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Principais pneus da Maxxis para Downhill!

O Downhill é conhecido como uma das modalidades mais radicais do Mountain Bike. Para a prática dessa modalidade, com segurança, o ciclista precisará de uma bicicleta adequada e um pneu apropriado.
Sem um pneu específico, dificilmente um ciclista conseguirá descer a montanha com segurança, velocidade e desempenho necessário para chegar na frente da competição.

Trouxemos os principais pneus de Downhill da renomada marca Maxxis.
Vamos explicar um pouco de cada um!

Pneu Maxxis Wetscream

Esse pneu foi projetado para encarar o Downhill mais enlameado no mundo: a pista de Les Gets na França.
Quem conhece essa pista sabe o nível de técnica necessária para encarar as condições extremas quando chove e a necessidade de um excelente pneu para manter a bike de pé sem perder velocidade!
Seus cravos quadrados e bem espaçados não deixam a lama acumular em volta do pneu.
Possui carcaça desenvolvida para Downhill com 2 camadas de proteção nas paredes laterais.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Wetscream 26×2.50 ST – Arame;
– Maxxis Wetscream 27.5×2.50 ST – Arame;
Maxxis Wetscream 27.5×2.50 ST|DD – Dóbravel (kevlar);
– Maxxis Wetscream 29×2.50 3C|TR – Dóbravel (kevlar)

Dependendo da versão, essa poderá ou não ter mais tecnologias aplicadas nos pneus, mas podemos destacar que o Maxxis Wetscream possui as seguintes tecnologias (consulte o modelo):

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis High Roller II

A segunda geração do lendário High Roller.
O primeiro High Roller já era considerado o pneu com maior versatilidade produzido pela Maxxis e a sua evolução traz um desenho mais espaçado e super agressivo, fazendo com que a capacidade de penetração no solo seja amplificada.
Os cravos laterais e centrais foram modificados para melhorar o desempenho de frenagem e tração em pistas mais duras.
Esse certamente é uma ótima escolha para Downhill e Enduro.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis High Roller II 26×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 26×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.40 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 3C|DD|TR – Dobrável (kevlar)

Cada modelo possui uma tecnologia diferente aplicada. Confira as principais desse modelo e consulte cada um para ser qual ele possui.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxSpeed | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxSpeed: Utilizado principalmente nos modelos de pneus para cross-country e enduro. Os dois compostos na camada externa são especialmente desenvolvidos para reduzir a resistência ao rolamento e otimizar o desgaste e a tração.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Minion DHF

Projetado para ter excelente grip em diversos tipos de terreno.
A disposição dos cravos na banda de rodagem equilibram a velocidade com tração e uma ótima precisão em curvas nos terrenos montanhosos, com cascalho solto e barrentos.
Desenvolvido para ter melhor desempenho sendo utilizado na dianteira e com os seus “irmãos” Minion DHR ou DHR II na traseira.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Minion DHF 26×2.50 – Arame;
Maxxis Minion DHF 26×2.35 ST|2PLY – Arame;
Maxxis Minion DHF 26×2.50 3C|EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.50WT 3C|TR|DD – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.60 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.80 3C|EXO TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 29×2.50 3C|TR|DHCasing – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias desse modelo (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Minion DHR II

A primeira versão desse pneu, o Maxxis Minion DHR, foi projetado para ser o “par ideal” para o Minion DHF. O padrão de cravos era o mesmo, porém no DHR eles foram dispostos lado a lado com cortes longitudinais para serem usados na traseira.
Já o Minion DHR II ficou ainda mais agressivo. Seus cravos ficaram mais largos para uma melhor tração, aceleração, segurança e controle, tanto em curvas como nas retas.
Combine-o com um Minion DHF na frente para obter a melhor combinação agressiva de pneus para trilhas.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Minion DHR II 26×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 26×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 26×2.40 EXO|ST – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.40WT EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.80 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO+:
A proteção EXO+ combina duas das melhores proteções da Maxxis: SilkShield e EXO. A camada SilkShield está em todo o invólucro do pneu e a camada EXO nas paredes laterais.
Combinados, esses dois materiais melhoram a proteção contra perfurações no piso em 27% e durabilidade da parede lateral em 51%.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Shorty

Se você precisa de um pneu com cravos médios que pode lidar com terra solta, cantos vivos, raízes, pedras e pisos molhados com um pouco de barro, certamente o Maxxis Shorty será o seu companheiro ideal.

