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Dicas para comprar a Bike das crianças

Dentre os vários modelos existentes de bicicletas infantis, a escolha do modelo ideal para os filhos não é uma tarefa fácil.
Separamos algumas dicas importantes na hora de escolher a melhor bike para a criançada.

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Analise o tamanho ideal da bike

Muitas pessoas erram na hora de comprar a bike infantil, pois só se preocupam em saber o tamanho indicado da bicicleta de acordo com a idade das crianças, mas o correto é ficar atento à relação Altura X Peso da criança.

Na tabela abaixo você poderá ver a relação Tamanho Bike X Altura Criança X Peso Criança:

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Escolha a bike que tiver melhor custo-benefício

As crianças estão em constante crescimento, por esse motivo, você deve procurar a melhor bike para a atual fase do seu filho(a).
Uma bicicleta grande demais pode frustrar o aprendizado da criança e fazer com que ela perca total interesse em começar a andar de bike.
Da mesma maneira acontecerá se você comprar uma bicicleta pequena demais, onde a criança vai ficar desconfortável e sentirá dificuldade para andar na bike.
Opte por uma bicicleta em que a criança possa aproveitar o máximo possível, sem se sentir frustrada ou mesmo desconfortável ao pedalar.

O tamanho da bike e a qualidade do seu material influenciam no preço da bicicleta, por esse motivo, alguns fabricantes colocam materiais mais em conta, como o plástico por exemplo, em várias peças da bicicleta. Esse procedimento deixa a bike com valor menor, porém acabam ficando mais frágeis.

Atenção com a temática das bicicletas

Fique atento à temática das bicicletas, pois alguns fabricantes procuram utilizar personagens infantis e de desenhos animados para tematizar às bikes e com isso as crianças se interessam mais pelo personagem do que pela própria bicicleta em si.

Essas bicicletas podem ser de qualidade inferior e é importante que os pais optem pela bicicleta que seja mais funcional e não se deixem levar apenas pelo tema estampado na bike.

Segurança em primeiro lugar

Não adquira bicicletas que você não conheça a procedência. As bikes infantis apresentam alguns itens de segurança que são inspecionadas e certificadas pelo selo de qualidade do INMETRO.
Antes de comprar, procure pelo selo de qualidade. Desse jeito, você está garantindo a compra de um produto com qualidade comprovada.
Verifique também a garantia do produto, pois em geral as bikes infantis possuem em torno de 3 meses de garantia.

Fique atento ao local onde você está comprando a bike infantil

É preciso ressaltar que a qualidade do local onde você vai comprar a bicicleta da criança também é um fator a ser considerado, tendo em vista que se o local não tiver uma boa procedência, provavelmente os produtos fornecidos também não terão e o preço reduzido acabará não compensando ao final da compra.

Essas dicas serão de grande utilidade para você não cometer alguns erros comuns no momento da escolha e compra da bike infantil. Apesar dos fatores qualidade e segurança serem primordiais não deixe de levar em conta o gosto e o estilo de quem realmente irá usar a bike para pedalar, as crianças.
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Fonte: Bikeloko

E qual foi a sua primeira bicicleta?
Ainda se lembra dela?
Conta pra gente como foi!

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Balance Bike – A forma certa de aprender a andar de bicicleta

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A balance bike, também chamada de bicicleta de equilíbrio, é uma bicicleta de treinamento que ajuda a criança a aprender o equilíbrio e direção. Esse modelo não possui pedais, pedivela, corrente ou rodinhas laterais, e poder ser uma bicicleta convencional adaptada, ou uma bicicleta especialmente desenvolvida para essa finalidade (para crianças muito pequenas para quais as bicicletas normais não estão disponíveis).
Esse modelo pode não ter freio, ou pode ter um ou dois freios de aro manuais.

As balance bikes são tão especiais e procuradas pois oferecem uma série de benefícios de desenvolvimento às crianças.
Crianças com até mesmo 18 meses de idade, podem aprender a andar com uma bicicleta de equilíbrio com algumas horas de prática.
A utilização da bicicleta de equilíbrio por 20 ou 30 minutos, duas vezes por semana, traz as seguintes melhorias para a criança:

  • Melhorias substanciais tanto no equilíbrio dinâmico quanto estático.
  • Melhorias substanciais na coordenação bilateral.
  • Melhorias observáveis no auto-conhecimento físico.

Por que usar uma balance bike?

