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A importância do Bike Fit

Deixar a bicicleta ajustada para cada ciclista é essencial para ter um melhor desempenho, seja para ciclistas profissionais ou amadores.

Uma bicicleta bem ajustada é fundamental não só para atletas, mas para qualquer pessoa que goste de pedalar. Esse o conceito do Bike Fit.

Além de conseguir ter maior potência com mais eficiência, o Bike Fit vai trazer algo fundamental para os iniciantes: o conforto!
Se logo no início das atividades você sentir desconforto ao pedalar, o mais recomendado é fazer um Bike Fit para ajustar a bicicleta ao seu corpo e consequentemente, prevenir lesões que resultam de uma postura inadequada.

O corpo vai dar sinais que a bike não está regulada quando começarem a aparecer dores na parte da frente do joelho (tendão patelar), dores na lombar, formigamento nas mãos, assadura, formigamento ou sensibilidade no períneo, dor no tornozelo e dor na cervical.

Vantagens de se fazer um Bike Fit

– Maior conforto ao pedalar;
– Prevenção de lesões que acontecem por esforço repetitivo;
– Reduzir ou eliminar dores nas costas, joelhos, pescoço, pulsos, pés, dormência nas mãos e nos dedos;
– Reduzir fadiga.

Além dessas vantagens, os ajustes do Bike Fit também irá melhorar a potência do pedal, porque permite que o ciclista use vários grupos musculares de maneira mais eficaz e eficiente.

Como é feito o Bike Fit?

O técnico responsável pelo Bike Fit irá coletar as suas informações, considerando sua experiência no ciclismo, metas pretendidas, lesões que já teve e outras informações importantes para a avaliação.

O ajuste realizado inclui:
– Ajuste dos grampos do pedal;
– Definição da altura e posição do selim;
– Avaliação dos sapatos e palmilhas;
– Determinação do comprimento correto da haste, altura e largura do guidão.

Todo o procedimento demora em torno de uma a duas horas e envolve o ciclista, a bicicleta e um técnico avaliando cada detalhe. É importante que leve todos os equipamentos usados durante o pedal e esteja preparado para pedalar por pelo menos 10min para que a avaliação seja feita corretamente.

Quando procurar um profissional para fazer o Bike Fit?

Realizar um Bike Fit após trocar de bike trará ao seu corpo inúmeros benefícios em termos de rendimento e conforto, tornando os treinamentos e passeios mais agradáveis.

Ciclistas muito baixos ou muito altos se beneficiam do ajuste do Bike Fit onde os problemas causados pela postura são solucionados.
Pessoas que possuem lesões antigas que deixaram sequelas ou problemas biomecânicos conhecidos, como pernas de comprimento diferente, esse procedimento é mandatório!

Andar de bicicleta deve ser uma atividade prazerosa e confortável e, se isso não estiver acontecendo, os ajustes devem ser feitos o quanto antes. Dor, dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou nas nádegas são sinais de que algo na sua bicicleta não está ajustada para você.

Seja honesto com as suas informações

Pense no Bike Fit como um “exame médico”, pois os profissionais que irão realizar o procedimento, para fazer um ajuste preciso, devem saber seu nível, suas pretensões com o pedal (profissional, esportista ou iniciante), lesões que tenha sofrido, entre outros assuntos relacionados. Não tente impressionar ninguém ao realizar o teste e pedale naturalmente como faz no dia a dia ou nos treinamentos.

Após os ajustes serem realizados, o seu corpo precisará de tempo para se adaptar às mudanças de posição, especialmente se os ajustes tiverem mudado muito a bicicleta.
Pegue mais leve nas primeiras semanas após o Bike Fit e diminua a intensidade dos treinamentos para o seu corpo se ajustar gradualmente.

Matéria base originalmente publicada em Entre Trilhas
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Tipos de Guidão de Bicicleta

O guidão é um componente importante e possui muita influência na experiência que o ciclista terá com a bicicleta. Seus diversos modelos foram projetados para atender às necessidades do atleta, seja ele profissional ou amador.

