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Rodas de Carbono: Vantagens e Desvantagens

Os atletas que buscam melhor performance e redução de peso na bike, normalmente partem para as rodas de carbono.
Vamos falar um pouco sobre as vantagens e desvantagens antes de trocar para as rodas de fibra de carbono.

Imagem by 29in.CH

Mas primeiro:

O que são Rodas de Carbono?

São as rodas feitas com um material chamado Composite e esse material é feito com uma mistura de fibra de carbono, resinas e outras substâncias.
Popularmente elas são conhecidas como fibra de carbono, que é o material mais leve utilizado em rodas de bikes.

Esse material foi projetado para atingir alta performance e para ajuda-lo a decidir se vale a pena ou não investir em rodas de carbono, vamos mostrar um pouco das vantagens e desvantagens.

Imagem by Keanu4

VANTAGENS

REDUÇÃO DE PESO

No MTB e nas bikes de estrada, as rodas de carbono diminuem consideravelmente o peso final da bicicleta.
A redução do peso é muito importante, principalmente em competições, pois as retomadas e manutenção da velocidade constante serão feitas com muito mais facilidade.

AUMENTO DA VELOCIDADE

Rodas mais levas reduzem o esforço que você deve fazer para ganhar mais velocidade em retas, seja na terra ou na estrada.  Com essa redução de pesa, ficará mais fácil aumentar cada vez mais a sua velocidade.

EFICIÊNCIA

Há um aumento significativo da eficiência geral da bike com rodas de carbono. Curvas, descidas, retas e subidas ficarão menos cansativas e serão feitas com maior rapidez.

ABSORÇÃO DE IMPACTOS

A fibra de carbono tem uma grande capacidade de absorver impactos e as rodas desse material também terão essa característica.

Você sentirá uma mudança brusca nos impactos sentidos nos braços, pernas e tronco enquanto pedala.

DESVANTAGENS

LIMITE DE PESO

Como o carbono tem peso reduzido, esse material aguenta um peso total (ciclista + bike) menor também. Dessa maneira, há uma limitação nos modelos de rodas de carbono, mas acontece de maneira separada nas modalidades.
Uma roda para Road terá uma tolerância baixa de peso total em comparação com uma roda de Downhill.

MANUTENÇÃO

Rodas de alta performance necessitam de uma manutenção feita por profissionais qualificados para trabalhar com esse tipo de produto. Você poderá ter alguma dificuldade de encontrar peças que eventualmente precisarão ser trocadas, como cubos e raios, pois geralmente as peças são feitas no padrão de cada fabricante.

DURABILIDADE

Rodas de carbono duram menos que as de alumínio pois são feitas para atingir o máximo de desempenho. Nesse caso, deve-se considerar o seu uso: quanto mais frequente e extremo, menos as rodas vão durar e vice-versa.

CUSTO

Rodas de carbono tem um alto custo monetário, o que limita a um público que são de atletas profissionais e amadores, ou quem realmente está disposto a ter essas rodas em sua bike.

SEGURANÇA

Devido ao seu alto valor, o roubo de bicicletas que têm rodas de carbono é frequente.
Registrar a bicicleta em um sistema de proteção e ativar um seguro, são alguns meios de se prevenir.

Dica
Como existem diferentes modelos de rodas de carbono, antes de adquirir as suas, pesquise, leia as recomendações de cada fabricante e converse com ciclistas que já utilizam e também com os vendedores para tirar todas as dúvidas que possam surgir.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

Imagem by Pablo Baranoff Dorn

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Bicicleta de Estrada: Dicas para escolher o pneu

Muita atenção é dada ao quadro, peso e outros componentes de uma bicicleta mas, muitas vezes, os pneus são negligenciados.
Escolher o pneu correto vai melhorar a sua experiência de pilotagem, além de trazer mais conforto e melhor desempenho.

Para auxiliá-lo a escolher o pneu, separamos algumas importantes informações que você deve saber sobre os pneus da sua bicicleta.

Tipos de pneus

Existem três tipos de pneus que são mais utilizados. O pneu “clincher” é o mais comum e que a maioria dos ciclistas de estradas utilizam. Os ciclistas profissionais preferem utilizar os pneus “tubulares”, mas os “tubeless” estão ganhando cada vez mais adeptos no ciclismo de estrada.

