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A importância do Bike Fit

Deixar a bicicleta ajustada para cada ciclista é essencial para ter um melhor desempenho, seja para ciclistas profissionais ou amadores.

Uma bicicleta bem ajustada é fundamental não só para atletas, mas para qualquer pessoa que goste de pedalar. Esse o conceito do Bike Fit.

Além de conseguir ter maior potência com mais eficiência, o Bike Fit vai trazer algo fundamental para os iniciantes: o conforto!
Se logo no início das atividades você sentir desconforto ao pedalar, o mais recomendado é fazer um Bike Fit para ajustar a bicicleta ao seu corpo e consequentemente, prevenir lesões que resultam de uma postura inadequada.

O corpo vai dar sinais que a bike não está regulada quando começarem a aparecer dores na parte da frente do joelho (tendão patelar), dores na lombar, formigamento nas mãos, assadura, formigamento ou sensibilidade no períneo, dor no tornozelo e dor na cervical.

Vantagens de se fazer um Bike Fit

– Maior conforto ao pedalar;
– Prevenção de lesões que acontecem por esforço repetitivo;
– Reduzir ou eliminar dores nas costas, joelhos, pescoço, pulsos, pés, dormência nas mãos e nos dedos;
– Reduzir fadiga.

Além dessas vantagens, os ajustes do Bike Fit também irá melhorar a potência do pedal, porque permite que o ciclista use vários grupos musculares de maneira mais eficaz e eficiente.

Como é feito o Bike Fit?

O técnico responsável pelo Bike Fit irá coletar as suas informações, considerando sua experiência no ciclismo, metas pretendidas, lesões que já teve e outras informações importantes para a avaliação.

O ajuste realizado inclui:
– Ajuste dos grampos do pedal;
– Definição da altura e posição do selim;
– Avaliação dos sapatos e palmilhas;
– Determinação do comprimento correto da haste, altura e largura do guidão.

Todo o procedimento demora em torno de uma a duas horas e envolve o ciclista, a bicicleta e um técnico avaliando cada detalhe. É importante que leve todos os equipamentos usados durante o pedal e esteja preparado para pedalar por pelo menos 10min para que a avaliação seja feita corretamente.

Quando procurar um profissional para fazer o Bike Fit?

Realizar um Bike Fit após trocar de bike trará ao seu corpo inúmeros benefícios em termos de rendimento e conforto, tornando os treinamentos e passeios mais agradáveis.

Ciclistas muito baixos ou muito altos se beneficiam do ajuste do Bike Fit onde os problemas causados pela postura são solucionados.
Pessoas que possuem lesões antigas que deixaram sequelas ou problemas biomecânicos conhecidos, como pernas de comprimento diferente, esse procedimento é mandatório!

Andar de bicicleta deve ser uma atividade prazerosa e confortável e, se isso não estiver acontecendo, os ajustes devem ser feitos o quanto antes. Dor, dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou nas nádegas são sinais de que algo na sua bicicleta não está ajustada para você.

Seja honesto com as suas informações

Pense no Bike Fit como um “exame médico”, pois os profissionais que irão realizar o procedimento, para fazer um ajuste preciso, devem saber seu nível, suas pretensões com o pedal (profissional, esportista ou iniciante), lesões que tenha sofrido, entre outros assuntos relacionados. Não tente impressionar ninguém ao realizar o teste e pedale naturalmente como faz no dia a dia ou nos treinamentos.

Após os ajustes serem realizados, o seu corpo precisará de tempo para se adaptar às mudanças de posição, especialmente se os ajustes tiverem mudado muito a bicicleta.
Pegue mais leve nas primeiras semanas após o Bike Fit e diminua a intensidade dos treinamentos para o seu corpo se ajustar gradualmente.

Matéria base originalmente publicada em Entre Trilhas
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Tipos de Guidão de Bicicleta

O guidão é um componente importante e possui muita influência na experiência que o ciclista terá com a bicicleta. Seus diversos modelos foram projetados para atender às necessidades do atleta, seja ele profissional ou amador.

Saber identificar o modelo correto, tamanho e material adequado vai melhorar a performance do ciclista, além de ajustar um posicionamento e postura ideal do seu corpo na bicicleta.

Cada modalidade vai exigir um tipo de guidão diferente e a escolha certa será decisiva para a melhoria do seu desempenho.

Principais tipos de Guidão

– Reto Flat

Por ter um formato simples (uma barra reta), oferece mais previsibilidade e precisão na direção, sendo uma boa escolha para quem procura agilidade em percursos mais estreitos e um preço mais em conta.

Já foi um dos mais utilizados no MTB, pois sua barra sem curvaturas era uma boa opção para subidas íngremes, além de ser estreito e leve para maiores velocidades. Atualmente, os atletas de MTB preferem modelos mais pesados que absorvam melhor o impacto das trilhas.

