Empenou o disco de freio?

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Quando começar a ouviu aquele barulho chato do disco de freio pegando nas pastilhas é sinal que ele está torto ou desalinhado.

Nesse tipo de problema, é muito difícil fazer o alinhamento com as mãos e alicates, pois apesar dos discos de freio (rotores) serem feitos de uma chapa de aço de 2mm de espessura, a quantidade de desenhos dos recortes de alívio e a elasticidade do material, os tornam bastante flexíveis. Ao tentar usar as mãos ou alicates, os discos sempre retornam para a posição inicial, e continuam raspando.

Para facilitar esse trabalho, existem ferramentas especiais criadas especificamente para essa função.

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Se o realinhamento é mais leve e fino, esse modelo tem marcação de profundidade em centímetros e polegadas, que permite encaixar a ferramenta no disco até uma profundidade especifica.

post_alinhador_freio3Essa ferramenta tem marcação em centímetros e polegadas, podendo definir qual profundidade será alcançada.

 

 

Se o realinhamento é mais trabalhoso, esse outro modelo é capaz de realinhar até discos de motos e scooters leves, pois seus encaixes vão de 2,4 a 3,3 milímetros. Essa ferramenta apoia cerca de 3 centímetros de área do disco, conseguindo assim, corrigir danos mais severos.

post_alinhador_freio4Essa ferramenta tem encaixes diferentes, conseguindo alinhar até discos de freios de motocicletas leves.

Localize o local que está raspando nas pastilhas (recomendamos marcar com uma caneta o local) e vá forçando aos poucos. Como o disco é flexível, ele retornará ao ponto de partida e será necessário refazer a correção.

post_alinhador_freio5Para facilitar o reparo, faça uma marca com caneta para identificar o local a corrigir.

Pode-se também fazer o realinhamento perto da pinça de freio, o que irá evitar que o disco se curve muito, fazendo o reparo ser mais preciso. Em caso do dano ser mais severo, é necessário retirar o disco do cubo e imobilizá-lo em uma morsa.

post_alinhador_freio6Trabalhando perto da pinça de freio o disco curva pouco.

Gostou das dicas?

Precisa fazer esse tipo de realinhamento no disco de freio da sua bike? Nos temos as ferramentas necessárias!

Ferramenta para o realinhamento mais grave você encontra aqui!

Já a ferramenta para realinhamento mais leve e rápidos, você encontra aqui!

 

 

Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

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Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

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Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

E lembre-se, tudo pra sua #VidaComBike você encontra aqui na Azupa!

Cuidados com as rodas e pneus das bikes speed

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Se você treina em rodovias, certamente já passou por essa experiência. Além de quebrar o ritmo do treino, isso pode se tornar uma dor de cabeça se você acabar sem remendos ou câmaras reserva. Nossas rodovias parecem cada vez mais sujas e as frequentes obras nas pistas aumentam as incidências de furos, já que deixam muitos resíduos nos acostamentos.

Pedaços de pneus também são grandes vilões: os caminhões acabam soltando a recapagem dos pneus e esses pedaços possuem fragmentos de aço que costumam furar os pneus com facilidade.

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Pneus

Ao treinar em rodovias nos deparamos com muita sujeira na estrada que pode ser fragmentos de vidro, aço, arames ou até pequenas pedras, dentre outros elementos que podem danificar os pneus. Muitas vezes não notamos a presença desses pequenos intrusos nos pneus até que eles levam ao furo da câmara.

Portanto, é muito prudente fazer uma checagem geral nos pneus da bicicleta antes de rodar. Com uma chave de fenda bem pequena ou um “espeto” é possível remover esses pequenos fragmentos do pneu. Mas durante o pedal, quando passamos por um trecho com vidros ou sujeira onde seja impossível desviar, uma dica interessante é: se você estiver utilizando uma boa luva, pode-se espalmar o pneu em movimento com a palma da luva. Claro que isso demanda uma habilidade extra, mas pode salvar seu treino. Portanto tente fazer devagar caso se sinta seguro e aplique na hora da necessidade. Mas atenção: este procedimento demanda extrema habilidade do ciclista!