Com uma bicicleta de equilíbrio, a criança aprende primeiro a equilibrar-se, e por último a pedalar. Já numa bicicleta normal, essa curva de aprendizado é inversa.
Uma bicicleta com pedais geralmente é muito difícil para a maioria das crianças muito jovens e que as rodinhas laterais podem encorajar a criança a aprender alguns comportamentos que mais tarde precisarão ser desaprendidos.

Qual a idade para trocar a bicicleta de equilíbrio por uma bicicleta de pedais?

Se a criança estiver dominando a balance bike, com idade entre 4 e 6 anos já poderá introduzir uma bicicleta de pedais aro 16” e sem rodinhas, pois o principal propósito das rodinhas é manter o equilíbrio, coisa que a criança já dominou com a bicicleta de equilíbrio.

Demora muito para aprender a andar na balance bike?

A maioria das crianças conseguem andar na primeira vez que sentam em uma bicicleta de equilíbrio. A introdução dessa bicicleta poderá ser feita logo após elas aprenderem a andar.
A curva de aprendizado não é a mesma para todas as crianças e elas progridem no seu próprio ritmo e aprendem a se equilibrar, fazer curvas, etc.

Por que as bicicletas de equilíbrio não tem pedais?

O objetivo principal é permitir que as crianças desenvolvam suas habilidades motoras básicas e aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
Nas bicicletas convencionais, o movimento de “sobe e desce” da pedalada faz com que a criança jogue o peso do corpo de um lado para o outro, o que prejudica o equilíbrio, perdendo a estabilidade e senso de direção.
As balance bikes permitem que as crianças coloquem os pés no chão quando sentirem que vão perder o equilíbrio, se firmando rapidamente e prevenindo uma queda.

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Fonte: Cia do Pedal

E como você aprendeu a andar de bicicleta?
Conta pra gente como foi!

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Ensinar uma criança a pedalar!

Com alguns passos simples e muito encorajamento, a maiorias das crianças podem aprender a andar de bicicleta em menos de uma hora.

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Aqui estão algumas dicas para ensinar a criançada a pedalar!

Aprenda a parar antes de começar

A criança precisa se familiarizar com a bike e se sentir no controle da situação.
Por esse motivo é importante ela caminhar junto com a bike e praticando o acionamento dos freios. Eles precisam criar o hábito de usar os dois freios, e é importante que eles entendam isso desde o começo do aprendizado.

Abaixe o selim e tire os pedais

Antes de colocar a criança na bike, procure abaixar o selim e remover os pedais, pois dessa maneira a bike ficará bem manobrável e aumentará a sensação de controle e estabilidade.
Já existem no mercado as “balance bikes” ou bicicletas de equilíbrio, que é uma bicicleta de treinamento que ajuda o ciclista a aprender direção e equilíbrio. Ela não tem pedais, nem pedivela, corrente e rodinhas laterais.

Praticando desse jeito, os pequenos vão desenvolver suas habilidades motoras básicas. Aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
É importante encorajar eles a manter os pés longe do chão pelo maior tempo possível.

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Um pedal de cada vez

Agora que a criança já pegou o jeito de se deslocar uma boa distância sem colocar os pés no chão, é recomendável recolocar primeiro o pedal no lado da perna dominante e refazer o exercício anterior. Eles vão aprender que conseguem ir mais longe e sabem onde os pés devem ficar.

Pronto para decolagem

Colocando os dois pedais na bike, é hora de pedalar!
É recomendável que o adulto fique ao lado da criança, a segurando e dando o suporte necessário.
Depois de um tempo de prática, a criança vai estar pedalando no seu próprio ritmo. Nessa hora é importante continuar fazendo com que eles parem regularmente para praticar os freios.
Sempre que você pedir para eles pararem dê alguns passos para trás para parecer que eles foram mais longe e encorajá-los

Os estabilizadores (rodinhas)

Muitos especialistas desaconselham a utilização dos estabilizadores (as famosas rodinhas), pois eles encorajam a criança a achar que pode subir na bike sem ter que se equilibrar.
Mas um lado positivo das rodinhas é que elas ajudam a se acostumar com os pedais desde cedo, o que as bicicletas de equilíbrio não fazem.

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Fonte: bikedica

Como você começou a pedalar?
Já ensinou a criançada as coisas maravilhosas do mundo da bike?
Conta pra gente!

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Como foi o Shimano Fest 2018!

