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Você sabe escolher o capacete ideal?

Não estamos falando apenas do visual, mas de detalhes simples e muito importantes, que farão toda a diferença para a escolha certa.

O primeiro passo é verificar o tamanho do diâmetro da sua cabeça com uma fita métrica, deixando-a no centro da testa e acima das orelhas e sobrancelhas. Assim você conseguirá combinar com o diâmetro dos capacetes na hora da compra.

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Veja as medidas indicadas para a escolha por tamanho: 

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Para facilitar o acerto, na compra prefira os modelos de capacetes que possam ter a regulagem de aperto, assim você poderá deixar mais agradável e confortável. Aconselhamos também verificar se as almofadas, ou espumas, internas são removíveis, assim a limpeza fica mais fácil, aumentando o tempo de vida do capacete.

Agora que sabemos o tamanho certo, que tal conhecermos os tipos de capacetes?

TIPOS DE CAPACETE

Capacetes Abertos

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São os mais utilizados e seu formato, em forma de concha, serve para melhorar a aerodinâmica e para ser mais eficiente em quedas horizontais. Alguns modelos vêm com viseira removível, que além de proteger do sol, protege também de galhos e outros objetos.
Os modelos com viseira são mais usados por praticantes de mountain bike, enquanto os sem viseira, pelos praticantes de ciclismo de estrada.

Capacetes urbanos

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Também chamado de “coquinho”, são mais fechados e achatados na parte superior. São indicados para modalidades onde existe risco de uma queda vertical, como BMX. É uma ótima opção para o ciclismo urbano.

Capacetes Fechados

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São maiores e mais pesados, indicados para modalidades extremas. Possuem proteção de queixo e são muito utilizados por praticantes de Downhill e algumas modalidades de BMX.

Capacetes de Ciclismo de Pista

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Esses capacetes são próprios da modalidade e seu design é testado para vencer a resistência aerodinâmica nas provas de velódromo. Possuem a parte traseira alongada e visor integrado.

Depois de sabermos quais são os tipos de capacete, precisamos nos atentar em alguns fatores que, combinados, lhe trarão os benefícios necessários para o pedal.

Um bom capacete deve oferecer um equilíbrio entre proteção, cobertura, ventilação e conforto. Vamos analisar cada fator.

Proteção

Deve-se levar em consideração o material utilizado na fabricação do capacete. Há uma variedade de materiais, cada qual com sua característica específica, como peso e resistência.

A maioria dos capacetes é fabricada em EPS (poliestireno expandido), mas também encontramos modelos em fibra de vidro ou plástico.

As tecnologias, processos e materiais aplicados também influenciam no desempenho e no preço. Por esse motivo é necessário analisar o tipo de modalidade que você pretende praticar e quanto deseja investir.

Sempre verifique se o capacete possui certificados de qualidade. Essa é a garantia que o produto é bom e de qualidade. Não escolha um capacete apenas pelo preço, afinal, ele é um investimento!

Cobertura

Ainda dentro da proteção, o capacete deve oferecer uma boa cobertura. Não adianta usar um capacete se ele cobre somente uma pequena parte da sua cabeça.

O ideal é que ele envolva a traseira, lateral e frente do crânio, como se fosse um boné. Deve servir bem, sem apertar e a parte dianteira deve ficar a cerca de 2,5cm acima da sua sobrancelha.

Ventilação

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Esse é um importante fator, pois não é somente conforto, mas sim de saúde. O couro cabeludo também precisa transpirar durante a realização de um exercício.

Por isso, procure um capacete com diversas entradas e saídas de ar, proporcionando assim a ventilação adequada.

Conforto

É preciso considerar o encaixe do capacete na cabeça e também as tiras de fixação. Ele deve ficar firme na cabeça sem apertar em nenhum dos lados.
Mesmo sem as tiras, o capacete deve permanecer na cabeça, porém sempre use com todos os itens de proteção.

Ajuste do capacete

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A maioria dos capacetes possuem um dispositivo de regulagem na parte traseira e não deve estar apertado ou folgado.
As tiras de fixação também devem estar corretamente ajustadas e sua orelha deve ficar no meio do “triângulo” lateral e a ponta de encontro destas duas faixas devem estar logo abaixo da orelha, próximo à sua mandíbula.