Outra dica é: pneus cortados podem ser utilizados com um remendo até chegar ao destino, depois não é seguro mantê-los em uso, pois a pressão demandada é grande e remendos não permitem que a pressão devida seja aplicada.

Mas caso você tenha um pneu com um corte de cerca de 1 cm existem algumas dicas de emergência referente a materiais que podem ser usados para tapar o corte: Embalagem de Gel, barra energética ou até uma cédula de dinheiro são boas opções e que geralmente você carrega no treino.

Tenha sempre um kit com:

  • Bomba
  • Câmara reserva
  • Espátulas
  • Cilindro e aplicador C02
  • Remendo e cola
  • Canivete multifunções
  • Fita adesiva

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Freios

Em relação aos cuidados com os freios, as partes geralmente mais envolvidas são aro e sapatas.

Por exemplo, as sapatas podem apresentar pequenos fragmentos encravados em sua superfície de frenagem. Isso pode acontecer devido a alguma pequena pedra que fique alojada na sapata no momento da frenagem, fazendo com que penetre na borracha da pastilha e causando danos à superfície do aro.

Portanto, é muito importante que se verifique periodicamente a sapata para evitar que uma pedra ou fagulha de metal fique alojada, usinando a superfície de frenagem e causando sulcos que podem provocar a quebra da lateral de frenagem do aro. Então, da mesma maneira que com os pneus, deve-se verificar os resíduos alojados nas sapatas.

Com uma lixa fina também é possível limpar e plainar as sapatas para obter uma frenagem mais eficiente. Dessa maneira podemos ter mais tranquilidade nos treinos e ainda chegar mais cedo em casa.

Em relação aos aros, considere que o aro está para o freio de aro, assim como o disco está para os freios a disco: daí a grande importância de estarem sempre limpos e alinhados. Aros amassados também causam incômodo e até podem gerar folga na caixa de direção, desgaste irregular dos pneus e quedas, em casos extremos.

Limpeza

A limpeza dos aros pode ser feita com uma esponja de aço embebida em Tinner ou algum outro solvente, para que seja removida toda a sujeira e resíduos de borracha.

Uma lixa fina também pode auxiliar nesta limpeza, mas cuidado, pois o freio ficará bastante sensível e demandará um período curto de readaptação. Portanto, logo após a limpeza faça algumas freadas sem travar a roda, para transferir um pouco de material da sapata (que já deve estar limpa) para a superfície do aro.

E nunca se esqueça de verificar se existem rachaduras nos pneus e o seu desgaste. Em caso positivo, substitua o pneu antes do próximo treino!

Texto originalmente publicado em: revistabicicleta

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Temos tudo o que você precisa aqui na Azupa!

Qual seu estilo de Selim – escolha com cuidado!

Cada modalidade ou estilo de bike utiliza determinado tipo de selim, e dependendo do caso, sua troca descaracteriza o produto.

Para uma bike que anda nas praias, seja na areia ou na ciclofaixa e trafega por caminhos planos, por exemplo, um selim grande e pesado não faz muita diferença.

Já para uma bike de competição modelo de estrada ou mountain bike, cada grama conta, principalmente quando estamos subindo uma montanha. Agora se seu pedal é apenas urbano ou lazer, um selim mais confortável e macio deve ser seu foco.

Existem diversos tipos e modelos variados de selim.  post_tipos_selins

A escolha correta do selim é algo que deve ser feito cuidadosamente, sem levar em consideração somente a estética da peça.

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Selins largos – com molas, gel e espuma extremamente macio e confortável – normalmente equipam as bikes urbanas/lazer, mas podem ser um pesadelo em uma mountain bike. Devido a quantidade de pulos e trancos que a mountain bike encara nas trilhas, a escolha de um selim grande se tornaria muito desconfortável.

