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Dicas para ir pedalar sozinho e com segurança

Não pense que pedalar sozinho seja chato, monótono e sem graça. Ao pedalar sozinho você terá inúmeras vantagens como poder decidir a rota a seguir, o tempo que ficará no pedal, além de explorar novas rotas sem precisar acordar com ninguém.

Porém ao pedalar sozinho, é preciso tomar certos cuidados visando garantir a sua própria segurança durante o trajeto.

Confira a nossa lista de cuidados:

– Pesquise o Trajeto

Se você não conhece o trajeto que pretende fazer, é fundamental que você verifique se o mesmo é trajeto, se a rota não é próxima de áreas com maior risco de roubos ou assaltos e se possui comércio e outros estabelecimentos próximos.

– Informe os seus amigos e parentes

Avise algum amigo, parente ou familiar próximo antes de ir pedalar sozinho. Informar o destino e também o horário que pretende voltar é fundamental para que eles possam tomar as devidas providências em caso de alguma necessidade.

Se você tem o hábito de variar bastante o seu trajeto, sempre leve o celular com você para que seja possível a comunicação com os seus amigos e parentes.

– Sempre use os equipamentos de segurança

Diferente de quando pedalamos em grupo, onde nos preocupamos menos com os itens que levamos, ao pedalarmos sozinhos precisamos estar sempre bem equipado.
Leve e utilize os itens que tem mantem em segurança como capacete, luvas, joelheiras, entre outros e não se esqueça de levar o kit básico de manutenção pois nunca sabemos quando iremos precisar trocar uma câmara furada.

– Leve sempre os seus documentos de identificação

Muita gente esquece de levar os documentos quando sai para dar uma volta de bicicleta. É fundamental sempre estar com a sua identificação, em caso de algum acidente ou outra necessidade menos grave.
Imprevistos acontecem e sempre é bom estarmos preparados.

– Fique atento ao trânsito

Fique atento para não colocar a sua segurança em risco no trânsito. Ao  pedalar sozinho, o cuidado com deve ser redobrado porque você estará mais vulnerável.

– Verifique a manutenção da bike entes de ir pedalar

Ninguém gosta de ficar a pé no meio do pedal e o aperto pode ser pior se isso acontecer enquanto estamos pedalando sozinhos.

Faça a manutenção com frequência na bicicleta e revise todas as peças antes de sair de casa: pneus, guidão, freios e equipamentos de segurança.

– Leve alimentação e água

Mantenha-se alimentado e hidratado durante o pedal. Nunca pense que irá encontrar algo para comprar pelo caminho, pois isso pode não acontecer.
Frutas e barras de cereais, além da garrafinha de água, são itens indispensáveis para o seu pedal.

– Pare em locais movimentados

A nossa ideia inicial é fazer o trajeto sem paradas, mas não podemos contar com isso pois imprevistos acontecem. Sempre procure um local movimentado caso precise fazer alguma parada e nunca fique muito tempo em locais escuros e desertos.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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Vai pedalar longas distâncias? Confira essas dicas!

Mesmo quem já está acostumado a pedalar todos os dias, sabe que encarar longas distâncias não é uma tarefa fácil. Para enfrentar esse desafio é necessário muito preparo e cuidados especiais.

Veja algumas dicas para ter um desempenho melhor nesse tipo de pedal.

– ALIMENTAÇÃO

Parte fundamental para quem quer realizar exercícios de alta intensidade.
Para longas pedaladas, o ideal é já sair de casa bem alimentado e sempre levar opções para repor a energia durante a atividade.
Barras de cereal, sanduíches e frutas são ótimas opções.  

Não fique sem comer para não ter fraqueza durante o pedal e comprometer o seu desempenho, mas também não leve nada muito pesado para não ter aquela sensação de desconforto.

