Arquivo da tag: downhill

Principais pneus da Maxxis para Downhill!

O Downhill é conhecido como uma das modalidades mais radicais do Mountain Bike. Para a prática dessa modalidade, com segurança, o ciclista precisará de uma bicicleta adequada e um pneu apropriado.
Sem um pneu específico, dificilmente um ciclista conseguirá descer a montanha com segurança, velocidade e desempenho necessário para chegar na frente da competição.

Trouxemos os principais pneus de Downhill da renomada marca Maxxis.
Vamos explicar um pouco de cada um!

Pneu Maxxis Wetscream

Esse pneu foi projetado para encarar o Downhill mais enlameado no mundo: a pista de Les Gets na França.
Quem conhece essa pista sabe o nível de técnica necessária para encarar as condições extremas quando chove e a necessidade de um excelente pneu para manter a bike de pé sem perder velocidade!
Seus cravos quadrados e bem espaçados não deixam a lama acumular em volta do pneu.
Possui carcaça desenvolvida para Downhill com 2 camadas de proteção nas paredes laterais.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Wetscream 26×2.50 ST – Arame;
– Maxxis Wetscream 27.5×2.50 ST – Arame;
Maxxis Wetscream 27.5×2.50 ST|DD – Dóbravel (kevlar);
– Maxxis Wetscream 29×2.50 3C|TR – Dóbravel (kevlar)

Dependendo da versão, essa poderá ou não ter mais tecnologias aplicadas nos pneus, mas podemos destacar que o Maxxis Wetscream possui as seguintes tecnologias (consulte o modelo):

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis High Roller II

A segunda geração do lendário High Roller.
O primeiro High Roller já era considerado o pneu com maior versatilidade produzido pela Maxxis e a sua evolução traz um desenho mais espaçado e super agressivo, fazendo com que a capacidade de penetração no solo seja amplificada.
Os cravos laterais e centrais foram modificados para melhorar o desempenho de frenagem e tração em pistas mais duras.
Esse certamente é uma ótima escolha para Downhill e Enduro.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis High Roller II 26×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 26×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.40 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 3C|DD|TR – Dobrável (kevlar)

Cada modelo possui uma tecnologia diferente aplicada. Confira as principais desse modelo e consulte cada um para ser qual ele possui.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxSpeed | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxSpeed: Utilizado principalmente nos modelos de pneus para cross-country e enduro. Os dois compostos na camada externa são especialmente desenvolvidos para reduzir a resistência ao rolamento e otimizar o desgaste e a tração.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Minion DHF

Projetado para ter excelente grip em diversos tipos de terreno.
A disposição dos cravos na banda de rodagem equilibram a velocidade com tração e uma ótima precisão em curvas nos terrenos montanhosos, com cascalho solto e barrentos.
Desenvolvido para ter melhor desempenho sendo utilizado na dianteira e com os seus “irmãos” Minion DHR ou DHR II na traseira.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Minion DHF 26×2.50 – Arame;
Maxxis Minion DHF 26×2.35 ST|2PLY – Arame;
Maxxis Minion DHF 26×2.50 3C|EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.50WT 3C|TR|DD – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.60 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.80 3C|EXO TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 29×2.50 3C|TR|DHCasing – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias desse modelo (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Minion DHR II

A primeira versão desse pneu, o Maxxis Minion DHR, foi projetado para ser o “par ideal” para o Minion DHF. O padrão de cravos era o mesmo, porém no DHR eles foram dispostos lado a lado com cortes longitudinais para serem usados na traseira.
Já o Minion DHR II ficou ainda mais agressivo. Seus cravos ficaram mais largos para uma melhor tração, aceleração, segurança e controle, tanto em curvas como nas retas.
Combine-o com um Minion DHF na frente para obter a melhor combinação agressiva de pneus para trilhas.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Minion DHR II 26×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 26×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 26×2.40 EXO|ST – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.40WT EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.80 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO+:
A proteção EXO+ combina duas das melhores proteções da Maxxis: SilkShield e EXO. A camada SilkShield está em todo o invólucro do pneu e a camada EXO nas paredes laterais.
Combinados, esses dois materiais melhoram a proteção contra perfurações no piso em 27% e durabilidade da parede lateral em 51%.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Shorty

Se você precisa de um pneu com cravos médios que pode lidar com terra solta, cantos vivos, raízes, pedras e pisos molhados com um pouco de barro, certamente o Maxxis Shorty será o seu companheiro ideal.

Seus cravos centrais espaçados, quadrados e não muito alto, assim efetuando a limpeza dos detritos do pneu com facilidade.

