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O que é o Sistema de Suspensão da Bike?

A suspensão é um item essencial para a bike de ciclistas que vão encarar terrenos acidentados e não querem perder performance.

Mas afinal de contas, o que é a Suspensão da Bike?

Suspensão é um componente da bicicleta que auxilia na superação de obstáculos e terrenos acidentados e também traz mais conforto ao pedal.
Embora seja fácil de confundir, suspensão é a peça que vai na parte dianteira da bicicleta, sendo que as peças que vão na traseira são os chamados amortecedores.

E quais são as partes de uma Suspensão?

Falando de forma simplificada, as suspensões são compostas de quatro partes: espiga, coroa, canelas e monobloco.

Espiga

A espiga integra a suspensão ao quadro da bike e é a parte cilíndrica que vai por dentro da caixa de direção, junto com a mesa ou avanço. Já é muito comum que as bikes saiam de fábrica com o padrão oversize aheadset de espiga, sendo um sistema sem rosca e de maior diâmetro.
A maioria das suspensões usam a medida de 1-1/8” (uma polegada e um oitavo) para as espigas, onde podemos notar visualmente que é um padrão nivelado, sem ter uma ponta mais larga que a outra.
Mas também existem as suspensões com espiga tapered (tipo cônica), tendo medida de 1.5”  (uma polegada e meia) em sua parte inferior e são feitas para uso exclusivo em quadros com tubo e caixa de direção cônicos.
O material utilizado nas espiga mais simples, normalmente é o aço e nos modelos mais tecnológicos, costumam usar alumínio ou fibra de carbono para reduzir o peso e ter mais performcance.

Coroa

A coroa é a base onde a espiga está fixada e na maioria dos modelos é feita de aço, porém da mesma maneira que a espiga, nos modelos mais tecnológicos, pode-se usar alumínio ou fibra de carbono para confeccionar essa parte, fazendo com que a rigidez do conjunto fique maior.

Canelas (ou Bengalas)

São as hastes que estão em cada lado da coroa e que abrigam o sistema de amortecimento da suspensão.

Monobloco

Parte inferior da suspensão onde as canelas são encaixadas e que fazem a ligação do conjunto com as rodas e eixo dianteiros.
É uma peça única ligada por um arco que busca dar maior rigidez à estrutura e evitar que a suspensão torça e chegue a se romper.

Agora que sabemos das partes, vamos falar do Sistema de Suspensão

Existem 3 tipos de sistemas de suspensão para bike e elas são classificas conforme o seu sistema de amortecimento: Elastômero, Mola e Ar/Óleo

Elastômero

Suspensão mais básica e o seu funcionamento é feito com um elastômero.
Os elastômeros são tubos de poliuretano que podem ter diferentes densidades, fazendo com que a suspensão seja mais macia (menor densidade) ou mais dura.

Apesar do elastômero ser muito leve, o conjunto desse tipo de suspensão pode ser mais pesado devido à qualidade dos demais materiais.

Custo de manutenção é bem baixo, mas seu rendimento e absorção também.
Indicada para passeios urbanos.

Molas

São mais acessíveis e muito pesadas. Utilizam uma mola em cada bengala o que faz com que a bicicleta “pule” muito.
É necessária a lubrificação do conjunto regulamente com uma graxa específica para ajudar no funcionamento.

Custo de manutenção baixo, mas seu rendimento e absorção também.
Indicada para passeios urbanos.

Ar e Óleo (hidráulico-pneumático)

É o sistema de melhor funcionamento, pois é possível realizar muitos ajustes nele para cada tipo de pilotagem de cada ciclista.
Utiliza materiais de alta tecnologia, como carbono, titânio, alumínio e etc, sendo mais leves que os demais modelos, pesando de 700g a 2kg.
Na bengala esquerda fica a câmara de ar, que é calibrada de acordo com o peso do ciclista, e do lado direito fica o sistema hidráulico, com os ajustes de compressão e trava.
A trava deixa a suspensão mais rígida, o que otimiza a energia das pedaladas em subidas e sprints em retas.
Nesse sistema também é possível ajustar o retorno da suspensão ao seu curso total, podendo ajustar o controle de retorno em maior ou menor velocidade. Esse ajuste fica na bengala direita, embaixo do monobloco.