A parte que oferece suporte à parte superior deve passar abaixo do queixo e não deve ficar firme e nem muito solta. O recomendado é ter uma folga de 2 à 3 dedos, o que será suficiente para manter o capacete na sua cabeça e não lhe causar desconforto.

Considere todos esses fatores e certamente você terá um ótimo equipamento com proteção adequado.
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Temos diversos modelos de capacetes na Azupa!
Confira aqui!

Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26

Elas vieram para ficar!
Inúmeros praticantes aderiram à novidade das bikes aro 29, mas muitos ciclistas ainda estão incertos sobre a diferença entre as bicicletas aro 29 e 26.
Vamos ajudar você a entender melhor as vantagens e desvantagens do aro 29 em relação ao aro 26.

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Modelo de bicicleta aro 29

A primeira diferença é a mais óbvia: o tamanho. A maioria das bicicletas mais simples e mais antigas já vem de fábrica aro 26 e é até fácil perceber essa primeira diferença visual!
Mas quais as mudanças que essa diferença de tamanho causa? Veja alguns exemplos:

  • Comparando com a roda aro 26, a 29 tem melhor performance ao encarar rochas e raízes, isso devido a sua circunferência maior que proporciona menor ângulo para atacar os obstáculos das trilhas.
    Um bom exemplo é imaginar um degrau, quanto maior a circunferência do aro, mais fácil a roda passa pelo degrau;
  • No aro 29, a superfície de contato do pneu com o chão é maior, cerca de 9 cm de comprimento, enquanto o aro 26 tem cerca de 6 cm de comprimento. Assim cada pedalada rende uma distância maior que é percorrida;
  • As câmaras de ar 29 suportam um volume de ar bem maior, o que traz mais conforto ao pedalar.
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Diferença de tamanho entre o aro 29 e o aro 26

Mas só vimos vantagens ao escolher o aro 29.

Existem desvantagens?
Sim, existem, e variam de ciclista para ciclista. Vamos listar algumas delas:

  • O aro 29 é mais pesado se comparado ao 26. Isso devido à circunferência maior do aro. Mas o peso pode variar dependendo do material utilizado na fabricação desses produtos;
  • As bicicletas 26 tem maior agilidade em terrenos mais fechados;
  • Ciclistas mais baixos podem ter dificuldade em se adaptar ao tamanho, porém esse é um problema que tende a desaparecer, pois os fabricantes já estão fazendo quadros com geometria adequada ao tamanho de diferentes aros.
  • Os componentes da bicicleta (quadro e garfo) devem ser compatíveis com a roda 29.
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Suspensão indicando compatibilidade

E qual o tamanho da roda que devo usar?
Não existe uma regra geral, pois cada ciclista deve analisar diversos fatores e escolher a melhor opção para a sua necessidade. Vamos ver alguns desses fatores:

  • Altura: Ciclistas mais altos (1,80m para cima) não encontrarão problemas ao escolher o aro 26. Já os ciclistas mais baixos (1,50m à 1,70m), o ideal é verificar se tem a possibilidade de combinar o quadro adequado à altura com o aro 29. Fazer um bikefit seria ideal para saber o tamanho do quadro perfeito para a sua faixa de altura;
  • Suspensão: Os diferentes modelos de suspensão também afetam na mudança. Por exemplo, se o ciclista já está adaptado a uma suspensão com curso (tamanho do amortecimento) de 130mm, terá que se adaptar novamente pois as bicicletas de aro 29 normalmente tem um curso menor;
  • Terreno: As bicicletas aro 29 terão uma agilidade menor em trilhas mais fechadas, isso devido a circunferência maior das rodas. Já para trilhas mais abertas, cicloturismo ou até mesmo apenas para lazer, o aro 29 trará um rendimento maior, além de mais conforto.

