cyclo-cross e mountain bike. Nessa façanha única, a ciclista francesa superou até os outros atletas extremamente talentosos que ganharam diferentes camisetas de arco-íris como Marianne Vos (estrada, ciclismo, MTB e pista) ou Mathieu Van der Poel (ciclismo e MTB).

Matéria base originalmente publicada em UCI (Union Cycliste Internationale)

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Avancini vence etapa de XCO pela primeira vez e faz história

Atleta brasileiro conquistou vitória inédita na segunda etapa da Copa do Mundo de MTB no XCO

Instagram Henrique Avancini | @avancinimtb – Foto: Michele Mondini

Ontem (4) foi um dia HISTÓRICO para o ciclismo brasileiro!

Henrique Avancini conquistou o primeiro lugar na prova de cross country olímpico (XCO) na Copa do Mundo de MTB, título inédito na carreira dele!

Atual número 2 do ranking mundial, Avancini já vinha de vitória na prova de short track (XCC) realizada na última sexta feira (2).
As etapas foram na pista de Nové Mesto na República Tcheca.

Por ter vencido o short track, Avancini largou na primeira posição e se manteve na ponta. As provas de XCC contam a metade da pontuação para o título da Copa do Mundo ainda define a posição de largada para a prova de XCO. 

Instagram Henrique Avancini | @avancinimtb – Foto: Michele Mondini

O destaque da largada ficou com o outro brasileiro, Luiz Henrique Cocuzzi, que largou da sexta fileira e assumiu a liderança da prova, porém teve um problema mecânico e acabou perdendo posições.
Mantendo sempre entre os cinco primeiros colocados, Avancini tomou a primeira colocação na última volta para conquistar a vitória, como o tempo de 1h25mim03, em uma disputa acirrada como o suíço Nino Schurter e o holandês Milan Vader.

Milan Vader terminou a disputa na segunda colocação seguido pelo líder do ranking mundial, Nino Schurter. Entre os brasileiros, Guilherme Muller ficou em 53º, Luiz Henrique Cocuzzi em 75º e Edson Rezende em 92º.

Disputa no Feminino

A prova do XCO feminino foi conquistada pela francesa Pauline Ferrand-Prévot com o tempo de 1h14min07, colocando 21s de vantagem sobre a segunda colocada, a holandesa Anne Terpstra. A terceira posição ficou com a também francesa Loana Lecomte.

Entre as brasileiras, Raiza Goulão ficou em 44º com o tempo de 1h23min37. Letícia Cândico ficou em 61º.

Henrique Avancini vence etapa XCC da Copa do Mundo de MTB em Nove Mesto

O brasileiro Henrique Avancini conquistou hoje (2) a sua quarta vitória em uma etapa da Copa do Mundo UCI de MTB.

Instagram Henrique Avancini | @avancinimtb


A conquista foi realizada na segunda etapa da Copa do Mundo realizada na pista de Nove Mesto na República Tcheca. Depois de oito meses de pausa, a Copa do Mundo de MTB retornou em Nove Mesto com as provas de Cross Country e no total serão realizadas duas etapas com quatro provas nessa pista, sendo duas no Short Track (XCC) e duas no Olímpico (XCO).

No começo da semana, o brasileiro após liderar a prova da primeira etapa do XCC, sofreu uma queda e precisou fazer uma corrida de recuperação para terminar na 12º colocação.

Na etapa de hoje, Avancini pedalou forte no sprint final e deixou pra trás o suíço Thomas Litscher, o alemão Maximilian Brandl e o holandês Milan Vader.

“Depois de terça-feira, eu revi meus objetivos e sabia que precisava ir com tudo para cima. Com esse pelotão de alto nível, tudo pode acontecer. Não é fácil para ninguém. Mas estou preparado para a vitória. Fui controlando a prova e no final fiz de tudo para me manter em uma posição boa. Isso revigora minhas energias”, disse ele após a prova.

As provas de XCC contam a metade da pontuação para o título da Copa do Mundo ainda define a posição de largada para a prova de XCO. As etapas desse ano não somarão pontos, sendo válidas apenas como vitórias individuais.