O selim ideal é algo muito pessoal, sendo que cada pessoa tem uma anatomia diferente. Para ser confortável, o selim precisa apoiar perfeitamente os ossos ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e apoiam o corpo quando estamos sentados) e este possui uma estrutura em sua construção que permite que o mesmo trabalhe conforme o movimento que a bike faz com seu peso sobre o selim.

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Mulheres possuem uma distância entre os ísquios maior que os homens, fazendo com que os selins femininos, na maior parte das vezes, sejam mais largos que os masculinos.

Os selins que possuem uma abertura no centro, são chamados de anti prostáticos, pois aliviam a pressão no períneo, evitando problemas futuros de saúde.

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Para encontrar o selim perfeito, vá a uma bike shop, converse com atletas e outros ciclistas da modalidade que você pratica, e o mais importante… faça um bike fit!

A importância do bike fit nessa hora é imensa. Você pode ter o selim mais caro do mundo ou o mais adequado para sua anatomia, mas se ele não estiver na altura correta para você, de nada vai adiantar. A altura errada poderá fazer com que você tenha que fazer movimentos desnecessários sobre o selim, causando contato e dores desnecessários.

E aí, qual seu estilo?

Nós temos todos os estilos de Selim aqui!

4 procedimentos de manutenção que todo ciclista deveria saber

Por mais que você se esforce em manter sua bike em dia, o desgaste das peças e componentes sempre vem e em algum momento virá para a sua bike também.

As peças da bike não são gratuitas e, assim como a instalação delas por um profissional, gera uma despesa para o ciclista. Porém, muitas dessas tarefas podem ser feitas em casa, usando as ferramentas certas, reduzindo gastos e fazendo com que o ciclista entenda melhor a sua bicicleta.

Separemos alguns procedimentos que todo ciclista deveria saber fazer na bicicleta. Confira:

Substituir um raio quebrado

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Uma das piores coisas que pode acontecer na pedalada é um raio quebrado – que geralmente acontece no nipple da roda traseira, do lado do câmbio.

Nesse caso, você vai precisar de uma ferramenta para remover o cassete, uma chave inglesa e uma chave de raio. A princípio pode parecer complicado, mas com as ferramentas certas é relativamente fácil. Na roda dianteira é mais simples, por isso os passos para a roda traseira:

Remova o cassete e o raio quebrado primeiro (parte de baixo), e então remova o pneu para poder remover o raio. Então remova a fita de aro e o nipple (pecinha que segura o raio no aro) do raio quebrado, tomando muito cuidado para não deixar o nipple cair dentro do aro, ou você pode ter uma baita dor de cabeça para tirá-lo de lá.

Antes de colocar o novo raio preste atenção ao padrão de colocação dos outros raios e siga esse padrão, colocando ele na base do cubo, passando ele pelos outros raios e então prendendo-o com o nipple – sempre tome cuidado para não deixar ele cair dentro do aro.

Uma chave de fenda pode ser usada para apertar o nipple, embora a chave de raio seja mais adequada – ainda mais se você tiver mais de um raio para trocar.

Aperte o raio – teoricamente na mesma tensão do que quebrou – e verifique se a roda está reta ao rodá-la (coloque ela no eixo da bike para ficar mais fácil girá-la) e então, se você estiver satisfeito, coloque a fita de aro, pneu e – se era a roda traseira – o cassete.

Inspecionar uma corrente

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Estando no centro das funções mecânicas da bicicleta, a corrente se encarrega de aguentar o maior desgaste e stress de todos os componentes. Desse modo é extremamente necessário inspecionar, limpar e – se necessário – trocar sua corrente.

Mas o que devemos procurar ao inspecionar a corrente, e como devemos fazê-lo?