Antes de escolher o tamanho do aro, leve em conta as vantagens e desvantagens que cada um tem. A escolha vai depender do objetivo e tipo de rendimento que você busca no pedal. Analisando esses fatores, você encontrará o tamanho ideal para o seu uso.
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Se a sua escolha são os aros 26, temos diversos modelos de pneus para você! Confira aqui!

Mas se está do lado dos aros 29, também temos os pneus certos para você! Aproveite aqui!

Você conhece as partes da sua bicicleta?

Vamos identificar as principais partes e componentes da nossa companheira de pedal!
Ao sabermos as peças que compõem nossa bicicleta, fica mais fácil entender o funcionamento e manter a manutenção em dia.

Vamos lá!

Componentes de uma bicicleta

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As peças/partes da bicicleta

Quadro

Uma das principais partes da bicicleta, é nele onde a maioria dos demais componentes são instalados.
Podemos dizer que na parte “superior” são fixados o selim e o canote e na “inferior”, o câmbio dianteiro, o movimento central e a pedivela.
Já na “frente” do quadro fica o garfo (com roda e freio dianteiro), o guidão, as alavancas de câmbio e os manetes de freio. Na “traseira”, a roda, o câmbio e o freio traseiro.

Os quadros podem ser fabricados de diversos tipos de materiais como: aço carbono, alumínio, fibra de carbono, etc.

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Guidão

Sua função é orientar a direção da bicicleta.
Nele são acopladas as manoplas, as alavancas de câmbio e manetes de freio.

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Temos guidões disponíveis na Azupa Bike Store

Manoplas

Parte onde a mão do ciclista entra em contato com o guidão. Devem ser macias e confortáveis para evitar cansaço, dores e dar mais estabilidade na condução da bicicleta.

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Temos manoplas disponíveis na Azupa Bike Store

Alavanca de Câmbio

Trocador ou passador de marchas, elas acionam o câmbio dianteiro e traseiro para realizar a troca das marchas.

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Temos alavancas de câmbio disponíveis na Azupa Bike Store

Manete de Freio

Também chamado de alavanca de freio, servem para acionar os freios dianteiro e traseiro da bicicleta.

Mesa

Ou avanço, é onde o guidão é fixado. Ela é presa ao garfo através da caixa de direção (A-headset).

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Temos mesas disponíveis na Azupa Bike Store

Caixa de direção, A-Headset ou  Headset

Encaixado no quadro, recebe o garfo ou suspensão dianteira. Na parte superior do garfo ou suspensão, é conectada a mesa que é presa por uma peça que faz parte da caixa de direção, chamada aranha.

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Temos A-Headset disponíveis na Azupa Bike Store

Garfo – Suspensão Dianteira

Existem 2 tipos de garfos: Rígido que não possui amortecimento e o com suspensão/amortecedor, que é mais conhecida como suspensão dianteira.
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Temos Garfos e Suspensão Dianteira disponíveis na Azupa Bike Store

Roda da Bicicleta

Uma das principais partes da bicicleta, a roda é composta pelo Cubo, Raio, Aro e Pneu.
Pode ter ou não câmara de ar.

  • Cubo

O cubo fica no meio da roda, conectado ao garfo, e é composto por um eixo com rolamentos ou esferas. Nele estão 2 falanges metálicas onde são conectados os raios.

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Temos Cubos disponíveis na Azupa Bike Store
  • Aro

Neles são fixados os raios e colocados a câmara de ar e o pneu.

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Temos Aros disponíveis na Azupa Bike Store
  • Raio

São barras rígidas que unem o Cubo ao Aro para dar forma à bicicleta.

  • Pneu

É o composto de borracha que entra em contato com o solo. Existem diferentes modelos de pneus e eles podem ser destinados para usos específicos, como Road, MTB, BMX, Cross Country etc.
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Temos mais de 200 modelos de pneus disponíveis na Azupa Bike Store

Freio

Podem ser cantilevers, V-brake, Hidráulicos e Freio a Disco.

São acionados pelos manetes de freio no guidão por meio de cabos de aço.

Cantilevers: não são mais encontrados em bikes modernas. O sistema dele é bem simples: um cabo de aço é ligado a outro cabo fazendo uma estrutura em “Y” e cada lado aciona uma das pastilhas.