Shimano Fest supera expectativas e reúne mais de 30 mil pessoas no Memorial da América Latina

Com aumento de 20% no número de visitantes, evento contou com diversas atividades na região central de São Paulo e garantiu a alegria dos visitante

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A nona edição do Shimano Fest, o maior festival de bike da América Latina, reuniu em três dias 30.600 visitantes, 20% a mais do que em 2017, quando 25.500 pessoas foram ao Jockey Club em quatro dias.

Foi a primeira vez do evento realizada no Memorial da América Latina, o que consolida a escolha da nova sede, devido a grande procura do público.

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O bicicletário reuniu 5.600 bikes no total, 30% a mais do que 2017. Já o test-ride teve crescimento de 17%, com 5.600 testes realizados por nove marcas e um total de 120 bicicletas utilizadas.
Mais de 5 toneladas de alimentos não perecíveis foram doadas pelos visitantes, um aumento de 65% em relação ao ano passado. O único dia destinado aos profissionais do mercado reuniu 5.400 lojistas, praticamente o mesmo número de 2017, quando a feira teve 5.600 lojistas nos dois fechados ao público. Tudo isso justificou a decisão da organização de aumentar o espaço coberto do evento, de 2.500 para 5.000 metros quadrados.

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Durante os dois dias abertos ao público, diversos pedais foram realizados em direção ao Shimano Fest. O principal destaque entre eles foi o 1º Passeio Ciclístico Shimano Fest & Santuu, com 1.500 pessoas partindo do Memorial das Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, para o Memorial da América Latina, na manhã do domingo (16/09/18).

Saída do Pedal no Ibirapuera (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Saída do Pedal no Ibirapuera ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Henrique Avancini participa de live e é homenageado com vídeo

Em disputa realizada no sábado (15/09), em Auronzo di Cadore, na Itália, o brasileiro Henrique Avancini (atleta da equipe Cannondale Factory Racing) tornou-se campeão do Mundial de Maratona UCI MTB.
E o público presente ao Shimano Fest não só celebrou a conquista, como participou de uma live com o atleta, que falou diretamente da Alemanha sobre sua vitória. “Este é um momento mais que especial. Hoje eu sou campeão, mas isso vai passar. Espero que a minha vitória contribua para consolidar a cultura da bicicleta em nosso país”, afirmou.

Confira como foi o Shimano Fest 2017

Bicicleta para todas as idades

Mantendo a tradição de reunir crianças e de incentivar o amor pelas duas rodas ainda na infância, o Shimano Fest contou com a participação do público infantil.
Os desafios para crianças e adolescentes também bateram recorde de participantes. A Arena Radical concentrou uma série de atividades para os pequenos.
– No sábado, 750 crianças participaram do Tira-Rodinhas e do Pump Track.
– Já no domingo, 950 crianças nas atividades.

No Desafio Sem Corrente, destinado aos competidores a partir dos sete anos, 10 competidores disputaram as medalhas.

Luiz Cocuzzi e Giuliana Morgen são campeões de MTB Short Track

O segundo dia do Shimano Fest – e o primeiro aberto ao público – foi marcado pela disputa do Mountain Bike Short Track na tarde do sábado (15) em São Paulo.
Enquanto os visitantes interagiram com as empresas expositoras do maior festival de bike da América Latina, seja na área de exposição ou no test-ride, os melhores ciclistas do país se apresentaram em um circuito reduzido de 1,1 km na tradicional prova do evento.
Na Elite Masculina, a vitória foi do paulistano Luiz Cocuzzi, pelo segundo ano consecutivo. Já a disputa feminina teve o triunfo inédito da petropolitana Giuliana Morgen, de apenas 15 anos, uma das grandes promessas do MTB brasileiro.

Luiz Cocuzzi foi o protagonista em uma disputa equilibrada na elite masculina. Apesar de não liderar nas primeiras voltas, o ciclista soube a hora certa de atacar seus adversários para garantir o título no Memorial da América Latina.
Seus principais perseguidores foram Mario Couto e Guilherme Muller, vice-campeão e terceiro colocado, respectivamente.
O top 5 contou ainda com os atletas Edson Rezende e José Gabriel Marques.

Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Na elite feminina, uma ciclista da categoria juvenil foi quem subiu no lugar mais alto do pódio, mostrando que está em grande fase. Giuliana Morgen, a Giu Giu, venceu e deixou para atrás as favoritas Karen Olimpio e Letícia Cândido.

Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio © Fernando Siqueira – FS Fotografia

Shimano Fest 2018 em números absolutos:

  • 3 dias
  • 30.600 visitantes
  • 5.400 lojistas
  • 5 mil metros quadrados de área coberta
  • 5.600 bikes no bicicletário
  • 5.600 test-rides com 120 bikes
  • 35 palestras

Matéria originalmente publicada em www.shimanofest.com.br

Você foi ao Shimano Fest 2018?
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Avancini é campeão mundial de MTB XCM 2018

Vice-líder do ranking mundial, brasileiro levou o título do Cross-Country Maratona, o  maior resultado da história do Brasil na modalidade.

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Henrique Avancini é campeão mundial de ciclismo MTB na Itália – Foto: Divulgação

Mais uma vez, Henrique Avancini marcou seu nome na história do ciclismo brasileiro.

No último sábado (15/09), o atleta da equipe Cannondale Factory Racing conquistou o título mundial de Mountain Bike Maratona em Auronzo do Cadore, na Itália.
Essa marca coroa uma incrível temporada para Avancini, atual número 2 do ranking da União Ciclística Internacional (UCI), e que chegou na 4ª colocação do Campeonato Mundial de Mountain Bike de Cross-Country Olímpico (XCO).

Confira como foi o Campeonato Mundial MTB XCO realizado em Lenzerheide, na Suiça.

Outro feito que mostra o incrível ano de Avancini foi o resultado da Copa do Mundo de XCO.
A regularidade foi a sua marca, único atleta a pedalar entre os top 20 em todas as 13 etapas. Ele conquistou cinco pódios e ainda venceu a prova de short track em Andorra. No geral, acabou na 4ª colocação geral e foi campeão por equipes.

Perdeu a Copa do Mundo UCI de MTB XCO? Nós contamos como foi a final desse incrível evento!
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Vibração com o título – Foto: Divulgação

No ano passado, Avancini terminou em 30º lugar nessa mesma prova. Dessa vez, o ciclista de 29 anos, natural de Petrópolis (RJ), percorreu os 102km de prova com o melhor tempo. Foram 5h08min29s para cruzar a linha de chegada na frente do austríaco Daniel Geismayr (5h08min31s) e do colombiano Hector Leonardo Paez Leon (5h08min36s). A diferença entre eles ficou em menos de 10 segundos.

“Essa vitória para mim tem um sabor especial, porque ser campeão mundial vindo de onde eu vim não é fácil, mesmo porque até alguns anos ninguém imaginava que um dia eu pudesse ser campeão mundial. Chega a ser surreal isso, estou muito feliz pelo que esse título representa, demonstrando que quando você crê em alguma coisa é possível alcançar, melhorar e crescer”, afirmou Avancini.

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Equipe Cannondale Factory Racing no Mundial MTB XCM 2018 – © Cannondale Factory Racing

Os outros representantes brasileiros foram:

Bruno Martins Lemes: 50ª colocação (5h37min11s)
Wenner de Sousa: 137º lugar (6h41min22s)
Lucas Vieira: 146º lugar (7h53min43s)

O Brasil não teve representantes no feminino que foi vencido pela dinamarquesa Annika Langvad.

Acompanhou as provas do Campeonato Mundial?
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Dicas de sinalização ao pedalar a noite

Pedalar a noite, seja na cidade ou em uma trilha, é uma experiência inesquecível.

O que para alguns é mais uma forma de praticar o ciclismo, para outros, pedalar durante a noite é uma necessidade!
Quem vai trabalhar de bicicleta, geralmente a volta é realizada a noite.

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Nessas condições, os riscos tendem a aumentar, mesmo com a diminuição do trânsito.

Em estudo realizado nos EUA por Kenneth D. Cross e Gary Fisher, os tipos mais comuns de acidentes durante a noite são:
o ciclista não vê um obstáculo (buracos, pedras, pedestres e até outros ciclistas);
colisão contra esse objeto ou contra outro ciclista (normalmente ambos estão sem iluminação);
– o ciclista se envolve em um acidente com um veículo a motor.

Nesse mesmo estudo, foi constatado que cerca de 70% das ocorrências noturnas entre carros e bicicletas são colisões frontais ou atropelamentos em cruzamentos, num ângulo de 90º. Em 21% dos casos registrou-se um ciclista sendo atingido pela traseira.
De acordo com Kenneth e Fisher, que o simples uso do farol noturno poderia evitar 80% dos casos, pois a maioria dos acidentes estava ligada à má sinalização noturna do ciclista.

