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Como entender o tamanho dos pneus de bicicleta

Apesar de parecer complicado, as medidas dos tamanhos dos pneus não são difíceis de entender e essenciais para que o ciclista escolha o modelo adequado para a sua bicicleta.

As medidas antigas que eram muito difíceis de entender, com números fracionados, foram substituídas por formas de mais fácil compreensão.
Elas são reguladas pela ISO (International Organization for Standardization) que é a Organização Internacional de Normalização e essa instituição criou a Norma Europeia de Pneus e Aros, ETRTO (European Tire and Rim Technical Organization), que nada mais é que o método para definir as medidas dos pneus e aros das bicicletas.
Você também encontrará medidas americanas e francesas na maioria dos pneus, mas a medido ETRTO sempre estará presente neles.

Podemos ver na imagem que a medida ETRTO 37-622, informa a largura do pneu (37mm) e o diâmetro interno da roda (622mm). Com essa medida, temos uma classificação bem precisa do tamanho do aro e pneu.

A classificação por polegadas em forma de frações é muito confusa de ser entendida e é pouco utilizada atualmente. Na imagem temos a medida 28 x 1 5/8 x 1 3/8 que correspondem ao diâmetro externo x tamanho do pneu x largura do pneu.
Essa medida está sendo substituída, principalmente no MTB, pela denominação mais simples, apenas na forma decimal, como por exemplo 26×2.10, onde 26” é o diâmetro total e 2.10 a largura do pneu.

Já na medida francesa de tamanho, na imagem temos o pneu 700x35c, onde temos o diâmetro externo (700mm) e a largura do pneu (35mm). A letra no final vai corresponder ao diâmetro interno do pneu e a letra “C” corresponde ao diâmetro de 622mm. Essa medição não existe para todos os tamanhos de pneus e é pouco utilizada no MTB.

Uma curiosidade que nem todos os ciclistas sabem, as MTB aro 29 são aro 28 pois possuem o mesmo diâmetro de aro das bikes de estrada. Confira na tabela abaixo.

Os pneus MTB de 29 polegadas tem o mesmo diâmetro interno que os pneus para as bikes de estrada de 28 polegadas (622mm), sendo que para as de estrada é mais comum utilizar a medida 700c (lembre que na medida francesa o “C” significa 622mm).
Já as rodas de 27,5 polegadas (27.5”) têm o diâmetro interno de 584mm que é a mesma medida francesa de 650B.

As medidas em polegadas, apesar de serem de fácil compreensão, podem causar muita confusão ao se adquirir um pneu, pois os diâmetros internos de 559mm (MTB), 571mm (Triathlon) e 590mm (algumas bicicletas de passeio) são todos classificados como 26”. Já pneus de 622mm e 635mm são classificados como 28”, porém a medida de 630mm é classificada como 27”.
Por esse motivo é extremamente importante você saber o diâmetro do aro da sua bicicleta para poder comprar o pneu correto.

A escolha da largura do vai influenciar em todas as situações durante a sua pedalada. Um pneu mais largo será mais confortável e mais estável nas curvas, podendo perder desempenho devido ao aumento da aderência com o solo. Um pneu mais estreito precisará de uma pressão maior e traz mais velocidade.

Os pneus possuem, em sua lateral, uma marcação de máximo PSI (pound force per square inch) ou libra-força por polegada quadrada, que é a pressão máxima recomendada e esses valores devem ser respeitados para o bom desempenho e garantia da vida útil do pneu.

Principais pneus da Maxxis para Downhill!

O Downhill é conhecido como uma das modalidades mais radicais do Mountain Bike. Para a prática dessa modalidade, com segurança, o ciclista precisará de uma bicicleta adequada e um pneu apropriado.
Sem um pneu específico, dificilmente um ciclista conseguirá descer a montanha com segurança, velocidade e desempenho necessário para chegar na frente da competição.

Trouxemos os principais pneus de Downhill da renomada marca Maxxis.
Vamos explicar um pouco de cada um!

Pneu Maxxis Wetscream

Esse pneu foi projetado para encarar o Downhill mais enlameado no mundo: a pista de Les Gets na França.
Quem conhece essa pista sabe o nível de técnica necessária para encarar as condições extremas quando chove e a necessidade de um excelente pneu para manter a bike de pé sem perder velocidade!
Seus cravos quadrados e bem espaçados não deixam a lama acumular em volta do pneu.
Possui carcaça desenvolvida para Downhill com 2 camadas de proteção nas paredes laterais.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Wetscream 26×2.50 ST – Arame;
– Maxxis Wetscream 27.5×2.50 ST – Arame;
Maxxis Wetscream 27.5×2.50 ST|DD – Dóbravel (kevlar);
– Maxxis Wetscream 29×2.50 3C|TR – Dóbravel (kevlar)

