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O Mito da Pedalada Redonda

Um assunto polêmico: O Mito da Pedalada Redonda

Algumas pesquisas já mostraram que a chamada “pedalada perfeita” é irrelevante na geração de força e desempenho do ciclista.
Não conseguimos manter esse ritmo de raciocínio numa cadencia de 100 rotações por minuto ou em provas muito longas, onde algumas duram mais de 5 horas.

Mas existem ciclistas que defendem essa técnica para treinamentos de preparação.
São os chamados Treinos de ‘Potenciamento’

Treinos específicos em subidas, com tempo curto, com cadencia muito baixa de 40/50 rotações por minuto e com marchas pesadas para fazer força em todo pedal.
Nesse treinamento, onde uma perna empurra e a outra puxa o pedal, você faz força durante todo o ciclo do pedal com ambas as pernas.
Ao trabalhar a musculatura da perna no movimento de “puxar o pedal”, você alivia o peso da pedalada e favorece o trabalho da outra perna que está “empurrando o pedal”.
A intenção não é puxar o pedal, mas sim, não deixar que essa perna faça peso no ciclo da pedalada e assim, deixando que a perna que empurra tenha mais potencia e desempenho. É fazer com que esse movimento seja intuitivo, natural.

Já viu o nosso post explicando os tipos de pedais utilizados no ciclismo? Conheça os tipos de Pedais

E como é esse treino?

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Se o selim estiver posicionado corretamente, a movimentação dos tornozelos será mais natural, sem causar sobrecargas na região. O ideal é que os pés fiquem paralelos ao chão na fase de maior pressão nos pedais (Fase 1 – Pressão) e levemente apontados para baixo (em torno de 20º) durante o restante da pedalada.

Fase 1: Pressão
Fase em que é produzida a maior parte da potência, uma vez que são usados quase todos os músculos das pernas em um movimento de extensão de quadril. Pise nos pedais com força constante, mantendo os pés paralelos ao chão.

Fase 2: Transição para a puxada
Primeiro ponto morto da pedalada, quando o pedal atinge a posição vertical para baixo.

Fase 3: Puxada
Mesmo ciclistas profissionais pouco produzem potência nessa fase, exceto durante subidas ou quando pedalam de pé. Pense apenas em retirar o peso da perna, puxando-a na direção do tronco, para que não atrapalhe o trabalho do lado oposto.

Fase 4: Chute
Segundo ponto morto da pedalada, no nível mais alto. O objetivo é passar por essa fase rapidamente: leve o joelho para frente, na direção do guidão, evitando que o pé fique excessivamente apontado para baixo. Quanto menor a flexão de quadril, maior a facilidade de movimento.

E você?
O que acha esse desse tipo de técnica?

Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!

Você sabe o que é uma Mountain Bike 27.5+?

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© Bartek Wolinski-Red Bull Content Pool

Novos modelos de mountain bike surgiram nos últimos tempos. Antigamente, ao comprar uma bike nova, era necessário se questionar apenas qual seria a melhor escolha: quadro hardtail (suspensão dianteira) ou full suspension (amortecimento integral).
Depois a escolha passou para o tamanho ideal para as rodas: aros 26” (até então o padrão MTB), as 27.5” (650b) ou as grandes 29”.
Recentemente, essa escolha teve mais uma opção: as 27.5+ (vinte e sete polegadas e meia plus).

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Alguns modelos de bikes 27.5+

Presente desde 2016 nas grandes marcas, essas bikes possuem a versão “plus” do aro 27.5”, que é um pneu tipo balão com dimensões entre 2.8 até 3 polegadas de largura.
O conceito das rodas 27.5+ é oferecer um tamanho de roda intermediário comparado à “Fat Bike”, que geralmente montadas com rodas 26” e pneus de 4 até 5 polegadas.

Assim podemos considerar as 27.5+ como uma versão “leve” das “Fat bikes”, mas com a vantagem de ser mais ágil e dispensar o uso de rodas apropriadas para acomodar pneus super dimensionados.

 

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© Bartek Wolinski-Red Bull Content Pool

As “Fat Bikes” são populares pelo fato da alta capacidade de transpor obstáculos, grande aderência e conforto dos pneus super largos de grande volume. Eles usam baixa pressão de ar (calibragem), aumentando a tração, como em condições extremas, como neve ou areia.

Já as bikes com o conjunto de rodas 27.5+ oferecerem um desempenho superior, comparado as Fat Bikes, e muito mais conforto do que modelos convencionais, graças ao pneu mais largo e alto que funciona como um amortecedor.