Imagem: schwalbetires.com

CLINCHER

Vamos ver um pouco mais sobre cada um:

É o tipo de pneu mais comum para a bicicleta de estrada, tem preços mais acessíveis e são mais fáceis de serem trocados.
Os pneus clincher precisam da utilização de uma câmara de ar e em caso de furo, ela poderá ser facilmente substituída ou remendada.

Você encontrará modelos dobráveis, onde o talão é de fibra de aramida (kevlar), que é mais durável e maleável. Os modelos não dobráveis possuem o talão feito com um fio de aço (também chamado de arame).

Os modelos dobráveis são muito mais leves que os de arame e por esse motivo tendem a serem mais caros.

TUBULAR

Populares entre os pilotos profissionais, esse é tipo de pneu mais caro e que precisa de mais cuidados que os demais modelos, porém é o mais resistente a furos, trazem maior velocidade e menor resistência à rodagem.
Por atingir uma pressão bem maior que o clincher, diminui a área de contato com o solo e consequentemente o arrasto. 

Os pneus tubulares  possuem uma “câmara” de ar interna mas é costurada junto ao pneu para serem coladas ao aro. Isso mesmo, esse tipo de pneu precisam ser presos à roda por meio de uma cola ou fita especial.
A troca de um pneu furado é muito mais rápida do que um pneu com câmara, porém é necessário que o outro pneu tubular esteja pré-colado, o que é difícil de transportar para realizar esse reparo na rua.
A manutenção desse tipo de pneu já não é das mais fáceis e acessíveis, por isso é considerado um item de corrida.

 TUBELESS

São os famosos pneus sem câmara. Embora muito utilizados nas mountain bikes, também existem pneus tubeless para as bicicletas de estrada.
Não existem nenhuma câmara nesse tipo de pneu, eles encaixam no aro da mesma forma que um clincher, porém com tolerâncias muito mais estreitas para ficar mais firme e hermética. Para que isso seja possível é necessário uma roda/aro compatível, o que pode deixar mais caro ter esse tipo de pneu na bicicleta.

A utilização de selante também é necessário para criar uma vedação quando algum furo acontece. Ao furar o pneu, o próprio ar interno faz com que o líquido seja levado para o local, remendando o furo .

Tipo de Terreno

O tipo de terreno que você pedala com a sua bicicleta também será um fator importante na hora de definir o pneu correto.

Asfalto ruim e irregular precisam de pneus mais resistentes e com diâmetro maior (mais grossos), já em estradas melhores os pneus mais leves e mais estreitos terão um rendimento melhor.

Tamanho do pneu

O tamanho dos pneus e rodas das bicicletas de estrada não tem tanta variação quanto as mountain bike.  Os aros 700 são praticamente universais para as rodas e a maioria dos pneus de estrada varia de 23mm a 28mm, porém existem modelos superiores a 35mm que são usados em cyclocross e lazer.

Antes de comprar o pneu para sua bicicleta de estrada, verifique se a largura está dentro da faixa recomendada de aro/roda. Consulte o local de compra se não tiver certeza dos limites da sua bicicleta.

Pressão dos pneus

A pressão está diretamente ligada a escolha dos pneus, porém é necessário ficar atento pois a pressão pode variar dependendo do terreno.

Quando a pressão em um pneu é alta, a resistência ao rolamento melhora e o pneu fica menos suscetível a perfurações. Pressão baixa em um pneu proporciona melhor conforto e aderência.
Fatores como peso do ciclista, tamanho do pneu, tipo de terreno e pilotagem influenciarão na pressão escolhida.
Na lateral do pneu estará a calibragem mínima e máxima indicada pelo fabricante e é recomendável ficar dentro dessa indicação.

Saiba como diferenciar todas as medidas que estão escritas na lateral dos pneus nesse artigo aqui.

Qual tamanho de quadro ideal?

Uma das perguntas mais feitas pelos iniciantes no ciclismo é “Qual tamanho de quadro devo usar?

