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BMX Flatland

O BMX se popularizou nas décadas de 60 e 70 na Califórnia, onde as crianças imitavam seus ídolos do motocross com as suas bicicletas. Com o surgimento e crescimento desse novo esporte, ele se dividiu em duas modalidades, o BMX Racing e o BMX Freestyle.

O Racing são as competições do esporte focadas na parte das corridas, onde o competidor tem que fazer o percurso no menor tempo.

Já o Freestyle é o estilo livre, onde a performance do atleta é voltada para a realização de manobras. Essa modalidade é subdividida em outras cinco modalidades: Dirt Jump, Vert, Street, Park, e Flatland, sendo diferenciadas pelo local e a forma de como são executadas as manobras.

O que é o BMX Flatland

Flatland significa, em inglês, piso plano, pois remete ao tipo de localidade onde essa modalidade é praticada.
Sendo praticado em áreas planas e sem obstáculos, as manobras são um desafio de equilíbrio, criatividade e agilidade, onde os atletas buscam executar varias combinações e variações seguidamente sem interrupção do movimento entre uma manobra e outra.

Confira nosso post sobre as Modalidades do BMX

A Bicicleta usada no Flatland

A bicicleta utilizada no Flatland é a mais diferenciada entre as usadas nas outras modalidades do Freestyle, possuindo design específicos de quadro e sistema que permite que o guidão seja girado quantas vezes o piloto quiser sem o travamento dos cabos de freios.

O cubo traseiro também tem um mecanismo diferenciado para permitir o giro da roda de trás no sentido contrário sem causar a rotação simultânea do pedal, o que se faz muito necessário em alguns tipos de manobras.

Bicicletas diferentes para cada modalidade?

Escolher a bicicleta correta para a modalidade que mais se encaixa no seu tipo de perfil será essencial para que tenha um bom desempenho e evolua com facilidade no esporte.

O tipo de terreno e outras especificações também vão ser determinantes para a escolha da sua companheira de pedal.

Vamos falar um pouco sobre a bicicleta das principais modalidades:

Mountain Bike

Uma das modalidades mais conhecidas e praticadas no mundo todo, acontecendo em terrenos terra e com percursos que possuem vários obstáculos como buracos, subidas e descidas.

Os pneus desse tipo de bicicleta são mais largos, proporcionando mais estabilidade nos terrenos acidentados. Devido à largura, permitem maior aderência dando mais segurança e controle de tração.

As marchas das bicicletas de MTB, variam entre 18 e 27 (bikes para iniciantes) e de 11 a 30 (bikes profissionais).

O tipo de terreno onde são utilizadas, fazem com que os quadros das mountain bikes sejam mais reforçados para suportarem os impactos, sendo fabricados em alumínio ou fibra de carbono.

Road Bikes

Totalmente oposto às mountain bikes, as bicicletas de estrada são mais leves e possuem menos marchas.
São resistentes mas sem a necessidade de terem quadros reforçados, também sendo fabricados em alumínio e carbono, por serem materiais mais leves e auxiliam na velocidade da bicicleta.

BMX

Esse tipo de bicicleta tem a característica de ser mais baixa, com quadro mais comprido e guidão móvel para as manobras.

O BMX se divide em duas modalidades, o BMX Racing (corrida) e o BMX Freestyle (Manobras).

O Racing consiste em competições do esporte mais focado na parte de corrida, onde o competidor tem que fazer o percurso no menor tempo.
As baterias das provas são feitas em circuitos com rampas e curvas de alto nível de dificuldade.

O estilo livre, ou freestyle, é subdividido em outras cinco modalidades: Dirt Jump, Vert, Street, Park, e Flatland, sendo diferenciadas pelo local e a forma de como são executadas as manobras.
Assim como o MTB, cada modalidade do BMX requer pneus, peças e acessórios específicos para melhorar a performance.

Velódromo

São bicicletas com design mais arrojado e específico para o tipo de circuito em que são utilizadas. Para fins exclusivos de competição, as provas são realizadas em locais fechados e com pistas ovais.
Esse tipo de bicicleta não possui roda livre (pois não possui catraca), possuem apenas uma marcha e não possuem freios. Para parar, o atleta precisa deixar de pedalar para desacelerar.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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Carapicuíba, onde nasceu o Dirt Jump no Brasil

Onde tudo começou!