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© Bartek Wolinski-Red Bull Content Pool
Matéria publicada originalmente em Red Bull

Você usa ou já experimentou uma bike plus?
Conta pra gente como foi a sua experiência!

Temos mais de 200 modelos diferentes de pneus para sua bike aqui na Azupa! Confira!

Mitos e verdades sobre usar a bike no dia a dia

Por Pedro Vianna – BikeMyself

Já pensou que a bike pode ser sua grande aliada no dia a dia?

Que ela é versátil a gente já sabe bem e que consegue agradar, sendo desde um lazer no fim de semana à um esporte de alto desempenho.  Mas a bike pode mudar a sua vida diária e a cidade em que você vive.

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Alguns mitos cercam o uso da bicicleta no dia a dia e eles costumam assustar quem ainda não pedala rotineiramente.
Aqui estão alguns deles, pra te encorajar por fim a adotar a bicicleta como meio de transporte!

Vou chegar totalmente suado e sujo no trabalho

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MITO
Isso vai depender muito do clima da sua cidade, do percurso que você fará e também do
ritmo que vai ser seu pedal. É bom lembrar também, que as vezes a gente chega sujo e
suado mesmo indo de transporte público ou a pé.

Duas dicas para evitar o transtorno:
– Naqueles dias mais quentes, cadencie mais a pedalada. Separe um pouco mais de tempo para o seu percurso e faça um pouco mais lento, assim você não vai chegar suado e ainda vai aproveitar para descobrir aqueles detalhes que você ainda não reparou que existem em sua cidade.
– Se na sua cidade as temperaturas forem mais elevadas, leve uma roupa reserva, mesmo que no seu trabalho não tenha chuveiro. O ideal é pedalar com uma roupa esportiva e trocá-la ao chegar no trabalho, assim você fica com uma roupa sequinha pro resto do dia.

Bicicleta é mais lenta que o carro ou ônibus

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MITO
Essa vai especialmente para as grandes cidades. Com a quantidade de carros, ônibus e motos, instaura-se um caos urbano com muito engarrafamento e horas do seu dia perdidas.
Com certeza, muitos percursos que você faz rotineiramente levam menos tempo de bicicleta do que usando outros transportes. Pedalando, você consegue prever o tempo que vai levar sem erro, chegando ao seu trabalho, universidade, ou compromisso sem se atrasar. Um exemplo disso são as empresas de entrega de bicicleta, que cada vez mais se consolidam no mercado e estão fazendo entregas mais rápidas que motoboys.

É muito perigoso pedalar na cidade

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MITO e VERDADE
Ainda temos que evoluir bastante quanto a conquista do espaço do ciclista na cidade, mas é bem verdade que existem muitas cidades com uma malha cicloviária que pode te atender e tornar sua pedalada mais segura.
Ao colocar a bike na rua é sempre necessário um cuidado redobrado. Existe um grau de perigo, mas não é gigante. Não deixe que isso te impeça de pedalar no seu dia a dia, aprenda sobre as leis de trânsito para ciclistas e sinalizações, se proteja com equipamentos de segurança, como capacete, e entenda os perigos da sua cidade para se preparar para evitá-los.

Andar de bike muda a cidade

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VERDADE
O impacto causado pela bicicleta na cidade é sempre positivo. O CO2 é um dos gases
emitidos por carros, ônibus e motos. Ele é um dos responsáveis pela poluição do ar em nossas cidades.
Uma das maneiras de diminuir essa emissão é pedalando! Quanto mais pessoas de bicicleta, menos carros e mais limpo o ar da sua cidade fica.
Além disso, a bicicleta ajuda a solucionar o trânsito. A quantidade de veículos nas ruas, causa um caos e a única solução possível é diminuir o número deles. Acredite, você melhora a sua cidade ao usar a bicicleta.
Se ainda assim você ainda não acreditar nisso, acredite que você está mudando o seu dia: menos trânsito, mais exercício e mais vento no rosto.

Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Conta pra gente como você usa a bike no dia a dia!
Usa para ir trabalhar? Para lazer?

Queremos saber como é a sua #VidaComBike!
E lembre-se… tudo o que você precisa está aqui na Azupa!

Conheça os tipos de Pedais

O pedal da bike passa muitas vezes despercebido pelos ciclistas.
Cada modalidade utiliza modelos específicos de pedais e podem ser encontrados em diferentes formatos, preços e materiais, mas uma coisa que nunca muda é que eles são indispensáveis em todas as bikes!