Assim como roupas e calçados, os quadros das bicicletas tem tamanhos diferentes que variam de acordo com a altura do ciclista. Como cada pessoa tem características físicas únicas, os ajustes relacionados ao tamanho do tronco e membros, como a altura do selim e guidão, devem ser ajustadas em um Bike Fit (que é uma avaliação específica de posição ideal do ciclista na bicicleta), mas para o quadro existem algumas medidas universais.

Nesse artigo vamos tratar das medidas dos quadros para Mountain Bike e Road pois elas são consideradas pelo seat tube (tubo do selim) e podem sem em polegadas (para mountain bike) e em centímetros (para as road bike).

As BMX tem suas medidas pelo top tube (tubo superior do quadro) e uma série de micro ajustes diferentes no head tube e seat tube. Cada variação pode trazer mais ou menos agilidade, estabilidade, entre outros, o que muda de acordo com a modalidade do BMX e o estilo de cada ciclista. Iremos tratar desse assunto em um outro post mais detalhado.

Os quadros das Mountain Bikes são medidos em polegadas. O valor é a distância do eixo do movimento central ao final do seat tube onde é inserido o canote.

Podem ser:
– 15”
– 16”
– 17”
– 18”
– 19”
– 21”

Alguns fabricantes podem fazer variações desses tamanhos, como por exemplo os quadros 15,5”.

Já os quadros para as bicicletas de ciclismo de estrada (speed/road bike) os tamanhos são descritos em centímetros e partem de 45cm até cerca de 65cm.

Além dessas formas de medidas, alguns fabricantes adotam a medida universal de tamanho, tanto para as mountain bikes, quanto para as road bikes.
S (small): para os quadros de tamanho 15 à 16”;
M (médium): para os quadros de tamanho 17 à 18”;
L (large): para os quadros de tamanho 19”;
XL (extra large): para os quadros de tamanho 21”.

Mas como saber qual é o ideal?

Existem duas formas para encontrar o tamanho ideal do quadro.
A primeira é a medida do cavalo, que é a distância dos pés até o meio das pernas do ciclista, conforme imagem abaixo:

Essa forma não é muito utilizada, pois dificilmente trará um resultado 100% absoluto. Como ela produz um resultado aproximado e podem ter inúmeros fatores influenciando a medição, acabou não sendo muito utilizada.

A forma mais utilizada atualmente é a altura do ciclista e existe uma tabela universal de quadros com os tamanhos indicados para cada faixa de altura.
Essas medidas atenderão a maioria dos ciclistas sem grandes adaptações, porém pessoas com características físicas diferentes (braços ou pernas muito longos, tronco grande e pernas curtas, etc) devem procurar um Bike Fit para encontrar o tamanho ideal que mais vai se adequar ao seu corpo.

Abaixo estão as medidas universais dos quadros (MTB e Road) para homens e mulheres

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5 Dicas para Iniciantes na Bike

Está pensando em começar a pedalar?
Confira essas dicas que vão te ajudar a aproveitar todas as vantagens que o ciclismo oferece e garantir uma boa experiência de bike.

1. Escolha uma Bike para Iniciantes

O primeiro passo para começar a pedalar é a Bicicleta.
Não é necessário já começar com uma bike de ultima geração. A escolha certa depende do tipo de pedal que você pretende praticar.

Vai passear somente pela cidade, nos parques e ciclovias?
Um modelo mais simples já será um bom começo.
Pretende ir para trilhas técnicas e competições?

Então um modelo mais robusto deverá ser escolhido e será necessário ter mais atenção ao tipo de freio, suspensão, quadro, etc.
É extremamente importante que a bicicleta seja adequada ao seu corpo. Até uma bike para iniciantes tem diferentes tamanhos de quadro e roda, regulagem de selim e guidão, onde tudo isso influencia na hora de pedalar.
Por isso é importante que se realize um bike fit, onde um profissional qualificado irá ajustar a bicicleta especificamente para o seu biotipo.

2. Roupas e Equipamentos Adequados

O capacete é o primeiro equipamento que devemos pensar para começarmos a andar de bicicleta, procure por um com boa ventilação, fácil travamento e de qualidade.
Pense também em um óculos que filtre o excesso de luminosidade e tenha uma boa proteção para os seus olhos contra o vento, poeira, etc.

