Arquivo da tag: bike

Qual tamanho de quadro ideal?

Uma das perguntas mais feitas pelos iniciantes no ciclismo é “Qual tamanho de quadro devo usar?

Assim como roupas e calçados, os quadros das bicicletas tem tamanhos diferentes que variam de acordo com a altura do ciclista. Como cada pessoa tem características físicas únicas, os ajustes relacionados ao tamanho do tronco e membros, como a altura do selim e guidão, devem ser ajustadas em um Bike Fit (que é uma avaliação específica de posição ideal do ciclista na bicicleta), mas para o quadro existem algumas medidas universais.

Nesse artigo vamos tratar das medidas dos quadros para Mountain Bike e Road pois elas são consideradas pelo seat tube (tubo do selim) e podem sem em polegadas (para mountain bike) e em centímetros (para as road bike).

As BMX tem suas medidas pelo top tube (tubo superior do quadro) e uma série de micro ajustes diferentes no head tube e seat tube. Cada variação pode trazer mais ou menos agilidade, estabilidade, entre outros, o que muda de acordo com a modalidade do BMX e o estilo de cada ciclista. Iremos tratar desse assunto em um outro post mais detalhado.

Os quadros das Mountain Bikes são medidos em polegadas. O valor é a distância do eixo do movimento central ao final do seat tube onde é inserido o canote.

Podem ser:
– 15”
– 16”
– 17”
– 18”
– 19”
– 21”

Alguns fabricantes podem fazer variações desses tamanhos, como por exemplo os quadros 15,5”.

Já os quadros para as bicicletas de ciclismo de estrada (speed/road bike) os tamanhos são descritos em centímetros e partem de 45cm até cerca de 65cm.

Além dessas formas de medidas, alguns fabricantes adotam a medida universal de tamanho, tanto para as mountain bikes, quanto para as road bikes.
S (small): para os quadros de tamanho 15 à 16”;
M (médium): para os quadros de tamanho 17 à 18”;
L (large): para os quadros de tamanho 19”;
XL (extra large): para os quadros de tamanho 21”.

Mas como saber qual é o ideal?

Existem duas formas para encontrar o tamanho ideal do quadro.
A primeira é a medida do cavalo, que é a distância dos pés até o meio das pernas do ciclista, conforme imagem abaixo:

Essa forma não é muito utilizada, pois dificilmente trará um resultado 100% absoluto. Como ela produz um resultado aproximado e podem ter inúmeros fatores influenciando a medição, acabou não sendo muito utilizada.

A forma mais utilizada atualmente é a altura do ciclista e existe uma tabela universal de quadros com os tamanhos indicados para cada faixa de altura.
Essas medidas atenderão a maioria dos ciclistas sem grandes adaptações, porém pessoas com características físicas diferentes (braços ou pernas muito longos, tronco grande e pernas curtas, etc) devem procurar um Bike Fit para encontrar o tamanho ideal que mais vai se adequar ao seu corpo.

Abaixo estão as medidas universais dos quadros (MTB e Road) para homens e mulheres

Precisando de peças e acessórios para bike você encontra aqui na Azupa

Dicas para ir pedalando ao trabalho

Andar de bicicleta traz inúmeros benefícios para o nosso corpo e nossa mente, além de ser um meio de transporte que não polui e quanto mais pessoas de bicicleta, menos carros e mais limpo o ar da sua cidade fica.
Além disso, a bicicleta ajuda a solucionar o trânsito pois diminui a quantidade de veículos nas ruas: um ciclista indo trabalhar de bicicleta é um carro a menos da rua!
Acredite, você melhora a sua cidade ao usar a bicicleta.

Confira os Mitos e Verdades sobre usar a bike no dia a dia

Ao sair para pedalar na cidade, seja indo ao trabalho ou um passeio de lazer, é preciso seguir as regras do Código de Trânsito Brasileiro, respeitar os outros elementos que compõem o trânsito (pedestres, motoristas, motociclistas, entre outros) e utilizar os equipamentos de segurança para que o seu trajeto seja tranquilo e sem surpresas.

Aqui estão outros fatores que você deve levar em conta ao ir pedalando para o trabalho:

– Verificar como estão as condições de uso da bicicleta. Faça uma checagem completa nos pneus, verificando a calibragem e o desgaste deles, a regulagem do freio deve estar em dia e as roda devem estar fixadas corretamente.

– Após essa primeira verificação, verifique se a altura e a posição do selim estão corretas.

– Não se esqueça de utilizar os equipamentos de seguranças: capacete, luvas, óculos etc.

– Tendo a possibilidade de se trocar no trabalho ou academia, opte por roupas esportivas para pedalar.