– HIDRATAÇÃO

Outro cuidado especial que devemos ter é a hidratação. Com a transpiração excessiva é necessário a reposição dos líquidos, seja com água ou isotônico.
A vantagem dos isotônicos é que eles repõem os sais minerais perdidos durante o exercício, oferecendo mais energia.
Beba um pouco de água a cada 20 minutos. Manter-se bem hidratado e alimentado, vai melhorar muito a sensação de bem-estar que a pedalada oferece.

– ROUPAS

Escolha roupas leves, dando preferência para as específicas de ciclismo, pois elas favorecem a transpiração.
As roupas íntimas devem ser folgadas e agradáveis, pois influenciam e muito na sua pedalada. Muitos ciclistas preferem não utilizar roupas íntimas, usando apenas as bermudas de ciclismo.

Um bom calçado deve ser utilizado também. Escolha uma sapatilha profissional ou um bom tênis resistente para ter mais conforto e segurança para pedalar.

– NÃO LEVE MUITO PESO

Como vai pedalar por longas distância, nem pense na possibilidade de levar uma mochila muito pesada. Leve apenas o necessário, dando preferência pelas pequenas bolsas que podem ser fixadas embaixo do selim e são ideais para levar ferramentas, câmaras e remendos.

Depois de muitas horas pedalando, quanto menos peso você estiver carregando, melhor será o seu desempenho.

– PROTETOR SOLAR E REPELENTE

Dependendo o local que você vai pedalar, proteger a pele dos desgastes do sol e dos ataques dos mosquitos é muito importante. Leve sempre esses produtos com você e não esqueça de reaplicá-los de tempos em tempos.

Pedalar por muitas horas e muitos quilômetros requer muito preparo e, se você não está acostumado, comece devagar e mantenha a regularidade e o ritmo. Logo estará aumentando o ritmo e a distância percorrida.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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De Biker pra Biker: 5 erros mais comuns em ciclistas iniciantes

Quando começamos a pedalar é muito comum que pequenos erros aconteçam, mas se não corrigirmos, eles que podem atrapalhar nosso desempenho e até desestimular a prática da atividade esportiva.

O importante é identificar os erros e começar a corrigi-los.
Pequenas mudanças na sua condução, ou na manutenção da sua companheira de pedal, irão fazer toda a diferença para que você tenha muito mais performance na sua pedalada!

Confira esse vídeo do ciclista Camboja, explicando um pouco mais sobre os erros de ciclistas iniciantes.

1º erro mais comum

Passar pelos obstáculos sentado na bike

O correto é ficar na posição neutra, em pé com o peso distribuído nos dois pés e os braços relaxados. Os pedais devem ficar alinhados horizontalmente para não atingir nenhum obstáculo.

2º erro mais comum

Ficar com os pés na vertical

Em trechos onde não estiver pedalando, o correto é manter os pés paralelos ao chão para que o peso fique distribuído no mesmo centro de gravidade.
Somente em curvas é que os pedais devem ficar na vertical para facilitar a realização da curva.

3º erro mais comum

Bater o pedal no chão

É um erro muito comum de acontecer, principalmente para quem está começando, e que quase sempre ocasiona quedas.

Ao fazer uma curva, sempre levante o pedal de dentro, nunca deixa o pedal embaixo, pois você vai bater ele no chão e certamente irá cair.

4º erro mais comum

Usar muito lubrificante

A utilização do lubrificante é muito importante, especialmente na relação, mas usar muito lubrificante vai acabar atraindo toda a sujeira.

Coloque uma gota por elo e nunca deixa a sua corrente seca.

5º erro mais comum

Não ajustar corretamente o capacete

Para quem está começando pode achar que é somente colocar o capacete e fechar a fivela que está tudo pronto.

Existem 3 regulagens que você deve ficar atento para que o capacete fique seguro.

– A primeira são as travas laterais que devem ser posicionadas bem próxima a orelha.
– O ajuste da nuca, que é feito no disco de regulagem que existe na parte de trás, deve ficar justo para deixar mais firme o capacete.
– E por último o ajusto do pescoço deve ter uma folga para mais conforto.