As luvas também devem ser adquiridos pois além do conforto, elas darão maior firmeza à pilotagem e protegerão em caso de quedas.

As roupas de ciclismo são importantes para melhorar o desempenho, onde seus tecidos e acolchoamentos garantem conforto e evitam assaduras no caso das bermudas, e as camisetas possuem tecidos que privilegiam a ventilação e melhor sensação térmica.

3. Saiba fazer a manutenção de emergência

Não é necessário que você se torne um especialista em mecânica para começar a pedalar. Porém, saber realizar algumas tarefas básicas como trocar um pneu, substituir a câmara, arrumar a corrente, entre outros.

Claro que não se faz necessário que você saiba isso para pedalar, mas saber fazer esses pequenos ajustes já irá lhe preparar para os imprevistos que podem acontecer no meio do pedal.

4. Pedale em locais conhecidos

Seja para pedalar sozinho ou com outros iniciantes, sempre faça trajetos que você conheça que tenha ciclovias ou ciclofaixas, evitando com que você se perca.
Com o tempo e a prática, você terá mais confiança para explorar novos percursos e ambientes.

5. Respeite seus limites

Nunca exagere nos passeios.
Pedalar é um exercício e por isso é necessário que você conheça os seus limites para que não tenha imprevistos e não aguente voltar pedalando para casa.
Pedaladas fortes e de muitos quilômetros não são adequadas para ciclistas iniciantes, isso só é possível só com treino e experiência.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

Agora chegou a hora de pegar a bike e partir para a trilha, estrada ou pedalada de lazer.

O ciclismo tem inúmeros benefícios e com certeza você aproveitará todos eles.

Vai partir para o pedal?
Conta pra gente como foi!
 
Tudo para a sua #vidacombike está aqui!

5 equipamentos indispensáveis na hora de pedalar

Para pedalar, seja em grupo ou sozinho, o que não pode faltar são os equipamentos de segurança.
A primeira coisa que vem à mente quando falamos de segurança no pedal é o capacete, porém muitos outros acessórios são importantes para garantir uma maior segurança e, em muitos casos, aumentar o desempenho dos ciclistas profissionais e amadores.

Fizemos uma lista com 5 itens importantes para você pedalar com segurança e comodidade.

CAPACETE

Um item extremamente fundamental que, não importa se é para competição, passeio ou locomoção de trabalho, o capacete é obrigatório para a segurança do ciclista.
Proteger a cabeça contra impactos causados por quedas e acidentes é o mínimo que podemos fazer para pedalarmos com tranquilidade.

A escolha do modelo ideal depende de alguns fatores, que explicamos melhor nesse artigo.

Você consegue encontrar diversos modelos diferentes de capacetes, mas os principais tipos são:

Capacete aberto (concha) – Bem ventilado e aerodinâmico.
Utilizado pela maioria dos ciclistas, os modelos com viseira são mais usados por praticantes de mountain bike, enquanto os sem viseira, pelos praticantes de ciclismo de estrada.

Capacete urbano (Coquinho) – Indicado para uso urbano e para modalidades que possuem o risco de queda vertical como o BMX

Capacete fechado – Para modalidade extremas como o Downhill e algumas categorias do BMX.
Protege toda a cabeça e a região do queixo.

Capacete de pista – Específicos para as modalidades de pista e velódromo. Desenvolvidos para serem resistente e extremamente aerodinâmicos.

ÓCULOS

Muita gente não dá a devida atenção aos óculos mas são muito importantes na proteção de todo ciclista.
Nas trilhas eles protegem a visão do ciclista contra cascalhos soltos e detritos das trilhas. Já no asfalto, eles evitam as irritações causadas pela fuligem e poeira das pistas e estradas.

Existem modelos que são muito escuros para serem usados durante dias com sol intenso. Esse tipo específico de óculos devem ser evitados em pistas com muita sombra ou vegetação mais fechada.