Com essas informações, temos alguns cuidados que devemos tomar para tornar as pedaladas noturnas mais seguras:
– Sinalização do ciclista
– Iluminação da bike
– Técnicas de condução

Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26 – Elas vieram para ficar!


A sinalização do ciclista

Essas sinalizações também devem ser utilizadas durante o dia, pois quanto mais “visíveis” ficamos, menores são as chances de acidentes.
A noite, usar roupas claras e chamativas faz com que você se destaque na visão dos motoristas. Um colete reflexivo também é importante.
Capacetes com fitas reflexivas ajudam a sinalização, e existem também alguns acessórios eletrônicos próprios de sinalização noturna para o ciclista vestir, tais como braçadeiras com leds que piscam, ou até faróis que são próprios para o capacete.

Os sinais gestuais também são grandes aliados para manter-se seguro ao pedalar na cidade! Sempre demonstre claramente a direção que você pretende seguir.

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Iluminação da bicicleta

O Código de Trânsito Brasileiro determina que a bike possua refletores na dianteira, na traseira e nas laterais.
Utilize uma luz intermitente (que pisque rápido/flash) na cor vermelha na traseira, já na dianteira, use uma luz na cor branca. Com esses dois acessórios, você ficará muito mais visível aos motoristas, pedestres e outros ciclistas.
Se possível, também utilize refletores nos aros e nos pedais.

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A iluminação do caminho também influencia o tipo de iluminação que deverá ser utilizada na bike, pois existem vários modelos de lanternas e faróis, desde os que usam pilha até os mais complexas com sistemas de LED e baterias recarregáveis.

Na cidade, a iluminação pública compete com a iluminação da nossa bike. A uma velocidade de 12km/h, um farol com lâmpada halógena de no mínimo 3 watts de potência deverá ser utilizado (esses valores aumentam proporcionalmente com o aumento da velocidade). Já em uma trilha, a necessidade de uma iluminação forte diminui bastante, pois nossa visão se adapta ao escuro.

Prefira sempre faróis com lâmpadas do tipo LED, pois a iluminação é bem mais eficiente. O sistema de lâmpadas halógenas também é bem satisfatório, sendo mais acessíveis.

Dica é sempre bom – 5 dicas de como limpar sua bike


Técnicas de condução

Ao pedalar a noite, tenha sempre em mente que você está invisível aos carros, dessa maneira sempre tenha atenção redobrada ao seu redor.
Se faz pedal noturno com frequência, aplique na bicicleta e/ou mochila fitas reflexivas. Se colocadas nos locais visíveis da bicicleta, elas são ótimas opções para te deixar visível para os motoristas, pedestres e outros ciclistas.

Use óculos com lentes âmbar (amarelas), antiofuscantes, que ajudam a inibir dificuldades com o reflexo da luz em sentido contrário.

Se possível, pedale em grupo e nunca de forma ostensiva, quando ocupamos totalmente a faixa de circulação de carros, pois isso costuma irritar os motoristas (algo que não deveria acontecer) e causar reações inesperadas e perigosas deles.

E como você se mantêm visível nas pedaladas noturnas?
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Campeonato Mundial MTB XCO: Nino Schurter se consagra e Henrique Avancini faz história novamente

Com corridas emocionantes, a temporada de cross country olímpico encerra-se em grande estilo em Lenzerheide, na Suiça.

A Mercedes-Benz UCI MTB World Cup, coroou no último sábado (08/09), os maiores atletas do ano: Nino Schurter, que venceu em casa, e a americana Kate Courtney que travou uma batalha durante toda a prova contra sua companheira de equipe Annika Langvad para vencer nos últimos instantes, superando inclusive a favorita local, e campeã de 2017, Jolanda Neff.

O brasileiro Henrique Avancini repetiu o resultado do ano passado, conquistando o 4º lugar numa disputa com o suiço Florian Vogel.

 

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

 

“Mais uma grande performance, repetindo a marca de 2017. Não consegui me livrar do pelotão perseguidor, que não estava muito preocupado em fazer a coisa andar para buscar uma medalha. Acabei jogando muita energia fora… No geral, um último capítulo de XCO dessa temporada, marcante para nós, que foi do começo ao fim com bons resultados. Foi um prazer largar como número 2 do ranking mundial, vestindo a camisa amarela!”, disse Avancini.