– Use roupas com cores chamativas, mais visíveis para os motoristas, e escolha uma bermuda com acolchoamento para ter maior conforto.    

– Ao pedalar à noite, itens de iluminação são essenciais para manter a segurança do pedal. Faróis e piscas são itens indispensáveis para qualquer pedal noturno.

– Leve com você um kit básico de manutenção. Kit de remendo e ferramentas compatíveis com a sua bicicleta devem sempre estar com você. Câmara de ar reserva e bomba de ar portátil também são ótimas opções para qualquer eventualidade.

E como você se prepara para ir pedalando ao trabalho?
Conta pra gente!
Tudo para a sua #vidacombike está aqui!

Copa do Mundo UCI MTB – Calendário 2019

Rachel_Atherton © BARTEK WOLINSKI – RED BULL CONTENT POOL

O ano de 2019 já está sendo incrível para o ciclismo e um evento que você não pode perder é a Copa do Mundo UCI de MTB.
Esse ano a competição está passando por 10 países em 3 continentes. Já tivemos 6 etapas e ainda restam mais 4 e a etapa do Campeonato Mundial UCI MTB em Mont-Sainte-Anne, no Canadá
Cada etapa é dividida nas modalidade de Downhill e Cross-country (XCO/XCC), podendo ter provas apenas de DH ou XC.

Após a etapa de Vallnord em Andorra, o ranking geral está com a seguinte classificação:

Cross-country Men Elite

1º – Gerhard KERSCHBAUMER: 1829 pontos
2º – Nino SCHURTER: 1802 pontos
2º – Henrique Avancini: 1597 pontos

Downhill Men Elite

1º – Loic BRUNI: 1535 pontos
2º – Danny HART: 1408 pontos
2º – Troy BROSNAN: 1368 pontos

Cross-country Women Elite

1º – Kate COURTNEY: 1866 pontos
2º – Jolanda NEFF: 1842 pontos
2º – Githa MICHIELS: 1513 pontos

Downhill Women Elite

1º – Tracey HANNAH: 1795 pontos
2º – Rachel ATHERTON: 1765 pontos
2º – Marine CABIROU: 1260 pontos

Henrique Avancini © BARTEK WOLINSKI – RED BULL CONTENT POOL

Calendário 2019

  • Abril 27–28: (DH) Maribor, Eslovênia
  • Maio 18– 19: (XCO/XCC) Albstadt, Alemanha
  • Maio 25–26: (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
  • Junho 1–2: (DH) Fort William, Escócia
  • Junho 8–9: (DH) Leogang, Áustria
  • Julho 6–7: (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
  • Julho 13–14: (XCO/XCC/DH) Les Gets, França
  • Agosto 3–4: (XCO/XCC/DH) Val di Sole, Itália
  • Agosto 10–11: (XCO/XCC/DH) Lenzerheide, Suíça
  • Agosto 31 – Setembro 1: Campeonato Mundial de MTB – Mont-Sainte-Anne, Canadá
  • Setembro 7–8: (XCO/XCC/DH) Snowshoe, Estados Unidos

Matéria originalmente publicada em  Red Bull

5 Dicas para Iniciantes na Bike

Está pensando em começar a pedalar?
Confira essas dicas que vão te ajudar a aproveitar todas as vantagens que o ciclismo oferece e garantir uma boa experiência de bike.

1. Escolha uma Bike para Iniciantes

O primeiro passo para começar a pedalar é a Bicicleta.
Não é necessário já começar com uma bike de ultima geração. A escolha certa depende do tipo de pedal que você pretende praticar.

Vai passear somente pela cidade, nos parques e ciclovias?
Um modelo mais simples já será um bom começo.
Pretende ir para trilhas técnicas e competições?

Então um modelo mais robusto deverá ser escolhido e será necessário ter mais atenção ao tipo de freio, suspensão, quadro, etc.
É extremamente importante que a bicicleta seja adequada ao seu corpo. Até uma bike para iniciantes tem diferentes tamanhos de quadro e roda, regulagem de selim e guidão, onde tudo isso influencia na hora de pedalar.
Por isso é importante que se realize um bike fit, onde um profissional qualificado irá ajustar a bicicleta especificamente para o seu biotipo.

2. Roupas e Equipamentos Adequados

O capacete é o primeiro equipamento que devemos pensar para começarmos a andar de bicicleta, procure por um com boa ventilação, fácil travamento e de qualidade.
Pense também em um óculos que filtre o excesso de luminosidade e tenha uma boa proteção para os seus olhos contra o vento, poeira, etc.

As luvas também devem ser adquiridos pois além do conforto, elas darão maior firmeza à pilotagem e protegerão em caso de quedas.