LUVAS

Um dos exemplos que protegem e ajudam no desempenho ao mesmo tempo. Além de trazerem um conforto maior, as luvas protegem as mãos de cascalhos, impactos e atritos com o punho da bicicleta. Elas também vão proporcionar mais segurança nas manobras e curvas técnicas das trilhas.

SAPATILHAS

Tão confortáveis quanto os tênis esportivos, as sapatilhas aderem o seu solado ao pedal da bicicleta, aumentando a força e o rendimento das pedaladas, além de evitar as “escapadas” do pé ao pedalar que podem levar a quedas.

Mas lembre-se que é necessário experiência e técnica para utilizar com segurança as sapatilhas. Damos 5 dicas para os iniciantes aqui nesse artigo.


MOCHILA DE HIDRATAÇÃO

Não é um item de proteção, mas as mochilas de hidratação vão proporcionar um tempo maior em trilhas ou passeios mais longos.
Além de manter o organismo hidratado e saudável durante a prática do exercício, esse tipo de mochilas também possuem compartimentos em que é possível levar alimentos em pequenas porções e ferramentas para a manutenção da bike.

Você utiliza esses equipamentos?
Conta pra gente a sua experiência.

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Dicas para comprar a Bike das crianças

Dentre os vários modelos existentes de bicicletas infantis, a escolha do modelo ideal para os filhos não é uma tarefa fácil.
Separamos algumas dicas importantes na hora de escolher a melhor bike para a criançada.

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Analise o tamanho ideal da bike

Muitas pessoas erram na hora de comprar a bike infantil, pois só se preocupam em saber o tamanho indicado da bicicleta de acordo com a idade das crianças, mas o correto é ficar atento à relação Altura X Peso da criança.

Na tabela abaixo você poderá ver a relação Tamanho Bike X Altura Criança X Peso Criança:

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Escolha a bike que tiver melhor custo-benefício

As crianças estão em constante crescimento, por esse motivo, você deve procurar a melhor bike para a atual fase do seu filho(a).
Uma bicicleta grande demais pode frustrar o aprendizado da criança e fazer com que ela perca total interesse em começar a andar de bike.
Da mesma maneira acontecerá se você comprar uma bicicleta pequena demais, onde a criança vai ficar desconfortável e sentirá dificuldade para andar na bike.
Opte por uma bicicleta em que a criança possa aproveitar o máximo possível, sem se sentir frustrada ou mesmo desconfortável ao pedalar.

O tamanho da bike e a qualidade do seu material influenciam no preço da bicicleta, por esse motivo, alguns fabricantes colocam materiais mais em conta, como o plástico por exemplo, em várias peças da bicicleta. Esse procedimento deixa a bike com valor menor, porém acabam ficando mais frágeis.

Atenção com a temática das bicicletas

Fique atento à temática das bicicletas, pois alguns fabricantes procuram utilizar personagens infantis e de desenhos animados para tematizar às bikes e com isso as crianças se interessam mais pelo personagem do que pela própria bicicleta em si.

Essas bicicletas podem ser de qualidade inferior e é importante que os pais optem pela bicicleta que seja mais funcional e não se deixem levar apenas pelo tema estampado na bike.

Segurança em primeiro lugar

Não adquira bicicletas que você não conheça a procedência. As bikes infantis apresentam alguns itens de segurança que são inspecionadas e certificadas pelo selo de qualidade do INMETRO.
Antes de comprar, procure pelo selo de qualidade. Desse jeito, você está garantindo a compra de um produto com qualidade comprovada.
Verifique também a garantia do produto, pois em geral as bikes infantis possuem em torno de 3 meses de garantia.

Fique atento ao local onde você está comprando a bike infantil

É preciso ressaltar que a qualidade do local onde você vai comprar a bicicleta da criança também é um fator a ser considerado, tendo em vista que se o local não tiver uma boa procedência, provavelmente os produtos fornecidos também não terão e o preço reduzido acabará não compensando ao final da compra.

Essas dicas serão de grande utilidade para você não cometer alguns erros comuns no momento da escolha e compra da bike infantil. Apesar dos fatores qualidade e segurança serem primordiais não deixe de levar em conta o gosto e o estilo de quem realmente irá usar a bike para pedalar, as crianças.
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Fonte: Bikeloko

E qual foi a sua primeira bicicleta?
Ainda se lembra dela?
Conta pra gente como foi!

