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Gravel Bike: uma bicicleta ágil

Elas se parecem muito com uma bike de estrada mas se repararmos bem, vemos que ela possui pneus mais largos e freio a disco.

Gravel significa cascalho em inglês, ou seja, essas bicicletas são desenvolvidas para encarar longas distâncias com velocidade em estradas de cascalho, terra, terrenos acidentados e até mesmo lama.

As Gravel possuem uma geometria e configuração de peças que favorecem a utilização no asfalto e em trilhas com mais conforto que as bicicletas de estrada. Não são todo o tipo de trilhas que elas encaram, mas essas mesmas trilhas seriam impossíveis de enfrentam com uma road bike, e por serem mais leves que as MTB, possuem respostas rápidas nas pedaladas agressivas na terra.

Ciclocross: Uma modalidade diferente de tudo o que você já viu!

Como é uma Gravel bike?

Elas são muito parecidas com as bikes de ciclocross, mas possuem diferenças para trazer mais conforto, estabilidade e velocidade seja no asfalto, no cascalho ou na terra.

A distância entre eixos é maior, chainstays compridos, garfo rígido, freios a disco e pneus mais largos que chegam até à medida de 700×42. Seu guidão é um drop, aberto na área dos manetes e a relação de marchas pode ser 2×10, 2×11, 1×11, sem ter uma específica, desde que seja funcional para desempenhos em terrenos acidentados, sejam íngremes, descidas ou circuitos mais técnicos.
As furações no quadro também são diferenciadas pois elas são feitas para terem muitos acessórios, bagageiros, alforjes e suportes de caramanholas, sendo perfeitas para cicloviagens.

Vantagens das Gravel Bike

– Versatilidade para encarar asfalto e trilhas.
– Perfeitas para cicloviagens.
– Possibilidade de levar muitos bagageiros, alforjes e suportes de caramanholas.
– Excelente custo-benefício comparado com bicicletas exclusivas para mountain bike e estrada.
– Desempenho e conforto pois são mais robusta que as bicicletas de estrada e mais leves que que as bicicletas MTB
.

As Gravel Bike são uma tendência que cresce a cada dia em todo mundo, sendo um fenômeno em vários países e estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil.

Matéria adaptada de Bike Registrada

Detalhes que fazem a diferença no ciclocross

Conhecido pela sigla CX, o ciclocross tem grande popularidade, principalmente no hemisfério norte, onde se pode competir nessa modalidade durante o rigoroso inverno.
Mas como funciona as provas e quais as diferenças para as provas de outras modalidades?

Vamos falar pouco mais sobre os detalhes que fazem toda a diferença para você chegar em primeiro lugar.

Quer saber mais sobre o ciclocross? Confira aqui

1. Diferenças entre bikes de estrada e CX

Photo by Angel Santos on Unsplash

O ciclocross é uma modalidade predominantemente off-road, mas praticada com bikes que se parecem muito com as de estrada.
Mas existem importantes diferenças entre as bicicletas de ciclocross e gravel das suas irmãs estradeiras e mountain bikes.

As CX combinam elementos das bicicletas de estrada, como guidão curvado e pneus estreitos, e características das MTB, como a geometria do quadro, pneus com cravos e sistema de suspensão dianteira.

Notamos claramente a diferença de uma CX para uma Speed quando verificamos o espaçamento do quadro para passagem dos pneus, feitos justamente para que as bikes de ciclocross encarem qualquer condições de lama e areia, sem travar a rolagem das rodas.

Com um quadro um pouco mais alto do solo para facilitar as passagens por obstáculos, as CX podem utilizar pneus mais largos de até 33c.

2. Variedade de terreno em um circuito fechado

©Kristof-Ramon – RED BULL Content Pool

Disputados em circuitos curtos entre 2,5 a 3,5 quilômetros, que são feitos para ter o maior número de terrenos diferentes, seja grama, areia, lama,ou neve, além de ter trechos técnicos que fazem muitas vezes com que o ciclista tenha que sair da bicicleta para transpor obstáculos.

