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Talco nos pneus e câmaras?

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Ao comprar um pneu novo para a sua bicicleta, é muito comum ele chegar com uma “camada” branca ou até mesmo amarelada por sobre a borracha.

Os fabricantes passam um TALCO INDUSTRIAL para conservar os pneus. Eles são armazenados em um local escuro, junto com este talco, para ajudar o pneu a ficar livre de umidade e durar mais, evitando assim o ressecamento da borracha e rachaduras por não estarem sendo utilizados.

Se um pneu chegar até a sua casa com uma coloração, não se assuste: é sinal de que ele é realmente NOVO! É apenas a camada de talco que vai ganhando cor com o passar do tempo – basta instalar seu pneu e nas primeiras pedaladas esta camada de talco já sai.

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Já sabemos que os pneus recebem esse talco para conservação da borracha antes do uso regular, mas e as câmaras?

Existem câmaras que já vem de fábrica com talco aplicado nelas.

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Quando temos o contato borracha X borracha entre a câmara e o pneu, é preciso ter menos fricção e mais movimento durante o processo de enchimento da câmara, evitando “beliscões” que possam resultar em furos.
As câmaras com talco tem uma performance melhor que as sem talco específico.

A minha câmara não veio com talco de fábrica, tenho que trocá-la?

Não é necessário realizar a troca, apenas considere aplicar um pouco de talco no interior dos pneus durante a montagem. Esse procedimento irá evitar atrito entre a câmara de ar e a parede interna do pneu permitindo que a câmara se movimente mais livremente no processo de enchimento.

Jogar talco na sua câmara de ar antes da instalação no pneu faz com que a superfície da borracha fique escorregadia. Isso evita que o pneu e a câmara fiquem presos um ao outro, reduzindo o atrito e evitando a chamada “mordida de cobra”, que é quando o pneu belisca a câmara ao passar em um buraco, por exemplo, furando-a.

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5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

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Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

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Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

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Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
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Todos os itens necessários você encontra na Azupa Bike Store!

Como Passar a Marcha Corretamente

As marchas facilitam a vida dos ciclistas!
Saiba o funcionamento delas, pratique e ganhe desempenho no seu pedal.

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Antes de termos a possibilidade de trocar as marchas da bicicleta, somente atletas preparados conseguiam encarar subidas muito íngremes, obter mais velocidade e distância sem muito cansaço. Após essa revolução, um número muito maior de pessoas pode entrar de cabeça nesse mundo.

Sistema de Transmissão

O sistema de transmissão é o sistema que efetivamente é usado para transmitir a força do ciclista para que a roda da bicicleta gire.

A transmissão de uma bicicleta convencional, é composta por algumas peças. Sendo elas: movimento central, pedivela, coroas, corrente e cassete.

Os câmbios e passadores não entram neste grupo, apesar de serem fundamentais e necessários para o funcionamento do sistema. Pois não sofrem a força direta vinda da perna do ciclista.

O cassete nada mais é que várias engrenagens de diferentes tamanhos, colocados na roda traseira e que, através do câmbio traseiro, se pode alterar em qual catraca a corrente estará girando.
No pedivela são usadas diferentes coroas, com exatamente a mesma função e acionadas pelo câmbio dianteiro. Nesse sistema é possível ter diferentes marchas sem a necessidade de trocar a roda inteira da bicicleta.

Conhecendo o Sistema

Para realizar a troca das marchas é necessário acionar o passador (ou trocador), que está no guidão. Dependendo do seu sistema, as mudanças de marcha são feitas através de uma ou duas alavancas, ou até mesmo girando o passador.
É muito importante que você conheça o funcionamento do seu passador para poder diminuir e aumentar a marcha. Esse procedimento deve se tornar automático na sua cabeça.

Um fato comum em todos os sistemas é que o lado direito controla a mudança de marcha no cassete (roda de trás) e o lado esquerdo controla a mudança de marchas no pedivela.

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A Marcha Certa

Não existe a “marcha certa”, existe a combinação mais adequada entre: você, a situação e a posição da corrente em relação à coroa.