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Balance Bike – A forma certa de aprender a andar de bicicleta

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A balance bike, também chamada de bicicleta de equilíbrio, é uma bicicleta de treinamento que ajuda a criança a aprender o equilíbrio e direção. Esse modelo não possui pedais, pedivela, corrente ou rodinhas laterais, e poder ser uma bicicleta convencional adaptada, ou uma bicicleta especialmente desenvolvida para essa finalidade (para crianças muito pequenas para quais as bicicletas normais não estão disponíveis).
Esse modelo pode não ter freio, ou pode ter um ou dois freios de aro manuais.

As balance bikes são tão especiais e procuradas pois oferecem uma série de benefícios de desenvolvimento às crianças.
Crianças com até mesmo 18 meses de idade, podem aprender a andar com uma bicicleta de equilíbrio com algumas horas de prática.
A utilização da bicicleta de equilíbrio por 20 ou 30 minutos, duas vezes por semana, traz as seguintes melhorias para a criança:

  • Melhorias substanciais tanto no equilíbrio dinâmico quanto estático.
  • Melhorias substanciais na coordenação bilateral.
  • Melhorias observáveis no auto-conhecimento físico.

Por que usar uma balance bike?

Com uma bicicleta de equilíbrio, a criança aprende primeiro a equilibrar-se, e por último a pedalar. Já numa bicicleta normal, essa curva de aprendizado é inversa.
Uma bicicleta com pedais geralmente é muito difícil para a maioria das crianças muito jovens e que as rodinhas laterais podem encorajar a criança a aprender alguns comportamentos que mais tarde precisarão ser desaprendidos.

Qual a idade para trocar a bicicleta de equilíbrio por uma bicicleta de pedais?

Se a criança estiver dominando a balance bike, com idade entre 4 e 6 anos já poderá introduzir uma bicicleta de pedais aro 16” e sem rodinhas, pois o principal propósito das rodinhas é manter o equilíbrio, coisa que a criança já dominou com a bicicleta de equilíbrio.

Demora muito para aprender a andar na balance bike?

A maioria das crianças conseguem andar na primeira vez que sentam em uma bicicleta de equilíbrio. A introdução dessa bicicleta poderá ser feita logo após elas aprenderem a andar.
A curva de aprendizado não é a mesma para todas as crianças e elas progridem no seu próprio ritmo e aprendem a se equilibrar, fazer curvas, etc.

Por que as bicicletas de equilíbrio não tem pedais?

O objetivo principal é permitir que as crianças desenvolvam suas habilidades motoras básicas e aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
Nas bicicletas convencionais, o movimento de “sobe e desce” da pedalada faz com que a criança jogue o peso do corpo de um lado para o outro, o que prejudica o equilíbrio, perdendo a estabilidade e senso de direção.
As balance bikes permitem que as crianças coloquem os pés no chão quando sentirem que vão perder o equilíbrio, se firmando rapidamente e prevenindo uma queda.

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Fonte: Cia do Pedal

E como você aprendeu a andar de bicicleta?
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Ensinar uma criança a pedalar!

Com alguns passos simples e muito encorajamento, a maiorias das crianças podem aprender a andar de bicicleta em menos de uma hora.

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Aqui estão algumas dicas para ensinar a criançada a pedalar!

Aprenda a parar antes de começar

A criança precisa se familiarizar com a bike e se sentir no controle da situação.
Por esse motivo é importante ela caminhar junto com a bike e praticando o acionamento dos freios. Eles precisam criar o hábito de usar os dois freios, e é importante que eles entendam isso desde o começo do aprendizado.

Abaixe o selim e tire os pedais

Antes de colocar a criança na bike, procure abaixar o selim e remover os pedais, pois dessa maneira a bike ficará bem manobrável e aumentará a sensação de controle e estabilidade.
Já existem no mercado as “balance bikes” ou bicicletas de equilíbrio, que é uma bicicleta de treinamento que ajuda o ciclista a aprender direção e equilíbrio. Ela não tem pedais, nem pedivela, corrente e rodinhas laterais.