Seus cravos centrais espaçados, quadrados e não muito alto, assim efetuando a limpeza dos detritos do pneu com facilidade.

Os cravos laterais altos são para permitir penetrar no solo fornecendo excelente estabilidade com controle em velocidade, frenagens e tração nas trilhas mais radicais.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Shorty 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Shorty 27.5×2.50 3C|TR|DD – Dobrável (kevlar);
Maxxis Shorty 29×2.50 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Assegai

Desenvolvido pelo campeão de Downhill Greg Minnaar.
O nome Assegai é de uma tradicional lança guerreira do povo Zulu, da África do Sul, local de nascimento de Greg Minnaar.

Ideal para as condições de pista mais difíceis e para encarar qualquer tipo de descida.

Pneu técnico e rápido que combina as melhores características dos principais pneus da Maxxis: o Minion DHF, o DHR II, o Shorty e o High Roller.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Assegai 27.5×2.50WT 3C|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Assegai 29×2.50WT 3C|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO+:
A proteção EXO+ combina duas das melhores proteções da Maxxis: SilkShield e EXO. A camada SilkShield está em todo o invólucro do pneu e a camada EXO nas paredes laterais.
Combinados, esses dois materiais melhoram a proteção contra perfurações no piso em 27% e durabilidade da parede lateral em 51%.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Cross-Country, Downhill ou All Mountain?

Você está pensando em adquirir uma bike nova, se depara com esses termos e não sabe o que são?
As grandes marcas de bicicletas certamente possuem modelos destinados para Cross-Country, Downhill/Freeride e All Mountain. Vamos explicar um pouco sobre esses termos no MTB!

A primeira confusão causada por esses termos são as diversas variações entre eles. Além de ser difícil definir os limites entre uma bike e outra, os fabricantes e países usam termos diferentes para um mesmo tipo de bike.
Podemos dizer que o Cross-Country (XC) e o Downhill (DH)/Freeride estão nos extremos da categoria e o All Mountain está entre eles.

Cross-Country (XC)

As bikes específicas de XC são destinadas para competições.
A maioria não possui suspensão traseira e o peso baixo é uma das prioridades, sendo até mais importante que o conforto ou a resistência da bicicleta.
Pensando nisso, existem peças indicadas para atletas de um determinado limite de peso e a configuração da bicicleta exigirá um melhor preparo físico e habilidade do atleta.

Essas bikes possuem rotores de disco de 140 mm, suspensões de apenas 80 mm a 100 mm, guidões retos e estreitos e pedivelas com apenas uma ou duas coroas, fazendo com que a bike seja ótima em situações de competição, especialmente nas subidas.

Downhill (DH) e Freeride

Essas bikes são o oposto das de XC.
As de Downhill são fabricadas exclusivamente para competição, pois a relação de marchas são configuradas para descidas, possuem suspensão de mais de 180mm de curso, geometria que favorece as descidas inclinadas e curvas, rotores de disco de 200mm e os pneus são largos.

Já as de Freeride não são fabricadas para competição e a sua geometria é mais genérica e com configurações menos específicas.

As bikes de DH e Freeride chegam a pesar três vezes mais que uma bike de Cross-Country e quando encaram subidas, obrigam o piloto a desmontar e empurrar.

All Mountain

As bikes dessa categoria surgiram para serem as melhores entre os dois extremos. Porém existem inúmeras possibilidades de configuração dessas bikes, o que leva a definições confusas.

Nos EUA e Canadá, as bikes chamadas de Trail possuem menos curso de suspensão (até 140mm) e a sua configuração é mais leve, de modo a favorecer as subidas. Se o curso de suspensão for acima de 140mm, são denominadas de All Mountain e serão mais agressivas e robustas, favorecendo as descidas.

Se falarmos de Europa, o termo All Mountain é usado para as bike de uso mais leve e o termo Enduro é usado para as bikes mais agressivas.

Matéria originalmente publicada em Revista Bicicleta

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Copa América de Downhill 4x – 2020

Luana Oliveira leva o título no feminino e o tcheco Tomas Slavik vence o masculino em duelo emocionante com o brasileiro Gabriel Giovannini.