– Bullhorn Bars

Esse tipo de guidão possui um formato semelhante a um chifre de touro, permitindo que o ciclista permaneça em uma posição mais abaixada, facilitando a aerodinâmica do movimento. Ideal para quem deseja pedalar com mais intensidade e velocidade.

Muito utilizado nas bikes fixas, também é uma boa escolha para ciclistas que encaram muitas subidas pois possui leveza e aerodinâmica.

Não é indicado para ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte urbano pois o design desse guidão pode ocasionar esbarros inesperados em outros objetos e pessoas, além de possui uma certa instabilidade na direção para ciclistas inexperientes devido ao seu comprimento central menor.

– Riser Curvo

O Riser possui uma curvatura no centro, sendo atualmente o mais indicado para as modalidades extremas como o Downhill, pois possibilita que o atleta fique numa posição mais vertical e mais confortável durante as descidas em velocidade.

Esse tipo de guidão traz maior conforto aos punhos e maior controle da bicicleta, porém são maiores e mais pesados, podendo ser um incômodo nas subidas e trechos muito apertados.

– Drop Bars

Esse modelo de guidão é o mais popular no ciclismo de estrada. São muito versáteis pois oferecem diversas posições diferentes de pegada da mão, garantindo um maior conforto para os percursos mais longos.

O Drop Bars é perfeito para os atletas que desejam pedalar forte e com aerodinâmica. Por serem feitos para proporcionar velocidade, podem não ser uma boa posição para atletas amadores que preferem um exercício mais leve e tranquilo.

–  Cruiser Bars

Também conhecidos com guidão “caiçara”, os Cruiser Bars são aqueles que possuem formatos mais longos e altos, sendo perfeitos para locais planos, como no campo, na rua, na beira da praia, ou em ciclovias.
O formato desse modelo traz grande conforto e possibilita uma pedalada mais relaxada durante o trajeto.

Esses são alguns dos modelos existentes de guidões de bicicleta e vale lembrar que a escolha do guidão adequado para o tipo de pedal que você irá praticar é essencial para que tenha uma melhor performance, evolução e conforto ao pedalar.

Avalie o tipo de material, comprimento, peso, forma de instalação, possibilidades de empunhadura e possíveis acessórios que possam ser acoplados ao guidão. Cada um desses fatores irá influenciar de alguma maneira no seu desempenho e todos devem ser avaliados antes de adquiri o próximo guidão da sua bicicleta.

Matéria base originalmente publicada em Entre Trilhas
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Dicas para melhorar a sua Performance na Bike

Se você pratica ciclismo regularmente sabe que a motivação para pedalar muitas vezes vem do desejo de aprimorar a técnica e obter melhores resultados. Mas com o passar do tempo e dos treinamentos realizados, melhorar a performance na bike passa a ser um desafio que exige muita paciência e persistência para conquistar o resultados cada vez melhores, seja nos treinamentos ou nas competições.

Para ter uma evolução constante, algumas dicas vão auxiliar no alcance dos resultados desejados para que você fique cada vez melhor na modalidade escolhida.

– ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

O consumo de consumo de proteínas, verduras, legumes e carboidratos complexos ajudam o corpo na recomposição e fortalecimento dos músculos. Quando temos uma alimentação equilibrada conseguimos fazer a manutenção do peso, fator imprescindível para conseguir uma boa aerodinâmica na hora de ganhar velocidade nas provas.

Se for realizar provas curtas, o consumo de cafeína é válido pois ao consumir a substância uma hora antes da prova, o sistema nervoso central é ativado, oferecendo uma melhor performance nos exercícios aeróbicos e de força.

– REALIZE EXERCÍCIOS PLIOMÉTRICOS

As atividades pliométricas são aquelas de alta intensidade usando o próprio peso corporal ou feito com cargas leves. Esse tipo de atividade é muito importante para todo ciclista, pois dessa maneira aprendemos como economizar movimentos, o que é essencial na performance da aerodinâmica da bike, garantindo um desempenho mais ágil e rápido nos pedais.

Exercícios como agachamento com barras, salto sobre o caixote e salto no quadrado (saltando dentro e fora de um quadro desenhado no chão em todos os seus lados) são alguns dos mais indicados para os ciclistas que desejam aperfeiçoar suas técnicas de economia de movimento.

– CONHEÇA BEM A PROVA QUE IRÁ REALIZAR

Os melhores ciclistas não são apenas aqueles que estão bem preparados fisicamente, mas aqueles que procuram novas táticas e estratégias em seus treinos e provas. Vai fazer toda a diferença se conhecer bem o percurso, descobrindo e entendendo onde estão os pontos de aceleração, os locais que exigem maior esforço e onde podemos nos poupar.