Um erro comum entre os ciclistas iniciantes é querer “decorar” qual a marcha correta para um tipo específico de situação.

Querer saber qual é a marcha certa para ladeiras é um erro.
Podemos comparar com um carro, que realizamos a troca das marchas quando o carro está tendo dificuldade ou facilidade para rodar. A única diferença na bike é que o motor é o próprio ciclista, ou seja, cada um saberá a necessidade de trocar de marcha em cada situação. Um ciclista pode se sentir confortável subindo com uma marcha mais pesada ou mais leve que outro, em uma mesma ladeira.

Também não é preciso esperar a ladeira para trocar a marcha. Lembre-se que elas foram feitas para serem trocadas com frequência, dependendo da sua cadência, velocidade, cansaço e/ou inclinação do terreno.

Faça a troca suavemente

Em uma bicicleta, o sistema de transmissão é o que mais sofre desgaste. É preciso deixa-lo sempre limpo e lubrificado, além de estar atento para a mudança de marchas. É necessário estar pedalando para trocar de marcha, pois apenas acionar a alavanca não faz com que a marcha seja alterada.
Evite mudar se marcha quando estiver fazendo muita força no pedivela. Quando isso acontece, é comum ouvir um estalo alto e isso, além de prejudicial, pode até estourar a corrente. A dica é que, se for necessário mudar nessa situação, tente aliviar por um momento a força feita nos pedais até que a mudança seja efetivada. Em uma subida, pode-se também alterar a direção da bike para a diagonal/perpendicular à subida, para que o pedalar seja mais leve apenas para a mudança da marcha.

Tente sempre antecipar as mudanças de marchas para evitar essa situação. Com a experiência no pedal, isso será feito de forma automática.

Evite cruzar a corrente

As combinações de marchas também dependem de cada situação. Para evitar o desgaste no sistema de transmissão evite cruzar a corrente!

Quando a corrente está na maior coroa e maior catraca do cassete e vice-versa, ela não está mais trabalhando em linha reta e essa situação é indesejável, pois quanto mais fora de linha reta, maior desgaste na transmissão.
Para não “cruzar” a corrente, é preciso se habituar com a regra geral que diz que ao usar a coroa pequena, você não deve usar nenhuma catraca abaixo da 4ª maior. No caso da coroa do meio, é aceitável usar todas as marchas do cassete, exceto as duas últimas de cada lado, e no caso da coroa grande, o ideal é que não se passe da 4ª menor. Veja o diagrama para entender melhor.

Veja a imagem para entender melhor.
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Dicas de presentes para ciclistas abaixo de R$100

Final de ano chegando e sempre é bom ganhar e dar presentes não é mesmo?

Seja no Natal, no amigo secreto, no aniversário, quem tem um amigo(a) ciclista sempre fica na dúvida do que dar de presente.
Pensando nisso, separamos dicas de presentes com itens abaixo de R$100,00 que o seu amigo(a) com certeza irá adorar.

Fita de Guidão

Para amigos que curtem o Road, ciclismo de estrada, um presente importante e útil são as fitas de guidão.
Elas são enroladas nas extremidades do guidão da bike de estrada para dar mais conforto ao ciclista, e melhor aderência às mãos.
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Facilmente você encontra esses itens a partir de R$25, com variadas opções de cores. Elas darão um visual muito mais bonito à sua bike ou a do seu amigo.

Temos muitos modelos aqui na Azupa!

Caramanholas

As caramanholas, ou garrafinhas de água, ou squeeze, são itens que todo ciclista vai ter na bike. É um presente que vai agradar praticamente todos os ciclistas.
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Elas podem ser mais simples, apenas para transportar o líquido, ou mais sofisticadas que são as isotérmicas, que mantem o líquido na temperatura que você colocou por muito mais tempo.
As mais simples você encontrará a partir de R$10/R$15 e as isotérmicas a partir de R$40.

Confira nossos modelos aqui!

