Arquivo da tag: freio

Saiba como frear corretamente a bike

Uma das coisas que mais erramos ao andar de bicicleta é utilizar os freios corretamente.
O tipo de bicicleta, tipo de freio usado, tipo e condição de terreno são fatores que influenciam na maneira que devemos frear.

Manter o conjunto de freio sempre limpo e regulado irá ajudar a manter a eficiência de todo o processo de frenagem.

Busque frear sempre nas retas, pois terá a melhor tração possível e sempre dar prioridade para terrenos mais secos e firme. Em dias chuvosos, busque diminuir a velocidade para não fazer uma frenagem brusca e sempre antecipar as reações dos demais veículos ao seu redor.
Se estiver em trilhas, escolha a parte mais seca do solo, com menos vegetação para evitar justamente a perda de tração para frear.

O ideal é trabalhar alternando as marchas e velocidade, freando o mínimo possível, pois cada tipo de situação tem a sua velocidade ideal e que o excesso de frenagem também pode provocar acidentes.

A posição dos manetes dos freios também é importante e deve estar o mais próximo possível do avanço do guidão.

Saiba a posição ideal dos dedos no manete do freio

Tenha eficiência ao frear

Um bom conjunto de frenagem deve ser acionado, em situações normais, somente com um dedo e nas emergências com os dois dedos. Se tiver que fazer mais esforço que este é um sinal que o sistema de freios pode estar com algum problema.

O freio dianteiro é o mais eficiente na bicicleta pois sempre trabalhamos em média com 65% de apoio no freio dianteiro e 35% no freio traseiro. É necessário fazer os freios trabalharem “em conjunto” pois, apesar do dianteiro ser mais eficiente, é o traseiro que traz a firmeza no trajeto e na direção da bicicleta, garantindo também a tração da bike para que o dianteiro possa atuar.

Evite causar o travamento das rodas pois isso irá ocasionar uma derrapagem e muitas vezes uma queda. Em uma frenagem brusca, se precisar trave a roda traseira e deixe a dianteira livre, jogando o seu corpo para trás como se fosse “puxar” a bike.

A posição do corpo também influencia na frenagem da bicicleta, pois quanto mais peso houver na parte traseira, maior será a tração e você irá parar com mais eficiência.
Em descidas técnicas das trilhas, por muitas vezes, deslocamos o corpo para a parte de trás do selim para modificar o centro de gravidade da bicicleta e assim frear com mais desempenho. Nos pedais do dia não é necessário utilizar essa técnica.

Se você é iniciante no mundo do ciclismo, o freio dianteiro é sempre do lado esquerdo e o traseiro do direito.

Uma dica importante é sempre manter seu olhar para a frente, prevendo o que acontece no seu entorno e as reações dos outros veículos e pedestres.

Matéria originalmente publicada em Revista Bicicleta

Empenou o disco de freio?

destaque_alinhador_freio

Quando começar a ouviu aquele barulho chato do disco de freio pegando nas pastilhas é sinal que ele está torto ou desalinhado.

Nesse tipo de problema, é muito difícil fazer o alinhamento com as mãos e alicates, pois apesar dos discos de freio (rotores) serem feitos de uma chapa de aço de 2mm de espessura, a quantidade de desenhos dos recortes de alívio e a elasticidade do material, os tornam bastante flexíveis. Ao tentar usar as mãos ou alicates, os discos sempre retornam para a posição inicial, e continuam raspando.

Para facilitar esse trabalho, existem ferramentas especiais criadas especificamente para essa função.

post_alinhador_freio2

Se o realinhamento é mais leve e fino, esse modelo tem marcação de profundidade em centímetros e polegadas, que permite encaixar a ferramenta no disco até uma profundidade especifica.

post_alinhador_freio3Essa ferramenta tem marcação em centímetros e polegadas, podendo definir qual profundidade será alcançada.