Conhecer os outros atletas que irão competir com você é outra dica muito importante que pode te ajudar a conquistar melhores resultados. Saiba os pontos fortes e fracos de cada um deles e faça treinos tendo como base superá-los.

– APOSTE EM BONS EQUIPAMENTOS

Mesmo sendo um dica clichê, sabemos que cada equipamento e componente tem uma função imprescindível no sucesso de uma prova de ciclismo. Bicicletas mais leves, de carbono, peças de boa qualidade, vestuário confortável e especial para a prática de cada modalidade e adequados para a condição meteorológica do dia da prova podem fazer toda a diferença.

Para melhorar a sua performance no ciclismo é preciso prestar muita atenção em tudo o que envolve o esporte, desde as estratégias para alcançar os outros competidores até o empenho para aprender como economizar movimentos. Com muito treino e estudo, os resultados melhoram ao longo do tempo e a prática do ciclismo se torna ainda mais prazerosa.

Matéria base originalmente publicada em Bike Registrada

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Como foi o Shimano Fest 2018!

Shimano Fest supera expectativas e reúne mais de 30 mil pessoas no Memorial da América Latina

Com aumento de 20% no número de visitantes, evento contou com diversas atividades na região central de São Paulo e garantiu a alegria dos visitante

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A nona edição do Shimano Fest, o maior festival de bike da América Latina, reuniu em três dias 30.600 visitantes, 20% a mais do que em 2017, quando 25.500 pessoas foram ao Jockey Club em quatro dias.

Foi a primeira vez do evento realizada no Memorial da América Latina, o que consolida a escolha da nova sede, devido a grande procura do público.

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O bicicletário reuniu 5.600 bikes no total, 30% a mais do que 2017. Já o test-ride teve crescimento de 17%, com 5.600 testes realizados por nove marcas e um total de 120 bicicletas utilizadas.
Mais de 5 toneladas de alimentos não perecíveis foram doadas pelos visitantes, um aumento de 65% em relação ao ano passado. O único dia destinado aos profissionais do mercado reuniu 5.400 lojistas, praticamente o mesmo número de 2017, quando a feira teve 5.600 lojistas nos dois fechados ao público. Tudo isso justificou a decisão da organização de aumentar o espaço coberto do evento, de 2.500 para 5.000 metros quadrados.

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Durante os dois dias abertos ao público, diversos pedais foram realizados em direção ao Shimano Fest. O principal destaque entre eles foi o 1º Passeio Ciclístico Shimano Fest & Santuu, com 1.500 pessoas partindo do Memorial das Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, para o Memorial da América Latina, na manhã do domingo (16/09/18).

Saída do Pedal no Ibirapuera (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Saída do Pedal no Ibirapuera ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Henrique Avancini participa de live e é homenageado com vídeo

Em disputa realizada no sábado (15/09), em Auronzo di Cadore, na Itália, o brasileiro Henrique Avancini (atleta da equipe Cannondale Factory Racing) tornou-se campeão do Mundial de Maratona UCI MTB.
E o público presente ao Shimano Fest não só celebrou a conquista, como participou de uma live com o atleta, que falou diretamente da Alemanha sobre sua vitória. “Este é um momento mais que especial. Hoje eu sou campeão, mas isso vai passar. Espero que a minha vitória contribua para consolidar a cultura da bicicleta em nosso país”, afirmou.

Confira como foi o Shimano Fest 2017

Bicicleta para todas as idades

Mantendo a tradição de reunir crianças e de incentivar o amor pelas duas rodas ainda na infância, o Shimano Fest contou com a participação do público infantil.
Os desafios para crianças e adolescentes também bateram recorde de participantes. A Arena Radical concentrou uma série de atividades para os pequenos.
– No sábado, 750 crianças participaram do Tira-Rodinhas e do Pump Track.
– Já no domingo, 950 crianças nas atividades.

No Desafio Sem Corrente, destinado aos competidores a partir dos sete anos, 10 competidores disputaram as medalhas.

Luiz Cocuzzi e Giuliana Morgen são campeões de MTB Short Track

O segundo dia do Shimano Fest – e o primeiro aberto ao público – foi marcado pela disputa do Mountain Bike Short Track na tarde do sábado (15) em São Paulo.
Enquanto os visitantes interagiram com as empresas expositoras do maior festival de bike da América Latina, seja na área de exposição ou no test-ride, os melhores ciclistas do país se apresentaram em um circuito reduzido de 1,1 km na tradicional prova do evento.
Na Elite Masculina, a vitória foi do paulistano Luiz Cocuzzi, pelo segundo ano consecutivo. Já a disputa feminina teve o triunfo inédito da petropolitana Giuliana Morgen, de apenas 15 anos, uma das grandes promessas do MTB brasileiro.