Siga o Camboja no Instagram e tenha uma dose diária de inspiração para sair pedalando: @camboja_mtb

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Cuidados com as rodas e pneus das bikes speed

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Se você treina em rodovias, certamente já passou por essa experiência. Além de quebrar o ritmo do treino, isso pode se tornar uma dor de cabeça se você acabar sem remendos ou câmaras reserva. Nossas rodovias parecem cada vez mais sujas e as frequentes obras nas pistas aumentam as incidências de furos, já que deixam muitos resíduos nos acostamentos.

Pedaços de pneus também são grandes vilões: os caminhões acabam soltando a recapagem dos pneus e esses pedaços possuem fragmentos de aço que costumam furar os pneus com facilidade.

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Pneus

Ao treinar em rodovias nos deparamos com muita sujeira na estrada que pode ser fragmentos de vidro, aço, arames ou até pequenas pedras, dentre outros elementos que podem danificar os pneus. Muitas vezes não notamos a presença desses pequenos intrusos nos pneus até que eles levam ao furo da câmara.

Portanto, é muito prudente fazer uma checagem geral nos pneus da bicicleta antes de rodar. Com uma chave de fenda bem pequena ou um “espeto” é possível remover esses pequenos fragmentos do pneu. Mas durante o pedal, quando passamos por um trecho com vidros ou sujeira onde seja impossível desviar, uma dica interessante é: se você estiver utilizando uma boa luva, pode-se espalmar o pneu em movimento com a palma da luva. Claro que isso demanda uma habilidade extra, mas pode salvar seu treino. Portanto tente fazer devagar caso se sinta seguro e aplique na hora da necessidade. Mas atenção: este procedimento demanda extrema habilidade do ciclista!

Outra dica é: pneus cortados podem ser utilizados com um remendo até chegar ao destino, depois não é seguro mantê-los em uso, pois a pressão demandada é grande e remendos não permitem que a pressão devida seja aplicada.

Mas caso você tenha um pneu com um corte de cerca de 1 cm existem algumas dicas de emergência referente a materiais que podem ser usados para tapar o corte: Embalagem de Gel, barra energética ou até uma cédula de dinheiro são boas opções e que geralmente você carrega no treino.

Tenha sempre um kit com:

  • Bomba
  • Câmara reserva
  • Espátulas
  • Cilindro e aplicador C02
  • Remendo e cola
  • Canivete multifunções
  • Fita adesiva

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Freios

Em relação aos cuidados com os freios, as partes geralmente mais envolvidas são aro e sapatas.

Por exemplo, as sapatas podem apresentar pequenos fragmentos encravados em sua superfície de frenagem. Isso pode acontecer devido a alguma pequena pedra que fique alojada na sapata no momento da frenagem, fazendo com que penetre na borracha da pastilha e causando danos à superfície do aro.

Portanto, é muito importante que se verifique periodicamente a sapata para evitar que uma pedra ou fagulha de metal fique alojada, usinando a superfície de frenagem e causando sulcos que podem provocar a quebra da lateral de frenagem do aro. Então, da mesma maneira que com os pneus, deve-se verificar os resíduos alojados nas sapatas.

Com uma lixa fina também é possível limpar e plainar as sapatas para obter uma frenagem mais eficiente. Dessa maneira podemos ter mais tranquilidade nos treinos e ainda chegar mais cedo em casa.

Em relação aos aros, considere que o aro está para o freio de aro, assim como o disco está para os freios a disco: daí a grande importância de estarem sempre limpos e alinhados. Aros amassados também causam incômodo e até podem gerar folga na caixa de direção, desgaste irregular dos pneus e quedas, em casos extremos.

Limpeza

A limpeza dos aros pode ser feita com uma esponja de aço embebida em Tinner ou algum outro solvente, para que seja removida toda a sujeira e resíduos de borracha.