As provas são competidas por  tempo, onde os atletas devem cumprir um determinado período de tempo, mais uma volta final. A maioria das corridas da elite tem uma hora de duração, enquanto os amadores podem competir por 30 a 60 minutos.

3. Carregue a sua bike nas costas

Photo by Angel Santos on Unsplash

Se vai encarar uma prova de CX, esteja preparado para carregar a sua bike nas costas.

Raízes, pedras, areia e obstáculos artificiais são apenas algumas das coisas que o ciclista precisa encarrar numa corrida de ciclocross. Os obstáculos artificiais mais comuns são as barreiras de 45cm de altura em sequência, que desafiam os pilotos a saltar ou mesmo ter que sair da bicicleta para superar o desafio.

4. A largada é importante

©Charlie Crowhurst – RED BULL Content Pool

Assim como as provas de MTB Cross Country e as de estrada, a linha de largada é composta por competidores que estão dispostos a dar tudo de si na largada.

Devido ao percurso ser curto e estreito, todos os atletas buscam as melhores posições logo no início, o que pode provocar choques e tombos.

5. Individualismo

As corridas de ciclocross tendem a ser mais individuais, pois são mais lentas e o que conta mesmo é potência, habilidade, técnica e resistência do piloto. A equipe do atleta garante o suporte de hidratação nas áreas de apoio do percurso.

Isso não é o que vemos nas corridas de estrada, onde os vencedores dependem de sua equipe e companheiros, desde para fornecer água e comida, mas principalmente ajuda-los a ditar o ritmo nas subidas.

Matéria originalmente publicada em Red Bull

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Ciclocross: Uma modalidade diferente de tudo o que você já viu!

Lama, obstáculos e bike nas costas, assim é o ciclocross

Photo by Angel Santos on Unsplash

Se você ainda não conhece o ciclocross, esqueça toda a imagem que você tem sobre as competições de ciclismo. Uma mistura de vários tipos de competições, recheada com muita lama e obstáculos desafiadores, esse é o ciclocross.

Essa modalidade faz parte do calendário internacional da União Ciclística Internacional (UCI) e tem a sua própria Copa do Mundo, realizada de setembro a fevereiro (período de inverno no hemisfério norte).
O ponto alto do calendário é a prova do Campeonato Mundial, que começou a ser disputado em 1950 e esse ano será disputado nos dias 1º e 2 de fevereiro, em Dübendorf, na Suíça.

Podemos falar que é uma espécie de curso prático de ciclismo, pois exige forte habilidade na condução, além de uma ótima forma física, porque em diversos trechos, os atletas precisam carregar as bikes nas costas.

As provas normalmente possuem de 2,5 km a 3,5 km de extensão e são realizadas em circuitos técnicos e montanhosos, onde o terreno possui trechos de areia, galhos de árvores e lama, sem contar os obstáculos artificiais, como barreiras e escadarias.

Photo by Angel Santos on Unsplash

O ciclocross nasceu de corridas entre amigos, onde o objetivo era chegar primeiro sem usar as estradas normais de uma cidade a outra, fazendo com que os corredores buscassem atravessar plantações e pular cercas de fazendas.

Como era um esporte que poderia ser disputado mesmo no rigoroso inverno, período de recesso das competições de estrada, passou a ser visto como uma nova modalidade.
O primeiro campeonato nacional na França foi realizado em 1902, com ajuda de Géo Lefèvre, um dos criadores da tradicional Volta da França de ciclismo.

Photo by Angel Santos on Unsplash

Mais de 100 anos depois, uma corrida amistosa entre amigos, virou uma modalidade com participação dos mais importantes ciclistas do mundo envolvidos.
Já pensou em dar uma chance ao ciclocross?

Matéria originalmente publicada em Red Bull

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10 equipamentos essenciais para seu próximo cicloturismo

Viajar utilizando a bike como único meio de transporte é a melhor opção para quem gosta de andar de bicicleta sem ter o compromisso de uma competição. Conhecer novos lugares, pessoas e culturas é uma das melhores sensações que podemos ter enquanto pedalamos.

Mas para toda viagem é necessário montar um roteiro básico e preparar o equipamento para que essa aventura não se torne uma roubada. Separamos alguns itens essenciais para se levar.