São eles que colocam a bicicleta entra em movimento, pois é através deles que o ciclista aplica a força necessária para manter a bike em movimento e equilíbrio do próprio ciclista.

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Conheça os tipos de pedais

Pedal Convencional –  Utilizado na maioria das bicicletas do mercado, esse tipo de pedal possui uma infinidade de modelos, formatos, materiais e peso disponíveis.

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Plataforma
– Possuem maior contato com os pés e proporcionam mais conforto, além de bom apoio e segurança.
Por serem extremamente resistentes, são muito utilizados para as modalidades de BMX, Downhill, Bike Trial, e a maioria das bicicletas de passeio.
Possuem ótimo custo x benefício e são facilmente encontrados para compra.

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De Grampo e Correias – O “Firma Pé” não é um pedal, mas sim, um acessório.
É formado por um conjunto de correias de nylon e suportes que tem a função de prender os pés aos pedais e gerar mais eficiência ao pedalar.
Ele não tem a eficiência de um pedal de encaixe, pois o pé pode soltar se as fivelas estiverem frouxas ou dificultar a retirada dos pés de estiver muito apertado, ocasionando a queda do ciclista.
Hoje em dia é mais utilizado para prática de Spinning ou para Bicicletas Ergométrica.

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Um assunto polêmico: O Mito da Pedalada Redonda

De EncaixeTambém conhecidos como pedais de “Clip”, possuem encaixe com molas para prender os pés do ciclista.
É necessário que o ciclista utilize uma sapatilha apropriada e compatível com o pedal escolhido.

São muito populares, pois proporcionam maior rendimento, eficiência, desempenho e performance comparado a qualquer outro tipo de pedal. Essa eficiência se dá pois o ciclista não só empurra pedal, como também efetue o retorno e a puxada, pedalando de forma simultânea e mais sincronizada.

Os pedais de encaixe não deixam que os pés escapem durante a atividade, que é muito comum quando o ciclista enfrenta condições adversas, como lama, subidas, entre outras.
As sapatilhas são encaixadas aos pedais pelos tacos, também chamados de “taquinhos”, que são fixados na sola das sapatilhas.

É necessário bastante treino para utilizar esse sistema, pois o ciclista fica “clipado” pela sapatilha no pedal e quando vai parar a bicicleta é preciso lembrar de “desclipar”, ou desencaixar, do pedal para poder colocar o pé no chão. É muito comum ocorrerem tombos no inicio.
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Existem modelos de pedais de encaixe para diversas necessidades como, por exemplo, MTB (SPD) e Speed (SPD – R)

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Pedais Mistos
É a união dos pedais de plataforma e encaixe em um mesmo pedal. Em um dos lados está o pedal de plataforma e do outro o pedal de encaixe (clip).
Muito utilizado nas modalidades de MTB.

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A escolha do pedal deve levar em conta a necessidade e a utilização da bicicleta. Se procura obter mais performance e rendimento, os pedais de encaixe são mais aconselháveis. Já se a necessidade é maior conforto e estabilidade, os plataforma podem ser a escolha ideal. Os Mistos também podem ser uma boa escolha para a união dessas finalidades.
E vc? Qual é o pedal que você utiliza na sua bike!
Conta pra gente!

Temos todos esses modelo na Azupa! Confira aqui!

AS MEDIDAS DOS PNEUS

As antigas medidas que vinham escritas nas laterais dos pneus nunca foram muito fáceis de compreender. Decimais e fracionadas sempre deixavam os ciclistas na dúvida.

Essas medidas em polegadas como 28 ¼ x 1, 28 x 1 ⅜ ou  28 x 1 ½ foram modificadas para facilitar o entendimento, mas ainda deixavam dúvidas, pois a numeração não faz referencia a polegadas ou milímetros (700, 700A, 700B, 700 x 23, 700 x 25).

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Agora essas medidas estão sendo substituídas pela norma ISO (valores em milímetros), que podem ser facilmente entendidas e conferidas.
Podemos usar como exemplo um pneu 20×2.25, que também é conhecido como 58-406, onde 58 é o diâmetro tubular do pneu e 406 é a medida interna em milímetros (diâmetro do aro).

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Usando esse mesmo exemplo, podemos esclarecer outro erro que permaneceu por muitos e muitos anos. Muitos pneus são tratados por nomes (medidas) erradas e os fabricantes mantiveram esse erro para não causar mais confusões, e um exemplo disso são as bicicletas aro 20” (BMX, Biketrial, Infantil), que na verdade usam aros de 16 polegadas.
Nesse exemplo, 20 polegadas é a medida externa do pneu para o aro 16” e não o vão interno do pneu.