V-brake: são a evolução dos cantilevers e seu funcionamento é bem eficiente: o cabo de aço que sai do manete aciona diretamente os dois braços da pastilha, puxando um lado e empurrando o outro ao mesmo tempo.

Hidráulicos: são mais pesados que os V-Brakes, precisam de um pouco mais de manutenção por serem hidráulicos. Possuem a maior força de todos os outros tipos de freio e se tornam indispensáveis para o biketrial.

Freio a Disco: seguem um sistema que é considerado mais eficiente. Os calipers do freio dianteiro são fixados na suspensão ou no garfo rígido, e os traseiros no quadro. Os calipers abrigam os pistões que têm como função pressionar as pastilhas contra os discos.

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Temos freios disponíveis na Azupa Bike Store

Câmbio dianteiro e traseiro

Peça responsável pelas mudanças de marchas da bicicleta.

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Temos câmbios dianteiros e traseiros disponíveis na Azupa Bike Store

Cassete

Conjunto de catracas dentadas, encaixadas na roda-livre do cubo da roda traseira.
Nas bicicletas mais antigas ou de baixo custo, existe outro tipo de sistema chamado catraca que é rosqueada ao cubo da roda traseira.
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Temos cassetes disponíveis na Azupa Bike Store

Corrente

Conjunto de elos metálicos e flexíveis que liga a coroa da pedivela ao cassete da roda traseira.
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Temos correntes disponíveis na Azupa Bike Store

Movimento Central

Instalado no quadro da bicicleta, onde são fixadas os pedivelas nos lados direito e esquerdo.

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Temos movimento central disponíveis na Azupa Bike Store

Pedivela

Os pedivelas são duas peças conectadas ao eixo do movimento central. Um pedivela tem coroas dentadas e o outro não tem coroa é apenas uma alavanca para acionamento dos pés.

Pedal

Acomoda os pés do ciclista. É fixado no pedivela

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Temos pedais disponíveis na Azupa Bike Store

Selim

O famoso “banco” é o assento para acomodar o ciclista durante o pedal.

Da mesma maneira que os pneus, existem diferentes tipos de selim, cada um sendo melhor utilizados em categorias especificas. Um selim mais largo e macio é bom para passeios de lazer, já um selim estreito e mais comprido tem melhor desempenho em corridas de estrada.

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Temos selins disponíveis na Azupa Bike Store

Canote de selim

Peça que se encaixa no quadro da bicicleta e fixa o selim. Através deles é possível realizar a regulagem de altura do banco.

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Temos canotes disponíveis na Azupa Bike Store

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5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

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Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

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Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

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Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
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Todos os itens necessários você encontra na Azupa Bike Store!

Dicas de presentes para ciclistas abaixo de R$100

Final de ano chegando e sempre é bom ganhar e dar presentes não é mesmo?

Seja no Natal, no amigo secreto, no aniversário, quem tem um amigo(a) ciclista sempre fica na dúvida do que dar de presente.
Pensando nisso, separamos dicas de presentes com itens abaixo de R$100,00 que o seu amigo(a) com certeza irá adorar.

Fita de Guidão

Para amigos que curtem o Road, ciclismo de estrada, um presente importante e útil são as fitas de guidão.
Elas são enroladas nas extremidades do guidão da bike de estrada para dar mais conforto ao ciclista, e melhor aderência às mãos.
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Facilmente você encontra esses itens a partir de R$25, com variadas opções de cores. Elas darão um visual muito mais bonito à sua bike ou a do seu amigo.

Temos muitos modelos aqui na Azupa!

Caramanholas

As caramanholas, ou garrafinhas de água, ou squeeze, são itens que todo ciclista vai ter na bike. É um presente que vai agradar praticamente todos os ciclistas.
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Elas podem ser mais simples, apenas para transportar o líquido, ou mais sofisticadas que são as isotérmicas, que mantem o líquido na temperatura que você colocou por muito mais tempo.
As mais simples você encontrará a partir de R$10/R$15 e as isotérmicas a partir de R$40.