1. Tênis ou calçado de qualidade

Além de ter um calçado confortável para pedalar, em algum momento você terá que carregar sua bike ou andar por alguns metros ou quilômetros. Por esse motivo, um bom par de calçados é essencial, especialmente com solas emborrachadas para ter uma melhor aderência.

2. Uma boa jaqueta

Esteja preparado para o pior clima possível, assim você não será pego de surpresa em qualquer tipo de clima. Quando o clima estiver chuvoso ou frio, uma boa jaqueta é importante para mantê-lo protegido e seco por mais tempo.

3. Para-lama dianteiro

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

A utilização do para-lama dianteiro é essencial, principalmente quando encarramos trilhas e terrenos de terra, que ao menor sinal de chuva, podem virar um verdadeiro lamaçal.
A roda dianteira geralmente costumam espalhar muitos detritos e o para-lama servirá para que esses detritos não sejam jogados contra a sua visão.

4. Filtros para água

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

O ideal é sempre ter uma mochila de hidratação com compartimento para levar alguns litros de água, porém dependendo da sua aventura, distância percorrida e localidade, podemos não ter uma fonte de água filtrada por perto. Levar um filtro portátil é ter a possibilidade de filtrar uma água de origem duvidosa é essencial para assegurar sua saúde e segurança.

5. Bolsa impermeável

Item importante para proteger seus itens de valor. Evite que documentos, dinheiro, telefone e outros itens sejam molhados por uma chuva ou queda em alguma poça.

6. Talco

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

Dependendo do seu roteiro, não será fácil encontrar lugares para tomar um banho. Por isso ter um talco especial para passar nas regiões de contato e muito atrito, para manter seco, é fundamental para prevenir infecções.

7. Altímetro/GPS

Gravar a sua rota é essencial para não ficar perdido caso esteja em áreas remotas. Um altímetro e um GPS te permitem saber o que vem pela frente e ajudarão a gerenciar o percurso nos dias que ainda faltam para terminar a viagem.

8. Caneca e garfo

Itens básicos para se alimentar de maneira higiênica também são importantes. No mínimo tenha uma caneca e um garfo para as refeições.

9. Toalha

Photo by Red Bull – © DAN MILNER

Uma toalha seca é ideal para as viagens que passam por rios, cachoeiras e praias. Assim poderá aproveitar os locais em que passamos, mergulhar em lugares paradisíacos e continuar a viagem seco e confortável.

10. Peças de qualidade

Esteja com a bicicleta sempre em dia para evitar surpresas desagradáveis. Peças e componentes de qualidade e duráveis vão te proporcionar muitos quilômetros de aventuras.
Leve peças extras, como cabos de câmbio, dentes da corrente, pastilhas de freio, raios e uma gancheira do câmbio, assim conseguirá fazer as manutenções necessárias caso encontre algum imprevisto no caminho.

Matéria originalmente publicada em Red Bull

Viajar de bike pelo Japão – Bike Myself

Por Pedro Vianna – BikeMyself

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Viver a experiência de viajar pelo mundo é a mistura de alegria, medo, frustração e sentimento de realização. Foi isso que me motivou a criar o Bike Myself um projeto de viagens de bicicleta pelo mundo. Vou contar um pouco da minha aventura pelo Japão em 2016.

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Antes de falar da viagem, tenho que voltar alguns anos… Em de 2009, fiz amizade com alguns japoneses, e com eles pude aprender um pouco de sua cultura e costumes. Desde então, passei a ter muita vontade de visitar o Japão para conhecer mais do povo e dos lugares que esses meus amigos haviam me falado. Anos depois já com a paixão por viajar de bicicleta enraizada decidi que faria minha próxima expedição na terra do sol nascente e que rodaria por 3 meses, tempo máximo do visto de turista.

