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Como foi o Shimano Fest 2018!

Shimano Fest supera expectativas e reúne mais de 30 mil pessoas no Memorial da América Latina

Com aumento de 20% no número de visitantes, evento contou com diversas atividades na região central de São Paulo e garantiu a alegria dos visitante

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A nona edição do Shimano Fest, o maior festival de bike da América Latina, reuniu em três dias 30.600 visitantes, 20% a mais do que em 2017, quando 25.500 pessoas foram ao Jockey Club em quatro dias.

Foi a primeira vez do evento realizada no Memorial da América Latina, o que consolida a escolha da nova sede, devido a grande procura do público.

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O bicicletário reuniu 5.600 bikes no total, 30% a mais do que 2017. Já o test-ride teve crescimento de 17%, com 5.600 testes realizados por nove marcas e um total de 120 bicicletas utilizadas.
Mais de 5 toneladas de alimentos não perecíveis foram doadas pelos visitantes, um aumento de 65% em relação ao ano passado. O único dia destinado aos profissionais do mercado reuniu 5.400 lojistas, praticamente o mesmo número de 2017, quando a feira teve 5.600 lojistas nos dois fechados ao público. Tudo isso justificou a decisão da organização de aumentar o espaço coberto do evento, de 2.500 para 5.000 metros quadrados.

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Durante os dois dias abertos ao público, diversos pedais foram realizados em direção ao Shimano Fest. O principal destaque entre eles foi o 1º Passeio Ciclístico Shimano Fest & Santuu, com 1.500 pessoas partindo do Memorial das Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, para o Memorial da América Latina, na manhã do domingo (16/09/18).

Saída do Pedal no Ibirapuera (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Saída do Pedal no Ibirapuera ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Henrique Avancini participa de live e é homenageado com vídeo

Em disputa realizada no sábado (15/09), em Auronzo di Cadore, na Itália, o brasileiro Henrique Avancini (atleta da equipe Cannondale Factory Racing) tornou-se campeão do Mundial de Maratona UCI MTB.
E o público presente ao Shimano Fest não só celebrou a conquista, como participou de uma live com o atleta, que falou diretamente da Alemanha sobre sua vitória. “Este é um momento mais que especial. Hoje eu sou campeão, mas isso vai passar. Espero que a minha vitória contribua para consolidar a cultura da bicicleta em nosso país”, afirmou.

Confira como foi o Shimano Fest 2017

Bicicleta para todas as idades

Mantendo a tradição de reunir crianças e de incentivar o amor pelas duas rodas ainda na infância, o Shimano Fest contou com a participação do público infantil.
Os desafios para crianças e adolescentes também bateram recorde de participantes. A Arena Radical concentrou uma série de atividades para os pequenos.
– No sábado, 750 crianças participaram do Tira-Rodinhas e do Pump Track.
– Já no domingo, 950 crianças nas atividades.

No Desafio Sem Corrente, destinado aos competidores a partir dos sete anos, 10 competidores disputaram as medalhas.

Luiz Cocuzzi e Giuliana Morgen são campeões de MTB Short Track

O segundo dia do Shimano Fest – e o primeiro aberto ao público – foi marcado pela disputa do Mountain Bike Short Track na tarde do sábado (15) em São Paulo.
Enquanto os visitantes interagiram com as empresas expositoras do maior festival de bike da América Latina, seja na área de exposição ou no test-ride, os melhores ciclistas do país se apresentaram em um circuito reduzido de 1,1 km na tradicional prova do evento.
Na Elite Masculina, a vitória foi do paulistano Luiz Cocuzzi, pelo segundo ano consecutivo. Já a disputa feminina teve o triunfo inédito da petropolitana Giuliana Morgen, de apenas 15 anos, uma das grandes promessas do MTB brasileiro.

Luiz Cocuzzi foi o protagonista em uma disputa equilibrada na elite masculina. Apesar de não liderar nas primeiras voltas, o ciclista soube a hora certa de atacar seus adversários para garantir o título no Memorial da América Latina.
Seus principais perseguidores foram Mario Couto e Guilherme Muller, vice-campeão e terceiro colocado, respectivamente.
O top 5 contou ainda com os atletas Edson Rezende e José Gabriel Marques.

Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Na elite feminina, uma ciclista da categoria juvenil foi quem subiu no lugar mais alto do pódio, mostrando que está em grande fase. Giuliana Morgen, a Giu Giu, venceu e deixou para atrás as favoritas Karen Olimpio e Letícia Cândido.

Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio © Fernando Siqueira – FS Fotografia

Shimano Fest 2018 em números absolutos:

  • 3 dias
  • 30.600 visitantes
  • 5.400 lojistas
  • 5 mil metros quadrados de área coberta
  • 5.600 bikes no bicicletário
  • 5.600 test-rides com 120 bikes
  • 35 palestras

Matéria originalmente publicada em www.shimanofest.com.br

Você foi ao Shimano Fest 2018?
Conta pra gente o que achou!

Tudo para a sua #vidacombike está aqui na Azupa!

Formas de acelerar a recuperação no pós-treino MTB

Uma recuperação correta após cada treino é tão importante quanto fazer o próprio treino intenso. Muitos especialistas no assunto afirmam que a fase de recuperação é tão ou mais importante que o treino em si.

A falta de recuperação entre pedaladas muito puxadas pode resultar em perda de desempenho, lesões e alterações no organismo.

Pensando nesse ciclo de treino (pedal forte e recuperação), listamos algumas técnicas de recuperação eficientes para o seu treino.

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·         Recuperação ativa

A recuperação passiva acontece pelo descanso, já a recuperação ativa é realizada com pedais de baixa intensidade (de 30 minutos à 1 hora). Esse é o método mais importante quando se realizado no momento certo.
Um pedal leve vai levar nutrientes e hormônios para a musculatura e reconstruir o que foi danificado. Dependendo do nível da competição ou treino realizado, se torna necessário ficar de dois a seis dias pedalando leve para recuperação completa.

·         Banheira de gelo (Crioterapia)

Muito usado em outros esportes, como o futebol, a técnica consiste em mergulhar as pernas dentro de uma banheira de gelo. Esse procedimento atinge vários músculos e tendões ao mesmo tempo, ocasionando a vasoconstrição, que faz com que parte dos resíduos tóxicos seja jogada para a corrente sanguínea para ser eliminada.
Quando o sangue volta a passar pelo local, leva nutrientes e ajuda na limpeza dos detritos das micro-lesões. Essa área pode permanecer irrigada por mais de 2 horas depois do tratamento com o frio.

·         Alongamentos

Os alongamentos são importantes para o ciclista ter mais flexibilidade e gerar toda a força possível no movimento do pedal. Isso pode evitar lesões e acelerar a recuperação.
Após um treino forte ou competição, o alongamento feito corretamente, aumenta a circulação com mais oxigênio e nutrientes, diminuindo também a rigidez dos músculos e tendões.

·         Estimulação elétrica

É quando são utilizados equipamentos que geram correntes elétricas de baixa intensidade, que geram uma contração involuntária dos músculos. Assim como o alongamento, esse método aumenta a irrigação sanguínea e contribui para recuperar os músculos.

·         Massagem

Além de irrigar a musculatura, ela ajuda a drenar resíduos da contração muscular e auxilia na diminuição da inflamação local.
Para ter um bom efeito, no pós treino basta fazer 8 a 10 min que serão suficientes.

Faça disso uma atividade permanente

Um treinamento para realmente se tornar funcional e ser efetivo, tem que contar com a realização constante dos métodos de recuperação.
Alterne o treino pesado com fases de recuperação e respeite seu limite físico para não ter excessos de treinos, o que ocasiona queda do desempenho e perda da habilidade técnica.

 

Gostou das Dicas?
Tem mais alguma que você usa no seu pós-treino? Comente!

Viva uma #VidaComBike na Azupa! Confira aqui!

Você conhece as partes da sua bicicleta?

Vamos identificar as principais partes e componentes da nossa companheira de pedal!
Ao sabermos as peças que compõem nossa bicicleta, fica mais fácil entender o funcionamento e manter a manutenção em dia.

Vamos lá!

