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Como foi o Shimano Fest 2018!

Shimano Fest supera expectativas e reúne mais de 30 mil pessoas no Memorial da América Latina

Com aumento de 20% no número de visitantes, evento contou com diversas atividades na região central de São Paulo e garantiu a alegria dos visitante

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A nona edição do Shimano Fest, o maior festival de bike da América Latina, reuniu em três dias 30.600 visitantes, 20% a mais do que em 2017, quando 25.500 pessoas foram ao Jockey Club em quatro dias.

Foi a primeira vez do evento realizada no Memorial da América Latina, o que consolida a escolha da nova sede, devido a grande procura do público.

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O bicicletário reuniu 5.600 bikes no total, 30% a mais do que 2017. Já o test-ride teve crescimento de 17%, com 5.600 testes realizados por nove marcas e um total de 120 bicicletas utilizadas.
Mais de 5 toneladas de alimentos não perecíveis foram doadas pelos visitantes, um aumento de 65% em relação ao ano passado. O único dia destinado aos profissionais do mercado reuniu 5.400 lojistas, praticamente o mesmo número de 2017, quando a feira teve 5.600 lojistas nos dois fechados ao público. Tudo isso justificou a decisão da organização de aumentar o espaço coberto do evento, de 2.500 para 5.000 metros quadrados.

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Durante os dois dias abertos ao público, diversos pedais foram realizados em direção ao Shimano Fest. O principal destaque entre eles foi o 1º Passeio Ciclístico Shimano Fest & Santuu, com 1.500 pessoas partindo do Memorial das Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, para o Memorial da América Latina, na manhã do domingo (16/09/18).

Saída do Pedal no Ibirapuera (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Saída do Pedal no Ibirapuera ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Henrique Avancini participa de live e é homenageado com vídeo

Em disputa realizada no sábado (15/09), em Auronzo di Cadore, na Itália, o brasileiro Henrique Avancini (atleta da equipe Cannondale Factory Racing) tornou-se campeão do Mundial de Maratona UCI MTB.
E o público presente ao Shimano Fest não só celebrou a conquista, como participou de uma live com o atleta, que falou diretamente da Alemanha sobre sua vitória. “Este é um momento mais que especial. Hoje eu sou campeão, mas isso vai passar. Espero que a minha vitória contribua para consolidar a cultura da bicicleta em nosso país”, afirmou.

Confira como foi o Shimano Fest 2017

Bicicleta para todas as idades

Mantendo a tradição de reunir crianças e de incentivar o amor pelas duas rodas ainda na infância, o Shimano Fest contou com a participação do público infantil.
Os desafios para crianças e adolescentes também bateram recorde de participantes. A Arena Radical concentrou uma série de atividades para os pequenos.
– No sábado, 750 crianças participaram do Tira-Rodinhas e do Pump Track.
– Já no domingo, 950 crianças nas atividades.

No Desafio Sem Corrente, destinado aos competidores a partir dos sete anos, 10 competidores disputaram as medalhas.

Luiz Cocuzzi e Giuliana Morgen são campeões de MTB Short Track

O segundo dia do Shimano Fest – e o primeiro aberto ao público – foi marcado pela disputa do Mountain Bike Short Track na tarde do sábado (15) em São Paulo.
Enquanto os visitantes interagiram com as empresas expositoras do maior festival de bike da América Latina, seja na área de exposição ou no test-ride, os melhores ciclistas do país se apresentaram em um circuito reduzido de 1,1 km na tradicional prova do evento.
Na Elite Masculina, a vitória foi do paulistano Luiz Cocuzzi, pelo segundo ano consecutivo. Já a disputa feminina teve o triunfo inédito da petropolitana Giuliana Morgen, de apenas 15 anos, uma das grandes promessas do MTB brasileiro.

Luiz Cocuzzi foi o protagonista em uma disputa equilibrada na elite masculina. Apesar de não liderar nas primeiras voltas, o ciclista soube a hora certa de atacar seus adversários para garantir o título no Memorial da América Latina.
Seus principais perseguidores foram Mario Couto e Guilherme Muller, vice-campeão e terceiro colocado, respectivamente.
O top 5 contou ainda com os atletas Edson Rezende e José Gabriel Marques.

Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Na elite feminina, uma ciclista da categoria juvenil foi quem subiu no lugar mais alto do pódio, mostrando que está em grande fase. Giuliana Morgen, a Giu Giu, venceu e deixou para atrás as favoritas Karen Olimpio e Letícia Cândido.

Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio © Fernando Siqueira – FS Fotografia

Shimano Fest 2018 em números absolutos:

  • 3 dias
  • 30.600 visitantes
  • 5.400 lojistas
  • 5 mil metros quadrados de área coberta
  • 5.600 bikes no bicicletário
  • 5.600 test-rides com 120 bikes
  • 35 palestras

Matéria originalmente publicada em www.shimanofest.com.br

Você foi ao Shimano Fest 2018?
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Tudo para a sua #vidacombike está aqui na Azupa!

Shimano Fest 2018: Atrações gratuitas para todas as idades

A 9ª edição do muda de lugar em 2018, e vai para o Memorial da América Latina nos dias 14, 15 e 16 de setembro.

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No quarto ano seguido em São Paulo, o festival segue com atrações imperdíveis em sua programação, com destaque a interatividade entre o público e as marcas, cerca de 200 do mercado de bike. São esperadas 30 mil pessoas e como nas temporadas anteriores a entrada do evento é gratuita no sábado e domingo (a organização pede a doação de 1 kg de alimento não perecível). A sexta-feira (14) é reservada aos profissionais do setor.

A área de exposição e o test-ride são dois locais imperdíveis para os visitantes do Shimano Fest. No primeiro, a oportunidade de conhecer de perto os lançamentos para 2019 e na parte dos test-rides, o visitante terá o prazer de pedalar nas melhores bikes do mercado, com destaque para as bikes elétricas.

Para as famílias, haverá a opção de bicicletas com cadeirinhas da marca KALF, em uma parceria com a Nathor, tornando o passeio mais completo. Caloi, Cannondale, Oggi, Sense, Soul Cycles, Corratec, Groove, Audax, GTSM1, Vicinitech, entre outras, terão estande no evento e também permitirão aos visitantes realizarem testes.

Fácil Acesso:
O festival acontece no Memorial da América Latina, que fica ao lado da estação da CPTM/Metrô Palmeiras-Barra Funda, onde também funciona a rodoviária municipal e o terminal de ônibus.
O transporte de bicicletas nos trens e metrôs é permitido a partir das 14h de sábado e durante todo domingo. Se você for de bike poderá deixá-la no Bicicletário oficial do evento, sem custos.
A entrada é gratuita, mas a organização pede a doação de 1 kg de alimento não perecível. (Obs.: a doação de alimentos não é obrigatória!)

Confira como foi o Shimano Fest 2017

Atrações do Shimano Fest 2018

Expo: A área da feira reúne as principais marcas do mercado nacional de bicicletas, que veem no Shimano Fest a oportunidade de apresentar seus grandes lançamentos do ano.
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Bike Competition: A tradicional prova de Mountain Bike Shimano Short Track (XCC) vai acontecer para Elite Masculina e Feminina, além de amadores. Alguns dos melhores ciclistas do País disputarão o título, na primeira competição do gênero dentro do Memorial, um local emblemático em termos de cultura no País.
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Bike Radical: As tradicionais atrações serão as manobras e saltos radicais do BMX Dirt Jump com apresentação de Leandro Moreira, o “Overall”;
O BMX Flatland, prática realizada no plano no qual manobras e criatividade na bike são o destaque;
O Bike Trial, modalidade em que o importante é a habilidade para transpor todo tipo de obstáculo, sem sair de cima da bike e sem colocar os pés no chão: troncos, pallets, escadas, rampas, andaimes.

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Bike Mobility: Esse ano a área de mobilidade e sustentabilidade do Shimano Fest vai apresentar, além de palestras e debates, uma mostra de projetos de Mobilidade por Bicicleta. Os projetos selecionados para apresentação no dia 15 (sábado), ganharão automaticamente mentoria, ferramenta de desenvolvimento profissional que consiste em uma pessoa com maior expertise e conhecimento ajudar outra menos experiente – oferecida pelo Eureka Coworking durante seis meses. A CET SP também estará presente para interagir com o público e apresentar o projeto do novo plano cicloviário para São Paulo.

Arena Kids: realizada em parceria com a Caloi, o espaço reserva atividades para crianças de todas as idades.
O destaque é o “Tira Rodinhas”, que desafia os pequenos (e alguns adultos) a dar suas primeiras pedaladas sem o apoio – tudo sob o monitoramento de profissionais especializados nesse tipo de prática.
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Para os mais experientes, a Arena Kids reserva circuito Pump Track e o desafio Shimano sem corrente!

 

Espaço Mulher: A ideia dessa atração é promover discussões de gênero dentro da cultura de bicicleta. Para isso, estão previstos palestras e workshops com personalidades femininas de destaque no mundo da bike. A Equipe de Ciclismo Feminino Lulu Five participará com palestras e oficina mecânica para mulheres.