Eu só tinha 2000 dólares para fazer a viagem, uma média de $23 por dia e mesmo sendo pouco dinheiro para uma viagem pelo Japão parti rumo a mais uma realização de sonho e cheguei em Tokyo sem falar absolutamente nada de japonês. Quando viajo de bicicleta me sinto “esmagado” com uma bicicleta em megacidades. E não era só uma cidade grande qualquer, era Tokyo. Depois de uns dias ali, esperava encontrar uma cidade super equipada com ciclovias e ciclofaixas, mas percebi que a bicicleta é tão respeitada e comum ali, que bastava a educação das pessoas para as coisas funcionarem. A bicicleta não era supervalorizada e sim muito respeitada, não existiam muitos ciclistas, mas existiam muitas, muitas pessoas que usavam a bicicleta como meio de transporte.

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Eu tinha preparado um super roteiro, visitando muito lugares, mas ficando pouquíssimo tempo neles. Depois de conhecer Tokyo por uns dias comecei minha pedalada. Logo no início da viagem, um acontecimento mudou o rumo da expedição, e nunca mais vou me esquecer dele. Estava na estrada em um dia que me estressei muito com sinais vermelhos que me atrasaram, quando parei em um cruzamento olhei para o lado, e vi um senhorzinho japonês empurrando uma bicicleta em uma ladeira caminhando lentamente, passo após passo. Aquele foi o primeiro aprendizado da minha viagem: eu precisava me estressar menos e aproveitar mais o caminho, lembrando sempre de uma coisa que havia aprendido com outro cicloturista “a direção é mais importante que a velocidade”. Depois de ter alcançado meu destino, naquela noite parei, refiz meu roteiro e decidi não ter pressa e aproveitar cada cidade e cada momento da viagem.

O Japão é um país caro, e como eu falei tinha pouco dinheiro, a viagem só se tornou possível pelas formas que eu me hospedei. Usei redes como couchsurfing e warmshowers, uma espécie de redes sociais de hospedagem grátis em viagens. Também contei com a ajuda de brasileiros que moram no Japão, que após conhecerem meu projeto me acolheram em suas casas. Além de economizar, isso me deu a possibilidade de ver a vida desses imigrantes. Isso sem contar com a barraca, que ajuda muito nos dias sem lugar para dormir.

Foram poucas as vezes que dormi em hostel ou hotel cápsula. Eu acredito que a aventura não começa até alguma coisa dar errado e é sempre bom rir depois de alguns perrengues. Me lembro de quando dormi acampado e de repente a noite começou a chover muito. Minhas coisas ficaram totalmente molhadas e só tinha eu no camping, parecia aqueles animes de terror japonês. Aquela noite foi fria, longa e bem difícil.

Outro perrengue foi quando ia pegar um voo para uma ilha chamada Okinawa e tive a brilhante ideia de dormir no aeroporto. Chegando lá, já com a bike desmontada, descobri que o aeroporto ia fechar em 40 minutos. Experimentei como é ser um mendigo estando no Japão, com direito a abordagem de policias perguntando o por que de eu estar dormindo na rua. Engraçado agora, mas tenso na hora.

Passei por diversas cidades, Tokyo, Yokohama, Kamakura, Osaka, Kyoto, Nagoya, Hamamatsu, Nara, Okayama, Miyajima, Hiroshima, Onomichi, Fukuoka e Okinawa. Todos os lugares são especiais a sua maneira e geram recordações incríveis, mas o que tirei de maior valor desses três meses no Japão, eu compartilhei em forma de vídeo, com mais 16 episódios da saga, tudo no YouTube .

Levo como maior aprendizado a receptividade dos japoneses, que vai muito além de ser simpático. É querer te ajudar, mesmo sem entender o que você está falando. Eles tem uma palavra pra essa hospitalidade, omotenashi . Porém, percebi que isso é uma coisa com o turista, pois senti que eles eram muito fechados entre si. Uma nova amizade, daquelas que se tornam um vínculo forte e verdadeiro entre duas pessoas, é uma coisa bem difícil de acontecer.

Acho que todos deveriam ter em alguma viagem, o choque cultural que tive no Japão. Faz a gente aprender a respeitar as crenças do outro ou o que ele defende.