Quando perguntamos sobre Dirt Jump no Brasil, a primeira coisa que vem à cabeça é a cidade de Carapicuíba na Grande São Paulo.
Há mais de 20 anos, grandes nomes do BMX passam por lá.

foto: Divulgação

Foi nos anos 90 que surgiram as primeiras rampas no local e em pouco tempo, a cidade se tornou um ponto de encontro do Dirt brasileiro.

Construído em um terreno da COHAB 2, as famosas rampas da “Caracas Trails” já receberam atletas e eventos internacionais com o Super BMX em agosto de 2018.

foto: Divulgação

O intercâmbio de informações com atletas estrangeiros e a colaboração dos atletas locais são a essência para a evolução e conservação do Dirt Jump brasileiro. Gerações de pilotos se unem para manter a pista Caracas Trails viva.

Leandro Overall se mudou para a cidade para poder andar em Caracas. Ele é um dos principais atletas da modalidade e já foi campeão mundial no BMX Dirt, na Alemanha em 2014.

“Eu amo Carapicuíba. Esse lugar tem sido muito importante para minha evolução como piloto profissional. Já passei horas no trem para ir e voltar para casa. Valia muito à pena. Hoje eu moro em Carapicuíba e estou ajudando a cuidar do local e andando com mais frequência,” explica Overall.

Hoje uma nova geração está se formando em Carapicuíba. Pilotos como o Gustavo “Bala Loka”, começaram em Caracas e já estão com notoriedade nacional. “Bala Loka” é o atual campeão juvenil brasileiro de BMX Freestyle Park, modalidade essa que estará nos jogos olímpicos de Tóquio em 2020.

Overall acredita que a cidade é uma potência do BMX: “Nós temos uma pista de Dirt aqui, que é uma das melhores da América Latina para treinar e tem o mesmo nível de lá de fora [do país]”.

foto: Divulgação – xgames – Leandro Overall

Leandro Overall e o secretário de Esporte de Carapicuíba, Venilton Cesar Montini, revelaram que tem a intenção de abrir uma escolinha de BMX na Caracas Trails.
“A gente tem que manter esse legado em Carapicuíba. Eu estou com mais de 30 anos, o Bala Loka ainda tem muito chão para queimar, mas se vierem mais crianças, vai ser melhor ainda”, afirma Overall. “Nós temos dois atletas de ponta na cidade e precisamos fazer com que eles se tornem exemplo para as crianças”, ressaltou o secretário.

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BMX Dirt Jump

O Dirt Jump é uma das 5 modalidades do BMX Freestyle e é um dos estilos mais difíceis de praticar, mas também um dos mais bonitos de assistir, pois tem como sua característica principal, o radicalismo das manobras de alto risco.

Numa tradução livre, o “salto na terra” é praticado em rampas de terra, com alturas e distâncias variadas. As rampas podem ser únicas, double ou trails (sequência de rampas), quanto maior a inclinação da rampa, maior o voo e mais tempo entre um salto e outro para o ciclista.

A Origem

O Dirt Jump surgiu nos Estados Unidos, em meados da década de 1970. Os pilotos das provas de BMX Racing começaram a realizar manobras e saltos durante as provas para atrapalhar os demais competidores. Após as manobras serem proibidas nas competições, a modalidade Dirt Jump surgiu.

O objetivo dos praticantes do Dirt Jump é realizar as manobras da maneira mais perfeita possível. Nas competições, é considerada a altura alcançada pelo atleta, a dificuldade, o estilo, a criatividade e perfeição das manobras.
Devido ao alto risco das manobras, é essencial o uso de equipamentos de segurança na prática dessa modalidade.

A Bike para Dirt Jump

A modalidade é praticada com bicicletas BMX aro 20 ou MTB aro 26. Elas devem ser mais resistentes que as convencionais para aguentar o impacto das manobras.

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As modalidades do BMX

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O BMX, ou Bicycle Moto Cross, surgiu na década de 50, na Europa mas se popularizou na Califórnia, EUA, nas décadas de 60 e 70.
Nos anos 1960, as crianças imitavam seus ídolos do motocross com suas bicicletas, construíam pistas e faziam corridas informais. Assim nascia um novo esporte. Durante os anos 1970, esse novo esporte começou a crescer, surgiram equipes, campeonatos, revistas especializadas, marcas novas de peças e bicicletas BMX.