Bike Show – Rock’n Roll e boa música combinam com bike. Quatro bandas animarão os visitantes nos dois dias de festival:  no sábado (15), tocam as bandas de pop rock, 53×11 (covers de Red Hot Chilli Peppers, Greenday, Stone Temple Pilots etc) e Remove Silence (banda do Danilo Carpigiani, marido da DJ Luka Salomão). No domingo (16) é a vez de Amoradia do Som (vencedora do festival de música “Groove – Sons da Paulista” em 2017) e Sinfonia Rock (covers de hard rock). Presença obrigatória no Shimano Fest, a apresentação do tradicional Taiko, com os tambores japoneses, está confirmada no domingo ao meio-dia.

Cronograma do Shimano Fest 2018
Data:
14 a 16 de setembro
Horários:
Sexta-feira (14): exclusivo para imprensa, lojistas e profissionais do setor – 10h às 20h.
Sábado (15): aberto ao público – 10h às 20h.
Domingo (16): aberto ao público – 10h às 17h.
Local: Memorial da América Latina
Endereço: Rua Tagipuru – Portão 02 – Barra Funda – São Paulo (SP)
Entrada: Gratuita – Contribua com 1 kg de alimento não perecível, que será doado para instituições filantrópicas.

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Vai ao festival?
Conta pra gente o que achou da experiência!

E se precisar dar um upgrade na sua companheira de pedal, visite a Azupa Bike Store!

5 Dicas para iniciantes: Pedalar de sapatilha

Existem muitas dúvidas ao começar a pedalar de sapatilha.
Essas dicas são para quem está começando a pedalar de sapatilha ou se está pensando em começar.

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Quando começar a pedalar de sapatilha?

As sapatilhas não são equipamentos indicados para iniciantes no mundo do pedal. Não é pelo valor delas, existem modelos com preços mais acessíveis, mas sim pela técnica aplicada para utilizar esse equipamento.

Se você já é um ciclista experiente, que já andou muitos quilômetros com a sua companheira de pedal, já pode começar a experimentar as sapatilhas e o taco de pedal.

Nota: Temos o artigo “conheça os tipos de pedais” para ajudar você na escolha do equipamento ideal.

 

Vamos às dicas:

1 – Treine o encaixe e desencaixe do pedal

É necessário bastante treino para utilizar esse sistema, pois o ciclista fica “clipado” pela sapatilha no pedal e quando vai parar a bicicleta é preciso lembrar de “desclipar”, ou desencaixar, do pedal para poder colocar o pé no chão. É muito comum ocorrerem tombos no inicio.

Treine bastante, encaixando e desencaixando o pedal diversas vezes.

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2 – Antecipe o desencaixe do pedal

Diminua a velocidade e desencaixe o pedal antes da bike parar, mesmo que a sapatilha fique apoiada no pedal. Dessa maneira você evita os chamados tombos parados.

3 – Mantenha o taco e o pedal clip sempre limpos

Confira sempre como está a situação do taco e do pedal. Verificar se não tem pedras, lama seca ou qualquer outro tipo de detritos que possam atrapalhar o sistema de clipagem.

4 – Comece com um pedal com a plataforma maior

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A plataforma maior traz mais segurança ao ciclista iniciante, permitindo que o pé fique firme no pedal mesmo com ele desencaixado.

5 – Fique atento para o sistema de encaixe e desencaixe

Alguns modelos de pedais possuem sistemas para regular a tensão de clipagem e desclipagem.
Se utilizar esses modelos, você pode colocar o sistema mais leve, exigindo menos força para soltar a sapatilha do pedal.

Matéria originalmente publicada no “até onde deu pra ir de bicicleta

 

Você utiliza sapatilhas e pedais de clip?
Conta pra gente como foi a sua experiência no começo!
Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!

Viajar de bike pelo Japão – Bike Myself

Por Pedro Vianna – BikeMyself

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Viver a experiência de viajar pelo mundo é a mistura de alegria, medo, frustração e sentimento de realização. Foi isso que me motivou a criar o Bike Myself um projeto de viagens de bicicleta pelo mundo. Vou contar um pouco da minha aventura pelo Japão em 2016.

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Antes de falar da viagem, tenho que voltar alguns anos… Em de 2009, fiz amizade com alguns japoneses, e com eles pude aprender um pouco de sua cultura e costumes. Desde então, passei a ter muita vontade de visitar o Japão para conhecer mais do povo e dos lugares que esses meus amigos haviam me falado. Anos depois já com a paixão por viajar de bicicleta enraizada decidi que faria minha próxima expedição na terra do sol nascente e que rodaria por 3 meses, tempo máximo do visto de turista.