Saber identificar o modelo correto, tamanho e material adequado vai melhorar a performance do ciclista, além de ajustar um posicionamento e postura ideal do seu corpo na bicicleta.

Cada modalidade vai exigir um tipo de guidão diferente e a escolha certa será decisiva para a melhoria do seu desempenho.

Principais tipos de Guidão

– Reto Flat

Por ter um formato simples (uma barra reta), oferece mais previsibilidade e precisão na direção, sendo uma boa escolha para quem procura agilidade em percursos mais estreitos e um preço mais em conta.

Já foi um dos mais utilizados no MTB, pois sua barra sem curvaturas era uma boa opção para subidas íngremes, além de ser estreito e leve para maiores velocidades. Atualmente, os atletas de MTB preferem modelos mais pesados que absorvam melhor o impacto das trilhas.

– Bullhorn Bars

Esse tipo de guidão possui um formato semelhante a um chifre de touro, permitindo que o ciclista permaneça em uma posição mais abaixada, facilitando a aerodinâmica do movimento. Ideal para quem deseja pedalar com mais intensidade e velocidade.

Muito utilizado nas bikes fixas, também é uma boa escolha para ciclistas que encaram muitas subidas pois possui leveza e aerodinâmica.

Não é indicado para ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte urbano pois o design desse guidão pode ocasionar esbarros inesperados em outros objetos e pessoas, além de possui uma certa instabilidade na direção para ciclistas inexperientes devido ao seu comprimento central menor.

– Riser Curvo

O Riser possui uma curvatura no centro, sendo atualmente o mais indicado para as modalidades extremas como o Downhill, pois possibilita que o atleta fique numa posição mais vertical e mais confortável durante as descidas em velocidade.

Esse tipo de guidão traz maior conforto aos punhos e maior controle da bicicleta, porém são maiores e mais pesados, podendo ser um incômodo nas subidas e trechos muito apertados.

– Drop Bars

Esse modelo de guidão é o mais popular no ciclismo de estrada. São muito versáteis pois oferecem diversas posições diferentes de pegada da mão, garantindo um maior conforto para os percursos mais longos.

O Drop Bars é perfeito para os atletas que desejam pedalar forte e com aerodinâmica. Por serem feitos para proporcionar velocidade, podem não ser uma boa posição para atletas amadores que preferem um exercício mais leve e tranquilo.

–  Cruiser Bars

Também conhecidos com guidão “caiçara”, os Cruiser Bars são aqueles que possuem formatos mais longos e altos, sendo perfeitos para locais planos, como no campo, na rua, na beira da praia, ou em ciclovias.
O formato desse modelo traz grande conforto e possibilita uma pedalada mais relaxada durante o trajeto.

Esses são alguns dos modelos existentes de guidões de bicicleta e vale lembrar que a escolha do guidão adequado para o tipo de pedal que você irá praticar é essencial para que tenha uma melhor performance, evolução e conforto ao pedalar.

Avalie o tipo de material, comprimento, peso, forma de instalação, possibilidades de empunhadura e possíveis acessórios que possam ser acoplados ao guidão. Cada um desses fatores irá influenciar de alguma maneira no seu desempenho e todos devem ser avaliados antes de adquiri o próximo guidão da sua bicicleta.

Matéria base originalmente publicada em Entre Trilhas
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Como escolher o pneu para a bicicleta de estrada

Para garantir uma melhor performance nos treinamentos e competições, certamente a escolha do pneu ideal para o seu estilo de pedalada fará toda a diferença.

Vamos falar um pouco dos diferentes tipos de pneus de estrada.

– Diferentes perfis de pneus

A medida padrão das rodas das bicicletas de estrada é o aro 700c, mas quando falamos de pneus, existem muitas variações de largura.

Os pneus mais encontrados nas lojas especializadas em bike são os de 20 e 23mm. Esse perfil de pneu é mais leve, bem finos e suportam uma pressão que pode variar de 90 a 120 PSI.
Quanto mais fino for o pneu, menor a área de contato com o solo, trazendo assim maior velocidade.