As roupas de ciclismo são importantes para melhorar o desempenho, onde seus tecidos e acolchoamentos garantem conforto e evitam assaduras no caso das bermudas, e as camisetas possuem tecidos que privilegiam a ventilação e melhor sensação térmica.

3. Saiba fazer a manutenção de emergência

Não é necessário que você se torne um especialista em mecânica para começar a pedalar. Porém, saber realizar algumas tarefas básicas como trocar um pneu, substituir a câmara, arrumar a corrente, entre outros.

Claro que não se faz necessário que você saiba isso para pedalar, mas saber fazer esses pequenos ajustes já irá lhe preparar para os imprevistos que podem acontecer no meio do pedal.

4. Pedale em locais conhecidos

Seja para pedalar sozinho ou com outros iniciantes, sempre faça trajetos que você conheça que tenha ciclovias ou ciclofaixas, evitando com que você se perca.
Com o tempo e a prática, você terá mais confiança para explorar novos percursos e ambientes.

5. Respeite seus limites

Nunca exagere nos passeios.
Pedalar é um exercício e por isso é necessário que você conheça os seus limites para que não tenha imprevistos e não aguente voltar pedalando para casa.
Pedaladas fortes e de muitos quilômetros não são adequadas para ciclistas iniciantes, isso só é possível só com treino e experiência.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

Agora chegou a hora de pegar a bike e partir para a trilha, estrada ou pedalada de lazer.

O ciclismo tem inúmeros benefícios e com certeza você aproveitará todos eles.

Vai partir para o pedal?
Conta pra gente como foi!
 
Tudo para a sua #vidacombike está aqui!

Principais Competições de MTB no Brasil

Quer acompanhar ou até mesmo participar das principais provas de MTB?

Vamos falar um pouco de algumas delas para que você se prepare para encarar esse desafio!
Algumas são abertas a qualquer tipo de atleta (amador ou profissional), enquanto outras são só disputadas por atletas de elite. Sempre procure se informar quais são para o seu perfil e já se prepare para a largada!

1 – BRASIL RIDE

Foto: brasilride.com.br

Ultramaratona de Mountain Bike, foi eleita nos últimos anos como a melhor prova de MTB do Brasil.
Essa competição acontece anualmente na Bahia e a edição 2019 será realizada entre os dias 20 a 26 de outubro.
O percurso da prova tem uma distância de 600 km e altimetria de 13 mil metros. Em cada dia de prova são percorridos entre 80 a 100 km.
A largada é feita na região litorânea, mais conhecida como Costa do Descobrimento, local onde os primeiros portugueses aportaram no Brasil, em 1500. Seguem  em direção ao interior percorrendo as montanhas que dividem os estados da Bahia e Minas Gerais, e voltam ao litoral para receberem a desejada bandeirada de chegada.
Disputada sempre em equipes (duplas), a Brasil Ride tem as categorias:
– FEMININO
– MISTA
– OPEN
– MASTER (nenhum atleta com menos de 40 anos na categoria Master)
– GRANDMASTER (nenhum atleta com menos de 50 anos)
– NELORE (acima de 90kg)
– CORPORATIVA (3 integrantes com no mínimo 35 anos e a soma das idades igual ou superior a 115 anos)
– IRON RIDER (destinado aos atletas competidores de triathlon de longas distâncias – 3,8 km natação, 180 km de ciclismo e 42,1 km de corrida).

O limite de inscritos é de 500 competidores.

A edição de 2018 teve como vencedores a dupla Brasil/Alemanha da equipe Cannondale Factory Racing XC com Henrique Avancini e Manuel Fumic.

O Brasil Ride também outras edições de outras modalidades acontecendo o ano todo:

  •  Festival Brasil Ride ou Warm-Up  – com ciclismo de estrada, MTB e Trail Run.
  • Grave Race – Caracterizada pela mistura dos terrenos road/off-road).
  • 24 Horas – formato de competição da prova de 24H consiste basicamente em dar o maior número de voltas dentro de 24 horas, onde as equipes traçam suas próprias estratégias. Equipes em dupla, quarteto e sexteto revezam-se volta a volta enquanto os atletas da categoria Solo desafiam seus limites sem revezamento.
  • 24 Horas SOLO – Campeonato Mundial de MTB 24 Horas Solo 2019 onde objetivo é completar o maior número de voltas possíveis dentro do período de 24 horas.
  • Road Brasil Ride – Está entre as 10 melhores provas de estrada da América do Sul onde ciclistas poderão escolher entre duas distâncias: 70K e 100K.