Eu só tinha 2000 dólares para fazer a viagem, uma média de $23 por dia e mesmo sendo pouco dinheiro para uma viagem pelo Japão parti rumo a mais uma realização de sonho e cheguei em Tokyo sem falar absolutamente nada de japonês. Quando viajo de bicicleta me sinto “esmagado” com uma bicicleta em megacidades. E não era só uma cidade grande qualquer, era Tokyo. Depois de uns dias ali, esperava encontrar uma cidade super equipada com ciclovias e ciclofaixas, mas percebi que a bicicleta é tão respeitada e comum ali, que bastava a educação das pessoas para as coisas funcionarem. A bicicleta não era supervalorizada e sim muito respeitada, não existiam muitos ciclistas, mas existiam muitas, muitas pessoas que usavam a bicicleta como meio de transporte.

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Eu tinha preparado um super roteiro, visitando muito lugares, mas ficando pouquíssimo tempo neles. Depois de conhecer Tokyo por uns dias comecei minha pedalada. Logo no início da viagem, um acontecimento mudou o rumo da expedição, e nunca mais vou me esquecer dele. Estava na estrada em um dia que me estressei muito com sinais vermelhos que me atrasaram, quando parei em um cruzamento olhei para o lado, e vi um senhorzinho japonês empurrando uma bicicleta em uma ladeira caminhando lentamente, passo após passo. Aquele foi o primeiro aprendizado da minha viagem: eu precisava me estressar menos e aproveitar mais o caminho, lembrando sempre de uma coisa que havia aprendido com outro cicloturista “a direção é mais importante que a velocidade”. Depois de ter alcançado meu destino, naquela noite parei, refiz meu roteiro e decidi não ter pressa e aproveitar cada cidade e cada momento da viagem.

O Japão é um país caro, e como eu falei tinha pouco dinheiro, a viagem só se tornou possível pelas formas que eu me hospedei. Usei redes como couchsurfing e warmshowers, uma espécie de redes sociais de hospedagem grátis em viagens. Também contei com a ajuda de brasileiros que moram no Japão, que após conhecerem meu projeto me acolheram em suas casas. Além de economizar, isso me deu a possibilidade de ver a vida desses imigrantes. Isso sem contar com a barraca, que ajuda muito nos dias sem lugar para dormir.

Foram poucas as vezes que dormi em hostel ou hotel cápsula. Eu acredito que a aventura não começa até alguma coisa dar errado e é sempre bom rir depois de alguns perrengues. Me lembro de quando dormi acampado e de repente a noite começou a chover muito. Minhas coisas ficaram totalmente molhadas e só tinha eu no camping, parecia aqueles animes de terror japonês. Aquela noite foi fria, longa e bem difícil.

Outro perrengue foi quando ia pegar um voo para uma ilha chamada Okinawa e tive a brilhante ideia de dormir no aeroporto. Chegando lá, já com a bike desmontada, descobri que o aeroporto ia fechar em 40 minutos. Experimentei como é ser um mendigo estando no Japão, com direito a abordagem de policias perguntando o por que de eu estar dormindo na rua. Engraçado agora, mas tenso na hora.

Passei por diversas cidades, Tokyo, Yokohama, Kamakura, Osaka, Kyoto, Nagoya, Hamamatsu, Nara, Okayama, Miyajima, Hiroshima, Onomichi, Fukuoka e Okinawa. Todos os lugares são especiais a sua maneira e geram recordações incríveis, mas o que tirei de maior valor desses três meses no Japão, eu compartilhei em forma de vídeo, com mais 16 episódios da saga, tudo no YouTube .

Levo como maior aprendizado a receptividade dos japoneses, que vai muito além de ser simpático. É querer te ajudar, mesmo sem entender o que você está falando. Eles tem uma palavra pra essa hospitalidade, omotenashi . Porém, percebi que isso é uma coisa com o turista, pois senti que eles eram muito fechados entre si. Uma nova amizade, daquelas que se tornam um vínculo forte e verdadeiro entre duas pessoas, é uma coisa bem difícil de acontecer.

Acho que todos deveriam ter em alguma viagem, o choque cultural que tive no Japão. Faz a gente aprender a respeitar as crenças do outro ou o que ele defende.

Hoje em dia, sinto que falta muito às pessoas a tolerância, aceitar argumentos e ideias diferentes das nossas sem atacar só porque não é o que acreditamos. Essas viagens, além de tudo, servem muito de aprendizado e crescimento para mim. E um aprendizado que quero passar adiante.

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Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Você já fez cicloturismo com a sua bike? Conta pra gente como foi!
Queremos saber mais um pouco da sua #VidaComBike!

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Como parar a ferrugem na sua bicicleta em 3 simples passos

A ferrugem é o resultado da reação entre o ferro e o oxigênio, ou seja, quando esses dois elementos se juntam, tendem a se unir para formar um terceiro: o óxido de ferro ou a popular “ferrugem”.