Uma desvantagem desse tipo de pneu é que apresentam menor aderência no terreno, e menos estabilidade para altas velocidades e curvas.

Já os pneus com medidas de 25, 26, 28 e 30mm são mais largos e mais versáteis para pedalar em diversos tipos de terreno.
Os pneus mais largos possuem maior aderência e boa estabilidade. São mais resistentes a furos e suportam mais pressão, tendo modelos que suportam mais de 130 PSI.

O pneu de bicicleta de estrada mais largo é mais confortável mesmo com pressões altas. Escolhendo esse tipo de pneu, ficará livre de sentir os impactos das estradas com asfalto ruim.

– Tipos de terreno

Antes de adquirir um pneu, pense antes em qual tipo de terreno você irá pedalar. Se a estrada for estilo “tapete”, onde o asfalto favorece o desempenho da bicicleta, você poderá escolher os pneus finos.

Porém, se você pedala em ruas e estradas com asfalto péssimo, escolha os pneus mais largos para não ter problemas com quedas, furos e até mesmo uma roda amassada!

– Tipos de Pneus

CLINCHER

São os pneus que usam câmaras e que se apoiam nas paredes internas dos aros. Você encontrará esse tipo de pneu nas versões de arame, que é mais pesado, como sem arame, de aramida (o famoso kevlar), que é mais leve.

As duas versões são vulneráveis aos furos e às snake bits (mordidas de cobra) na câmara, por aguentarem pressões menores. Se o seu objetivo é treinar quase todos os dias, o modelo de arame é mais indicado, pois é mais barato do que o de kevlar.

TUBELESS

Para diminuir o peso da bike e ganhar velocidade e desempenho, os pneus tubeless são uma boa escolha.
Esse tipo de pneu é mais resistente a furos e podem rodar com pressões mais baixas sem nenhum problema pois eles não possuem câmara de ar e devem ser preenchidos com o líquido selante, que veda os furos que acontecerem enquanto você pedala.

Para utilizar esse tipo de pneu, você terá um investimento alto pois será necessário ter junto ao pneu, aros específicos para tubeless, além do selante e do próprio pneu.

TUBULAR

Esse é o pneu indicado se você participa de competições. Ele é o mais diferente de todos os outros tipos pois o pneu é colado no aro, que deverá ser específico para pneus tubulares.

A câmara vem costurada por dentro do pneu e os reparos devem ser feitos por profissionais, já que requer cuidados especiais, mas nem sempre é possível consertar uma câmara furada, fazendo com que você tenha que adquirir um novo pneu. É a opção de maior custo.

Mesmo nessas condições, o pneu tubular é muito resistente a furos e também pode trabalhar com pressões altíssimas ou bem baixas sem problemas. Lembre-se que esse tipo de pneu só funciona com o aro específico para pneus tubulares.

Com essas informações você poderá escolher o tipo de pneu de bicicleta de estrada que vai ser o seu companheiro de pedal daqui pra frente.

Matéria base originalmente publicada em Bike Registrada
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Avancini consegue melhor resultado do Brasil na história do mountain bike das Olimpíadas

Avancini lidera no início, mas fecha em 13º no mountain bike das Olimpíadas

Número 3 do mundo, brasileiro perde o fôlego depois de começo forte, mas ainda consegue melhor resultado do Brasil na história do mountain bike das Olimpíadas

Henrique Avancini nas Olimpíadas de Tóquio — Foto: REUTERS/Matthew Childs

Por uma volta, Henrique Avancini puxou o pelotão do mountain bike das Olimpíadas de Tóquio. Atual número 3 do mundo, o brasileiro buscava uma medalha inédita no ciclismo dos Jogos Olímpicos, mas perdeu fôlego e fechou a prova na 13ª colocação. Apesar de ter ficado longe do pódio, foi a melhor posição de um brasileiro no mountain bike das Olimpíadas, superando o 18º posto de Jaqueline Mourão, em Atenas 2004. Ainda assim, Avancini saiu frustrado.