2 – COPA INTERNACIONAL DE MOUNTAIN BIKE

Foto: cimtb.com.br

Uma das mais prestigiadas provas de MTB do Brasil, a Copa Internacional de MTB (CIMTB) acontece há 24 anos e já passou por diversos estados brasileiros, desde Minas Gerais, São Paulo, Bahia e outros.
É uma competição realizada em etapas e em 2019 passará por Minas Gerais e Rio de Janeiro e vale pontos para o ranking da União Ciclística Internacional (UCI).

Etapas CIMTB 2019
1ª etapa: Petrópolis, 9 e 10 de março
SuperElite: XCO e XCC
Demais categorias CIMTB Michelin e Copa Sense Bike: XCO

A primeira etapa conta com Cross Country Olímpico (XCO) Classe 1 e Short Track (XCC) Classe 3 com 70 pontos para o campeão no ranking da UCI. O evento também tem o XCO para categorias da CIMTB e Copa Sense Bike de Amadores.

2ª etapa: Araxá, 25 e 28 de abril
SuperElite: XCM, XCT, XCC e XCO
Demais categorias CIMTB Michelin e Copa Sense Bike: XCO

Essa etapa será uma das três provas do mundo classificada como SHC, na qual o atleta campeão soma 160 pontos no ranking da UCI.
O evento acontece durante quatro dias para a Super Elite, começando com uma Maratona (XCM) no primeiro dia, seguida do Time Trail (XCT) no segundo dia, o Short Track (XCC) para o terceiro e encerrando a competição, o Cross Country Olímpico (XCO). A decisão será a partir da somatória de tempos das quatro provas.

3ª etapa: Ouro Preto, 29 e 30 de junho
SuperElite: XCC, XCO
Demais categorias CIMTB Michelin e Copa Sense Bike: XCO

A competição oferece para a Elite o XCC e o XCO com 70 pontos para o campeão no ranking mundial.
Para as categorias da CIMTB e Copa Sense Bike de Amadores as provas de XCO acontecerão no sábado e no domingo.

4ª etapa: Congonhas, 17 e 18 de agosto
SuperElite: XCM e Desafio da Ladeira
CIMTB Michelin de Sub30 a Sub60, Dupla Pró e Ultra: XCM (62 km)
Demais categorias CIMTB Michelin e Copa Sense Bike e Duplas: XCP (42 km)

Nesse evento traz o tradicional Desafio Internacional de Maratona para a Super Elite e também para as categorias da CIMTB e Copa Sense Bike de Amadores.
O evento soma pontos para o ranking da UCI Marathon Series.

3 – TAÇA BRASIL DE CROSS COUNTRY

A Taça Brasil de Cross Country É uma das maiores competições de mountain bike do país, sendo constituída de diversas etapas.

Em cada etapa as premiações vão desde 250 reais para o 1º colocado até 80 reais para o 5º para a categoria masculina. Já para a feminina são premiadas até a 3ª colocação, com os valores de 200, 150 e 100 reais, respectivamente.

4 – SUBA 100 MILHAS

Foto: suba100.com.br

O Suba 100 Milhas é um challenge de MTB realizado na Bahia, com um percurso diferenciado. São os INSELBERGS, formações rochosas encontradas na região de Santa Teresinha , as ilhas terrestres como são chamados.
Os atletas percorrerão 100 MILHAS de distância, passando por trilhas e cidades históricas, e a subida da SERRA DA JIBÓIA, reserva natural de Mata Atlântica.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

Está planejando participar dessas competições?
Conta pra gente qual você irá encarar esse ano!

E precisando de pneus e acessórios para a sua bike, você encontra aqui na Azupa!
Tudo para a sua #vidacombike está aqui!

5 equipamentos indispensáveis na hora de pedalar

Para pedalar, seja em grupo ou sozinho, o que não pode faltar são os equipamentos de segurança.
A primeira coisa que vem à mente quando falamos de segurança no pedal é o capacete, porém muitos outros acessórios são importantes para garantir uma maior segurança e, em muitos casos, aumentar o desempenho dos ciclistas profissionais e amadores.

Fizemos uma lista com 5 itens importantes para você pedalar com segurança e comodidade.

CAPACETE

Um item extremamente fundamental que, não importa se é para competição, passeio ou locomoção de trabalho, o capacete é obrigatório para a segurança do ciclista.
Proteger a cabeça contra impactos causados por quedas e acidentes é o mínimo que podemos fazer para pedalarmos com tranquilidade.

A escolha do modelo ideal depende de alguns fatores, que explicamos melhor nesse artigo.