Confira nossos modelos aqui!

Lubrificantes

Todo ciclista usa e sempre precisa ter disponível são os lubrificantes.
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O bom uso desses produtos deixarão as peças da bike (por exemplo, a corrente) com muito mais performance e durabilidade.
Alguns lubrificantes são para uso em determinadas condições de terreno/ambiente que o ciclista encontra na pedalada. Pode-se usar um lubrificante específico para trilhas molhadas, lama ou em estradas com poeira ou areia.

Existem diversas marcas diferentes de lubrificantes e com preços a partir de R$20/R$25.

Na Azupa também temos! Confira aqui.

Bombas de Ar

Itens indispensáveis para qualquer ciclista, as bombas de ar.
Existem os modelos maiores, conhecidos como bombas de ar de pé, porém o legal para presentear um ciclista são os modelos menores, conhecidos como bombas de ar de mão.

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Ideais para estarem com o ciclista em caso de necessidades, como troca da câmara em treinos e trilhas.
Os modelos compactos são encontrados a partir de R$30 e os mais sofisticados com manômetro pra medir a pressão, a partir de R$80/R$90.

Na Azupa você encontra tanto os modelos de pé quanto os de mão! Confira!

Ferramentas multiuso

Também conhecidos como canivetes multifunção, essas ferramentas são de extrema importância para o dia a dia do ciclista.
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São várias chaves e ferramentas agrupadas de forma portátil que auxiliarão o ciclista em um momento de necessidade e quebra no meio do pedal.
Todo ciclista precisa ter uma dessas por perto em toda pedalada.

Esses canivetes são encontrados com a valores a partir de R$50.

Conheça os modelos da Azupa!

Gostou das dicas?
Temos tudo pra sua #VidaComBike aqui na Azupa!

Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

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Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

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Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

E lembre-se, tudo pra sua #VidaComBike você encontra aqui na Azupa!

Cuidados com as rodas e pneus das bikes speed

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Se você treina em rodovias, certamente já passou por essa experiência. Além de quebrar o ritmo do treino, isso pode se tornar uma dor de cabeça se você acabar sem remendos ou câmaras reserva. Nossas rodovias parecem cada vez mais sujas e as frequentes obras nas pistas aumentam as incidências de furos, já que deixam muitos resíduos nos acostamentos.

Pedaços de pneus também são grandes vilões: os caminhões acabam soltando a recapagem dos pneus e esses pedaços possuem fragmentos de aço que costumam furar os pneus com facilidade.

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Pneus

Ao treinar em rodovias nos deparamos com muita sujeira na estrada que pode ser fragmentos de vidro, aço, arames ou até pequenas pedras, dentre outros elementos que podem danificar os pneus. Muitas vezes não notamos a presença desses pequenos intrusos nos pneus até que eles levam ao furo da câmara.

Portanto, é muito prudente fazer uma checagem geral nos pneus da bicicleta antes de rodar. Com uma chave de fenda bem pequena ou um “espeto” é possível remover esses pequenos fragmentos do pneu. Mas durante o pedal, quando passamos por um trecho com vidros ou sujeira onde seja impossível desviar, uma dica interessante é: se você estiver utilizando uma boa luva, pode-se espalmar o pneu em movimento com a palma da luva. Claro que isso demanda uma habilidade extra, mas pode salvar seu treino. Portanto tente fazer devagar caso se sinta seguro e aplique na hora da necessidade. Mas atenção: este procedimento demanda extrema habilidade do ciclista!

Outra dica é: pneus cortados podem ser utilizados com um remendo até chegar ao destino, depois não é seguro mantê-los em uso, pois a pressão demandada é grande e remendos não permitem que a pressão devida seja aplicada.

Mas caso você tenha um pneu com um corte de cerca de 1 cm existem algumas dicas de emergência referente a materiais que podem ser usados para tapar o corte: Embalagem de Gel, barra energética ou até uma cédula de dinheiro são boas opções e que geralmente você carrega no treino.