Neste último domingo (19/01/2020) aconteceram as finais da 12ª edição da Copa América de Downhill 4x, realizada no Ski Mountain Park, em São Roque (SP).

A competição foi criada em 2002 e aconteceu até 2006, voltando em 2014 sem perder a força e a prova de 2020 chegou com a expectativa de ter baterias de tirar o fôlego. Os pilotos precisaram de muita técnica e habilidade para encarar a pista de 600 metros, 13 obstáculos e 8 curvas.

Foto: Globo Esporte – Sergio Shibuya / MBraga Comunicação

A final da prova feminina consagrou a catarinense Luana oliveira como campeã em uma disputa eletrizante com a também catarinense Bruna Ulrich que terminou na segunda colocação.
A mineira Bárbara Jechow e Ana Maria Xavier, também de Santa Catarina, completaram o pódio em terceiro e quarto respectivamente.

A prova em São Roque foi o retorno de Luana às disputas nessa competição após se recuperar de lesão na mão, e não esperava voltar a competir nesse nível tão rápido. “Foi bem divertido, foi um desafio e um prazer enorme estar com elas e fortalecer o esporte. Todo mundo merece parabéns” disse a atleta.

Foto: Globo Esporte – Sergio Shibuya / MBraga Comunicação

Na prova masculina, a disputa final ficou entre o brasileiro Gabriel Giovannini e o tcheco Tomas Slavik, um dos melhores ciclistas do mundo na atualidade. A decisão foi bem equilibrada e a disputa entre os dois atletas foi palmo a palmo, a cada curva um estava na frente do outro, até que, perto da linha de chegada, o tcheco abriu vantagem para o título.

Foi uma das melhores provas que já participei. Eu larguei bem, mas o Gabriel também vinha forte. Eu liderava e ele estava bem perto. Depois ele me passou, eu passei ele, trocamos as posições algumas vezes em um duelo muito legal mesmo. Andei no meu limite o tempo todo. Foi uma disputa limpa e bonita. Estou feliz em fazer parte desta competição. É uma prova bem legal”, comemorou o campeão.

Já o brasileiro ressaltou o alto nível da competição, “Eu sabia que ele era muito bom, foi a corrida mais disputada de todos os anos. Só de ficar roda a roda com o Slavik já foi muito bom

Resultado da Copa América de Downhill 4x 2020 – Baterias Finais

Feminino

1 – Luana Maria de Souza Oliveira (BRA), 56seg869
2 –
Bruna Ulrich (BRA), 57seg293
3 –
Barbara Jechow, 1min09seg873
4 –
Ana Maria Xavier (BRA), 1min25s153

Masculino

1 – Tomas Slavik (CZE), 48seg893
2 –
Gabriel Giovanini (BRA), 49seg512
3 –
Ian Rojas (CHI),50seg653
4 –
Tiago Lumertz (BRA), 52seg363

Campeões da Copa América

2002 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu ” Santos (BRA)
2004 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2005 – Sebastián Vasquez (CHI)
2006 – Doron Cattoni (BRA)
2014 – Lucas de Borba (BRA) e Julia Santos (BRA)
2015 – Enrique Genova (CHI) e Júlia Santos (BRA)
2016 – Thiago Boaretto (BRA) e Júlia Santos (BRA)
2017 – Anderson de Souza Filho (BRA) e Thaynara Chaves (BRA)
2018 – Gabriel Giovannini (BRA) e Bruna Ulrich (BRA)
2019 – Gabriel Giovannini (BRA) e Júlia Santos (BRA)
2020 – Tomas Slavik (RTC) e Luana Oliveira (BRA)

Matéria originalmente publicada em Globo Esporte

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Copa do Mundo de MTB 2020

Em 2020 teremos a Olímpiada no Japão e a elite mundial do cross country terá uma agenda diferenciada para a Copa do Mundo e Campeonato Mundial.

Algumas corridas acontecerão em períodos diferentes do ano e com essa mudança, teremos três etapas das provas de Downhill antes mesmo de termos a primeira etapa de XCO do ano.
Ao total serão seis etapas de XCO e oito de DH.