Uma lixa fina também pode auxiliar nesta limpeza, mas cuidado, pois o freio ficará bastante sensível e demandará um período curto de readaptação. Portanto, logo após a limpeza faça algumas freadas sem travar a roda, para transferir um pouco de material da sapata (que já deve estar limpa) para a superfície do aro.

E nunca se esqueça de verificar se existem rachaduras nos pneus e o seu desgaste. Em caso positivo, substitua o pneu antes do próximo treino!

Texto originalmente publicado em: revistabicicleta

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4 procedimentos de manutenção que todo ciclista deveria saber

Por mais que você se esforce em manter sua bike em dia, o desgaste das peças e componentes sempre vem e em algum momento virá para a sua bike também.

As peças da bike não são gratuitas e, assim como a instalação delas por um profissional, gera uma despesa para o ciclista. Porém, muitas dessas tarefas podem ser feitas em casa, usando as ferramentas certas, reduzindo gastos e fazendo com que o ciclista entenda melhor a sua bicicleta.

Separemos alguns procedimentos que todo ciclista deveria saber fazer na bicicleta. Confira:

Substituir um raio quebrado

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Uma das piores coisas que pode acontecer na pedalada é um raio quebrado – que geralmente acontece no nipple da roda traseira, do lado do câmbio.

Nesse caso, você vai precisar de uma ferramenta para remover o cassete, uma chave inglesa e uma chave de raio. A princípio pode parecer complicado, mas com as ferramentas certas é relativamente fácil. Na roda dianteira é mais simples, por isso os passos para a roda traseira:

Remova o cassete e o raio quebrado primeiro (parte de baixo), e então remova o pneu para poder remover o raio. Então remova a fita de aro e o nipple (pecinha que segura o raio no aro) do raio quebrado, tomando muito cuidado para não deixar o nipple cair dentro do aro, ou você pode ter uma baita dor de cabeça para tirá-lo de lá.

Antes de colocar o novo raio preste atenção ao padrão de colocação dos outros raios e siga esse padrão, colocando ele na base do cubo, passando ele pelos outros raios e então prendendo-o com o nipple – sempre tome cuidado para não deixar ele cair dentro do aro.

Uma chave de fenda pode ser usada para apertar o nipple, embora a chave de raio seja mais adequada – ainda mais se você tiver mais de um raio para trocar.

Aperte o raio – teoricamente na mesma tensão do que quebrou – e verifique se a roda está reta ao rodá-la (coloque ela no eixo da bike para ficar mais fácil girá-la) e então, se você estiver satisfeito, coloque a fita de aro, pneu e – se era a roda traseira – o cassete.

Inspecionar uma corrente

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Estando no centro das funções mecânicas da bicicleta, a corrente se encarrega de aguentar o maior desgaste e stress de todos os componentes. Desse modo é extremamente necessário inspecionar, limpar e – se necessário – trocar sua corrente.

Mas o que devemos procurar ao inspecionar a corrente, e como devemos fazê-lo?

O método mais preciso é com uma ferramenta própria para isso, disponível em diversas marcas, formas e materiais, mas também é possível checar no método caseiro.

Um método é levantar a corrente na parte da frente da coroa (veja a foto abaixo).

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Levante em um intervalo entre os pinos e veja quantos dentes são revelados. Se aparecerem 3 ou 4 sua corrente pode estar desgastada. Uma alternativa é remover a corrente da bicicleta e coloca-la no chão, na mesma posição que ela estaria na bicicleta. Então a estique, pegue as duas pontas e torça a corrente, como se fosse juntar as duas pontas. Quanto mais perto você chegar de fazer um círculo completo, mais gasta está sua corrente. Correntes novas são mais difíceis de torcer.