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Torcida da casa para Nino Schurter e Jolanda Neff – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool
Veja o que aconteceu na Copa do Mundo UCI MTB XCO 2018

XCO Feminino

A campeã mundial de 2017, a suiça Jolanda Neff, era a favorita da torcida local. Ela atacou logo no início, mas foi a dinamarquesa Annika Langvad que assumiu a ponta e controlou a corrida.

Kate Courtney estava em segundo mas Langvad mantinha uma distância de 20 segundos para sua adversária.

Langvad chegou a sofrer uma queda e perdendo tempo, com isso Courtney foi tirando a diferença a cada volta.

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Annika Langvad após sofrer a queda – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Na penúltima volta, Courtney estava a apenas 7 segundos atrás de Langvad. A jovem atacou e chegou a ultrapassar a dinamarquesa, que contra atacou e voltou a frente.

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Kate Courtney – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

 

Com muita habilidade técnica, Courtney tinha vantagem nas descidas e raízes. E aproveitou-se de um erro de sua adversária para assumir a liderança, mantendo sua vantagem até cruzar a linha de chegada.

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Kate Courtney – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Langvad ficou com a prata após dominar toda a corrida, Batty ficou com o bronze e a favorita local, Jolanda Neff, ficou com a quarta colocação.

Brasileiras

As ciclistas brasileiras na prova, Raíza Goulão terminou na 29ª posição, e Jaqueline Mourão no honroso 36º lugar.

Resultados – Elite Mulheres

1 – COURTNEY Kate 1:34:55
2 – LANGVAD Annika +0:47
3 – BATTY Emily +1:58
4 – NEFF Jolanda +2:13
5 – WLOSZCZOWSKA Maja +3:15
29 – GOULAO HENRIQUE Raiza -1 volta
36 – MOURAO Jaqueline -1 volta

XCO Masculino

O destaque para a prova masculina ficou mais uma vez para o suíço Nino Schurter. Ele atacou forte logo no inicio para abrir vantagem e se destacar do pelotão.

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© BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Schurter claramente não queria pedalar com um pelotão grande e ainda na primeira volta conseguiu abrir diferença dos demais.

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Nino Schurter – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Italiano Gerhard Kerschbaumer encostou em Schurter na volta 2 e mantiveram o ritmo alto na liderança da prova.

No grupo perseguidor estavam Mathieu Van der Poel, Henrique Avancini, Florian Vogel, Lars ForsterLuca BraidotMaxime MarotteMathias FlückigerTitouan Carod e Thomas Litscher.
Van der Poel escapou e pedalou sozinho na terceira posição a partir da quarta volta. 

Avancini se destacou e manteve a ponta do grupo atrás de Van der Poel. Junto com o brasileiro estavam Vogel, Flückiger e Carod.

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© BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

No final da prova, Kerschbaumer acompanhava o ritmo de Schurter, mas no final da sétima volta, o suíço acelerou forte e conseguiu se separar do italiano.

Schurter abriu 11 segundos sobre Kerschbaumer e entrou sozinho na arena de Lenzerheide para comemorar seu quarto título consecutivo de Campeão Mundial de MTB XCO!

Kerschbaumer ficou com a prata e Van der Poel com o bronze. Avancini e Vogel “sprintaram” para o quarto e quinto lugares, respectivamente.

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Schurter venceu o Mundial em 2009, 2012, 2013 e todos os anos desde 2015 © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Brasileiros

Henrique Avancini terminou em 4º lugar, Guilherme Muller em 42º lugar, Luiz Henrique Cocuzzi na 61ª posição e José Gabriel no 78º lugar.

 

Resultados – Elite Homens

1 – SCHURTER Nino 1:29:21
2 – KERSCHBAUMER Gerhard +0:11
3 – VAN DER POEL Mathieu +1:14
4 – AVANCINI Henrique +1:53
5 – VOGEL Florian+1:54
42 – GOTARDELO MULLER Guilherme +7:36
61 – COCUZZI Luiz Henrique -2 voltas
78 – MARQUES de ALMEIDA Jose Gabriel -4 voltas

5 Dicas para iniciantes: Pedalar de sapatilha

Existem muitas dúvidas ao começar a pedalar de sapatilha.
Essas dicas são para quem está começando a pedalar de sapatilha ou se está pensando em começar.

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Quando começar a pedalar de sapatilha?