Henrique Avancini © Bartek Wolinski

Henrique Avancini, principal nome do Brasil na modalidade, espera ganhar sua primeira vitória na prova de cross country olímpico: “Tive pernas para vencer duas ou três corridas em 2019. E espero conquistar a primeira vitória no cross country em 2020“, disse o atleta.

O brasileiro atualmente ocupa a vice liderança do ranking UCI e terminou a temporada 2019 com o inédito terceiro lugar na Copa do Mundo.

Henrique Avancini – Foto: Divulgação

A temporada de 2020 será especial para Avancini: “A próxima temporada tem um valor maior pra mim. Venho construindo o meu caminho nos últimos anos até chegar aos melhores da modalidade. Tem sido uma jornada incrível e ainda me surpreendo aonde consegui chegar e comecei minha preparação para 2020 motivado como nunca. E mais especial ainda, é um ano Olímpico. Desde os Jogos Rio 2016, eu cresci muito dentro e fora das pistas e quero desempenhar mais nessa corrida do que em qualquer outra! Começo o ano próximo do topo na modalidade e com esperança e fé de que ainda não mostrei o meu melhor nas pistas” acrescenta.

Henrique Avancini © Bartek Wolinski

A Copa do Mundo de MTB começará em março em Portugal, que sediará a prova de Downhill. A segunda etapa será em Maribor na Eslovênia e, na sequência, na ilha de Lošinj na Croácia que retorna ao circuito em 2020 após ficar de fora em 2019.

Os atletas do XCO só começam a competir no final de abril, em Nóve Mesto, na República Tcheca. Após essa etapa, a elite do cross country ainda disputará duas provas – a Copa do Mundo em Vallnord, Andorra e o Campeonato Mundial em Albstadt, na Alemanha – antes de partirem para a principal competição da temporada que acontece nos dias 27 e 28 de julho no circuito de Izu nos jogos olímpicos do Japão.

O que os atletas esperam da competição no Japão?

Jolanda Neff – © Bartek Wolinski

O circuito de Izu tem aproximadamente 4 km de distância com 85 metros de altimetria acumulada por volta. Foi realizado um evento teste em outubro de 2019 e os suíços dominaram a competição com vitórias de Jolanda Neff e Nino Schurter:  

O circuito de Izu é diferente de Londres e do Rio, que continham muita grama. Os japoneses criaram condições mais naturais de trilha e criaram um ambiente compacto para aproximar os expectadores da ação“, diz Neff.

Henrique Avancini, que terminou em quinto lugar, endossou o discurso de Neff: “Gostei de todo o entorno na pista, em que os fãs poderão acompanhar tudo de perto e compartilhar conosco a paixão pelo esporte. Não posso esperar pelo evento no Japão!”

E o Campeonato Mundial?

Assim como nos jogos olímpicos do Rio em 2016, a temporada 2020 terá a separação das modalidades para a realização do Campeonato Mundial de MTB, ficando com as seguintes datas:

– Campeonato Mundial de MTB Cross Country (XCO) – Albstadt, Alemanha – 26 a 28 de junho

– Campeonato Mundial de MTB Downhill (DH) – Leogang, Áustria – 5 e 6 de setembro

Calendário 2020

Veja como ficou o calendário para esse ano:

– 21 e 22 de março: (DH) Lousã, Portugal
– 2 e 3 de abril: (DH) Maribor, Eslovênia
– 9 e 10 de abril: (DH) Lošinj, Croácia
– 23 e 24 de abril: (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
– 6 e 7 de junho: (DH) Fort William, Escócia
-20 e 21 de junho: (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
– 26 a 28 de junho:  UCI MTB XCO –Albstadt, Alemanha  (Campeonato Mundial)
– 15 e 16 de agosto: (XCO/XCC) Lenzerheide, Suíça
– 22 e 23 de agosto: (DH/XCO/XCC) Mont-Sainte-Anne, Canadá
– 5 e 6 de setembro: UCI MTB Downhill – Leogang, Áustria (Campeonato Mundial)
– 10 a 13 de setembro: (DH/XCO/XCC) Val di Sole, Itália
– 19 e 20 de setembro: (DH/XCO/XCC) Les Gets, França

Matéria originalmente publicada em Red Bull

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Gabriel Giovannini e Mariana Lopes são campeões brasileiros de Downhill 2019

Encerrando o dia de competições do Cannondale MTB Festival, a prova de Downhill teve uma pista com percurso de 1.480 m e 320 m de desnível.