– Não estou aqui para ser o melhor brasileiro em prova nenhuma. Trabalhei para alcançar os melhores do mundo. Estava aqui para buscar uma medalha inédita. Arrisquei muito para isso É muita frustração. A satisfação é pelo que trabalhei para estar aqui. Mas fico decepcionado, busquei defender o país da forma mais honrosa possível. Infelizmente não consegui transferir em performance na pista o que treinei. A prova foi bastante pesada. Comecei bem. Mas na segunda volta o Nino lançou um ataque e respondi. Ali eu comecei a me perder na prova. Me perdi bastante dentro da corrida e não consegui me achar – disse o ciclista.

Segundo brasileiro na prova, Luiz Henrique Cocuzzi terminou a prova na 27ª posição.

– Eu levo muita coisa dos Jogos Olímpicos. Nessa prova você aprende no que tem que melhorar. Com a pandemia, eu perdi muito no ranking e acabei largando um pouco atrás. O que eu levo desses Jogos é que por mais que você treine, trabalhe, sempre tem algo a melhorar, um detalhe para acertar. Quando você chegar num evento desse, que é uma chance só, não cometer erros e conseguir chegar no melhor resultado – disse Luiz.

Com a presença de público no Percurso de Mountain Bike Izu, cerca de 130km ao sul de Tóquio, o britânico Thomas Pidcock faturou o ouro logo em seu primeiro ano na categoria adulta, aos 21 anos. O suíço Mathias Flueckiger levou a prata. O espanhol David Valero Serrano completou o pódio crescendo muito na última volta.

Tomas Pidcock dominou o mountain bike das Olimpíadas — Foto: REUTERS/Christian

A Prova

Henrique Avancini saiu bem do bolo na parte inicial do percurso, figurando já na sexta posição. Logo no início da primeira volta, ele assumiu liderança e evitou a poeira e as brigas por posicionamento no meio do pelotão.

Um dos favoritos à medalha, o holandês Mathieu van der Poel deve uma queda na primeira volta.

No início da segunda volta, o suíço Nino Schurter, campeão na Rio 2016 e atual campeão mundial, puxou uma arrancada e foi seguido pelo compatriota Mathias Flueckiger. Henrique foi perdendo posições na volta, caindo para sexto lugar, mas ainda na cola dos líderes.

O brasileiro caiu de ritmo e foi perdendo um posto a cada volta. Na ponta, o britânico Tom Pidcock atacou e desgarrou, com Flueckiger na cola. Pidcock só aumentou a vantagem, e o suíço não tinha o segundo posto ameaçado.

A surpresa no final foi a briga pelo bronze. O espanhol David Valero Serrano arrancou na última volta, ganhou muitas posições e conseguiu chegar ao pódio. Avancini, por outro lado, perdeu mais posições e acabou na 13ª colocação.

Henrique Avancini nas Olimpíadas — Foto: REUTERS/Matthew Childs

Matéria originalmente publicada em Globo Esporte

Dicas para melhorar a sua Performance na Bike

Se você pratica ciclismo regularmente sabe que a motivação para pedalar muitas vezes vem do desejo de aprimorar a técnica e obter melhores resultados. Mas com o passar do tempo e dos treinamentos realizados, melhorar a performance na bike passa a ser um desafio que exige muita paciência e persistência para conquistar o resultados cada vez melhores, seja nos treinamentos ou nas competições.

Para ter uma evolução constante, algumas dicas vão auxiliar no alcance dos resultados desejados para que você fique cada vez melhor na modalidade escolhida.

– ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

O consumo de consumo de proteínas, verduras, legumes e carboidratos complexos ajudam o corpo na recomposição e fortalecimento dos músculos. Quando temos uma alimentação equilibrada conseguimos fazer a manutenção do peso, fator imprescindível para conseguir uma boa aerodinâmica na hora de ganhar velocidade nas provas.

Se for realizar provas curtas, o consumo de cafeína é válido pois ao consumir a substância uma hora antes da prova, o sistema nervoso central é ativado, oferecendo uma melhor performance nos exercícios aeróbicos e de força.