Luiz Cocuzzi foi o protagonista em uma disputa equilibrada na elite masculina. Apesar de não liderar nas primeiras voltas, o ciclista soube a hora certa de atacar seus adversários para garantir o título no Memorial da América Latina.
Seus principais perseguidores foram Mario Couto e Guilherme Muller, vice-campeão e terceiro colocado, respectivamente.
O top 5 contou ainda com os atletas Edson Rezende e José Gabriel Marques.

Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Mario Couto, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller ©Fernando Siqueira – FS Fotografia

Na elite feminina, uma ciclista da categoria juvenil foi quem subiu no lugar mais alto do pódio, mostrando que está em grande fase. Giuliana Morgen, a Giu Giu, venceu e deixou para atrás as favoritas Karen Olimpio e Letícia Cândido.

Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio (Fernando Siqueira - FS Fotografia)
Letícia Cândido, Giu Giu Morgen e Karen Olimpio © Fernando Siqueira – FS Fotografia

Shimano Fest 2018 em números absolutos:

  • 3 dias
  • 30.600 visitantes
  • 5.400 lojistas
  • 5 mil metros quadrados de área coberta
  • 5.600 bikes no bicicletário
  • 5.600 test-rides com 120 bikes
  • 35 palestras

Matéria originalmente publicada em www.shimanofest.com.br

Você foi ao Shimano Fest 2018?
Conta pra gente o que achou!

Tudo para a sua #vidacombike está aqui na Azupa!

Shimano Fest 2018: Atrações gratuitas para todas as idades

A 9ª edição do muda de lugar em 2018, e vai para o Memorial da América Latina nos dias 14, 15 e 16 de setembro.

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No quarto ano seguido em São Paulo, o festival segue com atrações imperdíveis em sua programação, com destaque a interatividade entre o público e as marcas, cerca de 200 do mercado de bike. São esperadas 30 mil pessoas e como nas temporadas anteriores a entrada do evento é gratuita no sábado e domingo (a organização pede a doação de 1 kg de alimento não perecível). A sexta-feira (14) é reservada aos profissionais do setor.

A área de exposição e o test-ride são dois locais imperdíveis para os visitantes do Shimano Fest. No primeiro, a oportunidade de conhecer de perto os lançamentos para 2019 e na parte dos test-rides, o visitante terá o prazer de pedalar nas melhores bikes do mercado, com destaque para as bikes elétricas.

Para as famílias, haverá a opção de bicicletas com cadeirinhas da marca KALF, em uma parceria com a Nathor, tornando o passeio mais completo. Caloi, Cannondale, Oggi, Sense, Soul Cycles, Corratec, Groove, Audax, GTSM1, Vicinitech, entre outras, terão estande no evento e também permitirão aos visitantes realizarem testes.

Fácil Acesso:
O festival acontece no Memorial da América Latina, que fica ao lado da estação da CPTM/Metrô Palmeiras-Barra Funda, onde também funciona a rodoviária municipal e o terminal de ônibus.
O transporte de bicicletas nos trens e metrôs é permitido a partir das 14h de sábado e durante todo domingo. Se você for de bike poderá deixá-la no Bicicletário oficial do evento, sem custos.
A entrada é gratuita, mas a organização pede a doação de 1 kg de alimento não perecível. (Obs.: a doação de alimentos não é obrigatória!)

Confira como foi o Shimano Fest 2017

Atrações do Shimano Fest 2018

Expo: A área da feira reúne as principais marcas do mercado nacional de bicicletas, que veem no Shimano Fest a oportunidade de apresentar seus grandes lançamentos do ano.
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Bike Competition: A tradicional prova de Mountain Bike Shimano Short Track (XCC) vai acontecer para Elite Masculina e Feminina, além de amadores. Alguns dos melhores ciclistas do País disputarão o título, na primeira competição do gênero dentro do Memorial, um local emblemático em termos de cultura no País.
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Bike Radical: As tradicionais atrações serão as manobras e saltos radicais do BMX Dirt Jump com apresentação de Leandro Moreira, o “Overall”;
O BMX Flatland, prática realizada no plano no qual manobras e criatividade na bike são o destaque;
O Bike Trial, modalidade em que o importante é a habilidade para transpor todo tipo de obstáculo, sem sair de cima da bike e sem colocar os pés no chão: troncos, pallets, escadas, rampas, andaimes.

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Bike Mobility: Esse ano a área de mobilidade e sustentabilidade do Shimano Fest vai apresentar, além de palestras e debates, uma mostra de projetos de Mobilidade por Bicicleta. Os projetos selecionados para apresentação no dia 15 (sábado), ganharão automaticamente mentoria, ferramenta de desenvolvimento profissional que consiste em uma pessoa com maior expertise e conhecimento ajudar outra menos experiente – oferecida pelo Eureka Coworking durante seis meses. A CET SP também estará presente para interagir com o público e apresentar o projeto do novo plano cicloviário para São Paulo.