Componentes de uma bicicleta

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As peças/partes da bicicleta

Quadro

Uma das principais partes da bicicleta, é nele onde a maioria dos demais componentes são instalados.
Podemos dizer que na parte “superior” são fixados o selim e o canote e na “inferior”, o câmbio dianteiro, o movimento central e a pedivela.
Já na “frente” do quadro fica o garfo (com roda e freio dianteiro), o guidão, as alavancas de câmbio e os manetes de freio. Na “traseira”, a roda, o câmbio e o freio traseiro.

Os quadros podem ser fabricados de diversos tipos de materiais como: aço carbono, alumínio, fibra de carbono, etc.

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Guidão

Sua função é orientar a direção da bicicleta.
Nele são acopladas as manoplas, as alavancas de câmbio e manetes de freio.

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Temos guidões disponíveis na Azupa Bike Store

Manoplas

Parte onde a mão do ciclista entra em contato com o guidão. Devem ser macias e confortáveis para evitar cansaço, dores e dar mais estabilidade na condução da bicicleta.

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Temos manoplas disponíveis na Azupa Bike Store

Alavanca de Câmbio

Trocador ou passador de marchas, elas acionam o câmbio dianteiro e traseiro para realizar a troca das marchas.

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Temos alavancas de câmbio disponíveis na Azupa Bike Store

Manete de Freio

Também chamado de alavanca de freio, servem para acionar os freios dianteiro e traseiro da bicicleta.

Mesa

Ou avanço, é onde o guidão é fixado. Ela é presa ao garfo através da caixa de direção (A-headset).

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Temos mesas disponíveis na Azupa Bike Store

Caixa de direção, A-Headset ou  Headset

Encaixado no quadro, recebe o garfo ou suspensão dianteira. Na parte superior do garfo ou suspensão, é conectada a mesa que é presa por uma peça que faz parte da caixa de direção, chamada aranha.

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Temos A-Headset disponíveis na Azupa Bike Store

Garfo – Suspensão Dianteira

Existem 2 tipos de garfos: Rígido que não possui amortecimento e o com suspensão/amortecedor, que é mais conhecida como suspensão dianteira.
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Temos Garfos e Suspensão Dianteira disponíveis na Azupa Bike Store

Roda da Bicicleta

Uma das principais partes da bicicleta, a roda é composta pelo Cubo, Raio, Aro e Pneu.
Pode ter ou não câmara de ar.

  • Cubo

O cubo fica no meio da roda, conectado ao garfo, e é composto por um eixo com rolamentos ou esferas. Nele estão 2 falanges metálicas onde são conectados os raios.

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Temos Cubos disponíveis na Azupa Bike Store
  • Aro

Neles são fixados os raios e colocados a câmara de ar e o pneu.

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Temos Aros disponíveis na Azupa Bike Store
  • Raio

São barras rígidas que unem o Cubo ao Aro para dar forma à bicicleta.

  • Pneu

É o composto de borracha que entra em contato com o solo. Existem diferentes modelos de pneus e eles podem ser destinados para usos específicos, como Road, MTB, BMX, Cross Country etc.
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Temos mais de 200 modelos de pneus disponíveis na Azupa Bike Store

Freio

Podem ser cantilevers, V-brake, Hidráulicos e Freio a Disco.

São acionados pelos manetes de freio no guidão por meio de cabos de aço.

Cantilevers: não são mais encontrados em bikes modernas. O sistema dele é bem simples: um cabo de aço é ligado a outro cabo fazendo uma estrutura em “Y” e cada lado aciona uma das pastilhas.

V-brake: são a evolução dos cantilevers e seu funcionamento é bem eficiente: o cabo de aço que sai do manete aciona diretamente os dois braços da pastilha, puxando um lado e empurrando o outro ao mesmo tempo.

Hidráulicos: são mais pesados que os V-Brakes, precisam de um pouco mais de manutenção por serem hidráulicos. Possuem a maior força de todos os outros tipos de freio e se tornam indispensáveis para o biketrial.

Freio a Disco: seguem um sistema que é considerado mais eficiente. Os calipers do freio dianteiro são fixados na suspensão ou no garfo rígido, e os traseiros no quadro. Os calipers abrigam os pistões que têm como função pressionar as pastilhas contra os discos.

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Temos freios disponíveis na Azupa Bike Store

Câmbio dianteiro e traseiro

Peça responsável pelas mudanças de marchas da bicicleta.