– REALIZE EXERCÍCIOS PLIOMÉTRICOS

As atividades pliométricas são aquelas de alta intensidade usando o próprio peso corporal ou feito com cargas leves. Esse tipo de atividade é muito importante para todo ciclista, pois dessa maneira aprendemos como economizar movimentos, o que é essencial na performance da aerodinâmica da bike, garantindo um desempenho mais ágil e rápido nos pedais.

Exercícios como agachamento com barras, salto sobre o caixote e salto no quadrado (saltando dentro e fora de um quadro desenhado no chão em todos os seus lados) são alguns dos mais indicados para os ciclistas que desejam aperfeiçoar suas técnicas de economia de movimento.

– CONHEÇA BEM A PROVA QUE IRÁ REALIZAR

Os melhores ciclistas não são apenas aqueles que estão bem preparados fisicamente, mas aqueles que procuram novas táticas e estratégias em seus treinos e provas. Vai fazer toda a diferença se conhecer bem o percurso, descobrindo e entendendo onde estão os pontos de aceleração, os locais que exigem maior esforço e onde podemos nos poupar.

Conhecer os outros atletas que irão competir com você é outra dica muito importante que pode te ajudar a conquistar melhores resultados. Saiba os pontos fortes e fracos de cada um deles e faça treinos tendo como base superá-los.

– APOSTE EM BONS EQUIPAMENTOS

Mesmo sendo um dica clichê, sabemos que cada equipamento e componente tem uma função imprescindível no sucesso de uma prova de ciclismo. Bicicletas mais leves, de carbono, peças de boa qualidade, vestuário confortável e especial para a prática de cada modalidade e adequados para a condição meteorológica do dia da prova podem fazer toda a diferença.

Para melhorar a sua performance no ciclismo é preciso prestar muita atenção em tudo o que envolve o esporte, desde as estratégias para alcançar os outros competidores até o empenho para aprender como economizar movimentos. Com muito treino e estudo, os resultados melhoram ao longo do tempo e a prática do ciclismo se torna ainda mais prazerosa.

Matéria base originalmente publicada em Bike Registrada

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De Biker pra Biker: 5 erros mais comuns em ciclistas iniciantes

Quando começamos a pedalar é muito comum que pequenos erros aconteçam, mas se não corrigirmos, eles que podem atrapalhar nosso desempenho e até desestimular a prática da atividade esportiva.

O importante é identificar os erros e começar a corrigi-los.
Pequenas mudanças na sua condução, ou na manutenção da sua companheira de pedal, irão fazer toda a diferença para que você tenha muito mais performance na sua pedalada!

Confira esse vídeo do ciclista Camboja, explicando um pouco mais sobre os erros de ciclistas iniciantes.

1º erro mais comum

Passar pelos obstáculos sentado na bike

O correto é ficar na posição neutra, em pé com o peso distribuído nos dois pés e os braços relaxados. Os pedais devem ficar alinhados horizontalmente para não atingir nenhum obstáculo.

2º erro mais comum

Ficar com os pés na vertical

Em trechos onde não estiver pedalando, o correto é manter os pés paralelos ao chão para que o peso fique distribuído no mesmo centro de gravidade.
Somente em curvas é que os pedais devem ficar na vertical para facilitar a realização da curva.

3º erro mais comum

Bater o pedal no chão

É um erro muito comum de acontecer, principalmente para quem está começando, e que quase sempre ocasiona quedas.

Ao fazer uma curva, sempre levante o pedal de dentro, nunca deixa o pedal embaixo, pois você vai bater ele no chão e certamente irá cair.

4º erro mais comum

Usar muito lubrificante

A utilização do lubrificante é muito importante, especialmente na relação, mas usar muito lubrificante vai acabar atraindo toda a sujeira.

Coloque uma gota por elo e nunca deixa a sua corrente seca.

5º erro mais comum

Não ajustar corretamente o capacete

Para quem está começando pode achar que é somente colocar o capacete e fechar a fivela que está tudo pronto.

Existem 3 regulagens que você deve ficar atento para que o capacete fique seguro.