Praticando desse jeito, os pequenos vão desenvolver suas habilidades motoras básicas. Aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
É importante encorajar eles a manter os pés longe do chão pelo maior tempo possível.

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Um pedal de cada vez

Agora que a criança já pegou o jeito de se deslocar uma boa distância sem colocar os pés no chão, é recomendável recolocar primeiro o pedal no lado da perna dominante e refazer o exercício anterior. Eles vão aprender que conseguem ir mais longe e sabem onde os pés devem ficar.

Pronto para decolagem

Colocando os dois pedais na bike, é hora de pedalar!
É recomendável que o adulto fique ao lado da criança, a segurando e dando o suporte necessário.
Depois de um tempo de prática, a criança vai estar pedalando no seu próprio ritmo. Nessa hora é importante continuar fazendo com que eles parem regularmente para praticar os freios.
Sempre que você pedir para eles pararem dê alguns passos para trás para parecer que eles foram mais longe e encorajá-los

Os estabilizadores (rodinhas)

Muitos especialistas desaconselham a utilização dos estabilizadores (as famosas rodinhas), pois eles encorajam a criança a achar que pode subir na bike sem ter que se equilibrar.
Mas um lado positivo das rodinhas é que elas ajudam a se acostumar com os pedais desde cedo, o que as bicicletas de equilíbrio não fazem.

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Fonte: bikedica

Como você começou a pedalar?
Já ensinou a criançada as coisas maravilhosas do mundo da bike?
Conta pra gente!

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Dicas de sinalização ao pedalar a noite

Pedalar a noite, seja na cidade ou em uma trilha, é uma experiência inesquecível.

O que para alguns é mais uma forma de praticar o ciclismo, para outros, pedalar durante a noite é uma necessidade!
Quem vai trabalhar de bicicleta, geralmente a volta é realizada a noite.

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Nessas condições, os riscos tendem a aumentar, mesmo com a diminuição do trânsito.

Em estudo realizado nos EUA por Kenneth D. Cross e Gary Fisher, os tipos mais comuns de acidentes durante a noite são:
o ciclista não vê um obstáculo (buracos, pedras, pedestres e até outros ciclistas);
colisão contra esse objeto ou contra outro ciclista (normalmente ambos estão sem iluminação);
– o ciclista se envolve em um acidente com um veículo a motor.

Nesse mesmo estudo, foi constatado que cerca de 70% das ocorrências noturnas entre carros e bicicletas são colisões frontais ou atropelamentos em cruzamentos, num ângulo de 90º. Em 21% dos casos registrou-se um ciclista sendo atingido pela traseira.
De acordo com Kenneth e Fisher, que o simples uso do farol noturno poderia evitar 80% dos casos, pois a maioria dos acidentes estava ligada à má sinalização noturna do ciclista.

Com essas informações, temos alguns cuidados que devemos tomar para tornar as pedaladas noturnas mais seguras:
– Sinalização do ciclista
– Iluminação da bike
– Técnicas de condução

Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26 – Elas vieram para ficar!


A sinalização do ciclista

Essas sinalizações também devem ser utilizadas durante o dia, pois quanto mais “visíveis” ficamos, menores são as chances de acidentes.
A noite, usar roupas claras e chamativas faz com que você se destaque na visão dos motoristas. Um colete reflexivo também é importante.
Capacetes com fitas reflexivas ajudam a sinalização, e existem também alguns acessórios eletrônicos próprios de sinalização noturna para o ciclista vestir, tais como braçadeiras com leds que piscam, ou até faróis que são próprios para o capacete.

Os sinais gestuais também são grandes aliados para manter-se seguro ao pedalar na cidade! Sempre demonstre claramente a direção que você pretende seguir.

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Iluminação da bicicleta

O Código de Trânsito Brasileiro determina que a bike possua refletores na dianteira, na traseira e nas laterais.
Utilize uma luz intermitente (que pisque rápido/flash) na cor vermelha na traseira, já na dianteira, use uma luz na cor branca. Com esses dois acessórios, você ficará muito mais visível aos motoristas, pedestres e outros ciclistas.
Se possível, também utilize refletores nos aros e nos pedais.