Tenha sempre um kit com:

  • Bomba
  • Câmara reserva
  • Espátulas
  • Cilindro e aplicador C02
  • Remendo e cola
  • Canivete multifunções
  • Fita adesiva

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Freios

Em relação aos cuidados com os freios, as partes geralmente mais envolvidas são aro e sapatas.

Por exemplo, as sapatas podem apresentar pequenos fragmentos encravados em sua superfície de frenagem. Isso pode acontecer devido a alguma pequena pedra que fique alojada na sapata no momento da frenagem, fazendo com que penetre na borracha da pastilha e causando danos à superfície do aro.

Portanto, é muito importante que se verifique periodicamente a sapata para evitar que uma pedra ou fagulha de metal fique alojada, usinando a superfície de frenagem e causando sulcos que podem provocar a quebra da lateral de frenagem do aro. Então, da mesma maneira que com os pneus, deve-se verificar os resíduos alojados nas sapatas.

Com uma lixa fina também é possível limpar e plainar as sapatas para obter uma frenagem mais eficiente. Dessa maneira podemos ter mais tranquilidade nos treinos e ainda chegar mais cedo em casa.

Em relação aos aros, considere que o aro está para o freio de aro, assim como o disco está para os freios a disco: daí a grande importância de estarem sempre limpos e alinhados. Aros amassados também causam incômodo e até podem gerar folga na caixa de direção, desgaste irregular dos pneus e quedas, em casos extremos.

Limpeza

A limpeza dos aros pode ser feita com uma esponja de aço embebida em Tinner ou algum outro solvente, para que seja removida toda a sujeira e resíduos de borracha.

Uma lixa fina também pode auxiliar nesta limpeza, mas cuidado, pois o freio ficará bastante sensível e demandará um período curto de readaptação. Portanto, logo após a limpeza faça algumas freadas sem travar a roda, para transferir um pouco de material da sapata (que já deve estar limpa) para a superfície do aro.

E nunca se esqueça de verificar se existem rachaduras nos pneus e o seu desgaste. Em caso positivo, substitua o pneu antes do próximo treino!

Texto originalmente publicado em: revistabicicleta

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Temos tudo o que você precisa aqui na Azupa!

Qual seu estilo de Selim – escolha com cuidado!

Cada modalidade ou estilo de bike utiliza determinado tipo de selim, e dependendo do caso, sua troca descaracteriza o produto.

Para uma bike que anda nas praias, seja na areia ou na ciclofaixa e trafega por caminhos planos, por exemplo, um selim grande e pesado não faz muita diferença.

Já para uma bike de competição modelo de estrada ou mountain bike, cada grama conta, principalmente quando estamos subindo uma montanha. Agora se seu pedal é apenas urbano ou lazer, um selim mais confortável e macio deve ser seu foco.

Existem diversos tipos e modelos variados de selim.  post_tipos_selins

A escolha correta do selim é algo que deve ser feito cuidadosamente, sem levar em consideração somente a estética da peça.

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Selins largos – com molas, gel e espuma extremamente macio e confortável – normalmente equipam as bikes urbanas/lazer, mas podem ser um pesadelo em uma mountain bike. Devido a quantidade de pulos e trancos que a mountain bike encara nas trilhas, a escolha de um selim grande se tornaria muito desconfortável.

O selim ideal é algo muito pessoal, sendo que cada pessoa tem uma anatomia diferente. Para ser confortável, o selim precisa apoiar perfeitamente os ossos ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e apoiam o corpo quando estamos sentados) e este possui uma estrutura em sua construção que permite que o mesmo trabalhe conforme o movimento que a bike faz com seu peso sobre o selim.

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Mulheres possuem uma distância entre os ísquios maior que os homens, fazendo com que os selins femininos, na maior parte das vezes, sejam mais largos que os masculinos.

Os selins que possuem uma abertura no centro, são chamados de anti prostáticos, pois aliviam a pressão no períneo, evitando problemas futuros de saúde.

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Para encontrar o selim perfeito, vá a uma bike shop, converse com atletas e outros ciclistas da modalidade que você pratica, e o mais importante… faça um bike fit!