– A primeira são as travas laterais que devem ser posicionadas bem próxima a orelha.
– O ajuste da nuca, que é feito no disco de regulagem que existe na parte de trás, deve ficar justo para deixar mais firme o capacete.
– E por último o ajusto do pescoço deve ter uma folga para mais conforto.

Siga o Camboja no Instagram e tenha uma dose diária de inspiração para sair pedalando: @camboja_mtb

Já deixou sua bike em dia para encarar as trilhas de 2020?
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Detalhes que fazem a diferença no ciclocross

Conhecido pela sigla CX, o ciclocross tem grande popularidade, principalmente no hemisfério norte, onde se pode competir nessa modalidade durante o rigoroso inverno.
Mas como funciona as provas e quais as diferenças para as provas de outras modalidades?

Vamos falar pouco mais sobre os detalhes que fazem toda a diferença para você chegar em primeiro lugar.

Quer saber mais sobre o ciclocross? Confira aqui

1. Diferenças entre bikes de estrada e CX

Photo by Angel Santos on Unsplash

O ciclocross é uma modalidade predominantemente off-road, mas praticada com bikes que se parecem muito com as de estrada.
Mas existem importantes diferenças entre as bicicletas de ciclocross e gravel das suas irmãs estradeiras e mountain bikes.

As CX combinam elementos das bicicletas de estrada, como guidão curvado e pneus estreitos, e características das MTB, como a geometria do quadro, pneus com cravos e sistema de suspensão dianteira.

Notamos claramente a diferença de uma CX para uma Speed quando verificamos o espaçamento do quadro para passagem dos pneus, feitos justamente para que as bikes de ciclocross encarem qualquer condições de lama e areia, sem travar a rolagem das rodas.

Com um quadro um pouco mais alto do solo para facilitar as passagens por obstáculos, as CX podem utilizar pneus mais largos de até 33c.

2. Variedade de terreno em um circuito fechado

©Kristof-Ramon – RED BULL Content Pool

Disputados em circuitos curtos entre 2,5 a 3,5 quilômetros, que são feitos para ter o maior número de terrenos diferentes, seja grama, areia, lama,ou neve, além de ter trechos técnicos que fazem muitas vezes com que o ciclista tenha que sair da bicicleta para transpor obstáculos.

As provas são competidas por  tempo, onde os atletas devem cumprir um determinado período de tempo, mais uma volta final. A maioria das corridas da elite tem uma hora de duração, enquanto os amadores podem competir por 30 a 60 minutos.

3. Carregue a sua bike nas costas

Photo by Angel Santos on Unsplash

Se vai encarar uma prova de CX, esteja preparado para carregar a sua bike nas costas.

Raízes, pedras, areia e obstáculos artificiais são apenas algumas das coisas que o ciclista precisa encarrar numa corrida de ciclocross. Os obstáculos artificiais mais comuns são as barreiras de 45cm de altura em sequência, que desafiam os pilotos a saltar ou mesmo ter que sair da bicicleta para superar o desafio.

4. A largada é importante

©Charlie Crowhurst – RED BULL Content Pool

Assim como as provas de MTB Cross Country e as de estrada, a linha de largada é composta por competidores que estão dispostos a dar tudo de si na largada.

Devido ao percurso ser curto e estreito, todos os atletas buscam as melhores posições logo no início, o que pode provocar choques e tombos.

5. Individualismo

As corridas de ciclocross tendem a ser mais individuais, pois são mais lentas e o que conta mesmo é potência, habilidade, técnica e resistência do piloto. A equipe do atleta garante o suporte de hidratação nas áreas de apoio do percurso.

Isso não é o que vemos nas corridas de estrada, onde os vencedores dependem de sua equipe e companheiros, desde para fornecer água e comida, mas principalmente ajuda-los a ditar o ritmo nas subidas.

Matéria originalmente publicada em Red Bull

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Alimentos para ter energia no pedal

Acerte na escolha de alimentos bem balanceados para ter mais desempenho e menos cansaço no ciclismo.

Veja alguns alimentos que vão te deixar preparado para pedalar com intensidade.