Os cravos laterais altos são para permitir penetrar no solo fornecendo excelente estabilidade com controle em velocidade, frenagens e tração nas trilhas mais radicais.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Shorty 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Shorty 27.5×2.50 3C|TR|DD – Dobrável (kevlar);
Maxxis Shorty 29×2.50 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Assegai

Desenvolvido pelo campeão de Downhill Greg Minnaar.
O nome Assegai é de uma tradicional lança guerreira do povo Zulu, da África do Sul, local de nascimento de Greg Minnaar.

Ideal para as condições de pista mais difíceis e para encarar qualquer tipo de descida.

Pneu técnico e rápido que combina as melhores características dos principais pneus da Maxxis: o Minion DHF, o DHR II, o Shorty e o High Roller.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Assegai 27.5×2.50WT 3C|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Assegai 29×2.50WT 3C|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO+:
A proteção EXO+ combina duas das melhores proteções da Maxxis: SilkShield e EXO. A camada SilkShield está em todo o invólucro do pneu e a camada EXO nas paredes laterais.
Combinados, esses dois materiais melhoram a proteção contra perfurações no piso em 27% e durabilidade da parede lateral em 51%.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Cross-Country, Downhill ou All Mountain?

Você está pensando em adquirir uma bike nova, se depara com esses termos e não sabe o que são?
As grandes marcas de bicicletas certamente possuem modelos destinados para Cross-Country, Downhill/Freeride e All Mountain. Vamos explicar um pouco sobre esses termos no MTB!

A primeira confusão causada por esses termos são as diversas variações entre eles. Além de ser difícil definir os limites entre uma bike e outra, os fabricantes e países usam termos diferentes para um mesmo tipo de bike.
Podemos dizer que o Cross-Country (XC) e o Downhill (DH)/Freeride estão nos extremos da categoria e o All Mountain está entre eles.

Cross-Country (XC)

As bikes específicas de XC são destinadas para competições.
A maioria não possui suspensão traseira e o peso baixo é uma das prioridades, sendo até mais importante que o conforto ou a resistência da bicicleta.
Pensando nisso, existem peças indicadas para atletas de um determinado limite de peso e a configuração da bicicleta exigirá um melhor preparo físico e habilidade do atleta.

Essas bikes possuem rotores de disco de 140 mm, suspensões de apenas 80 mm a 100 mm, guidões retos e estreitos e pedivelas com apenas uma ou duas coroas, fazendo com que a bike seja ótima em situações de competição, especialmente nas subidas.

Downhill (DH) e Freeride

Essas bikes são o oposto das de XC.
As de Downhill são fabricadas exclusivamente para competição, pois a relação de marchas são configuradas para descidas, possuem suspensão de mais de 180mm de curso, geometria que favorece as descidas inclinadas e curvas, rotores de disco de 200mm e os pneus são largos.

Já as de Freeride não são fabricadas para competição e a sua geometria é mais genérica e com configurações menos específicas.

As bikes de DH e Freeride chegam a pesar três vezes mais que uma bike de Cross-Country e quando encaram subidas, obrigam o piloto a desmontar e empurrar.

All Mountain

As bikes dessa categoria surgiram para serem as melhores entre os dois extremos. Porém existem inúmeras possibilidades de configuração dessas bikes, o que leva a definições confusas.

Nos EUA e Canadá, as bikes chamadas de Trail possuem menos curso de suspensão (até 140mm) e a sua configuração é mais leve, de modo a favorecer as subidas. Se o curso de suspensão for acima de 140mm, são denominadas de All Mountain e serão mais agressivas e robustas, favorecendo as descidas.

Se falarmos de Europa, o termo All Mountain é usado para as bike de uso mais leve e o termo Enduro é usado para as bikes mais agressivas.

Matéria originalmente publicada em Revista Bicicleta

Sua bike está pronta para encarar o pedal?
Equipe aqui na Azupa!

Gabriel Giovannini e Mariana Lopes são campeões brasileiros de Downhill 2019

Encerrando o dia de competições do Cannondale MTB Festival, a prova de Downhill teve uma pista com percurso de 1.480 m e 320 m de desnível.

© Vinícius Branca

Elite Masculina

Gabriel Giovannini, filho do nove vezes campeão brasileiro de DH Miguel Giovannini, classificou-se para a final na segunda posição e foi o penúltimo a se apresentar.
Ele assumiu a liderança com o tempo de 2min33seg249, tendo o título confirmado na última descida do dia, de Roger Vieira, que confirmou a segunda colocação com o tempo de 2min34seg770.