Dependendo da versão, essa poderá ou não ter mais tecnologias aplicadas nos pneus, mas podemos destacar que o Maxxis Wetscream possui as seguintes tecnologias (consulte o modelo):

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis High Roller II

A segunda geração do lendário High Roller.
O primeiro High Roller já era considerado o pneu com maior versatilidade produzido pela Maxxis e a sua evolução traz um desenho mais espaçado e super agressivo, fazendo com que a capacidade de penetração no solo seja amplificada.
Os cravos laterais e centrais foram modificados para melhorar o desempenho de frenagem e tração em pistas mais duras.
Esse certamente é uma ótima escolha para Downhill e Enduro.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis High Roller II 26×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 26×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 27.5×2.40 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis High Roller II 29×2.30 3C|DD|TR – Dobrável (kevlar)

Cada modelo possui uma tecnologia diferente aplicada. Confira as principais desse modelo e consulte cada um para ser qual ele possui.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxSpeed | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxSpeed: Utilizado principalmente nos modelos de pneus para cross-country e enduro. Os dois compostos na camada externa são especialmente desenvolvidos para reduzir a resistência ao rolamento e otimizar o desgaste e a tração.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Minion DHF

Projetado para ter excelente grip em diversos tipos de terreno.
A disposição dos cravos na banda de rodagem equilibram a velocidade com tração e uma ótima precisão em curvas nos terrenos montanhosos, com cascalho solto e barrentos.
Desenvolvido para ter melhor desempenho sendo utilizado na dianteira e com os seus “irmãos” Minion DHR ou DHR II na traseira.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Minion DHF 26×2.50 – Arame;
Maxxis Minion DHF 26×2.35 ST|2PLY – Arame;
Maxxis Minion DHF 26×2.50 3C|EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.50WT 3C|TR|DD – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.60 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 27.5×2.80 3C|EXO TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHF 29×2.50 3C|TR|DHCasing – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias desse modelo (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Minion DHR II

A primeira versão desse pneu, o Maxxis Minion DHR, foi projetado para ser o “par ideal” para o Minion DHF. O padrão de cravos era o mesmo, porém no DHR eles foram dispostos lado a lado com cortes longitudinais para serem usados na traseira.
Já o Minion DHR II ficou ainda mais agressivo. Seus cravos ficaram mais largos para uma melhor tração, aceleração, segurança e controle, tanto em curvas como nas retas.
Combine-o com um Minion DHF na frente para obter a melhor combinação agressiva de pneus para trilhas.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Minion DHR II 26×2.30 EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 26×2.40 EXO – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 26×2.40 EXO|ST – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.40WT EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Minion DHR II 27.5×2.80 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO+:
A proteção EXO+ combina duas das melhores proteções da Maxxis: SilkShield e EXO. A camada SilkShield está em todo o invólucro do pneu e a camada EXO nas paredes laterais.
Combinados, esses dois materiais melhoram a proteção contra perfurações no piso em 27% e durabilidade da parede lateral em 51%.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Super Tacky:
Borracha com dureza de 42a desenvolvida para uso em competições trazendo excelente rolamento, frenagem, aderência e desempenho em curvas.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Shorty

Se você precisa de um pneu com cravos médios que pode lidar com terra solta, cantos vivos, raízes, pedras e pisos molhados com um pouco de barro, certamente o Maxxis Shorty será o seu companheiro ideal.

Seus cravos centrais espaçados, quadrados e não muito alto, assim efetuando a limpeza dos detritos do pneu com facilidade.

Os cravos laterais altos são para permitir penetrar no solo fornecendo excelente estabilidade com controle em velocidade, frenagens e tração nas trilhas mais radicais.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Shorty 27.5×2.30 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Shorty 27.5×2.50 3C|TR|DD – Dobrável (kevlar);
Maxxis Shorty 29×2.50 3C|EXO|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

– Double Down:
Um aperfeiçoamento da camada dupla de DH (2 ply). Exclusivo para pneus de Downhill e Enduro, onde as duas camadas de 120TPI, reforçadas com a inserção de borracha butílica, fornecem mais proteção ao pneu, aumenta a estabilidade lateral, protegendo o aro contra impactos, sem perder desempenho pois o peso não é afetado.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

Pneu Maxxis Assegai

Desenvolvido pelo campeão de Downhill Greg Minnaar.
O nome Assegai é de uma tradicional lança guerreira do povo Zulu, da África do Sul, local de nascimento de Greg Minnaar.

Ideal para as condições de pista mais difíceis e para encarar qualquer tipo de descida.

Pneu técnico e rápido que combina as melhores características dos principais pneus da Maxxis: o Minion DHF, o DHR II, o Shorty e o High Roller.