A importância do bike fit nessa hora é imensa. Você pode ter o selim mais caro do mundo ou o mais adequado para sua anatomia, mas se ele não estiver na altura correta para você, de nada vai adiantar. A altura errada poderá fazer com que você tenha que fazer movimentos desnecessários sobre o selim, causando contato e dores desnecessários.

E aí, qual seu estilo?

Nós temos todos os estilos de Selim aqui!

4 procedimentos de manutenção que todo ciclista deveria saber

Por mais que você se esforce em manter sua bike em dia, o desgaste das peças e componentes sempre vem e em algum momento virá para a sua bike também.

As peças da bike não são gratuitas e, assim como a instalação delas por um profissional, gera uma despesa para o ciclista. Porém, muitas dessas tarefas podem ser feitas em casa, usando as ferramentas certas, reduzindo gastos e fazendo com que o ciclista entenda melhor a sua bicicleta.

Separemos alguns procedimentos que todo ciclista deveria saber fazer na bicicleta. Confira:

Substituir um raio quebrado

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Uma das piores coisas que pode acontecer na pedalada é um raio quebrado – que geralmente acontece no nipple da roda traseira, do lado do câmbio.

Nesse caso, você vai precisar de uma ferramenta para remover o cassete, uma chave inglesa e uma chave de raio. A princípio pode parecer complicado, mas com as ferramentas certas é relativamente fácil. Na roda dianteira é mais simples, por isso os passos para a roda traseira:

Remova o cassete e o raio quebrado primeiro (parte de baixo), e então remova o pneu para poder remover o raio. Então remova a fita de aro e o nipple (pecinha que segura o raio no aro) do raio quebrado, tomando muito cuidado para não deixar o nipple cair dentro do aro, ou você pode ter uma baita dor de cabeça para tirá-lo de lá.

Antes de colocar o novo raio preste atenção ao padrão de colocação dos outros raios e siga esse padrão, colocando ele na base do cubo, passando ele pelos outros raios e então prendendo-o com o nipple – sempre tome cuidado para não deixar ele cair dentro do aro.

Uma chave de fenda pode ser usada para apertar o nipple, embora a chave de raio seja mais adequada – ainda mais se você tiver mais de um raio para trocar.

Aperte o raio – teoricamente na mesma tensão do que quebrou – e verifique se a roda está reta ao rodá-la (coloque ela no eixo da bike para ficar mais fácil girá-la) e então, se você estiver satisfeito, coloque a fita de aro, pneu e – se era a roda traseira – o cassete.

Inspecionar uma corrente

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Estando no centro das funções mecânicas da bicicleta, a corrente se encarrega de aguentar o maior desgaste e stress de todos os componentes. Desse modo é extremamente necessário inspecionar, limpar e – se necessário – trocar sua corrente.

Mas o que devemos procurar ao inspecionar a corrente, e como devemos fazê-lo?

O método mais preciso é com uma ferramenta própria para isso, disponível em diversas marcas, formas e materiais, mas também é possível checar no método caseiro.

Um método é levantar a corrente na parte da frente da coroa (veja a foto abaixo).

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Levante em um intervalo entre os pinos e veja quantos dentes são revelados. Se aparecerem 3 ou 4 sua corrente pode estar desgastada. Uma alternativa é remover a corrente da bicicleta e coloca-la no chão, na mesma posição que ela estaria na bicicleta. Então a estique, pegue as duas pontas e torça a corrente, como se fosse juntar as duas pontas. Quanto mais perto você chegar de fazer um círculo completo, mais gasta está sua corrente. Correntes novas são mais difíceis de torcer.

Cada marca de corrente pode ter seu próprio esquema de remoção ou instalação. Na maioria dos casos, correntes são intercambiáveis entre marcas, mas nunca entre velocidades – uma corrente de 10v só pode ser substituída por uma 10v.

Mesmo com os métodos manuais, um medidor de corrente custa pouco e recomendamos que você sempre tenha um em mãos.

Trocar a corrente exige uma ferramenta e uma boa dose de paciência. É relativamente fácil e não se faz com frequência. Consiste basicamente em usar um extrator para remover um pino, que abrirá a corrente, colocar uma corrente nova, colocar o pino e introduzi-lo entre os elos da corrente. Muitos modelos de corrente possuem um pino próprio para isso.