O método mais preciso é com uma ferramenta própria para isso, disponível em diversas marcas, formas e materiais, mas também é possível checar no método caseiro.

Um método é levantar a corrente na parte da frente da coroa (veja a foto abaixo).

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Levante em um intervalo entre os pinos e veja quantos dentes são revelados. Se aparecerem 3 ou 4 sua corrente pode estar desgastada. Uma alternativa é remover a corrente da bicicleta e coloca-la no chão, na mesma posição que ela estaria na bicicleta. Então a estique, pegue as duas pontas e torça a corrente, como se fosse juntar as duas pontas. Quanto mais perto você chegar de fazer um círculo completo, mais gasta está sua corrente. Correntes novas são mais difíceis de torcer.

Cada marca de corrente pode ter seu próprio esquema de remoção ou instalação. Na maioria dos casos, correntes são intercambiáveis entre marcas, mas nunca entre velocidades – uma corrente de 10v só pode ser substituída por uma 10v.

Mesmo com os métodos manuais, um medidor de corrente custa pouco e recomendamos que você sempre tenha um em mãos.

Trocar a corrente exige uma ferramenta e uma boa dose de paciência. É relativamente fácil e não se faz com frequência. Consiste basicamente em usar um extrator para remover um pino, que abrirá a corrente, colocar uma corrente nova, colocar o pino e introduzi-lo entre os elos da corrente. Muitos modelos de corrente possuem um pino próprio para isso.

Substituir pastilhas de um freio

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É fato que as pastilhas de freio vão se gastar com o tempo. Elas costumam não serem peças muito sofisticadas – nos V-Brakes, são blocos de borracha.

No caso dos V-Brakes eles são fáceis de trocar e devem ser conferidos regularmente. Com a roda removida para facilitar as coisas (dá para trocar com a roda montada também) desparafuse o parafuso que prende a pastilha, e tome cuidado com as porcas e arruelas para recoloca-las na mesma sequência (se a pastilha nova vier vier com porcas e arruelas novas, use-as).

Remover a pastilha costuma ser fácil, mas se precisar de força, tome cuidado para não arranhar ou amassar o aro.

Preste atenção na orientação – as pastilhas vêm marcadas com L e R (L= esquerdo e R= direito) quanto ao lado que devem ser instaladas. Recoloque-as com as arruelas e prenda com o parafuso do freio.

A probabilidade é que você terá que reduzir a tensão do cabo – girando o afinador do manete de freio no sentido horário – mas de outra forma, após uma verificação de alinhamento e do funcionamento, ele estará pronto para rodar.

O ajuste da tensão dos braços do freio se dá por parafusos que ficam nas laterais dos braços do freio. Ao apertar o parafuso, aumenta a tensão. O objetivo é regular ambas para que ao apertar o freio, ambos os braços se movam igualmente, para que as pastilhas atinjam o aro na mesma hora.

É importante lembrar que algumas marcas e modelos de aros requerem pastilhas específicas.

Já no caso dos freios a disco o procedimento depende muito da marca e modelo. Mas basicamente, depois de tirar a roda, basta remover a haste que segura as pastilhas na pinça. Ela pode ser um parafuso ou um arame duplo com uma ponta entortada. Basta desentortar a ponta e puxá-lo para fora. Trocar a pastilha observando a posição em que ela estava, usar uma chave de fenda com cuidado para encaixa-la nas laterais e então recolocar o arame ou parafuso. Cuidado para não apertar a alavanca de freio durante esse processo ou os pistões podem se deslocar.

Trocar um cabo de freio (ou de câmbio)

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Prevenir é melhor que remediar – ainda mais quando se trata dos freios. Cabos enferrujados podem romper-se com a força aplicada em uma frenagem.