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A iluminação do caminho também influencia o tipo de iluminação que deverá ser utilizada na bike, pois existem vários modelos de lanternas e faróis, desde os que usam pilha até os mais complexas com sistemas de LED e baterias recarregáveis.

Na cidade, a iluminação pública compete com a iluminação da nossa bike. A uma velocidade de 12km/h, um farol com lâmpada halógena de no mínimo 3 watts de potência deverá ser utilizado (esses valores aumentam proporcionalmente com o aumento da velocidade). Já em uma trilha, a necessidade de uma iluminação forte diminui bastante, pois nossa visão se adapta ao escuro.

Prefira sempre faróis com lâmpadas do tipo LED, pois a iluminação é bem mais eficiente. O sistema de lâmpadas halógenas também é bem satisfatório, sendo mais acessíveis.

Dica é sempre bom – 5 dicas de como limpar sua bike


Técnicas de condução

Ao pedalar a noite, tenha sempre em mente que você está invisível aos carros, dessa maneira sempre tenha atenção redobrada ao seu redor.
Se faz pedal noturno com frequência, aplique na bicicleta e/ou mochila fitas reflexivas. Se colocadas nos locais visíveis da bicicleta, elas são ótimas opções para te deixar visível para os motoristas, pedestres e outros ciclistas.

Use óculos com lentes âmbar (amarelas), antiofuscantes, que ajudam a inibir dificuldades com o reflexo da luz em sentido contrário.

Se possível, pedale em grupo e nunca de forma ostensiva, quando ocupamos totalmente a faixa de circulação de carros, pois isso costuma irritar os motoristas (algo que não deveria acontecer) e causar reações inesperadas e perigosas deles.

E como você se mantêm visível nas pedaladas noturnas?
Conta pra gente!

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5 Dicas para iniciantes: Pedalar de sapatilha

Existem muitas dúvidas ao começar a pedalar de sapatilha.
Essas dicas são para quem está começando a pedalar de sapatilha ou se está pensando em começar.

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Quando começar a pedalar de sapatilha?

As sapatilhas não são equipamentos indicados para iniciantes no mundo do pedal. Não é pelo valor delas, existem modelos com preços mais acessíveis, mas sim pela técnica aplicada para utilizar esse equipamento.

Se você já é um ciclista experiente, que já andou muitos quilômetros com a sua companheira de pedal, já pode começar a experimentar as sapatilhas e o taco de pedal.

Nota: Temos o artigo “conheça os tipos de pedais” para ajudar você na escolha do equipamento ideal.

 

Vamos às dicas:

1 – Treine o encaixe e desencaixe do pedal

É necessário bastante treino para utilizar esse sistema, pois o ciclista fica “clipado” pela sapatilha no pedal e quando vai parar a bicicleta é preciso lembrar de “desclipar”, ou desencaixar, do pedal para poder colocar o pé no chão. É muito comum ocorrerem tombos no inicio.

Treine bastante, encaixando e desencaixando o pedal diversas vezes.

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2 – Antecipe o desencaixe do pedal

Diminua a velocidade e desencaixe o pedal antes da bike parar, mesmo que a sapatilha fique apoiada no pedal. Dessa maneira você evita os chamados tombos parados.

3 – Mantenha o taco e o pedal clip sempre limpos

Confira sempre como está a situação do taco e do pedal. Verificar se não tem pedras, lama seca ou qualquer outro tipo de detritos que possam atrapalhar o sistema de clipagem.

4 – Comece com um pedal com a plataforma maior

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A plataforma maior traz mais segurança ao ciclista iniciante, permitindo que o pé fique firme no pedal mesmo com ele desencaixado.

5 – Fique atento para o sistema de encaixe e desencaixe

Alguns modelos de pedais possuem sistemas para regular a tensão de clipagem e desclipagem.
Se utilizar esses modelos, você pode colocar o sistema mais leve, exigindo menos força para soltar a sapatilha do pedal.

Matéria originalmente publicada no “até onde deu pra ir de bicicleta

 

Você utiliza sapatilhas e pedais de clip?
Conta pra gente como foi a sua experiência no começo!
Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!