Principais versões disponíveis no Brasil:

Maxxis Assegai 27.5×2.50WT 3C|TR – Dobrável (kevlar);
Maxxis Assegai 29×2.50WT 3C|TR – Dobrável (kevlar)

Principais tecnologias (consulte cada versão para saber qual tecnologia possui):

– EXO+:
A proteção EXO+ combina duas das melhores proteções da Maxxis: SilkShield e EXO. A camada SilkShield está em todo o invólucro do pneu e a camada EXO nas paredes laterais.
Combinados, esses dois materiais melhoram a proteção contra perfurações no piso em 27% e durabilidade da parede lateral em 51%.

– EXO Protection:
Material resistente ao corte adicionado às paredes laterais do pneu. Leve e altamente flexível não altera o desempenho do pneu.
Escolha essa proteção para trilhas traiçoeiras e excepcionalmente rochosas onde a chance de cortes as laterais é muito alta.

–  3C MaxxGrip | MaxxTerra:
A tecnologia 3C Triple Compound Mountain da Maxxis utiliza nos pneus uma camada base mais dura e durável e duas outras camadas superiores (central e lateral) mais suaves e macias para otimizar a tração e estabilidade. Essa tecnologia de montanha tripla possui três configurações diferentes: MaxxSpeed, MaxxTerra e MaxxGrip.
MaxxGrip: Voltada exclusivamente para a aderência, essa tecnologia usa compostos de borracha mais macios para obter maior tração em declives.
MaxxTerra: Configuração intermediária onde os compostos são mais macios e com mais tração que o MaxxSpeed e menos resistência ao rolamento (aderência) que o MaxxGrip.

– Wide Trail Construction (WT):
Pneu otimizado para aros com 30/35mm de borda interna, mantendo o pneu na trilha com segurança em curvas e frenagens.

– Tubeless Ready:
Fornece os benefícios de um pneu tubeless UST sem a penalidade do peso. Pneus Maxxis com a tecnologia TR podem ser utilizados com vedante líquido (selante).

AS MEDIDAS DOS PNEUS

As antigas medidas que vinham escritas nas laterais dos pneus nunca foram muito fáceis de compreender. Decimais e fracionadas sempre deixavam os ciclistas na dúvida.

Essas medidas em polegadas como 28 ¼ x 1, 28 x 1 ⅜ ou  28 x 1 ½ foram modificadas para facilitar o entendimento, mas ainda deixavam dúvidas, pois a numeração não faz referencia a polegadas ou milímetros (700, 700A, 700B, 700 x 23, 700 x 25).

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Agora essas medidas estão sendo substituídas pela norma ISO (valores em milímetros), que podem ser facilmente entendidas e conferidas.
Podemos usar como exemplo um pneu 20×2.25, que também é conhecido como 58-406, onde 58 é o diâmetro tubular do pneu e 406 é a medida interna em milímetros (diâmetro do aro).

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Usando esse mesmo exemplo, podemos esclarecer outro erro que permaneceu por muitos e muitos anos. Muitos pneus são tratados por nomes (medidas) erradas e os fabricantes mantiveram esse erro para não causar mais confusões, e um exemplo disso são as bicicletas aro 20” (BMX, Biketrial, Infantil), que na verdade usam aros de 16 polegadas.
Nesse exemplo, 20 polegadas é a medida externa do pneu para o aro 16” e não o vão interno do pneu.

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Nas medidas ISO, o número maior representa o diâmetro interno do pneu (onde encaixa o aro) e o número menor é a largura do pneu. Ainda é comum ainda encontrarmos três medidas escritas de formas diferentes para o mesmo produto, veja a tabela abaixo.

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Fonte: European Tyre and Rim Technical Organisation

A norma ISO já está em vigor, mas ainda veremos por muito tempo as medidas estranhas aparecendo até todos os fabricantes se adequarem nesse padrão.

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Texto originalmente publicado em:  Pedaleria

Temos mais de 200 modelos diferente de pneus para a sua #VidaComBike! Confira todos aqui!

Pneu traseiro mais estreito que o dianteiro na Mountain Bike?

O ideal é que sejam usados pneus de mesma largura na dianteira e traseira, porém com certeza você já deve ter visto, ou usado, pneus traseiros mais estreitos.
Vamos discutir um pouco sobre esse assunto para MTB!

Vamos lá?

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– “Os pneus mais rápidos são os mais estreitos”

Com certeza você já ouviu essa afirmação, e todos sabemos que os pneus das bikes speed são estreitos, logo a afirmação está correta, certo?
Não para o MTB, pois com a popularização das bikes Plus Size, vemos que é possível ter velocidade mesmo em tamanhos maiores de pneus.