BATATA DOCE

Tem baixo índice glicêmico e fornece energia ao seu corpo durante todo o treino. Fonte de vitaminas A, B1, B2 e C, favorece o funcionamento do coração e do sistema nervoso, fazendo seu organismo ter boa circulação sanguínea e melhorando a sua coordenação motora.

QUEIJO

Inclua o queijo entre os seus alimentos, pois o queijo é uma fonte rica em proteínas e vai recuperar os seus músculos durante ou depois do pedal.
Sendo de fácil digestão, os queijos reduzem a demanda de energia do seu corpo para processar esse alimento.

PÃO INTEGRAL

Os pães integrais tem muitos carboidratos e fibras, que combinadas trazem boa digestão e energia, fazendo com que você possa ter treinos mais fortes e sem incômodos estomacais.

ÁGUA

O mais importante de todos os itens, a água funciona como um catalisador no organismo para que as ações metabólicas aconteçam, além de auxiliar a absorção dos nutrientes de qualquer alimento que você ingere.
Seja antes, durante e depois do treino, mantenha-se hidratado para poder aguentar os treinos, corridas, o sol, o calor e qualquer desafio que aparecer durante o pedal.

MASSAS

Lasanha, espaguete, canelone, ravióli… as massas devem ter um lugar especial nos alimentos dos ciclistas.
Massas são ricas em carboidratos que, no corpo, são transformados em glicogênio, que dá muita energia aos músculos.

Mas coma as massas depois do pedal, pois elas são indicadas para a sua recuperação muscular.

OVO

Rico em albumina, que é um tipo de proteína ideal para a reconstrução muscular. Essa substância está em abundância na clara do ovo, enquanto que na gema estão concentrados colesterol, gorduras e vitamina E.
Não abuse do ovo se você tem diabetes, colesterol alto ou problemas cardíacos. Uma dieta equilibrada lhe trará muitos benefícios na hora de pedalar!

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

E qual a sua alimentação antes de pedalar?
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Dicas para comprar a Bike das crianças

Dentre os vários modelos existentes de bicicletas infantis, a escolha do modelo ideal para os filhos não é uma tarefa fácil.
Separamos algumas dicas importantes na hora de escolher a melhor bike para a criançada.

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Analise o tamanho ideal da bike

Muitas pessoas erram na hora de comprar a bike infantil, pois só se preocupam em saber o tamanho indicado da bicicleta de acordo com a idade das crianças, mas o correto é ficar atento à relação Altura X Peso da criança.

Na tabela abaixo você poderá ver a relação Tamanho Bike X Altura Criança X Peso Criança:

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Escolha a bike que tiver melhor custo-benefício

As crianças estão em constante crescimento, por esse motivo, você deve procurar a melhor bike para a atual fase do seu filho(a).
Uma bicicleta grande demais pode frustrar o aprendizado da criança e fazer com que ela perca total interesse em começar a andar de bike.
Da mesma maneira acontecerá se você comprar uma bicicleta pequena demais, onde a criança vai ficar desconfortável e sentirá dificuldade para andar na bike.
Opte por uma bicicleta em que a criança possa aproveitar o máximo possível, sem se sentir frustrada ou mesmo desconfortável ao pedalar.

O tamanho da bike e a qualidade do seu material influenciam no preço da bicicleta, por esse motivo, alguns fabricantes colocam materiais mais em conta, como o plástico por exemplo, em várias peças da bicicleta. Esse procedimento deixa a bike com valor menor, porém acabam ficando mais frágeis.

Atenção com a temática das bicicletas

Fique atento à temática das bicicletas, pois alguns fabricantes procuram utilizar personagens infantis e de desenhos animados para tematizar às bikes e com isso as crianças se interessam mais pelo personagem do que pela própria bicicleta em si.

Essas bicicletas podem ser de qualidade inferior e é importante que os pais optem pela bicicleta que seja mais funcional e não se deixem levar apenas pelo tema estampado na bike.