Custo de manutenção é um pouco elevado.
Indicada para trilhas, competições e passeios.

Uma dica importante é que você sempre leia o manual de instruções do fabricante para saber as instruções corretas de manutenção.
Nele você encontrará as orientações sobre a periodicidade da realização de uma manutenção preventiva, pois quando o ciclista começar a ouvir algum barulho estranho ou algum vazamento é sinal que o sistema já está prejudicado.

Matéria adaptada de Bike Registrada

Vai pedalar longas distâncias? Confira essas dicas!

Mesmo quem já está acostumado a pedalar todos os dias, sabe que encarar longas distâncias não é uma tarefa fácil. Para enfrentar esse desafio é necessário muito preparo e cuidados especiais.

Veja algumas dicas para ter um desempenho melhor nesse tipo de pedal.

– ALIMENTAÇÃO

Parte fundamental para quem quer realizar exercícios de alta intensidade.
Para longas pedaladas, o ideal é já sair de casa bem alimentado e sempre levar opções para repor a energia durante a atividade.
Barras de cereal, sanduíches e frutas são ótimas opções.  

Não fique sem comer para não ter fraqueza durante o pedal e comprometer o seu desempenho, mas também não leve nada muito pesado para não ter aquela sensação de desconforto.

– HIDRATAÇÃO

Outro cuidado especial que devemos ter é a hidratação. Com a transpiração excessiva é necessário a reposição dos líquidos, seja com água ou isotônico.
A vantagem dos isotônicos é que eles repõem os sais minerais perdidos durante o exercício, oferecendo mais energia.
Beba um pouco de água a cada 20 minutos. Manter-se bem hidratado e alimentado, vai melhorar muito a sensação de bem-estar que a pedalada oferece.

– ROUPAS

Escolha roupas leves, dando preferência para as específicas de ciclismo, pois elas favorecem a transpiração.
As roupas íntimas devem ser folgadas e agradáveis, pois influenciam e muito na sua pedalada. Muitos ciclistas preferem não utilizar roupas íntimas, usando apenas as bermudas de ciclismo.

Um bom calçado deve ser utilizado também. Escolha uma sapatilha profissional ou um bom tênis resistente para ter mais conforto e segurança para pedalar.

– NÃO LEVE MUITO PESO

Como vai pedalar por longas distância, nem pense na possibilidade de levar uma mochila muito pesada. Leve apenas o necessário, dando preferência pelas pequenas bolsas que podem ser fixadas embaixo do selim e são ideais para levar ferramentas, câmaras e remendos.

Depois de muitas horas pedalando, quanto menos peso você estiver carregando, melhor será o seu desempenho.

– PROTETOR SOLAR E REPELENTE

Dependendo o local que você vai pedalar, proteger a pele dos desgastes do sol e dos ataques dos mosquitos é muito importante. Leve sempre esses produtos com você e não esqueça de reaplicá-los de tempos em tempos.

Pedalar por muitas horas e muitos quilômetros requer muito preparo e, se você não está acostumado, comece devagar e mantenha a regularidade e o ritmo. Logo estará aumentando o ritmo e a distância percorrida.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

Sua bike está pronta para encarar o pedal?
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De Biker pra Biker: 5 erros mais comuns em ciclistas iniciantes

Quando começamos a pedalar é muito comum que pequenos erros aconteçam, mas se não corrigirmos, eles que podem atrapalhar nosso desempenho e até desestimular a prática da atividade esportiva.

O importante é identificar os erros e começar a corrigi-los.
Pequenas mudanças na sua condução, ou na manutenção da sua companheira de pedal, irão fazer toda a diferença para que você tenha muito mais performance na sua pedalada!

Confira esse vídeo do ciclista Camboja, explicando um pouco mais sobre os erros de ciclistas iniciantes.

1º erro mais comum

Passar pelos obstáculos sentado na bike

O correto é ficar na posição neutra, em pé com o peso distribuído nos dois pés e os braços relaxados. Os pedais devem ficar alinhados horizontalmente para não atingir nenhum obstáculo.

2º erro mais comum

Ficar com os pés na vertical

Em trechos onde não estiver pedalando, o correto é manter os pés paralelos ao chão para que o peso fique distribuído no mesmo centro de gravidade.
Somente em curvas é que os pedais devem ficar na vertical para facilitar a realização da curva.

