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Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26

Elas vieram para ficar!
Inúmeros praticantes aderiram à novidade das bikes aro 29, mas muitos ciclistas ainda estão incertos sobre a diferença entre as bicicletas aro 29 e 26.
Vamos ajudar você a entender melhor as vantagens e desvantagens do aro 29 em relação ao aro 26.

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Modelo de bicicleta aro 29

A primeira diferença é a mais óbvia: o tamanho. A maioria das bicicletas mais simples e mais antigas já vem de fábrica aro 26 e é até fácil perceber essa primeira diferença visual!
Mas quais as mudanças que essa diferença de tamanho causa? Veja alguns exemplos:

  • Comparando com a roda aro 26, a 29 tem melhor performance ao encarar rochas e raízes, isso devido a sua circunferência maior que proporciona menor ângulo para atacar os obstáculos das trilhas.
    Um bom exemplo é imaginar um degrau, quanto maior a circunferência do aro, mais fácil a roda passa pelo degrau;
  • No aro 29, a superfície de contato do pneu com o chão é maior, cerca de 9 cm de comprimento, enquanto o aro 26 tem cerca de 6 cm de comprimento. Assim cada pedalada rende uma distância maior que é percorrida;
  • As câmaras de ar 29 suportam um volume de ar bem maior, o que traz mais conforto ao pedalar.
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Diferença de tamanho entre o aro 29 e o aro 26

Mas só vimos vantagens ao escolher o aro 29.

Existem desvantagens?
Sim, existem, e variam de ciclista para ciclista. Vamos listar algumas delas:

  • O aro 29 é mais pesado se comparado ao 26. Isso devido à circunferência maior do aro. Mas o peso pode variar dependendo do material utilizado na fabricação desses produtos;
  • As bicicletas 26 tem maior agilidade em terrenos mais fechados;
  • Ciclistas mais baixos podem ter dificuldade em se adaptar ao tamanho, porém esse é um problema que tende a desaparecer, pois os fabricantes já estão fazendo quadros com geometria adequada ao tamanho de diferentes aros.
  • Os componentes da bicicleta (quadro e garfo) devem ser compatíveis com a roda 29.
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Suspensão indicando compatibilidade

E qual o tamanho da roda que devo usar?
Não existe uma regra geral, pois cada ciclista deve analisar diversos fatores e escolher a melhor opção para a sua necessidade. Vamos ver alguns desses fatores:

  • Altura: Ciclistas mais altos (1,80m para cima) não encontrarão problemas ao escolher o aro 26. Já os ciclistas mais baixos (1,50m à 1,70m), o ideal é verificar se tem a possibilidade de combinar o quadro adequado à altura com o aro 29. Fazer um bikefit seria ideal para saber o tamanho do quadro perfeito para a sua faixa de altura;
  • Suspensão: Os diferentes modelos de suspensão também afetam na mudança. Por exemplo, se o ciclista já está adaptado a uma suspensão com curso (tamanho do amortecimento) de 130mm, terá que se adaptar novamente pois as bicicletas de aro 29 normalmente tem um curso menor;
  • Terreno: As bicicletas aro 29 terão uma agilidade menor em trilhas mais fechadas, isso devido a circunferência maior das rodas. Já para trilhas mais abertas, cicloturismo ou até mesmo apenas para lazer, o aro 29 trará um rendimento maior, além de mais conforto.

Antes de escolher o tamanho do aro, leve em conta as vantagens e desvantagens que cada um tem. A escolha vai depender do objetivo e tipo de rendimento que você busca no pedal. Analisando esses fatores, você encontrará o tamanho ideal para o seu uso.
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Se a sua escolha são os aros 26, temos diversos modelos de pneus para você! Confira aqui!

Mas se está do lado dos aros 29, também temos os pneus certos para você! Aproveite aqui!

Talco nos pneus e câmaras?

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Ao comprar um pneu novo para a sua bicicleta, é muito comum ele chegar com uma “camada” branca ou até mesmo amarelada por sobre a borracha.

Os fabricantes passam um TALCO INDUSTRIAL para conservar os pneus. Eles são armazenados em um local escuro, junto com este talco, para ajudar o pneu a ficar livre de umidade e durar mais, evitando assim o ressecamento da borracha e rachaduras por não estarem sendo utilizados.

Se um pneu chegar até a sua casa com uma coloração, não se assuste: é sinal de que ele é realmente NOVO! É apenas a camada de talco que vai ganhando cor com o passar do tempo – basta instalar seu pneu e nas primeiras pedaladas esta camada de talco já sai.

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Já sabemos que os pneus recebem esse talco para conservação da borracha antes do uso regular, mas e as câmaras?

Existem câmaras que já vem de fábrica com talco aplicado nelas.

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Quando temos o contato borracha X borracha entre a câmara e o pneu, é preciso ter menos fricção e mais movimento durante o processo de enchimento da câmara, evitando “beliscões” que possam resultar em furos.
As câmaras com talco tem uma performance melhor que as sem talco específico.