Bastam três ingredientes para que o caos seja instalado: ferro, água e ar. Nem é preciso jogar água no ferro para criar corrosão, o próprio ar da atmosfera já vem carregado de umidade.

Ela começa pequena, mas rapidamente cresce e consome grandes porções de metal. Em pouco tempo, a ferrugem pode danificar permanentemente as peças da sua bicicleta.
Se você notar cedo que a ferrugem está aparecendo, poderá removê-la e diminuir as chances de que ela volte a crescer.

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Vamos aos passos

Passo 1

A primeira coisa a se fazer é remover a ferrugem existente utilizando uma lã de aço ou uma lixa. Isso não faz com que a ferrugem pare de se espalhar, mas removê-la vai proteger o metal de ser ainda mais oxidado.

Passo 2

Se a ferrugem ocorreu em um local que perdeu a pintura, aplique uma pintura de retoque ou até mesmo esmalte para unhas. A tinta previne a exposição ao ar e a oxidação.

Passo 3

Agora é hora de aplicar alguma graxa protetora ou o já conhecido WD-40 para manter as partes expostas prevenidas contra a ferrugem. Nessa parte inclua engrenagens, corrente e cabos de freio, pois essas partes correm maior risco de enferrujarem por que estão expostas ao ar, mas a graxa vai ajudar a controlar isso.

Use produtos protetores como o WD-40 com frequência como forma de prevenção.

Importante: Se alguma parte da sua bicicleta sofreu oxidação profunda ou foi significativamente danificada, você talvez precise trocar a peça inteira.

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E o que você faz para proteger a sua bike da ferrugem?
Conta pra gente!

Temos tudo para a sua #VidaComBike aqui na Azupa

Iniciante no mundo do BMX?

Está começando no mundo radical do BMX?
Preparamos algumas dicas para você curtir momentos inesquecíveis nas pistas, da maneira mais segura e fácil.

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Primeiro é preciso pedir ao seu médico um exame e atestado de saúde para que possa praticar o esporte sem sustos e conhecendo os seus limites. Procure um posto de saúde no seu bairro, na sua cidade, lá você deve conseguir sua avaliação e atestado médico com facilidade.

O que você precisa

Em muitas pistas você pode encontrar escolas com equipamentos para novatos, é uma ótima opção para você conhecer o esporte.

Os equipamentos essenciais são:

  • Capacete Fechado
  • Bikes de BICICROSS OU BMX RACE – aro 20 ou 24
  • Camiseta manga longa (tipo goleiro)
  • Calça comprida (abrigos grossos ou jeans)
  • Luvas
  • Tênis (qualquer tipo)
  • Caneleiras, joelheiras e cotoveleiras são recomendados

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Quando não existirem escolas para iniciantes nas pistas ou se você optar por praticar sem acompanhamento de um instrutor, lembre-se:

  • Você ou seus pais são responsáveis por seus atos.
  • Nunca pratique sozinho, em um acidente você pode precisar de ajuda.
  • Procure terrenos ou vias fechadas para veículos motores.
  • Retire todos os adereços, espelhinhos, pára-lamas, equipamentos de free-style como pedaleiras/ apoios. Retire tudo que possa ferir você e seus colegas.
  • Cheque sua bike, ar dos pneus, roscas de eixo, canote do selim, manoplas, certifique- se que o quadro e o garfo agüentam o tranco, bicicross requer equipamentos resistentes.

Bikes de Bicicross

As bicicletas de BICICROSS são diferentes de outras bikes de BMX (free style). Mais leves e mais resistentes, são comumente feitas em Cro-Mo ou alumínio especialmente resistentes (6061) há também feitas de fibra de carbono o mesmo da F1.

No Brasil poucas lojas oferecem esses produtos, as especializadas, em sua maioria são lojas fechadas que vendem pela internet ou telefone.

Nos clubes, pistas e durante as competições você ira conhecer diversas. Pesquise preços, teste os modelos antes de comprar!
As variações são grandes, tanto na ergonometria quanto nos preços.

Veja o quadro abaixo com sugestões ergonométricas

TABELA ERGONOMETRICA PARA BIKE BICICROSS
Este tabela poderá ajuda-lo a determinar que bicicleta você deve montar.

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Qual o tamanho correto da roda?

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Que tamanho de pedivela você necessita?

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Que relação usar?

A maioria dos pilotos, independente da categoria, preferem uma rotação de aproximadamente 53″.

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Agora que você já sabe o essencial, já pode sair para começar a praticar!

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Texto publicado originalmente em “apbmx”

Já pratica o BMX?
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Mitos e verdades sobre usar a bike no dia a dia

Por Pedro Vianna – BikeMyself

Já pensou que a bike pode ser sua grande aliada no dia a dia?