 

 

Se o realinhamento é mais trabalhoso, esse outro modelo é capaz de realinhar até discos de motos e scooters leves, pois seus encaixes vão de 2,4 a 3,3 milímetros. Essa ferramenta apoia cerca de 3 centímetros de área do disco, conseguindo assim, corrigir danos mais severos.

post_alinhador_freio4Essa ferramenta tem encaixes diferentes, conseguindo alinhar até discos de freios de motocicletas leves.

Localize o local que está raspando nas pastilhas (recomendamos marcar com uma caneta o local) e vá forçando aos poucos. Como o disco é flexível, ele retornará ao ponto de partida e será necessário refazer a correção.

post_alinhador_freio5Para facilitar o reparo, faça uma marca com caneta para identificar o local a corrigir.

Pode-se também fazer o realinhamento perto da pinça de freio, o que irá evitar que o disco se curve muito, fazendo o reparo ser mais preciso. Em caso do dano ser mais severo, é necessário retirar o disco do cubo e imobilizá-lo em uma morsa.

post_alinhador_freio6Trabalhando perto da pinça de freio o disco curva pouco.

Gostou das dicas?

Precisa fazer esse tipo de realinhamento no disco de freio da sua bike? Nos temos as ferramentas necessárias!

Ferramenta para o realinhamento mais grave você encontra aqui!

Já a ferramenta para realinhamento mais leve e rápidos, você encontra aqui!

 

 

Cuidados com as rodas e pneus das bikes speed

cycling-bicycle-riding-sport-38296

Se você treina em rodovias, certamente já passou por essa experiência. Além de quebrar o ritmo do treino, isso pode se tornar uma dor de cabeça se você acabar sem remendos ou câmaras reserva. Nossas rodovias parecem cada vez mais sujas e as frequentes obras nas pistas aumentam as incidências de furos, já que deixam muitos resíduos nos acostamentos.

Pedaços de pneus também são grandes vilões: os caminhões acabam soltando a recapagem dos pneus e esses pedaços possuem fragmentos de aço que costumam furar os pneus com facilidade.

01(2)

Pneus

Ao treinar em rodovias nos deparamos com muita sujeira na estrada que pode ser fragmentos de vidro, aço, arames ou até pequenas pedras, dentre outros elementos que podem danificar os pneus. Muitas vezes não notamos a presença desses pequenos intrusos nos pneus até que eles levam ao furo da câmara.

Portanto, é muito prudente fazer uma checagem geral nos pneus da bicicleta antes de rodar. Com uma chave de fenda bem pequena ou um “espeto” é possível remover esses pequenos fragmentos do pneu. Mas durante o pedal, quando passamos por um trecho com vidros ou sujeira onde seja impossível desviar, uma dica interessante é: se você estiver utilizando uma boa luva, pode-se espalmar o pneu em movimento com a palma da luva. Claro que isso demanda uma habilidade extra, mas pode salvar seu treino. Portanto tente fazer devagar caso se sinta seguro e aplique na hora da necessidade. Mas atenção: este procedimento demanda extrema habilidade do ciclista!

Outra dica é: pneus cortados podem ser utilizados com um remendo até chegar ao destino, depois não é seguro mantê-los em uso, pois a pressão demandada é grande e remendos não permitem que a pressão devida seja aplicada.

Mas caso você tenha um pneu com um corte de cerca de 1 cm existem algumas dicas de emergência referente a materiais que podem ser usados para tapar o corte: Embalagem de Gel, barra energética ou até uma cédula de dinheiro são boas opções e que geralmente você carrega no treino.

Tenha sempre um kit com:

  • Bomba
  • Câmara reserva
  • Espátulas
  • Cilindro e aplicador C02
  • Remendo e cola
  • Canivete multifunções
  • Fita adesiva

02(3)

Freios

Em relação aos cuidados com os freios, as partes geralmente mais envolvidas são aro e sapatas.