Primeira Etapa do Cross Country Olímpico (XCO)

Red Bull TV – Reprodução

Em prova realizada nessa quinta (1), o jovem dinamarquês Simon Andreassen, de 22 anos, venceu a etapa depois de largar na quadragésima primeira colocação. Esta foi a segunda prova que ele correu pela elite, e a segunda colocação ficou Maxime Marotte, seguido de Milan Vader.

Henrique Avancini liderou as primeiras voltas mas acabou caindo algumas posições e fez disputa acirrada com o suíço Nino Schurter, rodando juntos por toda a última volta. No sprint final, Nino superou Avancini no photo finish.

Os demais brasileiros na prova foram Guilherme Muller que ficou na 47º, Luiz Cocuzzi em 77º e Edson Gilmar de Rezende em 84º.

Instagram Loana Lecomte | @loanalecomte

No feminino, a francesa Loana Lecomte venceu a prova com Anne Terpstra na segunda colocação e Pauline Ferrand Prevot em terceiro.

A brasileira Raiza Goulão ficou com a 43º colocação e Letícia Cândido ficou em 65º.

A segunda etapa do XCO acontece nesse próximo domingo (4) na mesma pista de Nove Mesto.

Henrique Avancini no pódio na Copa do Mundo de MTB na França

Henrique Avancini levantou a bandeira brasileira duas vezes no pódio na Copa do Mundo de MTB realizada em Les Gets, na França.
O brasileiro, integrante da equipe Cannondale Factory Racing, terminou a prova do cross country olímpico (XCO) na terceira colocação, após o segundo lugar na corrida de short track (XCC) realizada na sexta-feira.

Avancini na prova XCC © BARTEK WOLIŃSKI – RED BULL

No short track, estilo que tem lhe rendido seguidos resultados de destaque, Avancini fez uma prova agressiva, liderou e terminou no segundo lugar atrás do holandês Matheiu Van Der Poel. O brasileiro vinha do lugar mais alto do pódio que conquistou no final de semana anterior na etapa de Vallnord, em Andorra.

Henrique Avancini lidera na prova de short track (XCC) em Les Gets © BARTEK WOLIŃSKI – RED BULL

Na prova principal, o XCO, Avancini chegou a assumir a liderança colocando pressão nas principais referencias do esporte como o suíço Nino Schurter.
Schurter terminou na primeira posição, à frente do italiano Gehard Kerschbaumer, seguido de Henrique Avancini na terceira posição, repetindo a colocação da prova anterior em Andorra.

Junto com os pontos da prova de XCC, Henrique pulou da quarta para a segunda colocação geral da classificação na Copa do Mundo, apenas atrás do suíço Nino Schurter.

A próxima etapa da Copa do Mundo será em Val Di Sole, na Itália, entre os dias 2 e 4 de agosto.
Antes disso, entre os dias 19 e 21 de julho, Henrique Avancini volta ao Brasil para defender o título do Campeonato Brasileiro MTB em Mairiporã, interior de São Paulo. Já no dia 28 de julho, ele disputa a prova de cross country dos Jogos Pan-Americanos em Lima, no Peru.

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Copa do Mundo UCI MTB – Calendário 2019

Rachel_Atherton © BARTEK WOLINSKI – RED BULL CONTENT POOL

O ano de 2019 já está sendo incrível para o ciclismo e um evento que você não pode perder é a Copa do Mundo UCI de MTB.
Esse ano a competição está passando por 10 países em 3 continentes. Já tivemos 6 etapas e ainda restam mais 4 e a etapa do Campeonato Mundial UCI MTB em Mont-Sainte-Anne, no Canadá
Cada etapa é dividida nas modalidade de Downhill e Cross-country (XCO/XCC), podendo ter provas apenas de DH ou XC.