O BMX, que para alguns é um esporte e para outros um estilo de vida, é caracterizado pelas manobras e atualmente já está entre os maiores esportes de ação do mundo, sendo inclusive um dos que mais crescem em número de participantes.

Modalidades
O BMX se divide em duas modalidades, o BMX Racing (corrida) e o BMX Freestyle (Manobras).

BMX Racing

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O BMX Racing consiste em competições do esporte mais focado na parte de corrida, onde o competidor tem que fazer o percurso no menor tempo.
As baterias das provas são feitas em circuitos com rampas e curvas de alto nível de dificuldade.

BMX Freestyle

O estilo livre, ou freestyle, é subdividido em outras cinco modalidades: Dirt Jump, Vert, Street, Park, e Flatland, sendo diferenciadas pelo local e a forma de como são executadas as manobras.
Assim como o MTB, cada modalidade do BMX requer pneus, peças e acessórios específicos para melhorar a performance.

Dirt Jump


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A modalidade Dirt Jump é uma das mais bonitas de assistir e uma das mais difíceis de praticar. Numa tradução livre, o “salto na terra” é praticado em rampas de terra, com alturas e distâncias variadas. As rampas podem ser únicas, double ou trails (sequência de rampas).

Vert


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Vert ou Vertical é praticado em rampas com formato de “U”, chamadas Half-Pipe. Nessa modalidade as manobras são realizadas nas bordas da rampa ou nos aéreos (voos para fora da rampa) e os atletas buscam executar manobras de alto grau de dificuldade nos dois lados da rampa. É uma modalidade muito bonita visualmente para os espectadores.


Está começando no mundo radical do BMX? Preparamos algumas dicas para você curtir momentos inesquecíveis nas pistas

Street


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É praticado nas ruas e os obstáculos a serem superados são tudo o que possa ser encontrado, como escadas, corrimãos, paredes, bancos, monumentos, etc.
O importante é ter criatividade para combinar as manobras com os mais inusitados objetos e obstáculos.

Park

post_modalidade_bmx04É praticado em percursos fechados (skateparks ou bikeparks), onde os obstáculos da “rua” são trazido para as pistas fechadas.
Inicialmente, procuravam simular os obstáculos das ruas, mas atualmente já possui um desenho próprio, com rampas para aéreos e para saltos, bancadas, muros e paredes, escadas e corrimãos. Os obstáculos são pensados de modo a auxiliar a conclusão da manobra.


Flatland

post_modalidade_bmx06A criatividade, agilidade e técnica individual dos competidores são fundamentais nessa modalidade. O Flatland é praticado em áreas planas e sem obstáculos e as manobras são um desafio de equilíbrio, criatividade e agilidade, onde os atletas buscam executar varias combinações e variações seguidamente sem interrupção do movimento entre uma manobra e outra.
A bike utilizada no Flatland é a mais diferenciada entre as usadas nas outras modalidades do Freestyle, pois ela permite que o guidão seja girado quantas vezes o piloto quiser sem que o cabo freio seja afetado.

Já pratica o BMX?
Conta pra gente a sua experiência!

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Ensinar uma criança a pedalar!

Com alguns passos simples e muito encorajamento, a maiorias das crianças podem aprender a andar de bicicleta em menos de uma hora.

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Aqui estão algumas dicas para ensinar a criançada a pedalar!

Aprenda a parar antes de começar

A criança precisa se familiarizar com a bike e se sentir no controle da situação.
Por esse motivo é importante ela caminhar junto com a bike e praticando o acionamento dos freios. Eles precisam criar o hábito de usar os dois freios, e é importante que eles entendam isso desde o começo do aprendizado.

Abaixe o selim e tire os pedais

Antes de colocar a criança na bike, procure abaixar o selim e remover os pedais, pois dessa maneira a bike ficará bem manobrável e aumentará a sensação de controle e estabilidade.
Já existem no mercado as “balance bikes” ou bicicletas de equilíbrio, que é uma bicicleta de treinamento que ajuda o ciclista a aprender direção e equilíbrio. Ela não tem pedais, nem pedivela, corrente e rodinhas laterais.