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Nas medidas ISO, o número maior representa o diâmetro interno do pneu (onde encaixa o aro) e o número menor é a largura do pneu. Ainda é comum ainda encontrarmos três medidas escritas de formas diferentes para o mesmo produto, veja a tabela abaixo.

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Fonte: European Tyre and Rim Technical Organisation

A norma ISO já está em vigor, mas ainda veremos por muito tempo as medidas estranhas aparecendo até todos os fabricantes se adequarem nesse padrão.

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Texto originalmente publicado em:  Pedaleria

Temos mais de 200 modelos diferente de pneus para a sua #VidaComBike! Confira todos aqui!

As SPEED 700

SPEED ou CICLISMO DE ESTRADA

A bicicleta de speed, também conhecida como bike de ciclismo ou road bike, é o modelo criado para velocidade e performance. São bikes mais rápidas que os outros tipos de bicicleta, principalmente pelas características de aerodinâmica, geometria, leveza, pouco atrito, entre outras.

Elas se tornam mais práticas que os demais modelos, pois como o próprio nome diz, são bikes para percorrer longas distâncias em tempos mais curtos, justamente por serem mais rápidas. Entretanto, não são indicadas para terrenos mais acidentados, pavimentos diferentes de asfalto ou para o uso diário.

Isso devido ao fato que a posição de pilotagem do ciclista não é das mais favoráveis. O selim fica mais alto que o guidão para que o ciclista pedale mais inclinado, melhorando a aerodinâmica e performance. Dores lombares e de pescoço são comuns no início, até que o ciclista se acostume.

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Por que elas são chamadas de 700?

Com pneus ultrafinos, quadro, guidão e demais componentes projetados para ter eficiência aerodinâmica, esse modelo de bicicleta ganha cada vez mais adeptos.
Nas speed, o tamanho das rodas é medido em milímetros (mm), e a medida delas é de 700mm. Por esse motivo é que são chamadas de 700 ou 700c.

O tamanho da roda é padrão e o que muda é o tipo de pneu utilizado, mais largo ou mais estreito.

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Você Sabia?

Que as bikes speed e as MTB 29” compartilham o mesmo tamanho de rodas?
A diferença fica na largura e formato dos aros, e portanto, é possível colocar pneus urbanos medida 700 nas Mountain Bikes.

Pneu 700 na MTB 29”

Os pneus das MTB, largos e com cravos, seguram a bike e tem desgaste acentuado para uso no asfalto. Já as Speed utilizam pneus mais finos, desenhados para asfalto (slick ou semi-slick) ou para uso misto (terra e asfalto), que fazem a bike render mais com menos esforço.
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O encaixe do pneu no aro é o mesmo, mas a diferença no diâmetro externo é muito grande, o que traz mais agilidade e arrancadas mais rápidas no asfalto.
Mas redobre o cuidado com buracos e quinas pois os pneus de estrada não tem a mesma capacidade de absorver impactos iguais os das mountain bikes.

Também é possível colocar pneus bem mais finos na sua MTB 29”, porém nesse caso se faz necessário a troca dos aros para os específicos das 700. As medidas 700×20, 700×23 e 700×25 encaixam no aro das 29”, mas não ultrapassam a largura e quando ocorre uma batida em um buraco, o aro bate no chão sem ter o pneu para protege-lo.

 

Você também é fã das 700?
Conta pra gente!

Confira aqui todos os nossos modelos de pneus Speed!

O CICLOCOMPUTADOR

Atualmente os ciclocomputadores não são mais apenas velocímetros, mas sim, centrais de dados, com inúmeras funções voltadas para orientar e facilitar a vida de todos os ciclistas, profissionais e amadores.
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Mas como ele foi inventado?

O primeiro “ciclômetro”, como foi chamado inicialmente, foi inventado por Curtis Hussey Veeder, um mecânico e engenheiro americano, que criou em 1895, um leitor mecânico de voltas das rodas da bicicleta, convertendo essa leitura para milhas.