Remover é uma tarefa fácil. Assim que o desconectar do freio ou câmbio por afrouxar o parafuso, puxe ele para fora do conduíte, seguindo em sequência, desde o ponto onde você o desengatou, puxando ele para fora até a alavanca de freio ou câmbio. Na maioria dos casos ele fica preso por uma bolinha ou cilindro. Basta puxar por essa bolinha, e em alguns casos, basta desencaixá-la.

Antes de colocar o novo cabo, coloque graxa nele para que ele trabalhe melhor e evite ferrugem e outros problemas. O ideal é limpar ou trocar o conduíte. Comece colocando ele pela alavanca de freio ou trocador de marcha, prendendo aquela bolinha ou cilindro no lugar correto. Puxe ele para se assegurar de que a bolinha encaixou e está segurando o cabo. Passe-o pelo conduíte – ou pelos conduítes. Se for trocar um conduíte interno, use o antigo de base junto com o cabo de aço para não ter dificuldades em chegar a saída.

Antes de apertar o novo cabo, puxe ele bem a partir do ponto final (freio ou cambio) para se assegurar de que não fique nenhuma folga. Verifique os encaixes dos conduítes. Assim que tiver certeza, prenda o cabo.

Gostou das dicas?

Precisa de ferramentas ou equipamentos de manutenção? Nós temos todos pra você aqui!

Qual a inclinação certa do selim?

Além da altura e da escolha do modelo certo, o selim também deve estar exatamente na horizontal em relação ao solo.

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Qualquer inclinação e seu corpo ficará tentando compensar a tendência a escorregar sem que você perceba, o que poderá lhe causar dores e comprometer sua estabilidade na bike em situações como subidas ou frenagens fortes.

Temos o selim certo pra você aqui na Azupa! Aproveite aqui!

Sinalização do ciclista

Os sinais acima são universais, e servem para indicar as ações mais básicas do ciclista no trânsito. São apenas quatro sinais, e dois deles indicam a mesma coisa, mas essa sinalização ainda é pouco conhecida por todos.
Por mais que alguns sinais sejam explícitos, é importante considerar que nem sempre são compreendidos.

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A regra geral é usar o bom senso para sinalizar suas intenções no trânsito da forma mais clara possível. Como essa é uma linguagem da rua, seu uso vai sempre variar e o melhor jeito de aprender é na prática.
Observe ciclistas mais experientes, use os sinais, perceba quais estão sendo compreendidos e quais as melhores situações para usá-los.

Dica: nos cruzamentos, sinalize até mesmo quando você for continuar em frente.

 

Que tal dar aquele upgrade na sua companheira de pedal?

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Sem desculpas – Use a bike para alongar

Exercícios básicos para tornar a pedalada ainda mais confortável.

O alongamento é extremamente importante antes e depois de qualquer atividade física. Você sabe quais são os exercícios para quem pedala?

Separamos 5 exercícios de alongamentos básicos para ciclistas. Utilize a própria bicicleta como apoio.

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1. Quadríceps: dobre a perna para trás, tentando encostar o calcanhar na nádega.
Repetições: 2 ou 3 de 20 segundos em cada perna.

2. Femorais: apoie o calcanhar sobre o selim, segure a ponta do pé com a mão do mesmo lado e o guidão com a mão oposta. Dobre as costas em direção à perna que está levantada, quanto mais você se abaixa, mais sente o alongamento.
Repetições: 2 ou 3 de 20 segundos em cada perna.

3. Panturrilhas: suba na bicicleta e mantenha um pé apoiado no pedal, colocando o pedivela para baixo e fazendo pressão com o calcanhar em direção chão. O alongamento será mais eficaz quanto mais você baixar o calcanhar e jogar o corpo para frente.
Repetições: 2 ou 3 de 20 segundos em cada perna.

4. Psoas-Ilíaco: dê um grande passo para frente e se agache dobrando apenas uma das pernas no sentido perpendicular ao chão. Apoie-se na bicicleta e mantenha as costas erguidas. Repetições: 2 ou 3 de 20 segundos em cada perna.