Por exemplo, as sapatas podem apresentar pequenos fragmentos encravados em sua superfície de frenagem. Isso pode acontecer devido a alguma pequena pedra que fique alojada na sapata no momento da frenagem, fazendo com que penetre na borracha da pastilha e causando danos à superfície do aro.

Portanto, é muito importante que se verifique periodicamente a sapata para evitar que uma pedra ou fagulha de metal fique alojada, usinando a superfície de frenagem e causando sulcos que podem provocar a quebra da lateral de frenagem do aro. Então, da mesma maneira que com os pneus, deve-se verificar os resíduos alojados nas sapatas.

Com uma lixa fina também é possível limpar e plainar as sapatas para obter uma frenagem mais eficiente. Dessa maneira podemos ter mais tranquilidade nos treinos e ainda chegar mais cedo em casa.

Em relação aos aros, considere que o aro está para o freio de aro, assim como o disco está para os freios a disco: daí a grande importância de estarem sempre limpos e alinhados. Aros amassados também causam incômodo e até podem gerar folga na caixa de direção, desgaste irregular dos pneus e quedas, em casos extremos.

Limpeza

A limpeza dos aros pode ser feita com uma esponja de aço embebida em Tinner ou algum outro solvente, para que seja removida toda a sujeira e resíduos de borracha.

Uma lixa fina também pode auxiliar nesta limpeza, mas cuidado, pois o freio ficará bastante sensível e demandará um período curto de readaptação. Portanto, logo após a limpeza faça algumas freadas sem travar a roda, para transferir um pouco de material da sapata (que já deve estar limpa) para a superfície do aro.

E nunca se esqueça de verificar se existem rachaduras nos pneus e o seu desgaste. Em caso positivo, substitua o pneu antes do próximo treino!

Texto originalmente publicado em: revistabicicleta

Gostou das dicas?

Temos tudo o que você precisa aqui na Azupa!

4 procedimentos de manutenção que todo ciclista deveria saber

Por mais que você se esforce em manter sua bike em dia, o desgaste das peças e componentes sempre vem e em algum momento virá para a sua bike também.

As peças da bike não são gratuitas e, assim como a instalação delas por um profissional, gera uma despesa para o ciclista. Porém, muitas dessas tarefas podem ser feitas em casa, usando as ferramentas certas, reduzindo gastos e fazendo com que o ciclista entenda melhor a sua bicicleta.

Separemos alguns procedimentos que todo ciclista deveria saber fazer na bicicleta. Confira:

Substituir um raio quebrado

post_manutencao_01

Uma das piores coisas que pode acontecer na pedalada é um raio quebrado – que geralmente acontece no nipple da roda traseira, do lado do câmbio.

Nesse caso, você vai precisar de uma ferramenta para remover o cassete, uma chave inglesa e uma chave de raio. A princípio pode parecer complicado, mas com as ferramentas certas é relativamente fácil. Na roda dianteira é mais simples, por isso os passos para a roda traseira:

Remova o cassete e o raio quebrado primeiro (parte de baixo), e então remova o pneu para poder remover o raio. Então remova a fita de aro e o nipple (pecinha que segura o raio no aro) do raio quebrado, tomando muito cuidado para não deixar o nipple cair dentro do aro, ou você pode ter uma baita dor de cabeça para tirá-lo de lá.

Antes de colocar o novo raio preste atenção ao padrão de colocação dos outros raios e siga esse padrão, colocando ele na base do cubo, passando ele pelos outros raios e então prendendo-o com o nipple – sempre tome cuidado para não deixar ele cair dentro do aro.

Uma chave de fenda pode ser usada para apertar o nipple, embora a chave de raio seja mais adequada – ainda mais se você tiver mais de um raio para trocar.

Aperte o raio – teoricamente na mesma tensão do que quebrou – e verifique se a roda está reta ao rodá-la (coloque ela no eixo da bike para ficar mais fácil girá-la) e então, se você estiver satisfeito, coloque a fita de aro, pneu e – se era a roda traseira – o cassete.