Praticando desse jeito, os pequenos vão desenvolver suas habilidades motoras básicas. Aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
É importante encorajar eles a manter os pés longe do chão pelo maior tempo possível.

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Um pedal de cada vez

Agora que a criança já pegou o jeito de se deslocar uma boa distância sem colocar os pés no chão, é recomendável recolocar primeiro o pedal no lado da perna dominante e refazer o exercício anterior. Eles vão aprender que conseguem ir mais longe e sabem onde os pés devem ficar.

Pronto para decolagem

Colocando os dois pedais na bike, é hora de pedalar!
É recomendável que o adulto fique ao lado da criança, a segurando e dando o suporte necessário.
Depois de um tempo de prática, a criança vai estar pedalando no seu próprio ritmo. Nessa hora é importante continuar fazendo com que eles parem regularmente para praticar os freios.
Sempre que você pedir para eles pararem dê alguns passos para trás para parecer que eles foram mais longe e encorajá-los

Os estabilizadores (rodinhas)

Muitos especialistas desaconselham a utilização dos estabilizadores (as famosas rodinhas), pois eles encorajam a criança a achar que pode subir na bike sem ter que se equilibrar.
Mas um lado positivo das rodinhas é que elas ajudam a se acostumar com os pedais desde cedo, o que as bicicletas de equilíbrio não fazem.

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Fonte: bikedica

Como você começou a pedalar?
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Iniciante no mundo do BMX?

Está começando no mundo radical do BMX?
Preparamos algumas dicas para você curtir momentos inesquecíveis nas pistas, da maneira mais segura e fácil.

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Primeiro é preciso pedir ao seu médico um exame e atestado de saúde para que possa praticar o esporte sem sustos e conhecendo os seus limites. Procure um posto de saúde no seu bairro, na sua cidade, lá você deve conseguir sua avaliação e atestado médico com facilidade.

O que você precisa

Em muitas pistas você pode encontrar escolas com equipamentos para novatos, é uma ótima opção para você conhecer o esporte.

Os equipamentos essenciais são:

  • Capacete Fechado
  • Bikes de BICICROSS OU BMX RACE – aro 20 ou 24
  • Camiseta manga longa (tipo goleiro)
  • Calça comprida (abrigos grossos ou jeans)
  • Luvas
  • Tênis (qualquer tipo)
  • Caneleiras, joelheiras e cotoveleiras são recomendados

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Quando não existirem escolas para iniciantes nas pistas ou se você optar por praticar sem acompanhamento de um instrutor, lembre-se:

  • Você ou seus pais são responsáveis por seus atos.
  • Nunca pratique sozinho, em um acidente você pode precisar de ajuda.
  • Procure terrenos ou vias fechadas para veículos motores.
  • Retire todos os adereços, espelhinhos, pára-lamas, equipamentos de free-style como pedaleiras/ apoios. Retire tudo que possa ferir você e seus colegas.
  • Cheque sua bike, ar dos pneus, roscas de eixo, canote do selim, manoplas, certifique- se que o quadro e o garfo agüentam o tranco, bicicross requer equipamentos resistentes.

Bikes de Bicicross

As bicicletas de BICICROSS são diferentes de outras bikes de BMX (free style). Mais leves e mais resistentes, são comumente feitas em Cro-Mo ou alumínio especialmente resistentes (6061) há também feitas de fibra de carbono o mesmo da F1.

No Brasil poucas lojas oferecem esses produtos, as especializadas, em sua maioria são lojas fechadas que vendem pela internet ou telefone.

Nos clubes, pistas e durante as competições você ira conhecer diversas. Pesquise preços, teste os modelos antes de comprar!
As variações são grandes, tanto na ergonometria quanto nos preços.

Veja o quadro abaixo com sugestões ergonométricas

TABELA ERGONOMETRICA PARA BIKE BICICROSS
Este tabela poderá ajuda-lo a determinar que bicicleta você deve montar.

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Qual o tamanho correto da roda?

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Que tamanho de pedivela você necessita?

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Que relação usar?

A maioria dos pilotos, independente da categoria, preferem uma rotação de aproximadamente 53″.

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Agora que você já sabe o essencial, já pode sair para começar a praticar!

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Texto publicado originalmente em “apbmx”

Já pratica o BMX?
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