Você consegue encontrar diversos modelos diferentes de capacetes, mas os principais tipos são:

Capacete aberto (concha) – Bem ventilado e aerodinâmico.
Utilizado pela maioria dos ciclistas, os modelos com viseira são mais usados por praticantes de mountain bike, enquanto os sem viseira, pelos praticantes de ciclismo de estrada.

Capacete urbano (Coquinho) – Indicado para uso urbano e para modalidades que possuem o risco de queda vertical como o BMX

Capacete fechado – Para modalidade extremas como o Downhill e algumas categorias do BMX.
Protege toda a cabeça e a região do queixo.

Capacete de pista – Específicos para as modalidades de pista e velódromo. Desenvolvidos para serem resistente e extremamente aerodinâmicos.

ÓCULOS

Muita gente não dá a devida atenção aos óculos mas são muito importantes na proteção de todo ciclista.
Nas trilhas eles protegem a visão do ciclista contra cascalhos soltos e detritos das trilhas. Já no asfalto, eles evitam as irritações causadas pela fuligem e poeira das pistas e estradas.

Existem modelos que são muito escuros para serem usados durante dias com sol intenso. Esse tipo específico de óculos devem ser evitados em pistas com muita sombra ou vegetação mais fechada.

LUVAS

Um dos exemplos que protegem e ajudam no desempenho ao mesmo tempo. Além de trazerem um conforto maior, as luvas protegem as mãos de cascalhos, impactos e atritos com o punho da bicicleta. Elas também vão proporcionar mais segurança nas manobras e curvas técnicas das trilhas.

SAPATILHAS

Tão confortáveis quanto os tênis esportivos, as sapatilhas aderem o seu solado ao pedal da bicicleta, aumentando a força e o rendimento das pedaladas, além de evitar as “escapadas” do pé ao pedalar que podem levar a quedas.

Mas lembre-se que é necessário experiência e técnica para utilizar com segurança as sapatilhas. Damos 5 dicas para os iniciantes aqui nesse artigo.


MOCHILA DE HIDRATAÇÃO

Não é um item de proteção, mas as mochilas de hidratação vão proporcionar um tempo maior em trilhas ou passeios mais longos.
Além de manter o organismo hidratado e saudável durante a prática do exercício, esse tipo de mochilas também possuem compartimentos em que é possível levar alimentos em pequenas porções e ferramentas para a manutenção da bike.

Você utiliza esses equipamentos?
Conta pra gente a sua experiência.

E precisando de pneus e acessórios para a sua bike, você encontra aqui na Azupa!
Tudo para a sua #vidacombike está aqui!

Carapicuíba, onde nasceu o Dirt Jump no Brasil

Onde tudo começou!

Quando perguntamos sobre Dirt Jump no Brasil, a primeira coisa que vem à cabeça é a cidade de Carapicuíba na Grande São Paulo.
Há mais de 20 anos, grandes nomes do BMX passam por lá.

foto: Divulgação

Foi nos anos 90 que surgiram as primeiras rampas no local e em pouco tempo, a cidade se tornou um ponto de encontro do Dirt brasileiro.

Construído em um terreno da COHAB 2, as famosas rampas da “Caracas Trails” já receberam atletas e eventos internacionais com o Super BMX em agosto de 2018.

foto: Divulgação

O intercâmbio de informações com atletas estrangeiros e a colaboração dos atletas locais são a essência para a evolução e conservação do Dirt Jump brasileiro. Gerações de pilotos se unem para manter a pista Caracas Trails viva.

Leandro Overall se mudou para a cidade para poder andar em Caracas. Ele é um dos principais atletas da modalidade e já foi campeão mundial no BMX Dirt, na Alemanha em 2014.

“Eu amo Carapicuíba. Esse lugar tem sido muito importante para minha evolução como piloto profissional. Já passei horas no trem para ir e voltar para casa. Valia muito à pena. Hoje eu moro em Carapicuíba e estou ajudando a cuidar do local e andando com mais frequência,” explica Overall.

Hoje uma nova geração está se formando em Carapicuíba. Pilotos como o Gustavo “Bala Loka”, começaram em Caracas e já estão com notoriedade nacional. “Bala Loka” é o atual campeão juvenil brasileiro de BMX Freestyle Park, modalidade essa que estará nos jogos olímpicos de Tóquio em 2020.

Overall acredita que a cidade é uma potência do BMX: “Nós temos uma pista de Dirt aqui, que é uma das melhores da América Latina para treinar e tem o mesmo nível de lá de fora [do país]”.

foto: Divulgação – xgames – Leandro Overall

Leandro Overall e o secretário de Esporte de Carapicuíba, Venilton Cesar Montini, revelaram que tem a intenção de abrir uma escolinha de BMX na Caracas Trails.
“A gente tem que manter esse legado em Carapicuíba. Eu estou com mais de 30 anos, o Bala Loka ainda tem muito chão para queimar, mas se vierem mais crianças, vai ser melhor ainda”, afirma Overall. “Nós temos dois atletas de ponta na cidade e precisamos fazer com que eles se tornem exemplo para as crianças”, ressaltou o secretário.