Inspecionar uma corrente

post_manutencao_06

Estando no centro das funções mecânicas da bicicleta, a corrente se encarrega de aguentar o maior desgaste e stress de todos os componentes. Desse modo é extremamente necessário inspecionar, limpar e – se necessário – trocar sua corrente.

Mas o que devemos procurar ao inspecionar a corrente, e como devemos fazê-lo?

O método mais preciso é com uma ferramenta própria para isso, disponível em diversas marcas, formas e materiais, mas também é possível checar no método caseiro.

Um método é levantar a corrente na parte da frente da coroa (veja a foto abaixo).

post_manutencao_07

Levante em um intervalo entre os pinos e veja quantos dentes são revelados. Se aparecerem 3 ou 4 sua corrente pode estar desgastada. Uma alternativa é remover a corrente da bicicleta e coloca-la no chão, na mesma posição que ela estaria na bicicleta. Então a estique, pegue as duas pontas e torça a corrente, como se fosse juntar as duas pontas. Quanto mais perto você chegar de fazer um círculo completo, mais gasta está sua corrente. Correntes novas são mais difíceis de torcer.

Cada marca de corrente pode ter seu próprio esquema de remoção ou instalação. Na maioria dos casos, correntes são intercambiáveis entre marcas, mas nunca entre velocidades – uma corrente de 10v só pode ser substituída por uma 10v.

Mesmo com os métodos manuais, um medidor de corrente custa pouco e recomendamos que você sempre tenha um em mãos.

Trocar a corrente exige uma ferramenta e uma boa dose de paciência. É relativamente fácil e não se faz com frequência. Consiste basicamente em usar um extrator para remover um pino, que abrirá a corrente, colocar uma corrente nova, colocar o pino e introduzi-lo entre os elos da corrente. Muitos modelos de corrente possuem um pino próprio para isso.

Substituir pastilhas de um freio

post_manutencao_02

É fato que as pastilhas de freio vão se gastar com o tempo. Elas costumam não serem peças muito sofisticadas – nos V-Brakes, são blocos de borracha.

No caso dos V-Brakes eles são fáceis de trocar e devem ser conferidos regularmente. Com a roda removida para facilitar as coisas (dá para trocar com a roda montada também) desparafuse o parafuso que prende a pastilha, e tome cuidado com as porcas e arruelas para recoloca-las na mesma sequência (se a pastilha nova vier vier com porcas e arruelas novas, use-as).

Remover a pastilha costuma ser fácil, mas se precisar de força, tome cuidado para não arranhar ou amassar o aro.

Preste atenção na orientação – as pastilhas vêm marcadas com L e R (L= esquerdo e R= direito) quanto ao lado que devem ser instaladas. Recoloque-as com as arruelas e prenda com o parafuso do freio.

A probabilidade é que você terá que reduzir a tensão do cabo – girando o afinador do manete de freio no sentido horário – mas de outra forma, após uma verificação de alinhamento e do funcionamento, ele estará pronto para rodar.

O ajuste da tensão dos braços do freio se dá por parafusos que ficam nas laterais dos braços do freio. Ao apertar o parafuso, aumenta a tensão. O objetivo é regular ambas para que ao apertar o freio, ambos os braços se movam igualmente, para que as pastilhas atinjam o aro na mesma hora.

É importante lembrar que algumas marcas e modelos de aros requerem pastilhas específicas.

Já no caso dos freios a disco o procedimento depende muito da marca e modelo. Mas basicamente, depois de tirar a roda, basta remover a haste que segura as pastilhas na pinça. Ela pode ser um parafuso ou um arame duplo com uma ponta entortada. Basta desentortar a ponta e puxá-lo para fora. Trocar a pastilha observando a posição em que ela estava, usar uma chave de fenda com cuidado para encaixa-la nas laterais e então recolocar o arame ou parafuso. Cuidado para não apertar a alavanca de freio durante esse processo ou os pistões podem se deslocar.