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O “Ciclometro Veeder” de Curtis Hussey Veeder

As marcas atuais possuem modelos com diversas funções, com e sem fios, capazes de armazenar dados individuais de dezenas de voltas, altimetria, temperatura, cadência, batimentos cardíacos, entre outras.
Essas informações são extremamente importantes para avaliação e evolução de cada atleta.
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Como são dezenas de funções, separamos as principais em grupos para facilitar o entendimento:

Funções da Bicicleta

VELOCIDADE  – ​​Atual – MX ou MAX para indicar a velocidade máxima – AV ou AVG para indicar a velocidade média horária
DST – Distância percorrida em cada treino
ODO – Odômetro (função que acumula o total de quilômetros percorridos dia a dia)
TRIP – Tempo pedalando
T.RT – Tempo total de utilização de uma bicicleta
Tempo total – Parado + Pedalando

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Funções RPM (rotações por minuto, sensor no pedivela)

RPM – Voltas dadas no pedivela (Atual / Máxima / Média)
Melhor volta no pedivela
Definição do limite de RPM – é possível programar os giros desejados
Alarme de limite RPM – sinal sonoro ao atingir o giro desejado

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Funções LAP (informações de volta)

Velocidade – Máxima / Média
Distância percorrida
TRIP – Tempo Pedalando
RPM – Máximo / Média
Melhor volta no Pedivela
Frequência Cardíaca – Máxima / Média
RTM – Tempo total de utilização
Consumo de calorias
Revisão de dados da volta

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Funções de Frequência Cardíaca

Freqüência Cardíaca – Atual / Máxima / Média
Definição do circuito
Tempo total no circuito
Consumo de calorias
Consumo de calorias por hora
Intensidade da frequência cardíaca
Marca passo no circuito – média de batimentos cardíacos no total de voltas

Outras Funções 

ALTI – Altimetria – Altitude atual em metros.
T.AL – Total de altitude acumulada
MAX ALT – Altitude máxima alcançada
DST/D – Distância/dia –  Distância percorrida em um dia
CLK – Relógio
TMP – Temperatura Ambiente (em Celsius ou Fahrenheit)
Memória de tamanhos de rodas
Lembrete de Manutenção
Calendário
LOW – Indicador de bateria fraca

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Existem também modelos mais sofisticados, com telas touch que permitem integração com outros aplicativos e softwares, que geram planilhas de informações dos treinos, além de mostrar mapa de GPS que indicam o circuito percorrido com informações específicas de cada trecho.

No vídeo abaixo você confere algumas informações do Bryton Rider 330E que possui GPS integrado.

Usa algum ciclocomputador?
Conta pra gente a sua experiência!

Também temos uma linha completa de ciclocomputadores na Azupa! Confira aqui!

Bike Aro 27.5”?

As mountain bikes aro 27.5 são a opção mais versátil em tamanho de rodas, que são menores que uma roda de 29, e também ajudam ciclistas menores a ficar na posição correta na bicicleta.
As 27.5 surgiram como uma forma dos fabricantes compensarem certa perda de agilidade em trechos técnicos bem travados, e a própria questão do peso, já que uma 29 pesa em média 12% mais que uma 26 e a 27.5 pesa em média 5% a menos que uma 29, embora a relação peso X potência esteja dentro da média.

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Mas qual é a melhor bicicleta?

Não existe uma regra para definir qual é a melhor bicicleta.
Cada ciclista é único e isso inclui sua composição física (alto, baixo, forte, magro), estilo de pilotagem (do iniciante ao mais técnico), uso da bicicleta (pedala por lazer, competição, trabalho) e a região em que será utilizada (trilhas, estradas, urbano, subidas).
Dessa maneira, não considerar esses fatores ao escolher o tamanho da roda é um erro.

E quais as vantagens da Roda 27.5”

Geometria

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A geometria do quadro influencia diretamente na pilotagem da bicicleta, afetando a agilidade, rapidez e até mesmo o conforto.
Quanto maior a roda, mais difícil ela servir nos quadros menores e quanto menor o quadro, mais difícil as rodas grandes caberem, nesse caso, nos quadros menores que 17”, a caixa de direção acaba ficando mais alta em relação ao selim, o que altera a posição de pilotagem.

As rodas 27.5, oferecem uma grande possibilidade de geometria, se adequando à vários tamanhos de quadros. Essas rodas já estão dominando boa parte das provas de Enduro e ganhando força no Downhill.

Aceleração

É um fator muito importante na escolha do tamanho da roda. Uma roda maior demora mais para acelerar, precisando de mais potência para alcançar determinada velocidade.
Ou seja, em uma trilha muito técnica, onde a aceleração e desaceleração é constante, as 27.5 levam vantagem.
Se a região que vai ser praticado o pedal é mais estradão, ou o ciclista visa o conforto, a roda 29 tem maior vantagem.