Cada marca de corrente pode ter seu próprio esquema de remoção ou instalação. Na maioria dos casos, correntes são intercambiáveis entre marcas, mas nunca entre velocidades – uma corrente de 10v só pode ser substituída por uma 10v.

Mesmo com os métodos manuais, um medidor de corrente custa pouco e recomendamos que você sempre tenha um em mãos.

Trocar a corrente exige uma ferramenta e uma boa dose de paciência. É relativamente fácil e não se faz com frequência. Consiste basicamente em usar um extrator para remover um pino, que abrirá a corrente, colocar uma corrente nova, colocar o pino e introduzi-lo entre os elos da corrente. Muitos modelos de corrente possuem um pino próprio para isso.

Substituir pastilhas de um freio

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É fato que as pastilhas de freio vão se gastar com o tempo. Elas costumam não serem peças muito sofisticadas – nos V-Brakes, são blocos de borracha.

No caso dos V-Brakes eles são fáceis de trocar e devem ser conferidos regularmente. Com a roda removida para facilitar as coisas (dá para trocar com a roda montada também) desparafuse o parafuso que prende a pastilha, e tome cuidado com as porcas e arruelas para recoloca-las na mesma sequência (se a pastilha nova vier vier com porcas e arruelas novas, use-as).

Remover a pastilha costuma ser fácil, mas se precisar de força, tome cuidado para não arranhar ou amassar o aro.

Preste atenção na orientação – as pastilhas vêm marcadas com L e R (L= esquerdo e R= direito) quanto ao lado que devem ser instaladas. Recoloque-as com as arruelas e prenda com o parafuso do freio.

A probabilidade é que você terá que reduzir a tensão do cabo – girando o afinador do manete de freio no sentido horário – mas de outra forma, após uma verificação de alinhamento e do funcionamento, ele estará pronto para rodar.

O ajuste da tensão dos braços do freio se dá por parafusos que ficam nas laterais dos braços do freio. Ao apertar o parafuso, aumenta a tensão. O objetivo é regular ambas para que ao apertar o freio, ambos os braços se movam igualmente, para que as pastilhas atinjam o aro na mesma hora.

É importante lembrar que algumas marcas e modelos de aros requerem pastilhas específicas.

Já no caso dos freios a disco o procedimento depende muito da marca e modelo. Mas basicamente, depois de tirar a roda, basta remover a haste que segura as pastilhas na pinça. Ela pode ser um parafuso ou um arame duplo com uma ponta entortada. Basta desentortar a ponta e puxá-lo para fora. Trocar a pastilha observando a posição em que ela estava, usar uma chave de fenda com cuidado para encaixa-la nas laterais e então recolocar o arame ou parafuso. Cuidado para não apertar a alavanca de freio durante esse processo ou os pistões podem se deslocar.

Trocar um cabo de freio (ou de câmbio)

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Prevenir é melhor que remediar – ainda mais quando se trata dos freios. Cabos enferrujados podem romper-se com a força aplicada em uma frenagem.

Remover é uma tarefa fácil. Assim que o desconectar do freio ou câmbio por afrouxar o parafuso, puxe ele para fora do conduíte, seguindo em sequência, desde o ponto onde você o desengatou, puxando ele para fora até a alavanca de freio ou câmbio. Na maioria dos casos ele fica preso por uma bolinha ou cilindro. Basta puxar por essa bolinha, e em alguns casos, basta desencaixá-la.

Antes de colocar o novo cabo, coloque graxa nele para que ele trabalhe melhor e evite ferrugem e outros problemas. O ideal é limpar ou trocar o conduíte. Comece colocando ele pela alavanca de freio ou trocador de marcha, prendendo aquela bolinha ou cilindro no lugar correto. Puxe ele para se assegurar de que a bolinha encaixou e está segurando o cabo. Passe-o pelo conduíte – ou pelos conduítes. Se for trocar um conduíte interno, use o antigo de base junto com o cabo de aço para não ter dificuldades em chegar a saída.