Arena Kids: realizada em parceria com a Caloi, o espaço reserva atividades para crianças de todas as idades.
O destaque é o “Tira Rodinhas”, que desafia os pequenos (e alguns adultos) a dar suas primeiras pedaladas sem o apoio – tudo sob o monitoramento de profissionais especializados nesse tipo de prática.
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Para os mais experientes, a Arena Kids reserva circuito Pump Track e o desafio Shimano sem corrente!

 

Espaço Mulher: A ideia dessa atração é promover discussões de gênero dentro da cultura de bicicleta. Para isso, estão previstos palestras e workshops com personalidades femininas de destaque no mundo da bike. A Equipe de Ciclismo Feminino Lulu Five participará com palestras e oficina mecânica para mulheres.

Bike Show – Rock’n Roll e boa música combinam com bike. Quatro bandas animarão os visitantes nos dois dias de festival:  no sábado (15), tocam as bandas de pop rock, 53×11 (covers de Red Hot Chilli Peppers, Greenday, Stone Temple Pilots etc) e Remove Silence (banda do Danilo Carpigiani, marido da DJ Luka Salomão). No domingo (16) é a vez de Amoradia do Som (vencedora do festival de música “Groove – Sons da Paulista” em 2017) e Sinfonia Rock (covers de hard rock). Presença obrigatória no Shimano Fest, a apresentação do tradicional Taiko, com os tambores japoneses, está confirmada no domingo ao meio-dia.

Cronograma do Shimano Fest 2018
Data:
14 a 16 de setembro
Horários:
Sexta-feira (14): exclusivo para imprensa, lojistas e profissionais do setor – 10h às 20h.
Sábado (15): aberto ao público – 10h às 20h.
Domingo (16): aberto ao público – 10h às 17h.
Local: Memorial da América Latina
Endereço: Rua Tagipuru – Portão 02 – Barra Funda – São Paulo (SP)
Entrada: Gratuita – Contribua com 1 kg de alimento não perecível, que será doado para instituições filantrópicas.

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Vai ao festival?
Conta pra gente o que achou da experiência!

E se precisar dar um upgrade na sua companheira de pedal, visite a Azupa Bike Store!

5 Dicas para iniciantes: Pedalar de sapatilha

Existem muitas dúvidas ao começar a pedalar de sapatilha.
Essas dicas são para quem está começando a pedalar de sapatilha ou se está pensando em começar.

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Quando começar a pedalar de sapatilha?

As sapatilhas não são equipamentos indicados para iniciantes no mundo do pedal. Não é pelo valor delas, existem modelos com preços mais acessíveis, mas sim pela técnica aplicada para utilizar esse equipamento.

Se você já é um ciclista experiente, que já andou muitos quilômetros com a sua companheira de pedal, já pode começar a experimentar as sapatilhas e o taco de pedal.

Nota: Temos o artigo “conheça os tipos de pedais” para ajudar você na escolha do equipamento ideal.

 

Vamos às dicas:

1 – Treine o encaixe e desencaixe do pedal

É necessário bastante treino para utilizar esse sistema, pois o ciclista fica “clipado” pela sapatilha no pedal e quando vai parar a bicicleta é preciso lembrar de “desclipar”, ou desencaixar, do pedal para poder colocar o pé no chão. É muito comum ocorrerem tombos no inicio.

Treine bastante, encaixando e desencaixando o pedal diversas vezes.

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2 – Antecipe o desencaixe do pedal

Diminua a velocidade e desencaixe o pedal antes da bike parar, mesmo que a sapatilha fique apoiada no pedal. Dessa maneira você evita os chamados tombos parados.

3 – Mantenha o taco e o pedal clip sempre limpos

Confira sempre como está a situação do taco e do pedal. Verificar se não tem pedras, lama seca ou qualquer outro tipo de detritos que possam atrapalhar o sistema de clipagem.

4 – Comece com um pedal com a plataforma maior

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A plataforma maior traz mais segurança ao ciclista iniciante, permitindo que o pé fique firme no pedal mesmo com ele desencaixado.

5 – Fique atento para o sistema de encaixe e desencaixe

Alguns modelos de pedais possuem sistemas para regular a tensão de clipagem e desclipagem.
Se utilizar esses modelos, você pode colocar o sistema mais leve, exigindo menos força para soltar a sapatilha do pedal.

Matéria originalmente publicada no “até onde deu pra ir de bicicleta

 

Você utiliza sapatilhas e pedais de clip?
Conta pra gente como foi a sua experiência no começo!
Seja pedal com clip ou sem, nós temos diversos modelos pra você aqui na Azupa!

Viajar de bike pelo Japão – Bike Myself

Por Pedro Vianna – BikeMyself

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Viver a experiência de viajar pelo mundo é a mistura de alegria, medo, frustração e sentimento de realização. Foi isso que me motivou a criar o Bike Myself um projeto de viagens de bicicleta pelo mundo. Vou contar um pouco da minha aventura pelo Japão em 2016.