Precisando de pneus e acessórios para a sua BMX?
Você vai encontrar aqui na Azupa!
Tudo para a sua #vidacombike está aqui!

Catarinenses dominam a Descida das Escadas de Santos 2019

Foto de Divulgação

Uma das provas de Downhill Urbano mais conhecidas da América Latina aconteceu no morro do Pacheco, em Santos, entre os dias 15 a 17 de fevereiro de 2019!
Os atletas catarinenses dominaram a competição em um final de semana de muita chuva e quedas.

Foto: Maria Clara Ciasca | Globo Esporte

E edição de 2019 da Descida das Escadas de Santos teve um novo rei, Junior Felix, catarinense de 23 anos, foi o campeão da prova apenas três milésimos de segundo na frente do segundo colocado, o também catarinense Lucas Borba.
O tempo de Junior foi de 57seg965, contra 57seg968 do Lucas, que há três anos mantém o segundo lugar na competição. O terceiro lugar foi para Bruno Silva com 59seg532.

O campeão de 2018, Gabriel Giovannini sofreu uma queda na descida da semifinal e não conseguiu disputar o bicampeonato da competição.


Foto de Divulgação

Bicampeã no Feminino

No feminino, Bruna Ulrich é a bicampeã da competição.
A atleta catarinense, de 28 anos, estava lesionada após ter sofrido uma lesão no tornozelo antes de vir a Santos e mesmo assim foi para a descida e se levou o título para casa.

Campeões da Descida das Escadas de Santos

Masculino
2003 – Markolf Bertchold (BRA)
2004 – Cedric Gracia (FRA)
2005 – Leandro Campovilla (BRA)
2006 – Djone Fornari (BRA)
2007 – Cedric Gracia (BRA)
2008 – Wallace Miranda (BRA)
2009 – Wallace Miranda (BRA)
2010 – Filip Polc (ESL)
2011 – Mario Jarrin (EQU)
2012 – Filip Polc (ESL)
2013 – Filip Polc (ESL)
2014 – Filip Polc (ESL)
2015 – Filip Polc (ESL)
2016 – Filip Polc (ESL)
2017 – Javier Guijarro (ESP)
2018 – Gabriel Giovannini (BRA)
2019 – Junior Felix (BRA)

Feminino
2004 – Diana Margraff (EQU)
2005 – Patricia Loureiro (BRA)
2006 – Anne Caroline Chausson (FRA)
2007 – Melissa Buhl (EUA)
2008 – Luana Oliveira (BRA)
2009 – Patricia Loureiro (BRA)
2010 – Luana Oliveira (BRA)
2011 – Luana Oliveira (BRA)
2012 – Luana Oliveira (BRA)
2014 – Patricia Loureiro (BRA)
2015 – Patricia Loureiro (BRA)
2016 – Barbara Jechow (BRA)
2017 – Barbara Jechow (BRA)
2018 – Bruna Ulrich (BRA)
2019 – Bruna Ulrich (BRA)

Você acompanhou a Descida das Escadas de Santos?
Conta para gente o que achou da competição


Precisando equipar a sua bike?
Conte com a Azupa!
Tudo o que você precisa para a sua bike está aqui!

COMO ESCOLHER O MELHOR ARO

A escolha do par de aros certo vai fazer a diferença para você ter o melhor desempenho na bike.

Os aros são feitos de diferentes tipos de materiais e eles influenciam no desempenho do pedal!

Os principais materiais são o aço, o alumínio e a fibra de carbono.

AÇO

Durante muitas décadas esse foi o material dominante nos aros e ainda é encontrado em bikes de estrada.

Feito com aço de carbono, esse tipo de aro é o mais pesado que os demais e utilizado na maioria das bikes aro 26 de baixo custo.

Esse tipo de aro tem formato quadrado, próprios para freios v-brake onde as sapatas devem pegar nas laterais do aro.

Indicado para uso urbano, também pode encarar trilhas leves de terra batida. É um aro de baixo custo mas também é o mais frágil em relação aos outros modelos. Também possuem potencial

ALUMÍNIO

O aro de alumínio é feito para ter leveza e muita resistência para aquelas trilhas que exigem mais da bike ou para um pedal urbano com mais dificuldades.

Esse tipo de aro pode ter alguns formatos:

Aero: A base é larga e o perfil fino, obtendo excelente ganho de aerodinâmica para ter mais velocidade.  São voltados para os freios v-brake, cantilever e são usados nas road bikes, algumas BMX e bike trial.