A minha câmara não veio com talco de fábrica, tenho que trocá-la?

Não é necessário realizar a troca, apenas considere aplicar um pouco de talco no interior dos pneus durante a montagem. Esse procedimento irá evitar atrito entre a câmara de ar e a parede interna do pneu permitindo que a câmara se movimente mais livremente no processo de enchimento.

Jogar talco na sua câmara de ar antes da instalação no pneu faz com que a superfície da borracha fique escorregadia. Isso evita que o pneu e a câmara fiquem presos um ao outro, reduzindo o atrito e evitando a chamada “mordida de cobra”, que é quando o pneu belisca a câmara ao passar em um buraco, por exemplo, furando-a.

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5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

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Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

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Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

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Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
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Como Passar a Marcha Corretamente

As marchas facilitam a vida dos ciclistas!
Saiba o funcionamento delas, pratique e ganhe desempenho no seu pedal.

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Antes de termos a possibilidade de trocar as marchas da bicicleta, somente atletas preparados conseguiam encarar subidas muito íngremes, obter mais velocidade e distância sem muito cansaço. Após essa revolução, um número muito maior de pessoas pode entrar de cabeça nesse mundo.

Sistema de Transmissão

O sistema de transmissão é o sistema que efetivamente é usado para transmitir a força do ciclista para que a roda da bicicleta gire.

A transmissão de uma bicicleta convencional, é composta por algumas peças. Sendo elas: movimento central, pedivela, coroas, corrente e cassete.

Os câmbios e passadores não entram neste grupo, apesar de serem fundamentais e necessários para o funcionamento do sistema. Pois não sofrem a força direta vinda da perna do ciclista.

O cassete nada mais é que várias engrenagens de diferentes tamanhos, colocados na roda traseira e que, através do câmbio traseiro, se pode alterar em qual catraca a corrente estará girando.
No pedivela são usadas diferentes coroas, com exatamente a mesma função e acionadas pelo câmbio dianteiro. Nesse sistema é possível ter diferentes marchas sem a necessidade de trocar a roda inteira da bicicleta.

Conhecendo o Sistema

Para realizar a troca das marchas é necessário acionar o passador (ou trocador), que está no guidão. Dependendo do seu sistema, as mudanças de marcha são feitas através de uma ou duas alavancas, ou até mesmo girando o passador.
É muito importante que você conheça o funcionamento do seu passador para poder diminuir e aumentar a marcha. Esse procedimento deve se tornar automático na sua cabeça.

Um fato comum em todos os sistemas é que o lado direito controla a mudança de marcha no cassete (roda de trás) e o lado esquerdo controla a mudança de marchas no pedivela.

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A Marcha Certa

Não existe a “marcha certa”, existe a combinação mais adequada entre: você, a situação e a posição da corrente em relação à coroa.

Um erro comum entre os ciclistas iniciantes é querer “decorar” qual a marcha correta para um tipo específico de situação.

Querer saber qual é a marcha certa para ladeiras é um erro.
Podemos comparar com um carro, que realizamos a troca das marchas quando o carro está tendo dificuldade ou facilidade para rodar. A única diferença na bike é que o motor é o próprio ciclista, ou seja, cada um saberá a necessidade de trocar de marcha em cada situação. Um ciclista pode se sentir confortável subindo com uma marcha mais pesada ou mais leve que outro, em uma mesma ladeira.

Também não é preciso esperar a ladeira para trocar a marcha. Lembre-se que elas foram feitas para serem trocadas com frequência, dependendo da sua cadência, velocidade, cansaço e/ou inclinação do terreno.

Faça a troca suavemente

Em uma bicicleta, o sistema de transmissão é o que mais sofre desgaste. É preciso deixa-lo sempre limpo e lubrificado, além de estar atento para a mudança de marchas. É necessário estar pedalando para trocar de marcha, pois apenas acionar a alavanca não faz com que a marcha seja alterada.
Evite mudar se marcha quando estiver fazendo muita força no pedivela. Quando isso acontece, é comum ouvir um estalo alto e isso, além de prejudicial, pode até estourar a corrente. A dica é que, se for necessário mudar nessa situação, tente aliviar por um momento a força feita nos pedais até que a mudança seja efetivada. Em uma subida, pode-se também alterar a direção da bike para a diagonal/perpendicular à subida, para que o pedalar seja mais leve apenas para a mudança da marcha.

Tente sempre antecipar as mudanças de marchas para evitar essa situação. Com a experiência no pedal, isso será feito de forma automática.

Evite cruzar a corrente

As combinações de marchas também dependem de cada situação. Para evitar o desgaste no sistema de transmissão evite cruzar a corrente!