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Antes de falar da viagem, tenho que voltar alguns anos… Em de 2009, fiz amizade com alguns japoneses, e com eles pude aprender um pouco de sua cultura e costumes. Desde então, passei a ter muita vontade de visitar o Japão para conhecer mais do povo e dos lugares que esses meus amigos haviam me falado. Anos depois já com a paixão por viajar de bicicleta enraizada decidi que faria minha próxima expedição na terra do sol nascente e que rodaria por 3 meses, tempo máximo do visto de turista.

Eu só tinha 2000 dólares para fazer a viagem, uma média de $23 por dia e mesmo sendo pouco dinheiro para uma viagem pelo Japão parti rumo a mais uma realização de sonho e cheguei em Tokyo sem falar absolutamente nada de japonês. Quando viajo de bicicleta me sinto “esmagado” com uma bicicleta em megacidades. E não era só uma cidade grande qualquer, era Tokyo. Depois de uns dias ali, esperava encontrar uma cidade super equipada com ciclovias e ciclofaixas, mas percebi que a bicicleta é tão respeitada e comum ali, que bastava a educação das pessoas para as coisas funcionarem. A bicicleta não era supervalorizada e sim muito respeitada, não existiam muitos ciclistas, mas existiam muitas, muitas pessoas que usavam a bicicleta como meio de transporte.

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Eu tinha preparado um super roteiro, visitando muito lugares, mas ficando pouquíssimo tempo neles. Depois de conhecer Tokyo por uns dias comecei minha pedalada. Logo no início da viagem, um acontecimento mudou o rumo da expedição, e nunca mais vou me esquecer dele. Estava na estrada em um dia que me estressei muito com sinais vermelhos que me atrasaram, quando parei em um cruzamento olhei para o lado, e vi um senhorzinho japonês empurrando uma bicicleta em uma ladeira caminhando lentamente, passo após passo. Aquele foi o primeiro aprendizado da minha viagem: eu precisava me estressar menos e aproveitar mais o caminho, lembrando sempre de uma coisa que havia aprendido com outro cicloturista “a direção é mais importante que a velocidade”. Depois de ter alcançado meu destino, naquela noite parei, refiz meu roteiro e decidi não ter pressa e aproveitar cada cidade e cada momento da viagem.

O Japão é um país caro, e como eu falei tinha pouco dinheiro, a viagem só se tornou possível pelas formas que eu me hospedei. Usei redes como couchsurfing e warmshowers, uma espécie de redes sociais de hospedagem grátis em viagens. Também contei com a ajuda de brasileiros que moram no Japão, que após conhecerem meu projeto me acolheram em suas casas. Além de economizar, isso me deu a possibilidade de ver a vida desses imigrantes. Isso sem contar com a barraca, que ajuda muito nos dias sem lugar para dormir.

Foram poucas as vezes que dormi em hostel ou hotel cápsula. Eu acredito que a aventura não começa até alguma coisa dar errado e é sempre bom rir depois de alguns perrengues. Me lembro de quando dormi acampado e de repente a noite começou a chover muito. Minhas coisas ficaram totalmente molhadas e só tinha eu no camping, parecia aqueles animes de terror japonês. Aquela noite foi fria, longa e bem difícil.

Outro perrengue foi quando ia pegar um voo para uma ilha chamada Okinawa e tive a brilhante ideia de dormir no aeroporto. Chegando lá, já com a bike desmontada, descobri que o aeroporto ia fechar em 40 minutos. Experimentei como é ser um mendigo estando no Japão, com direito a abordagem de policias perguntando o por que de eu estar dormindo na rua. Engraçado agora, mas tenso na hora.

Passei por diversas cidades, Tokyo, Yokohama, Kamakura, Osaka, Kyoto, Nagoya, Hamamatsu, Nara, Okayama, Miyajima, Hiroshima, Onomichi, Fukuoka e Okinawa. Todos os lugares são especiais a sua maneira e geram recordações incríveis, mas o que tirei de maior valor desses três meses no Japão, eu compartilhei em forma de vídeo, com mais 16 episódios da saga, tudo no YouTube .

Levo como maior aprendizado a receptividade dos japoneses, que vai muito além de ser simpático. É querer te ajudar, mesmo sem entender o que você está falando. Eles tem uma palavra pra essa hospitalidade, omotenashi . Porém, percebi que isso é uma coisa com o turista, pois senti que eles eram muito fechados entre si. Uma nova amizade, daquelas que se tornam um vínculo forte e verdadeiro entre duas pessoas, é uma coisa bem difícil de acontecer.

Acho que todos deveriam ter em alguma viagem, o choque cultural que tive no Japão. Faz a gente aprender a respeitar as crenças do outro ou o que ele defende.