Arredondada: São os modelos sem pista de freio, específicos para freios a disco.

É indicado para a maioria das modalidades, como passeios longos, trilhas leves, moderadas e pesadas, cicloviagens, entre outras.
Seu material é muito resistente à corrosão e tem custo baixo, sem perder rendimento.

FIBRA DE CARBONO

Top de linha quando falamos de aros, os modelos em fibra de carbono são mais resistentes que os de alumínio e extremamente leve, por esse motivo possuem custo muito elevado.

O material pode ser manipulado de diferentes formas na fabricação e por esse motivo os aros em fibra de carbono podem ser Aero, Arredondado, Achatado e também Totalmente Fechado (com o cubo já instalado e sem raios).

É indicado para trilhas moderadas e de alto nível, em competições MTB, treinos e provas road bikes.

AROS E PNEUS

Os aros também podem ser desenvolvidos para determinados tipos de pneus. Vamos falar um pouco dos tipos de pneus e seus respectivos aros:

Pneus com Câmara (Clincher)

É o tipo de pneu mais utilizado e mais conhecido por todos os ciclistas. O aro desse pneu tem bordas retas, na sua parte interna, que fixam o pneu quando a câmera está cheia.

Pneus sem Câmara (Tubeless)

Os pneus tubeless são os utilizados com selante e o seu arame, existente na banda para fixação do pneu ao aro, é substituído por um fio grosso de kevlar, o que torna o pneu “dobrável” e mais leve, pois o fio de aramida (kevlar) é mais leve que o de metal.

Os aros tubeless têm bordas internas que travam o pneu no aro quando está cheio de ar e selante.

Importante: O selante deve ser utilizado para vedar e proteger o pneu contra furos.

Também existem os aros tubeless ready, que podem ser utilizado com ou sem câmara.

Tubular

Opção para as bike de road, triatlo e pista (velódromo). São aros específicos para os pneus tubulares, que são fechados e colados nos aros.
É um aro desenvolvido para as provas de velocidade e normalmente é fabricado como roda pronta, aonde o aro já vem com o cubo e raios.

TAMANHOS

ARO 26″

Ainda um dos mais utilizados no mundo, o aro 26 tem muita agilidade e peso reduzido, além de muita eficiência em diferentes tipos de terreno.
É um dos aros mais resistentes por ter diâmetro compacto e o que deixa a bike com maior controle, pois é usado em bicicletas com curta distância entre eixos.

Mas ele também tem algumas desvantagens, como menor área de contato com o piso, o que interfere na tração e estabilidade da bike. Também será necessário fazer mais “força” nas ultrapassagens de obstáculos, pois o ângulo de ataque de uma bike 26” é grande, ou seja, o espaço entre a roda e o obstáculo é maior.

Esse aro é utilizado nas modalidades MTB Cross Country (XC), Enduro|All Mountain, Downhill, Dirt Jump, Urbano e Fatbike.

ARO 27.5″

Esse aro vem conquistando cada vez mais espaço, pois se aproxima das características de uma bike 29”, sem perder algumas das 26”.

Já por ser maior que o 26”, o aro 27.5” tem maior contato com o solo, trazendo mais tração e estabilidade, ideais para curvas e alta velocidade em terra. Mantém a velocidade com mais facilidade do que uma 26”, mas não deixa de ser uma bike bem ágil para trilhas.

Esse aro já é bastante utilizado para MTB Cross Country (XC)/Trail, Enduro|All Mountain, Downhill, e alguns modelos Urbanos.

ARO 29″

Uma bike 29” é ‘lenta’ nas arrancadas, mas assim que que pega o embalo, tem desempenho excelente, mantenho alta velocidade constante sem pedaladas de força e com ótima tração em subidas difíceis.
Por conta do grande diâmetro, tem maior área de contato com o piso, gerando maior estabilidade, aderência e ângulo de ataque pequeno frente aos obstáculos.  As 29” passam ‘fácil’ em obstáculos que trariam sofrimento para uma 26”.

O ponto fraco das 29” são as trilhas extremamente técnicas e que necessitam de muita agilidade nas curvas fechadas. Como a distância entre eixos é maior, pode ser difícil de manobrar a bike nessas condições.
Outro ponto a ser verificado é que, assim como o aro é maior, o restante da bicicleta também será maior.
Então o ideal é olhas as medidas das bikes e ver qual dos aros se encaixa melhora para você, pois apenas por ser maior, não justifica uma pessoa que usa tamanho L (19”) numa aro 26, compre uma aro 29 tamanho M(17”).