3º erro mais comum

Bater o pedal no chão

É um erro muito comum de acontecer, principalmente para quem está começando, e que quase sempre ocasiona quedas.

Ao fazer uma curva, sempre levante o pedal de dentro, nunca deixa o pedal embaixo, pois você vai bater ele no chão e certamente irá cair.

4º erro mais comum

Usar muito lubrificante

A utilização do lubrificante é muito importante, especialmente na relação, mas usar muito lubrificante vai acabar atraindo toda a sujeira.

Coloque uma gota por elo e nunca deixa a sua corrente seca.

5º erro mais comum

Não ajustar corretamente o capacete

Para quem está começando pode achar que é somente colocar o capacete e fechar a fivela que está tudo pronto.

Existem 3 regulagens que você deve ficar atento para que o capacete fique seguro.

– A primeira são as travas laterais que devem ser posicionadas bem próxima a orelha.
– O ajuste da nuca, que é feito no disco de regulagem que existe na parte de trás, deve ficar justo para deixar mais firme o capacete.
– E por último o ajusto do pescoço deve ter uma folga para mais conforto.

Siga o Camboja no Instagram e tenha uma dose diária de inspiração para sair pedalando: @camboja_mtb

Já deixou sua bike em dia para encarar as trilhas de 2020?
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Ciclocross: Uma modalidade diferente de tudo o que você já viu!

Lama, obstáculos e bike nas costas, assim é o ciclocross

Photo by Angel Santos on Unsplash

Se você ainda não conhece o ciclocross, esqueça toda a imagem que você tem sobre as competições de ciclismo. Uma mistura de vários tipos de competições, recheada com muita lama e obstáculos desafiadores, esse é o ciclocross.

Essa modalidade faz parte do calendário internacional da União Ciclística Internacional (UCI) e tem a sua própria Copa do Mundo, realizada de setembro a fevereiro (período de inverno no hemisfério norte).
O ponto alto do calendário é a prova do Campeonato Mundial, que começou a ser disputado em 1950 e esse ano será disputado nos dias 1º e 2 de fevereiro, em Dübendorf, na Suíça.

Podemos falar que é uma espécie de curso prático de ciclismo, pois exige forte habilidade na condução, além de uma ótima forma física, porque em diversos trechos, os atletas precisam carregar as bikes nas costas.

As provas normalmente possuem de 2,5 km a 3,5 km de extensão e são realizadas em circuitos técnicos e montanhosos, onde o terreno possui trechos de areia, galhos de árvores e lama, sem contar os obstáculos artificiais, como barreiras e escadarias.

Photo by Angel Santos on Unsplash

O ciclocross nasceu de corridas entre amigos, onde o objetivo era chegar primeiro sem usar as estradas normais de uma cidade a outra, fazendo com que os corredores buscassem atravessar plantações e pular cercas de fazendas.

Como era um esporte que poderia ser disputado mesmo no rigoroso inverno, período de recesso das competições de estrada, passou a ser visto como uma nova modalidade.
O primeiro campeonato nacional na França foi realizado em 1902, com ajuda de Géo Lefèvre, um dos criadores da tradicional Volta da França de ciclismo.

Photo by Angel Santos on Unsplash

Mais de 100 anos depois, uma corrida amistosa entre amigos, virou uma modalidade com participação dos mais importantes ciclistas do mundo envolvidos.
Já pensou em dar uma chance ao ciclocross?

Matéria originalmente publicada em Red Bull

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Itens para lavar sua bike em casa

Depois daquela trilha pesada ou o pedal urbano debaixo de muita chuva, chega a hora dar aquela limpeza na sua companheira de pedal!

Preparamos algumas dicas para te ajudar a lavar a bike em casa!

Desengraxante

Tenha um bom desengraxante para realizar a limpeza com maior praticidade, evitando que o sistema de marchas tenha sujeira acumulada, o que prejudica a transmissão.

O desengraxante remove a sujeira que não sai com uma simples lavagem. A maioria dos produtos de qualidade possuem embalagem prática de usar, bastando borrifar o produto, deixar agir por alguns instantes e lavar.

Escovas

A bicicleta possui alguns conjuntos e componentes de difícil acesso para realização de uma limpeza adequada. Para facilitar esse procedimento, faça o uso de escovas na hora da lavagem da bike em casa.