Hoje em dia, sinto que falta muito às pessoas a tolerância, aceitar argumentos e ideias diferentes das nossas sem atacar só porque não é o que acreditamos. Essas viagens, além de tudo, servem muito de aprendizado e crescimento para mim. E um aprendizado que quero passar adiante.

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Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Você já fez cicloturismo com a sua bike? Conta pra gente como foi!
Queremos saber mais um pouco da sua #VidaComBike!

Tudo o que você precisa para a sua companheira de pedal está aqui na Azupa!

Como parar a ferrugem na sua bicicleta em 3 simples passos

A ferrugem é o resultado da reação entre o ferro e o oxigênio, ou seja, quando esses dois elementos se juntam, tendem a se unir para formar um terceiro: o óxido de ferro ou a popular “ferrugem”.

Bastam três ingredientes para que o caos seja instalado: ferro, água e ar. Nem é preciso jogar água no ferro para criar corrosão, o próprio ar da atmosfera já vem carregado de umidade.

Ela começa pequena, mas rapidamente cresce e consome grandes porções de metal. Em pouco tempo, a ferrugem pode danificar permanentemente as peças da sua bicicleta.
Se você notar cedo que a ferrugem está aparecendo, poderá removê-la e diminuir as chances de que ela volte a crescer.

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Vamos aos passos

Passo 1

A primeira coisa a se fazer é remover a ferrugem existente utilizando uma lã de aço ou uma lixa. Isso não faz com que a ferrugem pare de se espalhar, mas removê-la vai proteger o metal de ser ainda mais oxidado.

Passo 2

Se a ferrugem ocorreu em um local que perdeu a pintura, aplique uma pintura de retoque ou até mesmo esmalte para unhas. A tinta previne a exposição ao ar e a oxidação.

Passo 3

Agora é hora de aplicar alguma graxa protetora ou o já conhecido WD-40 para manter as partes expostas prevenidas contra a ferrugem. Nessa parte inclua engrenagens, corrente e cabos de freio, pois essas partes correm maior risco de enferrujarem por que estão expostas ao ar, mas a graxa vai ajudar a controlar isso.

Use produtos protetores como o WD-40 com frequência como forma de prevenção.

Importante: Se alguma parte da sua bicicleta sofreu oxidação profunda ou foi significativamente danificada, você talvez precise trocar a peça inteira.

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E o que você faz para proteger a sua bike da ferrugem?
Conta pra gente!

Temos tudo para a sua #VidaComBike aqui na Azupa

Iniciante no mundo do BMX?

Está começando no mundo radical do BMX?
Preparamos algumas dicas para você curtir momentos inesquecíveis nas pistas, da maneira mais segura e fácil.

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Primeiro é preciso pedir ao seu médico um exame e atestado de saúde para que possa praticar o esporte sem sustos e conhecendo os seus limites. Procure um posto de saúde no seu bairro, na sua cidade, lá você deve conseguir sua avaliação e atestado médico com facilidade.

O que você precisa

Em muitas pistas você pode encontrar escolas com equipamentos para novatos, é uma ótima opção para você conhecer o esporte.

Os equipamentos essenciais são:

  • Capacete Fechado
  • Bikes de BICICROSS OU BMX RACE – aro 20 ou 24
  • Camiseta manga longa (tipo goleiro)
  • Calça comprida (abrigos grossos ou jeans)
  • Luvas
  • Tênis (qualquer tipo)
  • Caneleiras, joelheiras e cotoveleiras são recomendados

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Quando não existirem escolas para iniciantes nas pistas ou se você optar por praticar sem acompanhamento de um instrutor, lembre-se:

  • Você ou seus pais são responsáveis por seus atos.
  • Nunca pratique sozinho, em um acidente você pode precisar de ajuda.
  • Procure terrenos ou vias fechadas para veículos motores.
  • Retire todos os adereços, espelhinhos, pára-lamas, equipamentos de free-style como pedaleiras/ apoios. Retire tudo que possa ferir você e seus colegas.
  • Cheque sua bike, ar dos pneus, roscas de eixo, canote do selim, manoplas, certifique- se que o quadro e o garfo agüentam o tranco, bicicross requer equipamentos resistentes.

Bikes de Bicicross

As bicicletas de BICICROSS são diferentes de outras bikes de BMX (free style). Mais leves e mais resistentes, são comumente feitas em Cro-Mo ou alumínio especialmente resistentes (6061) há também feitas de fibra de carbono o mesmo da F1.

No Brasil poucas lojas oferecem esses produtos, as especializadas, em sua maioria são lojas fechadas que vendem pela internet ou telefone.

Nos clubes, pistas e durante as competições você ira conhecer diversas. Pesquise preços, teste os modelos antes de comprar!
As variações são grandes, tanto na ergonometria quanto nos preços.