As sapatilhas não são equipamentos indicados para iniciantes no mundo do pedal. Não é pelo valor delas, existem modelos com preços mais acessíveis, mas sim pela técnica aplicada para utilizar esse equipamento.

Se você já é um ciclista experiente, que já andou muitos quilômetros com a sua companheira de pedal, já pode começar a experimentar as sapatilhas e o taco de pedal.

Nota: Temos o artigo “conheça os tipos de pedais” para ajudar você na escolha do equipamento ideal.

 

Vamos às dicas:

1 – Treine o encaixe e desencaixe do pedal

É necessário bastante treino para utilizar esse sistema, pois o ciclista fica “clipado” pela sapatilha no pedal e quando vai parar a bicicleta é preciso lembrar de “desclipar”, ou desencaixar, do pedal para poder colocar o pé no chão. É muito comum ocorrerem tombos no inicio.

Treine bastante, encaixando e desencaixando o pedal diversas vezes.

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2 – Antecipe o desencaixe do pedal

Diminua a velocidade e desencaixe o pedal antes da bike parar, mesmo que a sapatilha fique apoiada no pedal. Dessa maneira você evita os chamados tombos parados.

3 – Mantenha o taco e o pedal clip sempre limpos

Confira sempre como está a situação do taco e do pedal. Verificar se não tem pedras, lama seca ou qualquer outro tipo de detritos que possam atrapalhar o sistema de clipagem.

4 – Comece com um pedal com a plataforma maior

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A plataforma maior traz mais segurança ao ciclista iniciante, permitindo que o pé fique firme no pedal mesmo com ele desencaixado.

5 – Fique atento para o sistema de encaixe e desencaixe

Alguns modelos de pedais possuem sistemas para regular a tensão de clipagem e desclipagem.
Se utilizar esses modelos, você pode colocar o sistema mais leve, exigindo menos força para soltar a sapatilha do pedal.

Matéria originalmente publicada no “até onde deu pra ir de bicicleta

 

Você utiliza sapatilhas e pedais de clip?
Conta pra gente como foi a sua experiência no começo!
Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!

O Mito da Pedalada Redonda

Um assunto polêmico: O Mito da Pedalada Redonda

Algumas pesquisas já mostraram que a chamada “pedalada perfeita” é irrelevante na geração de força e desempenho do ciclista.
Não conseguimos manter esse ritmo de raciocínio numa cadencia de 100 rotações por minuto ou em provas muito longas, onde algumas duram mais de 5 horas.

Mas existem ciclistas que defendem essa técnica para treinamentos de preparação.
São os chamados Treinos de ‘Potenciamento’

Treinos específicos em subidas, com tempo curto, com cadencia muito baixa de 40/50 rotações por minuto e com marchas pesadas para fazer força em todo pedal.
Nesse treinamento, onde uma perna empurra e a outra puxa o pedal, você faz força durante todo o ciclo do pedal com ambas as pernas.
Ao trabalhar a musculatura da perna no movimento de “puxar o pedal”, você alivia o peso da pedalada e favorece o trabalho da outra perna que está “empurrando o pedal”.
A intenção não é puxar o pedal, mas sim, não deixar que essa perna faça peso no ciclo da pedalada e assim, deixando que a perna que empurra tenha mais potencia e desempenho. É fazer com que esse movimento seja intuitivo, natural.

Já viu o nosso post explicando os tipos de pedais utilizados no ciclismo? Conheça os tipos de Pedais

E como é esse treino?

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Se o selim estiver posicionado corretamente, a movimentação dos tornozelos será mais natural, sem causar sobrecargas na região. O ideal é que os pés fiquem paralelos ao chão na fase de maior pressão nos pedais (Fase 1 – Pressão) e levemente apontados para baixo (em torno de 20º) durante o restante da pedalada.

Fase 1: Pressão
Fase em que é produzida a maior parte da potência, uma vez que são usados quase todos os músculos das pernas em um movimento de extensão de quadril. Pise nos pedais com força constante, mantendo os pés paralelos ao chão.

Fase 2: Transição para a puxada
Primeiro ponto morto da pedalada, quando o pedal atinge a posição vertical para baixo.

Fase 3: Puxada
Mesmo ciclistas profissionais pouco produzem potência nessa fase, exceto durante subidas ou quando pedalam de pé. Pense apenas em retirar o peso da perna, puxando-a na direção do tronco, para que não atrapalhe o trabalho do lado oposto.