ARO 700c

As famosas bikes de estradas, utilizam o aro 700c, que é igual ao aro 29”, porém com a largura interna mais estreita pois os pneus são muito mais finos.

Sempre rodando na mesma de sempre, as bikes de estrada usam há décadas o aro

A característica desse aro é o pouco peso, pois são desenvolvidos para ganhar velocidade. Aros de bike de perfil para estrada são servem para treinos no asfalto pela agilidade e leveza, com exceção das Ciclocross, que são feitas para encarar lama e pedras com pneus mais largos e com cravos.

Esse aro é bastante utilizado nas Road Bikes, Triatlo, Ciclocross, Urbanas e Híbridas.

Existem outros aros de bike como os 20” e 24”, porém são mais restritos à modalidades específicas como o Bike Trial e o BMX.

Não há um aro melhor do que o outro, e sim, o aro mais adequado para cada situação. O melhor aro vai depender do tipo de pedalada e uso que você busca.

E você?
Qual é o seu aro preferido?
Já usou outro aro diferente do atual?
Conta pra gente o que achou!

Precisando equipar a sua bike?
Conte com a Azupa!
Tudo o que você precisa para a sua bike está aqui!

Copa América de Downhill 4X – 2019

Entre os dias 18 a 20 de janeiro aconteceu a 11ª edição da Copa América de Downhill 4X. Criado em 2002 e disputado até 2006, o evento retornou em 2014 em São Roque (SP).
Com um percurso técnico, rápido e repleto de desafios, o trajeto montado no Ski Mountain Park sofreu mudanças em relação à última edição.
Com novas rampas, ponte e um túnel, o percurso segue com 600 metros de descidas, com 13 obstáculos e oito curvas.
A competição é realizada em baterias de quatro participantes, onde os dois primeiros se classificam para as fases seguintes.

Foto: Sérgio Shibuya/MBraga Comunicação

Cerca de 120 pilotos, sendo 90 no masculino e  30 no feminino, participaram das duas tomadas de tempo individuais no sábado (19).
Após a tomada de tempo, entre os homens, 32 pilotos se classificaram para as finais, mais quatro atletas suplentes (sendo que oito estavam pré-classificados para a decisão). No feminino, as quatro melhores da Copa América de Downhill de 2018 estavam pré-classificadas e se juntaram as outras 14 atletas que se classificadas na tomada de tempo, além das quatro suplentes.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

Os brasileiros Gabriel Giovanini e Bruna Ulrich defendiam o título da Copa América. Outro destaque foi Renato Rezende, que disputou as Olimpíadas de Londres 2012 e Rio 2016 no BMX e disputou o campeonato como forma de treinamento a fim de melhorar sua forma visando a bons resultados.

Nas finais realizadas no domingo (20), Gabriel Giovannini teve um acirrado duelo com Renato Rezende, mas Giovannini levou a melhor na largada e manteve a liderança até cruzar a linha de chegada. Renato foi o segundo colocado, com Kaique Milani completando o pódio. O chileno Enrique Genova, campeão em 2015, foi o quarto colocado.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

– É muita emoção. É uma corrida que gosto muito, me dedico muito. É a realização de um sonho. Muita batalha para estar aqui. Só tenho a agradecer – disse Gabriel.

No feminino, Júlia Alves conquistou o seu quarto título da Copa América, recuperando o seu domínio na competição. Campeã em 2014, 2015 e 2016, a atleta abriu vantagem e terminou a prova com folga à frente da segunda colocada Mariana Lopes. O pódio foi completado por Laís Flecke.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

– Ano passado fiquei fora nas quartas e foi bem frustrante. Este ano vim com um pouco de receio, mas com muita vontade de estar aqui de novo. Vim de lesão, então segurei um pouco. Tenho que me cuidar também porque meu foco é o BMX – disse Júlia.

Campeões da Copa América

2002 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu ” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2005 – Sebastián Vasquez (CHI)
2006 – Doron Cattoni (BRA)
2014 – Lucas de Borba (BRA) e Júlia Alves (BRA)
2015 – Enrique Genova (CHI) e Júlia Alves (BRA)
2016 – Thiago Boaretto (BRA) e Júlia Alves (BRA)
2017 – Anderson de Souza Filho (BRA) e Thaynara Chaves (BRA)
2018 – Gabriel Giovannini (BRA) e Bruna Ulrich (BRA)
2019 – Gabriel Giovannini (BRA) e Júlia Alves (BRA)

E você? Acompanhou a Copa América Downhill?
Conta pra gente o que achou!

Precisando equipar a sua bike?
Conte com a Azupa!
Tudo o que você precisa para a sua bike está aqui!