Veja o quadro abaixo com sugestões ergonométricas

TABELA ERGONOMETRICA PARA BIKE BICICROSS
Este tabela poderá ajuda-lo a determinar que bicicleta você deve montar.

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Qual o tamanho correto da roda?

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Que tamanho de pedivela você necessita?

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Que relação usar?

A maioria dos pilotos, independente da categoria, preferem uma rotação de aproximadamente 53″.

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Agora que você já sabe o essencial, já pode sair para começar a praticar!

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Texto publicado originalmente em “apbmx”

Já pratica o BMX?
Conta pra gente a sua experiência!

Queremos saber mais um pouco da sua #VidaComBike!
Tudo o que você precisa para a sua companheira de pedal está aqui na Azupa!

Mitos e verdades sobre usar a bike no dia a dia

Por Pedro Vianna – BikeMyself

Já pensou que a bike pode ser sua grande aliada no dia a dia?

Que ela é versátil a gente já sabe bem e que consegue agradar, sendo desde um lazer no fim de semana à um esporte de alto desempenho.  Mas a bike pode mudar a sua vida diária e a cidade em que você vive.

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Alguns mitos cercam o uso da bicicleta no dia a dia e eles costumam assustar quem ainda não pedala rotineiramente.
Aqui estão alguns deles, pra te encorajar por fim a adotar a bicicleta como meio de transporte!

Vou chegar totalmente suado e sujo no trabalho

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MITO
Isso vai depender muito do clima da sua cidade, do percurso que você fará e também do
ritmo que vai ser seu pedal. É bom lembrar também, que as vezes a gente chega sujo e
suado mesmo indo de transporte público ou a pé.

Duas dicas para evitar o transtorno:
– Naqueles dias mais quentes, cadencie mais a pedalada. Separe um pouco mais de tempo para o seu percurso e faça um pouco mais lento, assim você não vai chegar suado e ainda vai aproveitar para descobrir aqueles detalhes que você ainda não reparou que existem em sua cidade.
– Se na sua cidade as temperaturas forem mais elevadas, leve uma roupa reserva, mesmo que no seu trabalho não tenha chuveiro. O ideal é pedalar com uma roupa esportiva e trocá-la ao chegar no trabalho, assim você fica com uma roupa sequinha pro resto do dia.

Bicicleta é mais lenta que o carro ou ônibus

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MITO
Essa vai especialmente para as grandes cidades. Com a quantidade de carros, ônibus e motos, instaura-se um caos urbano com muito engarrafamento e horas do seu dia perdidas.
Com certeza, muitos percursos que você faz rotineiramente levam menos tempo de bicicleta do que usando outros transportes. Pedalando, você consegue prever o tempo que vai levar sem erro, chegando ao seu trabalho, universidade, ou compromisso sem se atrasar. Um exemplo disso são as empresas de entrega de bicicleta, que cada vez mais se consolidam no mercado e estão fazendo entregas mais rápidas que motoboys.

É muito perigoso pedalar na cidade

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MITO e VERDADE
Ainda temos que evoluir bastante quanto a conquista do espaço do ciclista na cidade, mas é bem verdade que existem muitas cidades com uma malha cicloviária que pode te atender e tornar sua pedalada mais segura.
Ao colocar a bike na rua é sempre necessário um cuidado redobrado. Existe um grau de perigo, mas não é gigante. Não deixe que isso te impeça de pedalar no seu dia a dia, aprenda sobre as leis de trânsito para ciclistas e sinalizações, se proteja com equipamentos de segurança, como capacete, e entenda os perigos da sua cidade para se preparar para evitá-los.

Andar de bike muda a cidade

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VERDADE
O impacto causado pela bicicleta na cidade é sempre positivo. O CO2 é um dos gases
emitidos por carros, ônibus e motos. Ele é um dos responsáveis pela poluição do ar em nossas cidades.
Uma das maneiras de diminuir essa emissão é pedalando! Quanto mais pessoas de bicicleta, menos carros e mais limpo o ar da sua cidade fica.
Além disso, a bicicleta ajuda a solucionar o trânsito. A quantidade de veículos nas ruas, causa um caos e a única solução possível é diminuir o número deles. Acredite, você melhora a sua cidade ao usar a bicicleta.
Se ainda assim você ainda não acreditar nisso, acredite que você está mudando o seu dia: menos trânsito, mais exercício e mais vento no rosto.

Pedro Vianna é o fundador do Bike Myself, que são viagens de bicicleta pelo mundo em busca de impacto sustentável. Além de mostrar as suas viagens com a bike, ele também mostra projetos pelo mundo ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Conta pra gente como você usa a bike no dia a dia!
Usa para ir trabalhar? Para lazer?

Queremos saber como é a sua #VidaComBike!
E lembre-se… tudo o que você precisa está aqui na Azupa!