Substituir pastilhas de um freio

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É fato que as pastilhas de freio vão se gastar com o tempo. Elas costumam não serem peças muito sofisticadas – nos V-Brakes, são blocos de borracha.

No caso dos V-Brakes eles são fáceis de trocar e devem ser conferidos regularmente. Com a roda removida para facilitar as coisas (dá para trocar com a roda montada também) desparafuse o parafuso que prende a pastilha, e tome cuidado com as porcas e arruelas para recoloca-las na mesma sequência (se a pastilha nova vier vier com porcas e arruelas novas, use-as).

Remover a pastilha costuma ser fácil, mas se precisar de força, tome cuidado para não arranhar ou amassar o aro.

Preste atenção na orientação – as pastilhas vêm marcadas com L e R (L= esquerdo e R= direito) quanto ao lado que devem ser instaladas. Recoloque-as com as arruelas e prenda com o parafuso do freio.

A probabilidade é que você terá que reduzir a tensão do cabo – girando o afinador do manete de freio no sentido horário – mas de outra forma, após uma verificação de alinhamento e do funcionamento, ele estará pronto para rodar.

O ajuste da tensão dos braços do freio se dá por parafusos que ficam nas laterais dos braços do freio. Ao apertar o parafuso, aumenta a tensão. O objetivo é regular ambas para que ao apertar o freio, ambos os braços se movam igualmente, para que as pastilhas atinjam o aro na mesma hora.

É importante lembrar que algumas marcas e modelos de aros requerem pastilhas específicas.

Já no caso dos freios a disco o procedimento depende muito da marca e modelo. Mas basicamente, depois de tirar a roda, basta remover a haste que segura as pastilhas na pinça. Ela pode ser um parafuso ou um arame duplo com uma ponta entortada. Basta desentortar a ponta e puxá-lo para fora. Trocar a pastilha observando a posição em que ela estava, usar uma chave de fenda com cuidado para encaixa-la nas laterais e então recolocar o arame ou parafuso. Cuidado para não apertar a alavanca de freio durante esse processo ou os pistões podem se deslocar.

Trocar um cabo de freio (ou de câmbio)

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Prevenir é melhor que remediar – ainda mais quando se trata dos freios. Cabos enferrujados podem romper-se com a força aplicada em uma frenagem.

Remover é uma tarefa fácil. Assim que o desconectar do freio ou câmbio por afrouxar o parafuso, puxe ele para fora do conduíte, seguindo em sequência, desde o ponto onde você o desengatou, puxando ele para fora até a alavanca de freio ou câmbio. Na maioria dos casos ele fica preso por uma bolinha ou cilindro. Basta puxar por essa bolinha, e em alguns casos, basta desencaixá-la.

Antes de colocar o novo cabo, coloque graxa nele para que ele trabalhe melhor e evite ferrugem e outros problemas. O ideal é limpar ou trocar o conduíte. Comece colocando ele pela alavanca de freio ou trocador de marcha, prendendo aquela bolinha ou cilindro no lugar correto. Puxe ele para se assegurar de que a bolinha encaixou e está segurando o cabo. Passe-o pelo conduíte – ou pelos conduítes. Se for trocar um conduíte interno, use o antigo de base junto com o cabo de aço para não ter dificuldades em chegar a saída.

Antes de apertar o novo cabo, puxe ele bem a partir do ponto final (freio ou cambio) para se assegurar de que não fique nenhuma folga. Verifique os encaixes dos conduítes. Assim que tiver certeza, prenda o cabo.

Gostou das dicas?

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Qual a inclinação certa do selim?

Além da altura e da escolha do modelo certo, o selim também deve estar exatamente na horizontal em relação ao solo.

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Qualquer inclinação e seu corpo ficará tentando compensar a tendência a escorregar sem que você perceba, o que poderá lhe causar dores e comprometer sua estabilidade na bike em situações como subidas ou frenagens fortes.

Temos o selim certo pra você aqui na Azupa! Aproveite aqui!