Mas o que são as bikes Plus Size?
Elas sugiram após a criação das famosas Fat Bikes. As Fat foram criadas para terem boa performance em terrenos extremos, como neve e areia e seu pneus passam dos 4.0” de medida.
Os fabricantes perceberam que entre os pneus enormes das Fat e os comuns das MTB, havia mais um nicho de oportunidade: as Plus Size. Os pneus das Plus tem largura maior que 2.8”, chegando até a 3.5”

Essas bikes já estão presentes em praticamente todas as trilhas e com um excelente desempenho de velocidade, tração, aderência, controle e segurança.
Dessa maneira, podemos dizer que não é sempre que pneus mais rápidos têm que ser estreitos, principalmente quando o assunto é MTB.

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Bike Plus Size 27.5×2.80

– “As bikes saem de fábrica desse jeito”

Isso é verdade, muitos fabricantes já colocam nas bikes pneus mais estreitos na traseira. Mas isso acontece pois existe um mercado consumidor para isso, e certamente você já ouviu o ditado “em time que está ganhado não se mexe”.
Mas esse é um pensamento errado. Um exemplo disso são os aros 27,5”, que já tinham sido inventados há mais de 30 anos por Geoff Apps, porém nenhuma fabricante se interessou pois todos já compravam as bikes 26” e não mudaram esse pensamento até meados dos anos 2000 quando “inventaram” os aros 27,5” novamente.


– “Só uso em asfalto ou estrada”

Então é melhor você pensar em trocar a MTB por uma bike muito melhor para esse tipo de terreno – as Cyclocross.

Elas parecem bikes speed, porém com diferenças específicas como pneus mais largos e com cravos, maior folga entre o pneu e o quadro/garfo, freios a disco (esse freio é usado nelas bem antes de irem para as speed), transmissão mais leve, entre outras.

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Bike Cyclocross

Também existem outros motivos para não ter um pneu mais estreito na traseira:

– Pressão

O uso dos pneus tubeless é uma tendência que veio para ficar. São pneus melhores, mais tecnológicos e que usam muito menos pressão do que seus irmãos de arame ou kevlar convencionais.
Já em um pneu estreito é necessário deixa-lo com uma pressão maior.

Pelo desempenho das Plus Size atuais, uma pressão menor traz mais aderência, mais segurança e mais velocidade nas trilhas.

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Pneus Tubeless usam muito menos pressão

– Banda de Rodagem

Esse deve ser o seu foco!
Hoje em dia temos uma enorme oferta de tipos diferente de banda de rodagem, cada uma desenvolvida para um tipo específico de terreno e situação.

O que faz muita diferença é colocar uma banda de rodagem de alta aderência na frente e uma de média ou baixa aderência atrás – combinação essa que é muito usada no Cross Country.
Dependendo do terreno e trilha que você irá encarar, escolha sempre pneus com banda de rodagem diferentes, pois o ganho será sempre maior.

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Escolha pneus com banda de rodagem diferentes na dianteira e traseira

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Talco nos pneus e câmaras?

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Ao comprar um pneu novo para a sua bicicleta, é muito comum ele chegar com uma “camada” branca ou até mesmo amarelada por sobre a borracha.

Os fabricantes passam um TALCO INDUSTRIAL para conservar os pneus. Eles são armazenados em um local escuro, junto com este talco, para ajudar o pneu a ficar livre de umidade e durar mais, evitando assim o ressecamento da borracha e rachaduras por não estarem sendo utilizados.

Se um pneu chegar até a sua casa com uma coloração, não se assuste: é sinal de que ele é realmente NOVO! É apenas a camada de talco que vai ganhando cor com o passar do tempo – basta instalar seu pneu e nas primeiras pedaladas esta camada de talco já sai.

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Já sabemos que os pneus recebem esse talco para conservação da borracha antes do uso regular, mas e as câmaras?

Existem câmaras que já vem de fábrica com talco aplicado nelas.

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Quando temos o contato borracha X borracha entre a câmara e o pneu, é preciso ter menos fricção e mais movimento durante o processo de enchimento da câmara, evitando “beliscões” que possam resultar em furos.
As câmaras com talco tem uma performance melhor que as sem talco específico.

A minha câmara não veio com talco de fábrica, tenho que trocá-la?

Não é necessário realizar a troca, apenas considere aplicar um pouco de talco no interior dos pneus durante a montagem. Esse procedimento irá evitar atrito entre a câmara de ar e a parede interna do pneu permitindo que a câmara se movimente mais livremente no processo de enchimento.

Jogar talco na sua câmara de ar antes da instalação no pneu faz com que a superfície da borracha fique escorregadia. Isso evita que o pneu e a câmara fiquem presos um ao outro, reduzindo o atrito e evitando a chamada “mordida de cobra”, que é quando o pneu belisca a câmara ao passar em um buraco, por exemplo, furando-a.

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5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

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Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

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Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

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Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
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