Invista em kit de escovas com diversos tamanhos, pois elas são ótimas para a limpeza do das coroas e do cassete. Normalmente esses itens tem boa qualidade e duram por bastante tempo, porque são feitos com material resistente.

As escovas também são úteis para remover aquela sujeira pesada depois de uma trilha, quando a bike fica cheia de barro.

Panos

Após a lavagem, se faz necessário a utilização de panos na hora de secar a estrutura. Aquela velha história de deixar a bike no sol para secar não funciona. Para que ela fique completamente seca, somente com o pano.

Prefira tecidos com alta absorção, podendo ser um tecido de algodão comum ou até mesmo aquela roupa que você não usa mais. É importante também organizar os itens usados para lavar a bike em casa e ter sempre uns quatro panos para essa finalidade.

Essa etapa de secagem completa é importante para evitar que alguns componentes enferrujem, além de dar brilho à estrutura da bike e evitar que poeira grude enquanto ela ainda estiver molhada.

Proteja as mãos!

Para realizar a lavegam da bike em casa é importante pensar na proteção das mãos.
Se você está acostumado a realizar a lavagem sem luvas, provavelmente tenha se machucado, nem que seja de leve. Basta acertar as mãos sem querer nos dentes do pedivela, por exemplo, para conseguir um ferimento.

As luvas de borracha são as mais indicadas para proteger, além de serem maleáveis e bastante práticas de usar durante a limpeza da bike.

Lubrificação

Após a lavagem, não se esqueça de lubrificar a corrente. Use sempre produtos específicos e de qualidade, como óleos lubrificantes de marcas conhecidas.

Matéria originalmente publicada em Revista Bicicleta

E você?
Está cuidando bem da manutenção e limpeza da sua companheira de pedal?

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Dicas para melhorar seu tempo nas subidas

Photo: Scott Sports

É bem comum que os ciclistas busquem melhorar seu tempo treinando em trechos longos e planos.
Mas onde realmente conseguimos diferenças significativas de tempo são nas subidas.

Vamos mostrar algumas dicas para que você possa melhorar seu tempo nas subidas.

1 – Prática

Apesar de parecer uma dica meio óbvia, mas a única maneira de obter os resultados esperados é praticando. Encontre uma subida desafiadora no seu percurso e acrescente quilometragens verticais em seus treinos. Repita várias vezes a subida para melhorar a sua performance.

2 – Referência

Ter uma referência é o melhor caminho para a evolução. Em seu grupo de pedal, treine junto com os ciclistas escaladores e tente acompanhar o ritmo deles, no começo será muito difícil, mas isso vai te ajudar a melhorar.

3 – Relação de marchas

Utilizar a relação de marchas compatível com o tipo de inclinação é fundamento para se ter um melhor rendimento.
Atente-se a sua condição de força no momento em que entrar na subida, sempre mantendo a sua característica de pedalada.

4 – Cadência

Mantenha seu ritmo de treinamento mesmo praticando nas subidas. Se mudar repentinamente a cadência que está habituado pode levar a fadiga muscular devido ao novo ritmo e ao esforço em excesso.

5 – Postura

Não é comum a mudança de postura para subir, exceto se for uma inclinação absurda.

Mantenha o tronco na posição ideal de pedalar e caso sinta que tem que mudar a posição em subidas de média a pouca inclinação, recomendamos que procure um bike fit pois, possivelmente a sua postura na bicicleta precisa de correção.

6 – Respiração

Quando estamos fazendo muito esforço, a tendência é manter a respiração curta e isso pode comprometer o desempenho devido à pouca captação de oxigênio pelo corpo e lecar a musculatura à exaustão.
Quando estiver no meio da subida, treino respiração profundas, puxando o ar o mais fundo e lentamente possível e soltando na mesma proporção. Repetir esse processo algumas vezes ajudará a baixar a sua frequência cardíaca.

7 – Paciência

Um dos pontos mais importantes é a paciência. Saber dosar o seu esforço durante a subida é fundamental para não levar à exaustão e terminar o treino pela metade. Deixar as pernas trabalharem sem tencionar os ombros e braços é importante para não gastar a sua energia e dificultar a sua respiração.