© Gustavo Epifanio – Cannondale MTB Festival

“Este é um título que meu pai conquistou nove vezes e pelo menos chegar a fazer uma vez o que ele fez é muito emocionante. Era o único título nacional que eu não tinha, estou muito feliz com isso”, contou Gabriel.

“Tenho muita vontade de ir para fora, tenho planos para isso. Esse ano foi meio conturbado, estou voltando de lesão agora, com a cabeça girando muito com um monte de coisas, mas deu tudo certo. Fiz uma descida muito boa e só tenho a agradecer. Mas consegui voltar depois de quatro meses parado. Vamos ver se ano que vem dá tudo certo e eu vou para exterior brigar com os grandes do mundo”, completou.

Resultado Elite Masculino DH

1 – Gabriel Giovannini
2 – Roger Vieira
3 – Bernardo Cruz
4 – Walace Miranda
5 – Mauricio Cirne

Elite Feminina

Mariana Lopes foi a mais rápida na etapa classificatória e confirmou o favoritismo e levou o título com o tempo de 3min34seg407, deixando para trás a campeã brasileira de 2018, Laís Flecke.

© Gustavo Epifanio – Cannondale MTB Festival

“Achei a pista animal. O Campeonato Brasileiro tirou onda com a montagem dessa pista, muito bem feita, muito técnica. Foi adrenalina total e estou muito feliz de ser campeã. O ano inteiro de treinamento, focando na descida mais forte possível pra conseguir chegar na frente. As meninas andam muito, mas estou feliz por esse título conquistado”, comemorou Mariana.

Resultado Elite Feminino DH

1 – Mariana Lopes
2 – Lais Flecke
3 – Bárbara Jechow
4 – Karina Kosmala
5 – Ana Maria Xavier

Copa do Mundo UCI MTB – Calendário 2019

Rachel_Atherton © BARTEK WOLINSKI – RED BULL CONTENT POOL

O ano de 2019 já está sendo incrível para o ciclismo e um evento que você não pode perder é a Copa do Mundo UCI de MTB.
Esse ano a competição está passando por 10 países em 3 continentes. Já tivemos 6 etapas e ainda restam mais 4 e a etapa do Campeonato Mundial UCI MTB em Mont-Sainte-Anne, no Canadá
Cada etapa é dividida nas modalidade de Downhill e Cross-country (XCO/XCC), podendo ter provas apenas de DH ou XC.

Após a etapa de Vallnord em Andorra, o ranking geral está com a seguinte classificação:

Cross-country Men Elite

1º – Gerhard KERSCHBAUMER: 1829 pontos
2º – Nino SCHURTER: 1802 pontos
2º – Henrique Avancini: 1597 pontos

Downhill Men Elite

1º – Loic BRUNI: 1535 pontos
2º – Danny HART: 1408 pontos
2º – Troy BROSNAN: 1368 pontos

Cross-country Women Elite

1º – Kate COURTNEY: 1866 pontos
2º – Jolanda NEFF: 1842 pontos
2º – Githa MICHIELS: 1513 pontos

Downhill Women Elite

1º – Tracey HANNAH: 1795 pontos
2º – Rachel ATHERTON: 1765 pontos
2º – Marine CABIROU: 1260 pontos

Henrique Avancini © BARTEK WOLINSKI – RED BULL CONTENT POOL

Calendário 2019

  • Abril 27–28: (DH) Maribor, Eslovênia
  • Maio 18– 19: (XCO/XCC) Albstadt, Alemanha
  • Maio 25–26: (XCO/XCC) Nové Mesto, República Tcheca
  • Junho 1–2: (DH) Fort William, Escócia
  • Junho 8–9: (DH) Leogang, Áustria
  • Julho 6–7: (DH/XCO/XCC) Vallnord, Andorra
  • Julho 13–14: (XCO/XCC/DH) Les Gets, França
  • Agosto 3–4: (XCO/XCC/DH) Val di Sole, Itália
  • Agosto 10–11: (XCO/XCC/DH) Lenzerheide, Suíça
  • Agosto 31 – Setembro 1: Campeonato Mundial de MTB – Mont-Sainte-Anne, Canadá
  • Setembro 7–8: (XCO/XCC/DH) Snowshoe, Estados Unidos

Matéria originalmente publicada em  Red Bull

Catarinenses dominam a Descida das Escadas de Santos 2019

Foto de Divulgação

Uma das provas de Downhill Urbano mais conhecidas da América Latina aconteceu no morro do Pacheco, em Santos, entre os dias 15 a 17 de fevereiro de 2019!
Os atletas catarinenses dominaram a competição em um final de semana de muita chuva e quedas.