Segurança em primeiro lugar

Não adquira bicicletas que você não conheça a procedência. As bikes infantis apresentam alguns itens de segurança que são inspecionadas e certificadas pelo selo de qualidade do INMETRO.
Antes de comprar, procure pelo selo de qualidade. Desse jeito, você está garantindo a compra de um produto com qualidade comprovada.
Verifique também a garantia do produto, pois em geral as bikes infantis possuem em torno de 3 meses de garantia.

Fique atento ao local onde você está comprando a bike infantil

É preciso ressaltar que a qualidade do local onde você vai comprar a bicicleta da criança também é um fator a ser considerado, tendo em vista que se o local não tiver uma boa procedência, provavelmente os produtos fornecidos também não terão e o preço reduzido acabará não compensando ao final da compra.

Essas dicas serão de grande utilidade para você não cometer alguns erros comuns no momento da escolha e compra da bike infantil. Apesar dos fatores qualidade e segurança serem primordiais não deixe de levar em conta o gosto e o estilo de quem realmente irá usar a bike para pedalar, as crianças.
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Fonte: Bikeloko

E qual foi a sua primeira bicicleta?
Ainda se lembra dela?
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Balance Bike – A forma certa de aprender a andar de bicicleta

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A balance bike, também chamada de bicicleta de equilíbrio, é uma bicicleta de treinamento que ajuda a criança a aprender o equilíbrio e direção. Esse modelo não possui pedais, pedivela, corrente ou rodinhas laterais, e poder ser uma bicicleta convencional adaptada, ou uma bicicleta especialmente desenvolvida para essa finalidade (para crianças muito pequenas para quais as bicicletas normais não estão disponíveis).
Esse modelo pode não ter freio, ou pode ter um ou dois freios de aro manuais.

As balance bikes são tão especiais e procuradas pois oferecem uma série de benefícios de desenvolvimento às crianças.
Crianças com até mesmo 18 meses de idade, podem aprender a andar com uma bicicleta de equilíbrio com algumas horas de prática.
A utilização da bicicleta de equilíbrio por 20 ou 30 minutos, duas vezes por semana, traz as seguintes melhorias para a criança:

  • Melhorias substanciais tanto no equilíbrio dinâmico quanto estático.
  • Melhorias substanciais na coordenação bilateral.
  • Melhorias observáveis no auto-conhecimento físico.

Por que usar uma balance bike?

Com uma bicicleta de equilíbrio, a criança aprende primeiro a equilibrar-se, e por último a pedalar. Já numa bicicleta normal, essa curva de aprendizado é inversa.
Uma bicicleta com pedais geralmente é muito difícil para a maioria das crianças muito jovens e que as rodinhas laterais podem encorajar a criança a aprender alguns comportamentos que mais tarde precisarão ser desaprendidos.

Qual a idade para trocar a bicicleta de equilíbrio por uma bicicleta de pedais?

Se a criança estiver dominando a balance bike, com idade entre 4 e 6 anos já poderá introduzir uma bicicleta de pedais aro 16” e sem rodinhas, pois o principal propósito das rodinhas é manter o equilíbrio, coisa que a criança já dominou com a bicicleta de equilíbrio.

Demora muito para aprender a andar na balance bike?

A maioria das crianças conseguem andar na primeira vez que sentam em uma bicicleta de equilíbrio. A introdução dessa bicicleta poderá ser feita logo após elas aprenderem a andar.
A curva de aprendizado não é a mesma para todas as crianças e elas progridem no seu próprio ritmo e aprendem a se equilibrar, fazer curvas, etc.

Por que as bicicletas de equilíbrio não tem pedais?

O objetivo principal é permitir que as crianças desenvolvam suas habilidades motoras básicas e aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
Nas bicicletas convencionais, o movimento de “sobe e desce” da pedalada faz com que a criança jogue o peso do corpo de um lado para o outro, o que prejudica o equilíbrio, perdendo a estabilidade e senso de direção.
As balance bikes permitem que as crianças coloquem os pés no chão quando sentirem que vão perder o equilíbrio, se firmando rapidamente e prevenindo uma queda.

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Fonte: Cia do Pedal

E como você aprendeu a andar de bicicleta?
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