© Vinícius Branca

Elite Masculina

Gabriel Giovannini, filho do nove vezes campeão brasileiro de DH Miguel Giovannini, classificou-se para a final na segunda posição e foi o penúltimo a se apresentar.
Ele assumiu a liderança com o tempo de 2min33seg249, tendo o título confirmado na última descida do dia, de Roger Vieira, que confirmou a segunda colocação com o tempo de 2min34seg770.

© Gustavo Epifanio – Cannondale MTB Festival

“Este é um título que meu pai conquistou nove vezes e pelo menos chegar a fazer uma vez o que ele fez é muito emocionante. Era o único título nacional que eu não tinha, estou muito feliz com isso”, contou Gabriel.

“Tenho muita vontade de ir para fora, tenho planos para isso. Esse ano foi meio conturbado, estou voltando de lesão agora, com a cabeça girando muito com um monte de coisas, mas deu tudo certo. Fiz uma descida muito boa e só tenho a agradecer. Mas consegui voltar depois de quatro meses parado. Vamos ver se ano que vem dá tudo certo e eu vou para exterior brigar com os grandes do mundo”, completou.

Resultado Elite Masculino DH

1 – Gabriel Giovannini
2 – Roger Vieira
3 – Bernardo Cruz
4 – Walace Miranda
5 – Mauricio Cirne

Elite Feminina

Mariana Lopes foi a mais rápida na etapa classificatória e confirmou o favoritismo e levou o título com o tempo de 3min34seg407, deixando para trás a campeã brasileira de 2018, Laís Flecke.

© Gustavo Epifanio – Cannondale MTB Festival

“Achei a pista animal. O Campeonato Brasileiro tirou onda com a montagem dessa pista, muito bem feita, muito técnica. Foi adrenalina total e estou muito feliz de ser campeã. O ano inteiro de treinamento, focando na descida mais forte possível pra conseguir chegar na frente. As meninas andam muito, mas estou feliz por esse título conquistado”, comemorou Mariana.

Resultado Elite Feminino DH

1 – Mariana Lopes
2 – Lais Flecke
3 – Bárbara Jechow
4 – Karina Kosmala
5 – Ana Maria Xavier

Competições Internacionais de MTB que todo ciclista não pode perder

Se você já está acostumado a acompanhar as competições de elite do ciclismo saberá exatamente descrever a sensação de poder torcer pelos melhores atletas do mundo, seja ao vivo ou por vídeo.

No Brasil temos provas de alto nível técnico, mas as competições internacionais são as que atraem a grande atenção do público.

Listamos algumas dessas competições que todo ciclista não pode perder!

1 – COPA DO MUNDO UCI DE MTB

Foto: http://www.uci.org – Mercedes-Benz UCI Mountain Bike World Cup DHI

A UCI MOUNTAIN BIKE WORLD CUP é a “elite” das competições de MTB. Em 2019, a Copa do Mundo de Mountain Bike passará por 10 países em três continentes, com provas de Downhill (DH) e Cross Country com as modalidades Short Track (XCC) e Olímpico (XCO).

As provas são divididas nas categorias Elite e Junior, tanto masculino quanto feminina.

Calendário Copa do Mundo UCI
27-28 de abril
 – (DH) Maribor, Eslovênia
17-19 de maio – (XCO/XCC) Albstadt, Alemanha
24-26 de maio – (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
1-2 de junho – (DH) Fort William, Escócia
8-9 de junho – (DH) Leogang, Áustria
5-7 de julho – (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
12-14 de julho – (XCO/XCC/DH) Les Gets, França
2-4 de agosto – (XCO/XCC/DH) Val di Sole, Itália
9-11 de agosto – (XCO/XCC/DH) Lenzerheide, Suíça
6-8 de setembro – (XCO/XCC/DH) Snowshoe, Estados Unidos

2 – CAMPEONATO MUNDIAL UCI DE MTB

Para muitos ciclistas, o Mundial UCI de Mountain Bike é o principal título do ano.
Os atletas não tem a preocupação de ficar pensando nos pontos do ranking mundial da Copa do Mundo e eles competem por seus países, sendo selecionados pelas federações nacionais.
O campeão mundial ganha o direito de usar as listras arco-íris por toda a sua carreira profissional.