Photo: Flickr Erik Junberger

Matéria originalmente publicada em Revista Bicicleta

E como é o seu treinamento nas subidas?
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Alimentos para ter energia no pedal

Acerte na escolha de alimentos bem balanceados para ter mais desempenho e menos cansaço no ciclismo.

Veja alguns alimentos que vão te deixar preparado para pedalar com intensidade.

BATATA DOCE

Tem baixo índice glicêmico e fornece energia ao seu corpo durante todo o treino. Fonte de vitaminas A, B1, B2 e C, favorece o funcionamento do coração e do sistema nervoso, fazendo seu organismo ter boa circulação sanguínea e melhorando a sua coordenação motora.

QUEIJO

Inclua o queijo entre os seus alimentos, pois o queijo é uma fonte rica em proteínas e vai recuperar os seus músculos durante ou depois do pedal.
Sendo de fácil digestão, os queijos reduzem a demanda de energia do seu corpo para processar esse alimento.

PÃO INTEGRAL

Os pães integrais tem muitos carboidratos e fibras, que combinadas trazem boa digestão e energia, fazendo com que você possa ter treinos mais fortes e sem incômodos estomacais.

ÁGUA

O mais importante de todos os itens, a água funciona como um catalisador no organismo para que as ações metabólicas aconteçam, além de auxiliar a absorção dos nutrientes de qualquer alimento que você ingere.
Seja antes, durante e depois do treino, mantenha-se hidratado para poder aguentar os treinos, corridas, o sol, o calor e qualquer desafio que aparecer durante o pedal.

MASSAS

Lasanha, espaguete, canelone, ravióli… as massas devem ter um lugar especial nos alimentos dos ciclistas.
Massas são ricas em carboidratos que, no corpo, são transformados em glicogênio, que dá muita energia aos músculos.

Mas coma as massas depois do pedal, pois elas são indicadas para a sua recuperação muscular.

OVO

Rico em albumina, que é um tipo de proteína ideal para a reconstrução muscular. Essa substância está em abundância na clara do ovo, enquanto que na gema estão concentrados colesterol, gorduras e vitamina E.
Não abuse do ovo se você tem diabetes, colesterol alto ou problemas cardíacos. Uma dieta equilibrada lhe trará muitos benefícios na hora de pedalar!

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

E qual a sua alimentação antes de pedalar?
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Erros mais comuns de quem pedala

Não somente os novatos no ciclismo costumam cometer erros ao pedalar, alguns ciclistas experientes também enfrentam dificuldades nesse sentido e acabam cometendo erros que acabam prejudicando o desempenho na bike.

Confira algumas dicas para melhorar a sua técnica e ter uma boa performance ao pedalar.

1. Postura Incorreta

Quando o ciclista está pedalando com uma postura incorreta, normalmente são erros nos ajustes de peças e componentes da bicicleta, sendo o selim e guidão as principais causas desse problema. Se o selim e/ou guidão estiverem muito altos (ou muito baixos) ocasionará não apenas desconforto ao pedalar, mas um alto risco de lesões provocadas por tensionamento e flexão inadequados de joelhos e pernas, além de uma inclinação de coluna pouco recomendada.
O tamanho das rodas em relação ao tamanho do quadro também são causadores de postura incorreta.
Se possível, realize um bikefit para adequar a bicicleta e seus componentes para o seu biotipo. Esses pequenos ajustes lhe garantirão um desempenho melhor ao pedalar.

2. Não respeitar os seus limites

Quando começamos a pedalar sempre temos aquela vontade de superar barreiras e ir cada vez mais longe, mas isso pode causar desgaste excessivo e lesões por você ainda não estar acostumado com um ritmo elevado. Mesmo os ciclistas veteranos não estão livres do “over training”, causa comum das mais diversas lesões.

Realize treinos constantes, porém não excessivos. Respeite o tempo que o seu corpo precisa para se recuperar entre um treino e outro, ou após um pedal desgastante.

3. Alimentação e Hidratação

Esses são pontos fundamentais para se manter um bom desempenho durante o pedal, porém são muitas vezes negligenciados pelos ciclistas.
Pedaladas mais longas, que ultrapassem uma hora de atividade, devem receber atenção especial. Manter-se nutrido durante a prática do exercício é muito importante, cuide para se reabastecer com pequenas quantidades ao completar a primeira hora e depois a cada 15 ou 20 minutos.