Que ela é versátil a gente já sabe bem e que consegue agradar, sendo desde um lazer no fim de semana à um esporte de alto desempenho.  Mas a bike pode mudar a sua vida diária e a cidade em que você vive.

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Alguns mitos cercam o uso da bicicleta no dia a dia e eles costumam assustar quem ainda não pedala rotineiramente.
Aqui estão alguns deles, pra te encorajar por fim a adotar a bicicleta como meio de transporte!

Vou chegar totalmente suado e sujo no trabalho

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MITO
Isso vai depender muito do clima da sua cidade, do percurso que você fará e também do
ritmo que vai ser seu pedal. É bom lembrar também, que as vezes a gente chega sujo e
suado mesmo indo de transporte público ou a pé.

Duas dicas para evitar o transtorno:
– Naqueles dias mais quentes, cadencie mais a pedalada. Separe um pouco mais de tempo para o seu percurso e faça um pouco mais lento, assim você não vai chegar suado e ainda vai aproveitar para descobrir aqueles detalhes que você ainda não reparou que existem em sua cidade.
– Se na sua cidade as temperaturas forem mais elevadas, leve uma roupa reserva, mesmo que no seu trabalho não tenha chuveiro. O ideal é pedalar com uma roupa esportiva e trocá-la ao chegar no trabalho, assim você fica com uma roupa sequinha pro resto do dia.

Bicicleta é mais lenta que o carro ou ônibus

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MITO
Essa vai especialmente para as grandes cidades. Com a quantidade de carros, ônibus e motos, instaura-se um caos urbano com muito engarrafamento e horas do seu dia perdidas.
Com certeza, muitos percursos que você faz rotineiramente levam menos tempo de bicicleta do que usando outros transportes. Pedalando, você consegue prever o tempo que vai levar sem erro, chegando ao seu trabalho, universidade, ou compromisso sem se atrasar. Um exemplo disso são as empresas de entrega de bicicleta, que cada vez mais se consolidam no mercado e estão fazendo entregas mais rápidas que motoboys.

É muito perigoso pedalar na cidade

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MITO e VERDADE
Ainda temos que evoluir bastante quanto a conquista do espaço do ciclista na cidade, mas é bem verdade que existem muitas cidades com uma malha cicloviária que pode te atender e tornar sua pedalada mais segura.
Ao colocar a bike na rua é sempre necessário um cuidado redobrado. Existe um grau de perigo, mas não é gigante. Não deixe que isso te impeça de pedalar no seu dia a dia, aprenda sobre as leis de trânsito para ciclistas e sinalizações, se proteja com equipamentos de segurança, como capacete, e entenda os perigos da sua cidade para se preparar para evitá-los.

Andar de bike muda a cidade

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VERDADE
O impacto causado pela bicicleta na cidade é sempre positivo. O CO2 é um dos gases
emitidos por carros, ônibus e motos. Ele é um dos responsáveis pela poluição do ar em nossas cidades.
Uma das maneiras de diminuir essa emissão é pedalando! Quanto mais pessoas de bicicleta, menos carros e mais limpo o ar da sua cidade fica.
Além disso, a bicicleta ajuda a solucionar o trânsito. A quantidade de veículos nas ruas, causa um caos e a única solução possível é diminuir o número deles. Acredite, você melhora a sua cidade ao usar a bicicleta.
Se ainda assim você ainda não acreditar nisso, acredite que você está mudando o seu dia: menos trânsito, mais exercício e mais vento no rosto.

Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Conta pra gente como você usa a bike no dia a dia!
Usa para ir trabalhar? Para lazer?

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E lembre-se… tudo o que você precisa está aqui na Azupa!

As SPEED 700

SPEED ou CICLISMO DE ESTRADA

A bicicleta de speed, também conhecida como bike de ciclismo ou road bike, é o modelo criado para velocidade e performance. São bikes mais rápidas que os outros tipos de bicicleta, principalmente pelas características de aerodinâmica, geometria, leveza, pouco atrito, entre outras.

Elas se tornam mais práticas que os demais modelos, pois como o próprio nome diz, são bikes para percorrer longas distâncias em tempos mais curtos, justamente por serem mais rápidas. Entretanto, não são indicadas para terrenos mais acidentados, pavimentos diferentes de asfalto ou para o uso diário.

Isso devido ao fato que a posição de pilotagem do ciclista não é das mais favoráveis. O selim fica mais alto que o guidão para que o ciclista pedale mais inclinado, melhorando a aerodinâmica e performance. Dores lombares e de pescoço são comuns no início, até que o ciclista se acostume.

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Por que elas são chamadas de 700?