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Temos câmbios dianteiros e traseiros disponíveis na Azupa Bike Store

Cassete

Conjunto de catracas dentadas, encaixadas na roda-livre do cubo da roda traseira.
Nas bicicletas mais antigas ou de baixo custo, existe outro tipo de sistema chamado catraca que é rosqueada ao cubo da roda traseira.
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Temos cassetes disponíveis na Azupa Bike Store

Corrente

Conjunto de elos metálicos e flexíveis que liga a coroa da pedivela ao cassete da roda traseira.
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Temos correntes disponíveis na Azupa Bike Store

Movimento Central

Instalado no quadro da bicicleta, onde são fixadas os pedivelas nos lados direito e esquerdo.

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Temos movimento central disponíveis na Azupa Bike Store

Pedivela

Os pedivelas são duas peças conectadas ao eixo do movimento central. Um pedivela tem coroas dentadas e o outro não tem coroa é apenas uma alavanca para acionamento dos pés.

Pedal

Acomoda os pés do ciclista. É fixado no pedivela

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Temos pedais disponíveis na Azupa Bike Store

Selim

O famoso “banco” é o assento para acomodar o ciclista durante o pedal.

Da mesma maneira que os pneus, existem diferentes tipos de selim, cada um sendo melhor utilizados em categorias especificas. Um selim mais largo e macio é bom para passeios de lazer, já um selim estreito e mais comprido tem melhor desempenho em corridas de estrada.

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Temos selins disponíveis na Azupa Bike Store

Canote de selim

Peça que se encaixa no quadro da bicicleta e fixa o selim. Através deles é possível realizar a regulagem de altura do banco.

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Temos canotes disponíveis na Azupa Bike Store

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Empenou o disco de freio?

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Quando começar a ouviu aquele barulho chato do disco de freio pegando nas pastilhas é sinal que ele está torto ou desalinhado.

Nesse tipo de problema, é muito difícil fazer o alinhamento com as mãos e alicates, pois apesar dos discos de freio (rotores) serem feitos de uma chapa de aço de 2mm de espessura, a quantidade de desenhos dos recortes de alívio e a elasticidade do material, os tornam bastante flexíveis. Ao tentar usar as mãos ou alicates, os discos sempre retornam para a posição inicial, e continuam raspando.

Para facilitar esse trabalho, existem ferramentas especiais criadas especificamente para essa função.

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Se o realinhamento é mais leve e fino, esse modelo tem marcação de profundidade em centímetros e polegadas, que permite encaixar a ferramenta no disco até uma profundidade especifica.

post_alinhador_freio3Essa ferramenta tem marcação em centímetros e polegadas, podendo definir qual profundidade será alcançada.

 

 

Se o realinhamento é mais trabalhoso, esse outro modelo é capaz de realinhar até discos de motos e scooters leves, pois seus encaixes vão de 2,4 a 3,3 milímetros. Essa ferramenta apoia cerca de 3 centímetros de área do disco, conseguindo assim, corrigir danos mais severos.

post_alinhador_freio4Essa ferramenta tem encaixes diferentes, conseguindo alinhar até discos de freios de motocicletas leves.

Localize o local que está raspando nas pastilhas (recomendamos marcar com uma caneta o local) e vá forçando aos poucos. Como o disco é flexível, ele retornará ao ponto de partida e será necessário refazer a correção.

post_alinhador_freio5Para facilitar o reparo, faça uma marca com caneta para identificar o local a corrigir.

Pode-se também fazer o realinhamento perto da pinça de freio, o que irá evitar que o disco se curve muito, fazendo o reparo ser mais preciso. Em caso do dano ser mais severo, é necessário retirar o disco do cubo e imobilizá-lo em uma morsa.

post_alinhador_freio6Trabalhando perto da pinça de freio o disco curva pouco.

Gostou das dicas?

Precisa fazer esse tipo de realinhamento no disco de freio da sua bike? Nos temos as ferramentas necessárias!

Ferramenta para o realinhamento mais grave você encontra aqui!

Já a ferramenta para realinhamento mais leve e rápidos, você encontra aqui!

 

 

Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

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Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

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Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

E lembre-se, tudo pra sua #VidaComBike você encontra aqui na Azupa!