A hidratação precisa ser constante. Não espere sentir sede para se hidratar e beba água com frequência durante todo o percurso.

4. Kit de Reparo

Os problemas mecânicos e furos de pneus são mais comuns do que se imagina durante um passeio ou treino. Para não ficar a pé durante a pedalada, tenha sempre à mão uma câmara extra e algumas ferramentas básicas para recuperar a bike.
Conheça o essencial para realizar pequenos ajustes. Não precisa ser um especialista em mecânica, mas realizar a manutenção básica pode fazer a diferença entre seguir adiante ou voltar pra casa empurrando a bicicleta.

5. Ser imprevisível ao pedalar em grupo

Se você está iniciando a prática de pedalar em grupo, procure ficar na retaguarda e observar o comportamento dos demais ciclistas.
As causas de acidentes mais frequentes são movimentos bruscos que não são previstos pelo grupo. Como pedalam todos muito próximos uns dos outros, uma mudança de direção ou freada sem a devida sinalização pode levar todos para o chão.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

Tem mais algum erro que você por aí enquanto pedala?
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Como funciona uma prova de e-bike?

No Cannondale MTB Festival,  realizado entre os dias 19 e 21 de julho de 2019, em Mairiporã-SP, aconteceu a prova do primeiro campeonato nacional de mountain bike elétrica da América Latina.

A modalidade, até então inédita, teve a responsabilidade de abrir o evento na sexta-feira (19), com a disputa em uma pista de 5,9 km e 178 m de altimetria acumulada por volta.

A competição de E-Mountain Bike no XCO (cross country olímpico) teve todas as chanceladas da CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo) e da UCI (União Ciclística Internacional).

© Haibike

Mas como é uma disputa de E-MTB?

Conquistando cada vez mais adeptos nas ruas das cidades, as bikes assistidas por motor elétrico são fortes aliadas na mobilidade urbana nas cidades. As e-bikes também vem ganhando espaço nas trilhas pelo mundo e um campeonato de mountain bike é um marco no esporte brasileiro.

O 1º Campeonato Brasileiro de E-Mountain Bike (E-MTB), ou como já está sendo chamado de e-XCO (cross country olímpico com mountain bikes elétricas) foi realizado na cidade de Mairiporã, no estado de São Paulo.

O uso dos motores elétricos nas bicicletas de montanha sempre foi um assunto polêmico, mas é uma tendência que veio para ficar, tanto é que a UCI realizou o 1º Campeonato Mundial de e-Mountain Bike, no Canadá, entre os dias 28 de agosto e 01 de setembro.
O sul-africano Alan Hatherly levou o título no masculino e no feminino, a vencedora foi a suíça Nathalie Schneitter.

Para a regular o novo esporte, a UCI (União Ciclística Internacional) criou algumas regras para as novas provas de e-bike chanceladas oficialmente pela entidade, como é o caso do Brasileiro de E-MTB.

Brasileiro de e-XCO

A pista de 5,9 km em Mairiporã reuniu renomados ciclistas do mountain bike nacional de diferentes gerações. Os títulos ficaram com o fluminense Albert Morgen (multicampeão no cross country olímpico no Brasil no final dos anos 90 e 2000) e com a paulista Patrícia Loureiro (bicampeã mundial máster de Downhill).

Campeão brasileiro de E-MTB Albert Morgen – © Gustavo Epifanio

“Me senti com uma felicidade dobrada. Andar de mountain bike já é muito legal, ter uma bike com motor assistido é ainda mais bacana. Sou o primeiro campeão brasileiro de E-MTB e até agora em todas as provas que competi com a minha e-bike, desde 2017, fui campeão. Estou firme para disputar o Campeonato Mundial”, contou Albert Morgen.

Já a campeã Patrícia Loureiro comentou: “acredito que dê para pedalar de bike elétrica até uns 80 anos de idade. A maioria das pessoas ainda não conhece a bike elétrica, mas posso afirmar que não existe nada mais divertido. Iniciei no motocross com 5 anos de idade e fiquei até os 14. Em seguida fui para o downhill. E, posso falar, que bike elétrica é uma diversão maior do que o motocross e mais difícil do que o downhill, é incrível. Ela te impulsiona e na descida você desce normal, é como se você estivesse descendo também. Exige muito tecnicamente”.