Ângulo de Ataque

Uma roda maior ultrapassa mais facilmente sobre os obstáculos, além de manter a velocidade mais facilmente em terreno irregular.
Nesse quesito, as rodas 27.5 tem desempenho bem similar às 29, mas melhor que as 26.

Veja na imagem abaixo que o ângulo de ataque é o ângulo de intersecção entre um objeto redondo e um objeto quadrado.

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Comparando o ângulo de ataque, as rodas 27.5 ficam bem próximas do desempenho das 29

Quando comparados os ângulos de ataque entre os diferentes tamanhos, a roda 29 ultrapassa os obstáculos com maior facilidade e segurança, mas a diferença entre a performance da roda 27.5 e da 29 é de apenas 2%.

 

Tração

Rodas maiores tem maior superfície de contato com o solo. Se não levarmos em conta fatores como pressão e tipo de pneu, quanto maior a superfície de contato com o solo, melhor a tração.

Como você pode ver na imagem abaixo, a área de contato com o solo de uma 29 e uma 27.5 são similares. Se analisarmos o fato que a 27.5 em baixa velocidade acelera mais rapidamente, ela acaba levando vantagem em relação à 29.

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Peso

Para muitos é um fator fundamental, pois uma bicicleta mais leve representa uma clara vantagem, porém é importante separarmos em 2 fatores: peso total da bicicleta e peso das rodas.
Ao comparar um bicicleta 27.5 com uma 29, nas mesmas configurações, o peso total da 27.5 fica em torno de 5% mais leve. Se analisarmos apenas o peso das rodas (roda + pneu), percebemos que a roda 27.5 é 7% mais leve que uma 29.
Isso significa melhor aceleração e desempenho nas subidas.

E quais as desvantagens das aro 27,5?

Uma desvantagem clara é o fato de, na descida, elas pegarem menos do que as 29. Essa capacidade de manter a velocidade pode ser impactante na performance daqueles utilizam em regiões mais planas ou em provas em que a exigência técnica não é tão alto, como as provas de Trip Trail e Maratona.

E as bicicletas 27.5+?

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Foto: Bartek Wolinski/Red Bull Content Pool

O que são?

O conceito das rodas 27.5+ é oferecer um tamanho de roda intermediário comparado à “Fat Bike”, geralmente montadas com rodas 26 e pneus de 4.0 até 5.0.
Podemos definir a 27.5+ como uma versão “leve” das Fat Bikes, mas com a vantagem de ser mais ágil e dispensar o uso de rodas apropriadas para acomodar pneus extremamente largos.

As Fat Bikes têm se popularizado por causa da alta capacidade de transpor obstáculos, grande aderência e conforto dos pneus super largos de grande volume. Esse tipo de pneus podem usar baixa pressão de ar, aumentando a tração em condições extremas, como neve ou areia.
As 27.5+ oferecerem um desempenho superior, comparado as Fat Bikes, e muito mais conforto do que modelos convencionais graças ao pneu mais largo e alto que funciona como um amortecedor.

Gostou das Dicas?
Já usa as bikes 27.5? Comente!

Temos diversos modelos de pneus 27.5 na Azupa! Confira aqui!

 

 

Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26

Elas vieram para ficar!
Inúmeros praticantes aderiram à novidade das bikes aro 29, mas muitos ciclistas ainda estão incertos sobre a diferença entre as bicicletas aro 29 e 26.
Vamos ajudar você a entender melhor as vantagens e desvantagens do aro 29 em relação ao aro 26.

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Modelo de bicicleta aro 29

A primeira diferença é a mais óbvia: o tamanho. A maioria das bicicletas mais simples e mais antigas já vem de fábrica aro 26 e é até fácil perceber essa primeira diferença visual!
Mas quais as mudanças que essa diferença de tamanho causa? Veja alguns exemplos:

  • Comparando com a roda aro 26, a 29 tem melhor performance ao encarar rochas e raízes, isso devido a sua circunferência maior que proporciona menor ângulo para atacar os obstáculos das trilhas.
    Um bom exemplo é imaginar um degrau, quanto maior a circunferência do aro, mais fácil a roda passa pelo degrau;
  • No aro 29, a superfície de contato do pneu com o chão é maior, cerca de 9 cm de comprimento, enquanto o aro 26 tem cerca de 6 cm de comprimento. Assim cada pedalada rende uma distância maior que é percorrida;
  • As câmaras de ar 29 suportam um volume de ar bem maior, o que traz mais conforto ao pedalar.
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Diferença de tamanho entre o aro 29 e o aro 26

Mas só vimos vantagens ao escolher o aro 29.