Fase 4: Chute
Segundo ponto morto da pedalada, no nível mais alto. O objetivo é passar por essa fase rapidamente: leve o joelho para frente, na direção do guidão, evitando que o pé fique excessivamente apontado para baixo. Quanto menor a flexão de quadril, maior a facilidade de movimento.

E você?
O que acha esse desse tipo de técnica?

Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!

Henrique Avancini termina Copa do Mundo UCI de Mountain Bike em quarto lugar!

Com problemas técnicos, brasileiro termina a última etapa do circuito em 17º, mas confirma top 5 na classificação geral da Copa do Mundo de MTB.

 

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

O Brasil entrou, de uma vez por todas, na elite mundial do ciclismo, após a temporada 2018 da Copa do Mundo UCI de Mountain Bike.
Henrique Avancini teve uma incrível performance durante as provas da competição. Na última etapa do circuito, realizada nesse domingo (26/08) na pista da cidade francesa de La Bresse, o brasileiro terminou em 17º lugar devido a problemas técnicos, mas garantiu o Top 5 na classificação geral, conquista inédita do Brasil no esporte.
O vencedor dessa etapa foi o suíço Nino Schuter, que já tinha conquistado o título antecipadamente na etapa anterior.

Avancini, que é segundo colocado no ranking mundial de Cross Country, enfrentou dificuldades na pista de La Bresse. Como ele conseguiu a terceira colocação no short track da última sexta-feira (24/08), o brasileiro largou no pelotão, indo muito bem no começo da prova, mas a lama pesada do circuito fez com que ele fosse ficando para trás.

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

“É um dia em que as sensações ficam misturadas, mas não dá para deixar de considerar que foi uma temporada de Copa do Mundo histórica para mim, para o MTB brasileiro e também latino-americano. O objetivo principal da temporada era ter consistência nas partes física, mental e técnica. E eu tive. Foi um ano em que eu tirei para aprender a correr na frente e fico feliz com o saldo. Além de terminar no pódio, a satisfação é a de que evoluí muito para chegar aqui”, afirma Avancini.

Henrique Avancini terminou a edição da Copa do Mundo UCI de Mountain Bike 2018 entre os cinco melhores do Cross Country, feito nunca alcançado por um brasileiro.
Confira a classificação geral abaixo:

Rank
Competidor
Nacionalidade
Equipe
Idade
Pontos
1 Nino SCHURTER Suíço SCOTT-SRAM MTB RACING 32 1.861
2 Mathieu VAN DER POEL Holandês CORENDON-CIRCUS 23 1.355
3 Maxime MAROTTE Francês CANNONDALE FACTORY RACING XC 32 1.242
4 Henrique AVANCINI Brasileiro CANNONDALE FACTORY RACING XC 29 1.213
5 Gerhard KERSCHBAUMER Italiano TORPADO GABOGAS 27 1.154
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Nino Schurter – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

“Fiz um ano muito consistente. Foram três pódios de short track, dois pódios de XCO e pouquíssimas vezes fora do Top 10. Tenho de curtir o momento, pois é especial para a nossa história. A temporada ainda não acabou, tenho ainda grandes compromissos. Mas, foi um ano fantástico. Vi as pessoas se envolvendo de um jeito diferente com o esporte. Elas estavam acompanhando as transmissões ao vivo, torcendo e vibrando. Esse é o maior legado que eu posso deixar: criação de uma cultura esportiva”, analisa o brasileiro.

Com os resultados da competição, a equipe Cannondale Factory Racing (equipe atual de Henrique Avancini), foi a grande campeã da categoria.
O foco de Avancini agora será o Campeonato Mundial de Mountain Bike UCI 2018, que será realizado na cidade de Lenzerheide, na Suíça, entre os dias 5 e 9 de setembro. No campeonato mundial de 2017, em Cairns, Austrália, o brasileiro terminou na quarta colocação.

 “Vou continuar trabalhando, pois tenho muita lenha para queimar. Tenho bastante margem para melhorar. Cheguei aqui por trabalho duro, tentando, e assim que vamos seguir em frente”, completa.

Em setembro de 2018 aconteceu o Campeonato Mundial MTB de XCO. Veja o que aconteceu na prova realizada em Lenzerheide, na Suíça.

Acompanhou as provas da Copa do Mundo?
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Tudo para a sua #vidacombike está aqui na Azupa!