Com pneus ultrafinos, quadro, guidão e demais componentes projetados para ter eficiência aerodinâmica, esse modelo de bicicleta ganha cada vez mais adeptos.
Nas speed, o tamanho das rodas é medido em milímetros (mm), e a medida delas é de 700mm. Por esse motivo é que são chamadas de 700 ou 700c.

O tamanho da roda é padrão e o que muda é o tipo de pneu utilizado, mais largo ou mais estreito.

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Você Sabia?

Que as bikes speed e as MTB 29” compartilham o mesmo tamanho de rodas?
A diferença fica na largura e formato dos aros, e portanto, é possível colocar pneus urbanos medida 700 nas Mountain Bikes.

Pneu 700 na MTB 29”

Os pneus das MTB, largos e com cravos, seguram a bike e tem desgaste acentuado para uso no asfalto. Já as Speed utilizam pneus mais finos, desenhados para asfalto (slick ou semi-slick) ou para uso misto (terra e asfalto), que fazem a bike render mais com menos esforço.
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O encaixe do pneu no aro é o mesmo, mas a diferença no diâmetro externo é muito grande, o que traz mais agilidade e arrancadas mais rápidas no asfalto.
Mas redobre o cuidado com buracos e quinas pois os pneus de estrada não tem a mesma capacidade de absorver impactos iguais os das mountain bikes.

Também é possível colocar pneus bem mais finos na sua MTB 29”, porém nesse caso se faz necessário a troca dos aros para os específicos das 700. As medidas 700×20, 700×23 e 700×25 encaixam no aro das 29”, mas não ultrapassam a largura e quando ocorre uma batida em um buraco, o aro bate no chão sem ter o pneu para protege-lo.

 

Você também é fã das 700?
Conta pra gente!

Confira aqui todos os nossos modelos de pneus Speed!

Bike Aro 27.5”?

As mountain bikes aro 27.5 são a opção mais versátil em tamanho de rodas, que são menores que uma roda de 29, e também ajudam ciclistas menores a ficar na posição correta na bicicleta.
As 27.5 surgiram como uma forma dos fabricantes compensarem certa perda de agilidade em trechos técnicos bem travados, e a própria questão do peso, já que uma 29 pesa em média 12% mais que uma 26 e a 27.5 pesa em média 5% a menos que uma 29, embora a relação peso X potência esteja dentro da média.

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Mas qual é a melhor bicicleta?

Não existe uma regra para definir qual é a melhor bicicleta.
Cada ciclista é único e isso inclui sua composição física (alto, baixo, forte, magro), estilo de pilotagem (do iniciante ao mais técnico), uso da bicicleta (pedala por lazer, competição, trabalho) e a região em que será utilizada (trilhas, estradas, urbano, subidas).
Dessa maneira, não considerar esses fatores ao escolher o tamanho da roda é um erro.

E quais as vantagens da Roda 27.5”

Geometria

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A geometria do quadro influencia diretamente na pilotagem da bicicleta, afetando a agilidade, rapidez e até mesmo o conforto.
Quanto maior a roda, mais difícil ela servir nos quadros menores e quanto menor o quadro, mais difícil as rodas grandes caberem, nesse caso, nos quadros menores que 17”, a caixa de direção acaba ficando mais alta em relação ao selim, o que altera a posição de pilotagem.

As rodas 27.5, oferecem uma grande possibilidade de geometria, se adequando à vários tamanhos de quadros. Essas rodas já estão dominando boa parte das provas de Enduro e ganhando força no Downhill.

Aceleração

É um fator muito importante na escolha do tamanho da roda. Uma roda maior demora mais para acelerar, precisando de mais potência para alcançar determinada velocidade.
Ou seja, em uma trilha muito técnica, onde a aceleração e desaceleração é constante, as 27.5 levam vantagem.
Se a região que vai ser praticado o pedal é mais estradão, ou o ciclista visa o conforto, a roda 29 tem maior vantagem.

Ângulo de Ataque

Uma roda maior ultrapassa mais facilmente sobre os obstáculos, além de manter a velocidade mais facilmente em terreno irregular.
Nesse quesito, as rodas 27.5 tem desempenho bem similar às 29, mas melhor que as 26.

Veja na imagem abaixo que o ângulo de ataque é o ângulo de intersecção entre um objeto redondo e um objeto quadrado.

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Comparando o ângulo de ataque, as rodas 27.5 ficam bem próximas do desempenho das 29

Quando comparados os ângulos de ataque entre os diferentes tamanhos, a roda 29 ultrapassa os obstáculos com maior facilidade e segurança, mas a diferença entre a performance da roda 27.5 e da 29 é de apenas 2%.

 

Tração

Rodas maiores tem maior superfície de contato com o solo. Se não levarmos em conta fatores como pressão e tipo de pneu, quanto maior a superfície de contato com o solo, melhor a tração.