Lubrificantes

Todo ciclista usa e sempre precisa ter disponível são os lubrificantes.
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O bom uso desses produtos deixarão as peças da bike (por exemplo, a corrente) com muito mais performance e durabilidade.
Alguns lubrificantes são para uso em determinadas condições de terreno/ambiente que o ciclista encontra na pedalada. Pode-se usar um lubrificante específico para trilhas molhadas, lama ou em estradas com poeira ou areia.

Existem diversas marcas diferentes de lubrificantes e com preços a partir de R$20/R$25.

Na Azupa também temos! Confira aqui.

Bombas de Ar

Itens indispensáveis para qualquer ciclista, as bombas de ar.
Existem os modelos maiores, conhecidos como bombas de ar de pé, porém o legal para presentear um ciclista são os modelos menores, conhecidos como bombas de ar de mão.

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Ideais para estarem com o ciclista em caso de necessidades, como troca da câmara em treinos e trilhas.
Os modelos compactos são encontrados a partir de R$30 e os mais sofisticados com manômetro pra medir a pressão, a partir de R$80/R$90.

Na Azupa você encontra tanto os modelos de pé quanto os de mão! Confira!

Ferramentas multiuso

Também conhecidos como canivetes multifunção, essas ferramentas são de extrema importância para o dia a dia do ciclista.
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São várias chaves e ferramentas agrupadas de forma portátil que auxiliarão o ciclista em um momento de necessidade e quebra no meio do pedal.
Todo ciclista precisa ter uma dessas por perto em toda pedalada.

Esses canivetes são encontrados com a valores a partir de R$50.

Conheça os modelos da Azupa!

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Empenou o disco de freio?

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Quando começar a ouviu aquele barulho chato do disco de freio pegando nas pastilhas é sinal que ele está torto ou desalinhado.

Nesse tipo de problema, é muito difícil fazer o alinhamento com as mãos e alicates, pois apesar dos discos de freio (rotores) serem feitos de uma chapa de aço de 2mm de espessura, a quantidade de desenhos dos recortes de alívio e a elasticidade do material, os tornam bastante flexíveis. Ao tentar usar as mãos ou alicates, os discos sempre retornam para a posição inicial, e continuam raspando.

Para facilitar esse trabalho, existem ferramentas especiais criadas especificamente para essa função.

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Se o realinhamento é mais leve e fino, esse modelo tem marcação de profundidade em centímetros e polegadas, que permite encaixar a ferramenta no disco até uma profundidade especifica.

post_alinhador_freio3Essa ferramenta tem marcação em centímetros e polegadas, podendo definir qual profundidade será alcançada.

 

 

Se o realinhamento é mais trabalhoso, esse outro modelo é capaz de realinhar até discos de motos e scooters leves, pois seus encaixes vão de 2,4 a 3,3 milímetros. Essa ferramenta apoia cerca de 3 centímetros de área do disco, conseguindo assim, corrigir danos mais severos.

post_alinhador_freio4Essa ferramenta tem encaixes diferentes, conseguindo alinhar até discos de freios de motocicletas leves.

Localize o local que está raspando nas pastilhas (recomendamos marcar com uma caneta o local) e vá forçando aos poucos. Como o disco é flexível, ele retornará ao ponto de partida e será necessário refazer a correção.

post_alinhador_freio5Para facilitar o reparo, faça uma marca com caneta para identificar o local a corrigir.

Pode-se também fazer o realinhamento perto da pinça de freio, o que irá evitar que o disco se curve muito, fazendo o reparo ser mais preciso. Em caso do dano ser mais severo, é necessário retirar o disco do cubo e imobilizá-lo em uma morsa.

post_alinhador_freio6Trabalhando perto da pinça de freio o disco curva pouco.

Gostou das dicas?

Precisa fazer esse tipo de realinhamento no disco de freio da sua bike? Nos temos as ferramentas necessárias!

Ferramenta para o realinhamento mais grave você encontra aqui!

Já a ferramenta para realinhamento mais leve e rápidos, você encontra aqui!

 

 

Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

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Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

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Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

E lembre-se, tudo pra sua #VidaComBike você encontra aqui na Azupa!