Regras universais

Provas de E-MTB sob chancela da UCI – © Patrick Pichon
  • Somente são permitidas e-bike com motor elétrico que oferece assistência a pedalada, isto é, é necessário pedalar para receber o impulso do motor;
  • Competições de e-bike oficiais da UCI são abertas para atletas a partir dos 19 anos de idade, homens e mulheres;
  • A potência máxima permitida do motor elétrico é 250 watts;
  • Velocidade máxima disponibilizado pelo motor elétrico de 25km/h;
  • Quando não está pedalando sua e-bike, ou seja, empurrando, o ciclista poderá receber assistência do motor limitada a 6 km/h;
  • Os ciclistas devem competir até o final da prova com a mesma e-bike e a mesma bateria;
  • A e-bike não poderá receber assistência na área de apoio, como recarga da bateria ou bateria extra.

Matéria originalmente publicada em Red Bull

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10 equipamentos essenciais para seu próximo cicloturismo

Viajar utilizando a bike como único meio de transporte é a melhor opção para quem gosta de andar de bicicleta sem ter o compromisso de uma competição. Conhecer novos lugares, pessoas e culturas é uma das melhores sensações que podemos ter enquanto pedalamos.

Mas para toda viagem é necessário montar um roteiro básico e preparar o equipamento para que essa aventura não se torne uma roubada. Separamos alguns itens essenciais para se levar.

1. Tênis ou calçado de qualidade

Além de ter um calçado confortável para pedalar, em algum momento você terá que carregar sua bike ou andar por alguns metros ou quilômetros. Por esse motivo, um bom par de calçados é essencial, especialmente com solas emborrachadas para ter uma melhor aderência.

2. Uma boa jaqueta

Esteja preparado para o pior clima possível, assim você não será pego de surpresa em qualquer tipo de clima. Quando o clima estiver chuvoso ou frio, uma boa jaqueta é importante para mantê-lo protegido e seco por mais tempo.

3. Para-lama dianteiro

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

A utilização do para-lama dianteiro é essencial, principalmente quando encarramos trilhas e terrenos de terra, que ao menor sinal de chuva, podem virar um verdadeiro lamaçal.
A roda dianteira geralmente costumam espalhar muitos detritos e o para-lama servirá para que esses detritos não sejam jogados contra a sua visão.

4. Filtros para água

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

O ideal é sempre ter uma mochila de hidratação com compartimento para levar alguns litros de água, porém dependendo da sua aventura, distância percorrida e localidade, podemos não ter uma fonte de água filtrada por perto. Levar um filtro portátil é ter a possibilidade de filtrar uma água de origem duvidosa é essencial para assegurar sua saúde e segurança.

5. Bolsa impermeável

Item importante para proteger seus itens de valor. Evite que documentos, dinheiro, telefone e outros itens sejam molhados por uma chuva ou queda em alguma poça.

6. Talco

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

Dependendo do seu roteiro, não será fácil encontrar lugares para tomar um banho. Por isso ter um talco especial para passar nas regiões de contato e muito atrito, para manter seco, é fundamental para prevenir infecções.

7. Altímetro/GPS

Gravar a sua rota é essencial para não ficar perdido caso esteja em áreas remotas. Um altímetro e um GPS te permitem saber o que vem pela frente e ajudarão a gerenciar o percurso nos dias que ainda faltam para terminar a viagem.

8. Caneca e garfo

Itens básicos para se alimentar de maneira higiênica também são importantes. No mínimo tenha uma caneca e um garfo para as refeições.

9. Toalha

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

Uma toalha seca é ideal para as viagens que passam por rios, cachoeiras e praias. Assim poderá aproveitar os locais em que passamos, mergulhar em lugares paradisíacos e continuar a viagem seco e confortável.

10. Peças de qualidade

Esteja com a bicicleta sempre em dia para evitar surpresas desagradáveis. Peças e componentes de qualidade e duráveis vão te proporcionar muitos quilômetros de aventuras.
Leve peças extras, como cabos de câmbio, dentes da corrente, pastilhas de freio, raios e uma gancheira do câmbio, assim conseguirá fazer as manutenções necessárias caso encontre algum imprevisto no caminho.

Matéria originalmente publicada em Red Bull