Hoje em dia, sinto que falta muito às pessoas a tolerância, aceitar argumentos e ideias diferentes das nossas sem atacar só porque não é o que acreditamos. Essas viagens, além de tudo, servem muito de aprendizado e crescimento para mim. E um aprendizado que quero passar adiante.

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Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Você já fez cicloturismo com a sua bike? Conta pra gente como foi!
Queremos saber mais um pouco da sua #VidaComBike!

Tudo o que você precisa para a sua companheira de pedal está aqui na Azupa!

É barato viajar de bicicleta?

Por Pedro Vianna – BikeMyself

Se você pode economizar usando a bicicleta no seu dia a dia, já pensou que viajar usando uma bicicleta é mais barato do que uma viagem normal?

Já rodei por Espanha, França, Itália, Japão, Colômbia, México e Belize, em 4 expedições com o projeto Bike Myself.
Em cada expedição experimentei formas diferentes de hospedagem, alimentação e turismo.
O que vocês vão ver aqui é um pouco do meu ponto de vista baseado nas minhas experiências.

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Em uma viagem convencional o transporte e hospedagem normalmente são as coisas mais caras.
São diversas as possibilidades de transporte para se deslocar, carro, ônibus, trem, trem bala, barco, avião, etc. Todas essas opções tem custo e dependendo do lugar podem ser bem caras.

Mas se a viagem é de bicicleta, de um ponto a outra a ideia é ir pedalando. Sendo assim não existe gasto com passagem, combustível e nem com pedágio. Usando uma bike seu custo de transporte praticamente zera, sendo assim você já vai tornar sua viagem muito mais barata, mas existem outras formas de baixar ainda mais o custo.


Hospedagem Grátis

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Existem alguns tipos de hospedagem que não vão te custar nada.
Uma delas é levar uma barraca e acampar. Em algumas regiões e países, não é permitido acampar em qualquer área, então vai ter o custo do camping, que geralmente é bem baixo.

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Outra maneira custo zero de se hospedar é via plataformas colaborativas, como o Couchsurfing – uma comunidade para você encontrar hospedagem gratuita na casa de pessoas locais.
O Warmshowers tem a mesma ideia, mas é voltado apenas para viajantes de bicicleta, nessa plataforma é ainda mais fácil conseguir hospedagem, ciclista sempre ajuda ciclista.


Hospedagem gastando pouco

Troque os hotéis por hostels ou albergues, uma forma mais barata de se hospedar e também um forma muito legal de conhecer novas pessoas. Existem diversos tipos de hostels, mais agitados, mais calmos, bem baratos e outros nem tanto. É sempre possível encontrar um que se encaixa melhor no seu perfil.

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Albergue da juventude na Alemanha

Existem também Guesthouses, que são uma espécie de hostel mas com um clima mais caseiro, muitas vezes uma casa transformada em acomodação. No Japão encontrei mais guesthouses que hostels.
Airbnb é outra opção que muitas vezes é mais barata que hotel.

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Imagine então que você não tem mais gastos com transporte, seu gasto com hospedagem é baixo ou até nenhum, os únicos gastos que sobram serão com o turismo e a alimentação.
Quanto aos passeios turísticos, isso depende de cada um e de cada lugar, tem passeio que custa caro, passeio que custa barato e passeio que não custa nada.
Manter uma boa alimentação durante uma viagem é de extrema importância. A comida é seu combustível e você depende do seu corpo pra que tudo ocorra bem, por isso, dê uma atenção especial para a alimentação.

Se a intenção for economizar ainda mais, leve um fogareiro, pequenas panelas e cozinhe a própria comida, mas dependendo do lugar que for fazer a viagem, comer em restaurantes pode ser bem barato.

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Viajar de bicicleta além de ser sim bem barato, é uma forma diferente de se relacionar com o entorno e de se conectar com a cultura visitada. Faz bem pra saúde e pra alma, é terapêutico demais e serve pra caramba pra pensar na vida e testar seus limites.

Se o custo de uma viagem era sua desculpa, esqueça.
Monte na sua bike e vá viajar com ela.

Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Você já fez cicloturismo com a sua bike? Conta pra gente como foi!
Queremos saber mais um pouco da sua #VidaComBike!

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