Foto: Maria Clara Ciasca | Globo Esporte

E edição de 2019 da Descida das Escadas de Santos teve um novo rei, Junior Felix, catarinense de 23 anos, foi o campeão da prova apenas três milésimos de segundo na frente do segundo colocado, o também catarinense Lucas Borba.
O tempo de Junior foi de 57seg965, contra 57seg968 do Lucas, que há três anos mantém o segundo lugar na competição. O terceiro lugar foi para Bruno Silva com 59seg532.

O campeão de 2018, Gabriel Giovannini sofreu uma queda na descida da semifinal e não conseguiu disputar o bicampeonato da competição.


Foto de Divulgação

Bicampeã no Feminino

No feminino, Bruna Ulrich é a bicampeã da competição.
A atleta catarinense, de 28 anos, estava lesionada após ter sofrido uma lesão no tornozelo antes de vir a Santos e mesmo assim foi para a descida e se levou o título para casa.

Campeões da Descida das Escadas de Santos

Masculino
2003 – Markolf Bertchold (BRA)
2004 – Cedric Gracia (FRA)
2005 – Leandro Campovilla (BRA)
2006 – Djone Fornari (BRA)
2007 – Cedric Gracia (BRA)
2008 – Wallace Miranda (BRA)
2009 – Wallace Miranda (BRA)
2010 – Filip Polc (ESL)
2011 – Mario Jarrin (EQU)
2012 – Filip Polc (ESL)
2013 – Filip Polc (ESL)
2014 – Filip Polc (ESL)
2015 – Filip Polc (ESL)
2016 – Filip Polc (ESL)
2017 – Javier Guijarro (ESP)
2018 – Gabriel Giovannini (BRA)
2019 – Junior Felix (BRA)

Feminino
2004 – Diana Margraff (EQU)
2005 – Patricia Loureiro (BRA)
2006 – Anne Caroline Chausson (FRA)
2007 – Melissa Buhl (EUA)
2008 – Luana Oliveira (BRA)
2009 – Patricia Loureiro (BRA)
2010 – Luana Oliveira (BRA)
2011 – Luana Oliveira (BRA)
2012 – Luana Oliveira (BRA)
2014 – Patricia Loureiro (BRA)
2015 – Patricia Loureiro (BRA)
2016 – Barbara Jechow (BRA)
2017 – Barbara Jechow (BRA)
2018 – Bruna Ulrich (BRA)
2019 – Bruna Ulrich (BRA)

Você acompanhou a Descida das Escadas de Santos?
Conta para gente o que achou da competição


Precisando equipar a sua bike?
Conte com a Azupa!
Tudo o que você precisa para a sua bike está aqui!

Copa América de Downhill 4X – 2019

Entre os dias 18 a 20 de janeiro aconteceu a 11ª edição da Copa América de Downhill 4X. Criado em 2002 e disputado até 2006, o evento retornou em 2014 em São Roque (SP).
Com um percurso técnico, rápido e repleto de desafios, o trajeto montado no Ski Mountain Park sofreu mudanças em relação à última edição.
Com novas rampas, ponte e um túnel, o percurso segue com 600 metros de descidas, com 13 obstáculos e oito curvas.
A competição é realizada em baterias de quatro participantes, onde os dois primeiros se classificam para as fases seguintes.

Foto: Sérgio Shibuya/MBraga Comunicação

Cerca de 120 pilotos, sendo 90 no masculino e  30 no feminino, participaram das duas tomadas de tempo individuais no sábado (19).
Após a tomada de tempo, entre os homens, 32 pilotos se classificaram para as finais, mais quatro atletas suplentes (sendo que oito estavam pré-classificados para a decisão). No feminino, as quatro melhores da Copa América de Downhill de 2018 estavam pré-classificadas e se juntaram as outras 14 atletas que se classificadas na tomada de tempo, além das quatro suplentes.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

Os brasileiros Gabriel Giovanini e Bruna Ulrich defendiam o título da Copa América. Outro destaque foi Renato Rezende, que disputou as Olimpíadas de Londres 2012 e Rio 2016 no BMX e disputou o campeonato como forma de treinamento a fim de melhorar sua forma visando a bons resultados.

Nas finais realizadas no domingo (20), Gabriel Giovannini teve um acirrado duelo com Renato Rezende, mas Giovannini levou a melhor na largada e manteve a liderança até cruzar a linha de chegada. Renato foi o segundo colocado, com Kaique Milani completando o pódio. O chileno Enrique Genova, campeão em 2015, foi o quarto colocado.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

– É muita emoção. É uma corrida que gosto muito, me dedico muito. É a realização de um sonho. Muita batalha para estar aqui. Só tenho a agradecer – disse Gabriel.