Como você pode ver na imagem abaixo, a área de contato com o solo de uma 29 e uma 27.5 são similares. Se analisarmos o fato que a 27.5 em baixa velocidade acelera mais rapidamente, ela acaba levando vantagem em relação à 29.

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Peso

Para muitos é um fator fundamental, pois uma bicicleta mais leve representa uma clara vantagem, porém é importante separarmos em 2 fatores: peso total da bicicleta e peso das rodas.
Ao comparar um bicicleta 27.5 com uma 29, nas mesmas configurações, o peso total da 27.5 fica em torno de 5% mais leve. Se analisarmos apenas o peso das rodas (roda + pneu), percebemos que a roda 27.5 é 7% mais leve que uma 29.
Isso significa melhor aceleração e desempenho nas subidas.

E quais as desvantagens das aro 27,5?

Uma desvantagem clara é o fato de, na descida, elas pegarem menos do que as 29. Essa capacidade de manter a velocidade pode ser impactante na performance daqueles utilizam em regiões mais planas ou em provas em que a exigência técnica não é tão alto, como as provas de Trip Trail e Maratona.

E as bicicletas 27.5+?

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Foto: Bartek Wolinski/Red Bull Content Pool

O que são?

O conceito das rodas 27.5+ é oferecer um tamanho de roda intermediário comparado à “Fat Bike”, geralmente montadas com rodas 26 e pneus de 4.0 até 5.0.
Podemos definir a 27.5+ como uma versão “leve” das Fat Bikes, mas com a vantagem de ser mais ágil e dispensar o uso de rodas apropriadas para acomodar pneus extremamente largos.

As Fat Bikes têm se popularizado por causa da alta capacidade de transpor obstáculos, grande aderência e conforto dos pneus super largos de grande volume. Esse tipo de pneus podem usar baixa pressão de ar, aumentando a tração em condições extremas, como neve ou areia.
As 27.5+ oferecerem um desempenho superior, comparado as Fat Bikes, e muito mais conforto do que modelos convencionais graças ao pneu mais largo e alto que funciona como um amortecedor.

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Descida das Escadas de Santos 2018

Jejum brasileiro de vitórias é encerrado na 16ª edição da prova realizada no Morro do Pacheco em Santos

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Desde 2009 um brasileiro não era campeão da Descida das Escadas de Santos, na Baixada Santista, que é considerada uma das principais provas de downhill urbano na América do Sul.
A final foi disputada no domingo (4 de março) e teve como grande campeão o ciclista Gabriel Giovannini, de Indaiatuba (SP).

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Etapa da Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Assessoria de Imprensa)

 

O circuito do Morro do Pacheco, tem 514 degraus em uma pista de 600 metros de extensão, além de um desnível de 143 metros (equivalente a um prédio de 45 andares). O vencedor marcou o tempo de 56s435, Lucas Borba terminou em segundo, com 57s302, seguido por Bruno Pinto, com 58s041.

A 16ª edição da prova contou com a participação de 80 atletas de cinco países: Brasil, Equador, Chile, Colômbia e Espanha.

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Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Assessoria de Imprensa)

As eliminatórias aconteceram no sábado e dez atletas foram classificados para as semifinais no domingo.
Gabriel Giovannini cravou o melhor tempo entre os cinco finalistas e confirmou o confirmou o favoritismo ao conquistar o menor tempo na final, mesmo com alguns problemas para enfrentar – o pneu da sua bike saiu do aro instantes antes de cruzar a linha de chegada.

O último brasileiro a ganhar a prova tinha sido Wallace Miranda, em 2009. Na edição de 2018, ele fez uma boa disputa terminando na 4ª colocação.
Vale lembrar que desde 2010, só estrangeiros dominavam a prova, o polonês Filip Polc levou os títulos em seis temporadas (2010, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), o equatoriano Mario Jarrin (em 2011) e o espanhol Javier Raton Guijarro (em 2017).

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Etapa da Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Asessoria de Imprensa)

Entre as mulheres, Bruna Ulrich mostrou estar em um patamar mais elevado do que suas adversárias nesta competição, fechando com um cerca de 17 segundos de vantagem sobre Patricia Loureiro, a segunda colocada.

Resultados Finais:
Masculino
1 –
Gabriel Giovannini: 56,4 segundos
2 – Lucas Borba: 57,3 segundos
3 – Bruno Silva: 58 segundos
4 – Wallace Miranda: 59,3 segundos
5 – Frederico Vieira: 58,6 segundos

Feminino
1 – Bruna Ulrich: 1:15.659
2 – Patricia Loureiro: 1:32.256
3 – Amanda Dutra Santos: 1:35.813

E aí?
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