Após a etapa de Vallnord em Andorra, o ranking geral está com a seguinte classificação:

Cross-country Men Elite

1º – Gerhard KERSCHBAUMER: 1829 pontos
2º – Nino SCHURTER: 1802 pontos
2º – Henrique Avancini: 1597 pontos

Downhill Men Elite

1º – Loic BRUNI: 1535 pontos
2º – Danny HART: 1408 pontos
2º – Troy BROSNAN: 1368 pontos

Cross-country Women Elite

1º – Kate COURTNEY: 1866 pontos
2º – Jolanda NEFF: 1842 pontos
2º – Githa MICHIELS: 1513 pontos

Downhill Women Elite

1º – Tracey HANNAH: 1795 pontos
2º – Rachel ATHERTON: 1765 pontos
2º – Marine CABIROU: 1260 pontos

Henrique Avancini © BARTEK WOLINSKI – RED BULL CONTENT POOL

Calendário 2019

  • Abril 27–28: (DH) Maribor, Eslovênia
  • Maio 18– 19: (XCO/XCC) Albstadt, Alemanha
  • Maio 25–26: (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
  • Junho 1–2: (DH) Fort William, Escócia
  • Junho 8–9: (DH) Leogang, Áustria
  • Julho 6–7: (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
  • Julho 13–14: (XCO/XCC/DH) Les Gets, França
  • Agosto 3–4: (XCO/XCC/DH) Val di Sole, Itália
  • Agosto 10–11: (XCO/XCC/DH) Lenzerheide, Suíça
  • Agosto 31 – Setembro 1: Campeonato Mundial de MTB – Mont-Sainte-Anne, Canadá
  • Setembro 7–8: (XCO/XCC/DH) Snowshoe, Estados Unidos

Matéria originalmente publicada em  Red Bull

Competições Internacionais de MTB que todo ciclista não pode perder

Se você já está acostumado a acompanhar as competições de elite do ciclismo saberá exatamente descrever a sensação de poder torcer pelos melhores atletas do mundo, seja ao vivo ou por vídeo.

No Brasil temos provas de alto nível técnico, mas as competições internacionais são as que atraem a grande atenção do público.

Listamos algumas dessas competições que todo ciclista não pode perder!

1 – COPA DO MUNDO UCI DE MTB

Foto: http://www.uci.org – Mercedes-Benz UCI Mountain Bike World Cup DHI

A UCI MOUNTAIN BIKE WORLD CUP é a “elite” das competições de MTB. Em 2019, a Copa do Mundo de Mountain Bike passará por 10 países em três continentes, com provas de Downhill (DH) e Cross Country com as modalidades Short Track (XCC) e Olímpico (XCO).

As provas são divididas nas categorias Elite e Junior, tanto masculino quanto feminina.

Calendário Copa do Mundo UCI
27-28 de abril
 – (DH) Maribor, Eslovênia
17-19 de maio – (XCO/XCC) Albstadt, Alemanha
24-26 de maio – (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
1-2 de junho – (DH) Fort William, Escócia
8-9 de junho – (DH) Leogang, Áustria
5-7 de julho – (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
12-14 de julho – (XCO/XCC/DH) Les Gets, França
2-4 de agosto – (XCO/XCC/DH) Val di Sole, Itália
9-11 de agosto – (XCO/XCC/DH) Lenzerheide, Suíça
6-8 de setembro – (XCO/XCC/DH) Snowshoe, Estados Unidos

2 – CAMPEONATO MUNDIAL UCI DE MTB

Para muitos ciclistas, o Mundial UCI de Mountain Bike é o principal título do ano.
Os atletas não tem a preocupação de ficar pensando nos pontos do ranking mundial da Copa do Mundo e eles competem por seus países, sendo selecionados pelas federações nacionais.
O campeão mundial ganha o direito de usar as listras arco-íris por toda a sua carreira profissional.

Calendário Campeonato Mundial UCI
31 de agosto e 1 de setembro
 – Mundial UCI MTB – Mont-Sainte-Anne, Canadá

3 – CAPE EPIC

Absa Cape Epic é uma ultramaratona de MTB que acontece na Cidade do Cabo, na África do Sul, anualmente. É divida em 7 etapas e tem um percurso de 700 km durante oito dias.