Antes de apertar o novo cabo, puxe ele bem a partir do ponto final (freio ou cambio) para se assegurar de que não fique nenhuma folga. Verifique os encaixes dos conduítes. Assim que tiver certeza, prenda o cabo.

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Qual a inclinação certa do selim?

Além da altura e da escolha do modelo certo, o selim também deve estar exatamente na horizontal em relação ao solo.

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Qualquer inclinação e seu corpo ficará tentando compensar a tendência a escorregar sem que você perceba, o que poderá lhe causar dores e comprometer sua estabilidade na bike em situações como subidas ou frenagens fortes.

Temos o selim certo pra você aqui na Azupa! Aproveite aqui!

Sinalização do ciclista

Os sinais acima são universais, e servem para indicar as ações mais básicas do ciclista no trânsito. São apenas quatro sinais, e dois deles indicam a mesma coisa, mas essa sinalização ainda é pouco conhecida por todos.
Por mais que alguns sinais sejam explícitos, é importante considerar que nem sempre são compreendidos.

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A regra geral é usar o bom senso para sinalizar suas intenções no trânsito da forma mais clara possível. Como essa é uma linguagem da rua, seu uso vai sempre variar e o melhor jeito de aprender é na prática.
Observe ciclistas mais experientes, use os sinais, perceba quais estão sendo compreendidos e quais as melhores situações para usá-los.

Dica: nos cruzamentos, sinalize até mesmo quando você for continuar em frente.

 

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Como trancar sua bicicleta de forma segura no paraciclo

Essa dica é para utilização do “U-Lock”, uma espécie de cadeado em forma de ‘U’.

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Siga essas dicas de posicionamento e não se esqueça de procurar um paraciclo que esteja preso firmemente ao solo e em um local movimentado. Locais com muita circulação de pessoas dificulta a ação dos ladrões.

Recomendamos que, além da U-Lock no quadro, prenda a roda que ficou sobrando com uma corrente emborrachada, só para garantir.

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Posição ideal dos dedos no manete do freio

Frear corretamente e sem desgastar os componentes das bicicleta envolve muitas variáveis! Dentre elas estão o tipo de freio, a condição e o tipo do terreno e o tipo de bicicleta que estamos conduzindo.

Para obter uma boa frenagem, é necessário estar com os pneus em dia, bons freios, boas rodas e, principalmente, manter o conjunto sempre limpo e bem regulado.

O posicionamento errado do conjunto de freios compromete a eficiência de todo o processo, qualquer que seja a qualidade das peças. 

O ideal é sempre frear nas retas, para obter a maior tração possível do conjunto.
Dica: manter os dedos nas pontas do manete ao invés de deixar no meio, assim temos mais força de alavanca e, portanto, menos desgaste físico.

Se tratando do terreno, o ideal é frear em terreno mais seco e firme. Em dias de chuva, devemos diminuir a velocidade e sempre procurar antecipar as reações dos outros veículos. Na terra, escolha a parte mais seca do solo, com menos vegetação e umidade.

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Como se proteger para pedalar no Frio

O verão acabou e, com a chegada do outono, as temperaturas no Brasil já começam a cair. Embora o inverno na maior parte do país não seja muito rigoroso, o frio chega trazendo a necessidade de adaptar seus métodos e roupas para manter o seu passeio, treino ou deslocamento confortável. A seguir, listamos algumas dicas para manter você pedalando tranquilo mesmo quando a temperatura estiver baixa.

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Camadas controlam a temperatura

Mais do que manter-se quente, usar varias camadas de roupa vai ajudar você a controlar a temperatura. Afinal, com alguns treinos durando várias horas, é importante ter recursos para resfriar ou aquecer o corpo quando for preciso.