Quando a corrente está na maior coroa e maior catraca do cassete e vice-versa, ela não está mais trabalhando em linha reta e essa situação é indesejável, pois quanto mais fora de linha reta, maior desgaste na transmissão.
Para não “cruzar” a corrente, é preciso se habituar com a regra geral que diz que ao usar a coroa pequena, você não deve usar nenhuma catraca abaixo da 4ª maior. No caso da coroa do meio, é aceitável usar todas as marchas do cassete, exceto as duas últimas de cada lado, e no caso da coroa grande, o ideal é que não se passe da 4ª menor. Veja o diagrama para entender melhor.

Veja a imagem para entender melhor.
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5 perfis de bike que você precisa seguir no Instagram

post_top5_instagramO dia a dia no mundo da bike sempre é muito interessante e inspirador. Poder acompanhar os atletas profissionais, amadores e pessoas que vivem e respiram bike é muito gratificante.
O Instagram é uma ótima ferramenta para podermos acompanhar isso e também interagir com eles. Lá encontramos os treinamentos, produtos que eles usam e fatos dos bastidores das competições.

Confira nossas sugestões para você seguir:

O primeiro não é de um atleta, mas sim de uma marca.
Perfil da marca voltado exclusivamente para o mundo da bike. Nele você encontrará, além de imagens belíssimas, vídeos de seus pilotos e bastidores dos seus principais eventos.
Em 2018, não perca as postagens sobre o “District Ride” (evento de MTB Slopestyle dentro da cidade de Nuremberg, na Alemanha), o “Hardline” (uma das principais competições de downhill do mundo) e o “Rampage” (principal prova de freeride do planeta).post_top5_instagram1

Uma das maiores atletas de downhill, Rachel utiliza sua conta para mostrar seu lado mais zen e os cotidianos da sua vida. Acompanhe seus treinamentos, competições, férias e os passeios com o seu dog Caio.post_top5_instagram2

Esse jovem australiano de apenas 23 anos é conhecido no circuito mundial por ser um dos pilotos mais rápidos nas curvas.
No seu perfil, você irá encontrar saltos, trilhas e vídeos que realmente valem a pena conferir.post_top5_instagram3

Duncan é um fotógrafo inglês que vive o mundo do ciclismo. É conhecido por trabalhar com grandes marcas. Os melhores cliques do MTB você irá encontrar nesse perfil.

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Considerado uma lenda do esporte, o ciclista britânico Steve Peat é sinônimo de Campeonato Mundial de Mountain Bike.
Profissionalmente, Peaty precisou de 17 anos de tentativas para sagrar-se campeão mundial, que o levou a colecionar quatro medalhas de prata neste período.

Aposentou-se das competições em 2016, mas seu dia a dia é repleto de MTB. Vale a pena conferir.
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Gostou das nossas dicas de perfis inspiradores para seguir no Instagram?
Conta pra gente!

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Qual seu estilo de Selim – escolha com cuidado!

Cada modalidade ou estilo de bike utiliza determinado tipo de selim, e dependendo do caso, sua troca descaracteriza o produto.

Para uma bike que anda nas praias, seja na areia ou na ciclofaixa e trafega por caminhos planos, por exemplo, um selim grande e pesado não faz muita diferença.

Já para uma bike de competição modelo de estrada ou mountain bike, cada grama conta, principalmente quando estamos subindo uma montanha. Agora se seu pedal é apenas urbano ou lazer, um selim mais confortável e macio deve ser seu foco.

Existem diversos tipos e modelos variados de selim.  post_tipos_selins

A escolha correta do selim é algo que deve ser feito cuidadosamente, sem levar em consideração somente a estética da peça.

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Selins largos – com molas, gel e espuma extremamente macio e confortável – normalmente equipam as bikes urbanas/lazer, mas podem ser um pesadelo em uma mountain bike. Devido a quantidade de pulos e trancos que a mountain bike encara nas trilhas, a escolha de um selim grande se tornaria muito desconfortável.

O selim ideal é algo muito pessoal, sendo que cada pessoa tem uma anatomia diferente. Para ser confortável, o selim precisa apoiar perfeitamente os ossos ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e apoiam o corpo quando estamos sentados) e este possui uma estrutura em sua construção que permite que o mesmo trabalhe conforme o movimento que a bike faz com seu peso sobre o selim.

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Mulheres possuem uma distância entre os ísquios maior que os homens, fazendo com que os selins femininos, na maior parte das vezes, sejam mais largos que os masculinos.

Os selins que possuem uma abertura no centro, são chamados de anti prostáticos, pois aliviam a pressão no períneo, evitando problemas futuros de saúde.

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Para encontrar o selim perfeito, vá a uma bike shop, converse com atletas e outros ciclistas da modalidade que você pratica, e o mais importante… faça um bike fit!

A importância do bike fit nessa hora é imensa. Você pode ter o selim mais caro do mundo ou o mais adequado para sua anatomia, mas se ele não estiver na altura correta para você, de nada vai adiantar. A altura errada poderá fazer com que você tenha que fazer movimentos desnecessários sobre o selim, causando contato e dores desnecessários.

E aí, qual seu estilo?

Nós temos todos os estilos de Selim aqui!