No feminino, Júlia Alves conquistou o seu quarto título da Copa América, recuperando o seu domínio na competição. Campeã em 2014, 2015 e 2016, a atleta abriu vantagem e terminou a prova com folga à frente da segunda colocada Mariana Lopes. O pódio foi completado por Laís Flecke.

Foto: Leo Shibuya/MBraga Comunicação

– Ano passado fiquei fora nas quartas e foi bem frustrante. Este ano vim com um pouco de receio, mas com muita vontade de estar aqui de novo. Vim de lesão, então segurei um pouco. Tenho que me cuidar também porque meu foco é o BMX – disse Júlia.

Campeões da Copa América

2002 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu ” Santos (BRA)
2003 – Robson “Urubu” Santos (BRA)
2005 – Sebastián Vasquez (CHI)
2006 – Doron Cattoni (BRA)
2014 – Lucas de Borba (BRA) e Júlia Alves (BRA)
2015 – Enrique Genova (CHI) e Júlia Alves (BRA)
2016 – Thiago Boaretto (BRA) e Júlia Alves (BRA)
2017 – Anderson de Souza Filho (BRA) e Thaynara Chaves (BRA)
2018 – Gabriel Giovannini (BRA) e Bruna Ulrich (BRA)
2019 – Gabriel Giovannini (BRA) e Júlia Alves (BRA)

E você? Acompanhou a Copa América Downhill?
Conta pra gente o que achou!

Precisando equipar a sua bike?
Conte com a Azupa!
Tudo o que você precisa para a sua bike está aqui!

Descida das Escadas de Santos 2018

Jejum brasileiro de vitórias é encerrado na 16ª edição da prova realizada no Morro do Pacheco em Santos

post_descida_santos

Desde 2009 um brasileiro não era campeão da Descida das Escadas de Santos, na Baixada Santista, que é considerada uma das principais provas de downhill urbano na América do Sul.
A final foi disputada no domingo (4 de março) e teve como grande campeão o ciclista Gabriel Giovannini, de Indaiatuba (SP).

post_descida_santos1
Etapa da Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Assessoria de Imprensa)

 

O circuito do Morro do Pacheco, tem 514 degraus em uma pista de 600 metros de extensão, além de um desnível de 143 metros (equivalente a um prédio de 45 andares). O vencedor marcou o tempo de 56s435, Lucas Borba terminou em segundo, com 57s302, seguido por Bruno Pinto, com 58s041.

A 16ª edição da prova contou com a participação de 80 atletas de cinco países: Brasil, Equador, Chile, Colômbia e Espanha.

post_descida_santos2
Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Assessoria de Imprensa)

As eliminatórias aconteceram no sábado e dez atletas foram classificados para as semifinais no domingo.
Gabriel Giovannini cravou o melhor tempo entre os cinco finalistas e confirmou o confirmou o favoritismo ao conquistar o menor tempo na final, mesmo com alguns problemas para enfrentar – o pneu da sua bike saiu do aro instantes antes de cruzar a linha de chegada.

O último brasileiro a ganhar a prova tinha sido Wallace Miranda, em 2009. Na edição de 2018, ele fez uma boa disputa terminando na 4ª colocação.
Vale lembrar que desde 2010, só estrangeiros dominavam a prova, o polonês Filip Polc levou os títulos em seis temporadas (2010, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), o equatoriano Mario Jarrin (em 2011) e o espanhol Javier Raton Guijarro (em 2017).

post_descida_santos3
Etapa da Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Asessoria de Imprensa)

Entre as mulheres, Bruna Ulrich mostrou estar em um patamar mais elevado do que suas adversárias nesta competição, fechando com um cerca de 17 segundos de vantagem sobre Patricia Loureiro, a segunda colocada.

Resultados Finais:
Masculino
1 –
Gabriel Giovannini: 56,4 segundos
2 – Lucas Borba: 57,3 segundos
3 – Bruno Silva: 58 segundos
4 – Wallace Miranda: 59,3 segundos
5 – Frederico Vieira: 58,6 segundos

Feminino
1 – Bruna Ulrich: 1:15.659
2 – Patricia Loureiro: 1:32.256
3 – Amanda Dutra Santos: 1:35.813

E aí?
Encara essa descida também?

Não esqueça que a sua bike tem que estar preparada para o Downhill Urbano e o pneu certo faz toda diferença!
Temos diversos modelos de pneus Downhill aqui na Azupa!