Quando o tempo esfria muito, o ideal é utiliza ao menos três camadas de roupa: a base, a intermediária e a cobertura. Normalmente, a base é feita com tecido respirável e é bem justa no corpo. Já a camada intermediária é uma camiseta normal de bicicleta, dessas com bolso traseiro e zíper. Já a cobertura costuma ser uma jaqueta ou colete corta-vento.

Utilizar esta configuração traz inúmeras vantagens, já que o ar aprisionado entre elas funciona como isolante térmico ao mesmo tempo que a presença de zíperes no corta-vento e na camisa de bicicleta proporcionam um ajuste mais fino da temperatura.

Base

Invista em uma camada de base que será vestida por baixo de todas as roupas. Para isso, existem base layers (roupa justa tipo segunda-pele) específicos para ciclismo de altíssima qualidade, feitas com tecidos que mantém o calor e expulsam a umidade. Porém, se a grana estiver curta, uma segunda pele feita de nylon resolve muito bem o problema. Lembre-se que, em ambos os casos, existem várias opções de espessura do tecido e presença ou não de manga. Escolha a que mais se adequa ao seu pedal. Uma dica importante é evitar tecidos que fiquem ensopados ou que retenham o suor, já que ficar em contato com umidade fatalmente vai resfriar seu corpo.

Corta-vento

Bicicletas movimentam-se em velocidade elevada. Por isso, mesmo que você use muitas roupas, existe a grande possibilidade de você perder calor para o ambiente se não estiver utilizando uma jaqueta ou um colete corta-vento.

Além de serem leves e compactas, podendo ser colocadas no bolso de uma camiseta de ciclismo facilmente em caso de aumento de temperatura, o corta-vento faz um excelente trabalho de proteger seu corpo contra o frio. Neste caso, vale a pena investir em um modelo específico para bikes, já que ele terá a extensão correta nas costas e ainda contará com a ventilação adequada para evitar que você fique molhado de suor.

A cabeça

A cabeça é uma das partes do corpo que mais perde calor para o ambiente. Por isso, mante-la aquecida é uma boa forma de evitar o frio. Neste caso, dependendo da temperatura e do seu corpo, você pode tentar um boné de ciclismo, um gorro ou até uma mesmo balaclava.

Lembre-se de sempre optar pelo modelo mais compacto, já que é comum a temperatura subir durante o pedal, criando a necessidade de retirar camadas e carrega-las com você. Algumas pessoas ainda utilizam máscaras no rosto que ajudam a manter quente e úmido o ar que é respirado – algo extremamente útil para quem sofre de sinusite. Para alguns, proteger o pescoço é bastante importante. Bandanas possuem múltiplas funções, são quentes, fáceis de lavar e de transportar – certamente um bom investimento.

Pernitos, manguitos, botinhas e luvas

Luvas de dedo comprido, capas térmicas de sapatilha, manguitos e pernitos são excelentes para os mais friorentos, porém podem ser de mais para aqueles que não sofrem tanto com a baixa temperatura. Por isso, antes de investir em modelos importados mais caros que contam até com proteção para raios UV, convém comprar um modelo mais barato para testar.

No caso das luvas, aposte nos modelos específicos para bicicletas, já que eles possuem a curvatura e o acolchoamento ideal para o pedal. Se você sente dores nos joelhos durante a pedalada, preste atenção para ver se elas não pioram no frio. Se este for o caso, vale a pena vestir um pernito mesmo que você sinta um pouco de calor a mais, já que preservar suas articulações é extremamente importante.

Organização da bike

No inverno, é possível fazer algumas modificações na bike para enfrentar melhor a condição climática. Uma das dicas mais úteis é liberar espaço no bolso da camisa de ciclismo investindo em uma boa bolsa de selim ou em um porta-ferramentas que se encaixa no suporte de garrafinha. A baixa temperatura exige menos água e, em grande parte do tempo, é possível pedalar com uma garrafinha só.

Com esta medida simples, é possível abrir espaço para transportar as roupas que você pode usar ou as que você tirou durante o pedal.

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