Trocar um cabo de freio (ou de câmbio)

post_manutencao_05

Prevenir é melhor que remediar – ainda mais quando se trata dos freios. Cabos enferrujados podem romper-se com a força aplicada em uma frenagem.

Remover é uma tarefa fácil. Assim que o desconectar do freio ou câmbio por afrouxar o parafuso, puxe ele para fora do conduíte, seguindo em sequência, desde o ponto onde você o desengatou, puxando ele para fora até a alavanca de freio ou câmbio. Na maioria dos casos ele fica preso por uma bolinha ou cilindro. Basta puxar por essa bolinha, e em alguns casos, basta desencaixá-la.

Antes de colocar o novo cabo, coloque graxa nele para que ele trabalhe melhor e evite ferrugem e outros problemas. O ideal é limpar ou trocar o conduíte. Comece colocando ele pela alavanca de freio ou trocador de marcha, prendendo aquela bolinha ou cilindro no lugar correto. Puxe ele para se assegurar de que a bolinha encaixou e está segurando o cabo. Passe-o pelo conduíte – ou pelos conduítes. Se for trocar um conduíte interno, use o antigo de base junto com o cabo de aço para não ter dificuldades em chegar a saída.

Antes de apertar o novo cabo, puxe ele bem a partir do ponto final (freio ou cambio) para se assegurar de que não fique nenhuma folga. Verifique os encaixes dos conduítes. Assim que tiver certeza, prenda o cabo.

Gostou das dicas?

Precisa de ferramentas ou equipamentos de manutenção? Nós temos todos pra você aqui!

Sinalização do ciclista

Os sinais acima são universais, e servem para indicar as ações mais básicas do ciclista no trânsito. São apenas quatro sinais, e dois deles indicam a mesma coisa, mas essa sinalização ainda é pouco conhecida por todos.
Por mais que alguns sinais sejam explícitos, é importante considerar que nem sempre são compreendidos.

post_sinais_transito

A regra geral é usar o bom senso para sinalizar suas intenções no trânsito da forma mais clara possível. Como essa é uma linguagem da rua, seu uso vai sempre variar e o melhor jeito de aprender é na prática.
Observe ciclistas mais experientes, use os sinais, perceba quais estão sendo compreendidos e quais as melhores situações para usá-los.

Dica: nos cruzamentos, sinalize até mesmo quando você for continuar em frente.

 

Que tal dar aquele upgrade na sua companheira de pedal?

Temos tudo o que você precisa pra sua #VidaComBike! Confira!

 

 

Posição ideal dos dedos no manete do freio

Frear corretamente e sem desgastar os componentes das bicicleta envolve muitas variáveis! Dentre elas estão o tipo de freio, a condição e o tipo do terreno e o tipo de bicicleta que estamos conduzindo.

Para obter uma boa frenagem, é necessário estar com os pneus em dia, bons freios, boas rodas e, principalmente, manter o conjunto sempre limpo e bem regulado.

O posicionamento errado do conjunto de freios compromete a eficiência de todo o processo, qualquer que seja a qualidade das peças. 

O ideal é sempre frear nas retas, para obter a maior tração possível do conjunto.
Dica: manter os dedos nas pontas do manete ao invés de deixar no meio, assim temos mais força de alavanca e, portanto, menos desgaste físico.

Se tratando do terreno, o ideal é frear em terreno mais seco e firme. Em dias de chuva, devemos diminuir a velocidade e sempre procurar antecipar as reações dos outros veículos. Na terra, escolha a parte mais seca do solo, com menos vegetação e umidade.

post_manetes_freios

Está tudo em dia com a sua magrela? Nós temos tudo o que vc precisa pra sua #VidaComBike aqui!