Existem desvantagens?
Sim, existem, e variam de ciclista para ciclista. Vamos listar algumas delas:

  • O aro 29 é mais pesado se comparado ao 26. Isso devido à circunferência maior do aro. Mas o peso pode variar dependendo do material utilizado na fabricação desses produtos;
  • As bicicletas 26 tem maior agilidade em terrenos mais fechados;
  • Ciclistas mais baixos podem ter dificuldade em se adaptar ao tamanho, porém esse é um problema que tende a desaparecer, pois os fabricantes já estão fazendo quadros com geometria adequada ao tamanho de diferentes aros.
  • Os componentes da bicicleta (quadro e garfo) devem ser compatíveis com a roda 29.
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Suspensão indicando compatibilidade

E qual o tamanho da roda que devo usar?
Não existe uma regra geral, pois cada ciclista deve analisar diversos fatores e escolher a melhor opção para a sua necessidade. Vamos ver alguns desses fatores:

  • Altura: Ciclistas mais altos (1,80m para cima) não encontrarão problemas ao escolher o aro 26. Já os ciclistas mais baixos (1,50m à 1,70m), o ideal é verificar se tem a possibilidade de combinar o quadro adequado à altura com o aro 29. Fazer um bikefit seria ideal para saber o tamanho do quadro perfeito para a sua faixa de altura;
  • Suspensão: Os diferentes modelos de suspensão também afetam na mudança. Por exemplo, se o ciclista já está adaptado a uma suspensão com curso (tamanho do amortecimento) de 130mm, terá que se adaptar novamente pois as bicicletas de aro 29 normalmente tem um curso menor;
  • Terreno: As bicicletas aro 29 terão uma agilidade menor em trilhas mais fechadas, isso devido a circunferência maior das rodas. Já para trilhas mais abertas, cicloturismo ou até mesmo apenas para lazer, o aro 29 trará um rendimento maior, além de mais conforto.

Antes de escolher o tamanho do aro, leve em conta as vantagens e desvantagens que cada um tem. A escolha vai depender do objetivo e tipo de rendimento que você busca no pedal. Analisando esses fatores, você encontrará o tamanho ideal para o seu uso.
Gostou das Dicas?
Tem alguma outra para nos dar? Comente!

Se a sua escolha são os aros 26, temos diversos modelos de pneus para você! Confira aqui!

Mas se está do lado dos aros 29, também temos os pneus certos para você! Aproveite aqui!

Você conhece as partes da sua bicicleta?

Vamos identificar as principais partes e componentes da nossa companheira de pedal!
Ao sabermos as peças que compõem nossa bicicleta, fica mais fácil entender o funcionamento e manter a manutenção em dia.

Vamos lá!

Componentes de uma bicicleta

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As peças/partes da bicicleta

Quadro

Uma das principais partes da bicicleta, é nele onde a maioria dos demais componentes são instalados.
Podemos dizer que na parte “superior” são fixados o selim e o canote e na “inferior”, o câmbio dianteiro, o movimento central e a pedivela.
Já na “frente” do quadro fica o garfo (com roda e freio dianteiro), o guidão, as alavancas de câmbio e os manetes de freio. Na “traseira”, a roda, o câmbio e o freio traseiro.

Os quadros podem ser fabricados de diversos tipos de materiais como: aço carbono, alumínio, fibra de carbono, etc.

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Guidão

Sua função é orientar a direção da bicicleta.
Nele são acopladas as manoplas, as alavancas de câmbio e manetes de freio.

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Temos guidões disponíveis na Azupa Bike Store

Manoplas

Parte onde a mão do ciclista entra em contato com o guidão. Devem ser macias e confortáveis para evitar cansaço, dores e dar mais estabilidade na condução da bicicleta.

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Temos manoplas disponíveis na Azupa Bike Store

Alavanca de Câmbio

Trocador ou passador de marchas, elas acionam o câmbio dianteiro e traseiro para realizar a troca das marchas.

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Temos alavancas de câmbio disponíveis na Azupa Bike Store

Manete de Freio

Também chamado de alavanca de freio, servem para acionar os freios dianteiro e traseiro da bicicleta.

Mesa

Ou avanço, é onde o guidão é fixado. Ela é presa ao garfo através da caixa de direção (A-headset).