5. Costas: segure a bicicleta pelo guidão e o selim e dobre o tronco em direção a ela, mantendo as pernas esticadas. A tendência é que você sinta mais alívio nas costas conforme for abaixado. Repetições: 2 ou 3 de 20 segundos.

Brasil Cycle Fair 2017

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Uma das maiores feiras de ciclismo no Brasil, a Brasil Cycle Fair, foi realizada na São Paulo Expo neste último fim de semana (22, 23 e 24). O evento contou com grande presença de público, além de lojistas, empreendedores e profissionais do setor.

Diversas marcas estavam com stands, além de competições e espaço para test ride de diversos modelos, área kids, pistas de BMX entre muitas outras atrações.

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Evento Dois em Um

Nessa edição, a feira foi “separada” em dois eventos. O lado de fora do pavilhão foi destinado para o público final com áreas de experiências, competições (Copa Internacional de Mountain Bike, BMX Super Spine), show de manobras BMX, bike foods, espaço para crianças, test rides, stands etc.

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Enquanto os visitantes aproveitavam as atrações do lado de fora, dentro do pavilhão, lojistas, fabricantes e importadores faziam negócios e também foram apresentadas as novidades e lançamentos do setor. O acesso ao pavilhão foi exclusivo aos profissionais do mercado de bicicletas, assim a feira obteve um melhor aproveitamento para cada público.

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Giro de Ideias

Espaço criado pelo Sebrae-SP em parceria com a Brasil Cycle Fair, pensado especialmente para os gestores, lojistas, empreendedores e profissionais do setor como um todo, e possuía uma programação diversificada para o primeiro e segundo dia de evento.

Sessão de negócios estimula novas ideias e troca de experiências entre empresários

Realizado no sábado (23), a Sessão de Negócios contou com um formato dinâmico de reuniões comerciais, com a ideia de promover a interação, troca de experiências e fomentar negócios entre empreendedores e empresários na feira. Durante a ação, cada empresário apresentou seu produto ou serviço aos outros participantes, que, depois, podem se conectar e compartilhar novas ideias.

Conhecimento

Além de diversão, negócios e discussões, aqueles que foram à feira, puderam assistir palestras, debates, workshops , aulas de assuntos como cicloturismo, mecânica de bicicleta, mobilidade urbana, tecnologias, empreendedorismo e economia. Tudo coordenado e monitorado por profissionais renomados e especialistas do mercado.

Área Kids – Diversão para crianças

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Na área Kids, as crianças puderam experimentar e pedalar mais de 20 modelos de bicicleta, entre eles a Balance Bike, para que possam desenvolver o equilíbrio no início do aprendizado. A ação criada especialmente para os pequenos promoveu a cultura da bike para a criançada.

Pump Track atraiu público infantil e ciclistas amadores

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Uma das apostas da feira foi o Pump Track, que aconteceu na parte externa da Brasil Cycle Fair. Logo no primeiro dia, a pista ganhou diversos adeptos que puderam sentir a emoção de pedalar na sequência de lombadas e curvas bem ao lado da pista oficial dos atletas de BMX.

Pista BMX

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Em uma rampa de formato em “W”, (formada por dois “quarter pipes” e uma “spine”), com cerca de 2 metros de altura, foi realizada uma etapa do BMX Super Spine, que atualmente é o maior circuito de BMX profissional da América Latina e vale para o Ranking Brasileiro da modalidade.
A competição contou com a participação dos principais atletas latino-americanos, e na pista, eles executavam manobras a até 3 metros acima da rampa.

Test Ride

Visitantes experimentam as melhores bikes do mercado

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Durante os três dias da feira, o Test Ride foi um espaço inteiramente pensado na experiência dos apaixonados por bicicleta.
Em duas seções separadas – Urbano e Mountain Bike – as principais marcas do segmento disponibilizaram diferentes modelos e lançamentos para os visitantes viverem a experiência de pedalar as principais bicicletas do mercado.