A edição de 2019 teve como campeões gerais a dupla da equipe Scott-SRAM MTB-Racing, Nino Schurter e Lars Forster. A dupla da equipe Cannondale Factory Racing ficou em segundo lugar com o brasileiro Henrique Avancini e o alemão Manuel Fumic.
A próxima edição acontece de 15 a 20 de março de 2020.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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Henrique Avancini termina Copa do Mundo UCI de Mountain Bike em quarto lugar!

Com problemas técnicos, brasileiro termina a última etapa do circuito em 17º, mas confirma top 5 na classificação geral da Copa do Mundo de MTB.

 

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

O Brasil entrou, de uma vez por todas, na elite mundial do ciclismo, após a temporada 2018 da Copa do Mundo UCI de Mountain Bike.
Henrique Avancini teve uma incrível performance durante as provas da competição. Na última etapa do circuito, realizada nesse domingo (26/08) na pista da cidade francesa de La Bresse, o brasileiro terminou em 17º lugar devido a problemas técnicos, mas garantiu o Top 5 na classificação geral, conquista inédita do Brasil no esporte.
O vencedor dessa etapa foi o suíço Nino Schuter, que já tinha conquistado o título antecipadamente na etapa anterior.

Avancini, que é segundo colocado no ranking mundial de Cross Country, enfrentou dificuldades na pista de La Bresse. Como ele conseguiu a terceira colocação no short track da última sexta-feira (24/08), o brasileiro largou no pelotão, indo muito bem no começo da prova, mas a lama pesada do circuito fez com que ele fosse ficando para trás.

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

“É um dia em que as sensações ficam misturadas, mas não dá para deixar de considerar que foi uma temporada de Copa do Mundo histórica para mim, para o MTB brasileiro e também latino-americano. O objetivo principal da temporada era ter consistência nas partes física, mental e técnica. E eu tive. Foi um ano em que eu tirei para aprender a correr na frente e fico feliz com o saldo. Além de terminar no pódio, a satisfação é a de que evoluí muito para chegar aqui”, afirma Avancini.

Henrique Avancini terminou a edição da Copa do Mundo UCI de Mountain Bike 2018 entre os cinco melhores do Cross Country, feito nunca alcançado por um brasileiro.
Confira a classificação geral abaixo:

Rank
Competidor
Nacionalidade
Equipe
Idade
Pontos
1 Nino SCHURTER Suíço SCOTT-SRAM MTB RACING 32 1.861
2 Mathieu VAN DER POEL Holandês CORENDON-CIRCUS 23 1.355
3 Maxime MAROTTE Francês CANNONDALE FACTORY RACING XC 32 1.242
4 Henrique AVANCINI Brasileiro CANNONDALE FACTORY RACING XC 29 1.213
5 Gerhard KERSCHBAUMER Italiano TORPADO GABOGAS 27 1.154

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Nino Schurter – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

“Fiz um ano muito consistente. Foram três pódios de short track, dois pódios de XCO e pouquíssimas vezes fora do Top 10. Tenho de curtir o momento, pois é especial para a nossa história. A temporada ainda não acabou, tenho ainda grandes compromissos. Mas, foi um ano fantástico. Vi as pessoas se envolvendo de um jeito diferente com o esporte. Elas estavam acompanhando as transmissões ao vivo, torcendo e vibrando. Esse é o maior legado que eu posso deixar: criação de uma cultura esportiva”, analisa o brasileiro.

Com os resultados da competição, a equipe Cannondale Factory Racing (equipe atual de Henrique Avancini), foi a grande campeã da categoria.
O foco de Avancini agora será o Campeonato Mundial de Mountain Bike UCI 2018, que será realizado na cidade de Lenzerheide, na Suíça, entre os dias 5 e 9 de setembro. No campeonato mundial de 2017, em Cairns, Austrália, o brasileiro terminou na quarta colocação.

 “Vou continuar trabalhando, pois tenho muita lenha para queimar. Tenho bastante margem para melhorar. Cheguei aqui por trabalho duro, tentando, e assim que vamos seguir em frente”, completa.

Em setembro de 2018 aconteceu o Campeonato Mundial MTB de XCO. Veja o que aconteceu na prova realizada em Lenzerheide, na Suíça.

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