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Temos mesas disponíveis na Azupa Bike Store

Caixa de direção, A-Headset ou  Headset

Encaixado no quadro, recebe o garfo ou suspensão dianteira. Na parte superior do garfo ou suspensão, é conectada a mesa que é presa por uma peça que faz parte da caixa de direção, chamada aranha.

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Temos A-Headset disponíveis na Azupa Bike Store

Garfo – Suspensão Dianteira

Existem 2 tipos de garfos: Rígido que não possui amortecimento e o com suspensão/amortecedor, que é mais conhecida como suspensão dianteira.
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Temos Garfos e Suspensão Dianteira disponíveis na Azupa Bike Store

Roda da Bicicleta

Uma das principais partes da bicicleta, a roda é composta pelo Cubo, Raio, Aro e Pneu.
Pode ter ou não câmara de ar.

  • Cubo

O cubo fica no meio da roda, conectado ao garfo, e é composto por um eixo com rolamentos ou esferas. Nele estão 2 falanges metálicas onde são conectados os raios.

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Temos Cubos disponíveis na Azupa Bike Store
  • Aro

Neles são fixados os raios e colocados a câmara de ar e o pneu.

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Temos Aros disponíveis na Azupa Bike Store
  • Raio

São barras rígidas que unem o Cubo ao Aro para dar forma à bicicleta.

  • Pneu

É o composto de borracha que entra em contato com o solo. Existem diferentes modelos de pneus e eles podem ser destinados para usos específicos, como Road, MTB, BMX, Cross Country etc.
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Temos mais de 200 modelos de pneus disponíveis na Azupa Bike Store

Freio

Podem ser cantilevers, V-brake, Hidráulicos e Freio a Disco.

São acionados pelos manetes de freio no guidão por meio de cabos de aço.

Cantilevers: não são mais encontrados em bikes modernas. O sistema dele é bem simples: um cabo de aço é ligado a outro cabo fazendo uma estrutura em “Y” e cada lado aciona uma das pastilhas.

V-brake: são a evolução dos cantilevers e seu funcionamento é bem eficiente: o cabo de aço que sai do manete aciona diretamente os dois braços da pastilha, puxando um lado e empurrando o outro ao mesmo tempo.

Hidráulicos: são mais pesados que os V-Brakes, precisam de um pouco mais de manutenção por serem hidráulicos. Possuem a maior força de todos os outros tipos de freio e se tornam indispensáveis para o biketrial.

Freio a Disco: seguem um sistema que é considerado mais eficiente. Os calipers do freio dianteiro são fixados na suspensão ou no garfo rígido, e os traseiros no quadro. Os calipers abrigam os pistões que têm como função pressionar as pastilhas contra os discos.

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Temos freios disponíveis na Azupa Bike Store

Câmbio dianteiro e traseiro

Peça responsável pelas mudanças de marchas da bicicleta.

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Temos câmbios dianteiros e traseiros disponíveis na Azupa Bike Store

Cassete

Conjunto de catracas dentadas, encaixadas na roda-livre do cubo da roda traseira.
Nas bicicletas mais antigas ou de baixo custo, existe outro tipo de sistema chamado catraca que é rosqueada ao cubo da roda traseira.
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Temos cassetes disponíveis na Azupa Bike Store

Corrente

Conjunto de elos metálicos e flexíveis que liga a coroa da pedivela ao cassete da roda traseira.
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Temos correntes disponíveis na Azupa Bike Store

Movimento Central

Instalado no quadro da bicicleta, onde são fixadas os pedivelas nos lados direito e esquerdo.

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Temos movimento central disponíveis na Azupa Bike Store

Pedivela

Os pedivelas são duas peças conectadas ao eixo do movimento central. Um pedivela tem coroas dentadas e o outro não tem coroa é apenas uma alavanca para acionamento dos pés.

Pedal

Acomoda os pés do ciclista. É fixado no pedivela

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Temos pedais disponíveis na Azupa Bike Store

Selim

O famoso “banco” é o assento para acomodar o ciclista durante o pedal.

Da mesma maneira que os pneus, existem diferentes tipos de selim, cada um sendo melhor utilizados em categorias especificas. Um selim mais largo e macio é bom para passeios de lazer, já um selim estreito e mais comprido tem melhor desempenho em corridas de estrada.

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Temos selins disponíveis na Azupa Bike Store

Canote de selim

Peça que se encaixa no quadro da bicicleta e fixa o selim. Através deles é possível realizar a regulagem de altura do banco.

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Temos canotes disponíveis na Azupa Bike Store

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