 

Você foi à Brasil Cycle Fair? Conta pra gente o que achou do evento!

 

E nossa loja tem tudo que você precisa pra sua #VidaComBike: pneus, acessórios, peças e componentes, confira aqui!

Shimano Fest 2017 – Como foi o festival?

Durante os quatro dias de Shimano Fest (de 14 a 17 de setembro) mais de 25 mil pessoas passaram pelo Jockey Club de São Paulo para conferir o maior festival da bicicleta da América Latina.

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Além dos amantes da bike em geral, o público do evento foi bastante heterogêneo , já que o mesmo agregava atrações para fabricantes, distribuidores, lojistas, atletas.

Mas não foi só isso, durante os 2 primeiros dias (dedicados exclusivamente aos profissionais do mercado de bicicletas), o Fest Business atraiu 5,4 mil profissionais do mercado, consolidando o evento também no calendário da indústria.

Test Ride agrada aos visitantes

A pista de test ride construída para o evento também foi aprovada pelos visitantes. No total foram 4,8 mil pessoas pedalando os modelos que estavam à disposição. Os que mais chamaram a atenção foram as e-bikes, grande novidade do Shimano Fest.

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O mundo das Bicicletas

Com provas de asfalto, de MTB, atividades para crianças, palestras, shows de música e teste de bicicletas, o Shimano Fest englobou de foram completa o mundo da bicicleta, com todas as modalidades e gostos representados.

 

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Competições do Shimano Fest 2017

Criterium Road

Realizada na manhã do Domingo (17/09), a prova de Criterium Road (ciclismo de estrada) reuniu os ciclistas das principais equipes de estrada do Brasil.

No masculino, tivemos a vitória de Lauro Chaman e a Wellyda dos Santos subindo no lugar mais alto do pódio no feminino.

Confira os resultados:

Masculino

1° Lauro Cesar Mouro Chaman – Soul Brasil Pro Cycling Team
2° Enrigo da Rosa Pereira – ADI/ Indaiatuba Secretaria de Esportes/Shimano
3° Flavio Cardoso – Soul Brasil Pro Cycling Team
4° Roberto Pinheiro – Soul Brasil Pro Cycling Team
5° Jean Carlo Coloca – Team SBC Audax/ São Bernardo do Campo

Feminino

1 – Wellyda dos Santos
2 – Thayna Araújo de Lima
3 – Adriana Lobo
4 – Daniela Lionço
5 – Ana Paulo Polegatch

Short Track

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As finais da Elite Feminina e Masculina na pista MTB Short Track (pista de cerca de 1 km de extensão) aconteceram na tarde do domingo e encerraram com chave de ouro as competições do Bike Competition!

Em uma pista muito rápida e técnica, desafiadora com obstáculos como troncos, raízes e rampas, os vencedores foram Luiz Cocuzzi, campeão brasileiro de cross country olímpico (XCO) e Raíza Goulão, tricampeã brasileira de XCO.

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Confira os resultados:

Elite Masculina

1 – Luis Henrique Cocuzzi
2 – Rubens Donizete Valeriano
3 – Guilherme Gotardelo Müller
4 – Sherman Trezza De Paiva
5 – Jose Gabriel Marques De Almeida
6 – Mário Couto Grego Santos
7 – Daniel Grossi
8 – Wolfgang Soares Olsen
9 – Ricardo Pscheidt
10 – Peterson Tozzi Neves

Elite Feminia

1 – Raiza Goulão
2 – Aline Simões
3 – Danielle Maria De Moraes
4 – Livia Dantas
5 – Bianca Ramao Goncalves
6 – Viviane Favery Costa
7 – Karen Fernandes Olímpio
8 – Priscila Olímpio

 

 

 

Blog dedicado para os amantes de bike que levam diariamente uma #vidacombike