Calendário Campeonato Mundial UCI
31 de agosto e 1 de setembro
 – Mundial UCI MTB – Mont-Sainte-Anne, Canadá

3 – CAPE EPIC

Absa Cape Epic é uma ultramaratona de MTB que acontece na Cidade do Cabo, na África do Sul, anualmente. É divida em 7 etapas e tem um percurso de 700 km durante oito dias.

A edição de 2019 teve como campeões gerais a dupla da equipe Scott-SRAM MTB-Racing, Nino Schurter e Lars Forster. A dupla da equipe Cannondale Factory Racing ficou em segundo lugar com o brasileiro Henrique Avancini e o alemão Manuel Fumic.
A próxima edição acontece de 15 a 20 de março de 2020.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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Copa América de Downhill 4X – 2019

Entre os dias 18 a 20 de janeiro aconteceu a 11ª edição da Copa América de Downhill 4X. Criado em 2002 e disputado até 2006, o evento retornou em 2014 em São Roque (SP).
Com um percurso técnico, rápido e repleto de desafios, o trajeto montado no Ski Mountain Park sofreu mudanças em relação à última edição.
Com novas rampas, ponte e um túnel, o percurso segue com 600 metros de descidas, com 13 obstáculos e oito curvas.
A competição é realizada em baterias de quatro participantes, onde os dois primeiros se classificam para as fases seguintes.

Foto: Sérgio Shibuya/MBraga Comunicação

Cerca de 120 pilotos, sendo 90 no masculino e  30 no feminino, participaram das duas tomadas de tempo individuais no sábado (19).
Após a tomada de tempo, entre os homens, 32 pilotos se classificaram para as finais, mais quatro atletas suplentes (sendo que oito estavam pré-classificados para a decisão). No feminino, as quatro melhores da Copa América de Downhill de 2018 estavam pré-classificadas e se juntaram as outras 14 atletas que se classificadas na tomada de tempo, além das quatro suplentes.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

Os brasileiros Gabriel Giovanini e Bruna Ulrich defendiam o título da Copa América. Outro destaque foi Renato Rezende, que disputou as Olimpíadas de Londres 2012 e Rio 2016 no BMX e disputou o campeonato como forma de treinamento a fim de melhorar sua forma visando a bons resultados.

Nas finais realizadas no domingo (20), Gabriel Giovannini teve um acirrado duelo com Renato Rezende, mas Giovannini levou a melhor na largada e manteve a liderança até cruzar a linha de chegada. Renato foi o segundo colocado, com Kaique Milani completando o pódio. O chileno Enrique Genova, campeão em 2015, foi o quarto colocado.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

– É muita emoção. É uma corrida que gosto muito, me dedico muito. É a realização de um sonho. Muita batalha para estar aqui. Só tenho a agradecer – disse Gabriel.

No feminino, Júlia Alves conquistou o seu quarto título da Copa América, recuperando o seu domínio na competição. Campeã em 2014, 2015 e 2016, a atleta abriu vantagem e terminou a prova com folga à frente da segunda colocada Mariana Lopes. O pódio foi completado por Laís Flecke.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

– Ano passado fiquei fora nas quartas e foi bem frustrante. Este ano vim com um pouco de receio, mas com muita vontade de estar aqui de novo. Vim de lesão, então segurei um pouco. Tenho que me cuidar também porque meu foco é o BMX – disse Júlia.

Campeões da Copa América

2002 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu ” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2005 – Sebastián Vasquez (CHI)
2006 – Doron Cattoni (BRA)
2014 – Lucas de Borba (BRA) e Júlia Alves (BRA)
2015 – Enrique Genova (CHI) e Júlia Alves (BRA)
2016 – Thiago Boaretto (BRA) e Júlia Alves (BRA)
2017 – Anderson de Souza Filho (BRA) e Thaynara Chaves (BRA)
2018 – Gabriel Giovannini (BRA) e Bruna Ulrich (BRA)
2019 – Gabriel Giovannini (BRA) e Júlia Alves (BRA)

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