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Campeonato Mundial MTB XCO: Nino Schurter se consagra e Henrique Avancini faz história novamente

Com corridas emocionantes, a temporada de cross country olímpico encerra-se em grande estilo em Lenzerheide, na Suiça.

A Mercedes-Benz UCI MTB World Cup, coroou no último sábado (08/09), os maiores atletas do ano: Nino Schurter, que venceu em casa, e a americana Kate Courtney que travou uma batalha durante toda a prova contra sua companheira de equipe Annika Langvad para vencer nos últimos instantes, superando inclusive a favorita local, e campeã de 2017, Jolanda Neff.

O brasileiro Henrique Avancini repetiu o resultado do ano passado, conquistando o 4º lugar numa disputa com o suiço Florian Vogel.

 

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Henrique Avancini – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

 

“Mais uma grande performance, repetindo a marca de 2017. Não consegui me livrar do pelotão perseguidor, que não estava muito preocupado em fazer a coisa andar para buscar uma medalha. Acabei jogando muita energia fora… No geral, um último capítulo de XCO dessa temporada, marcante para nós, que foi do começo ao fim com bons resultados. Foi um prazer largar como número 2 do ranking mundial, vestindo a camisa amarela!”, disse Avancini.

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Torcida da casa para Nino Schurter e Jolanda Neff – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool
Veja o que aconteceu na Copa do Mundo UCI MTB XCO 2018

XCO Feminino

A campeã mundial de 2017, a suiça Jolanda Neff, era a favorita da torcida local. Ela atacou logo no início, mas foi a dinamarquesa Annika Langvad que assumiu a ponta e controlou a corrida.

Kate Courtney estava em segundo mas Langvad mantinha uma distância de 20 segundos para sua adversária.

Langvad chegou a sofrer uma queda e perdendo tempo, com isso Courtney foi tirando a diferença a cada volta.

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Annika Langvad após sofrer a queda – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Na penúltima volta, Courtney estava a apenas 7 segundos atrás de Langvad. A jovem atacou e chegou a ultrapassar a dinamarquesa, que contra atacou e voltou a frente.

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Kate Courtney – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

 

Com muita habilidade técnica, Courtney tinha vantagem nas descidas e raízes. E aproveitou-se de um erro de sua adversária para assumir a liderança, mantendo sua vantagem até cruzar a linha de chegada.

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Kate Courtney – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Langvad ficou com a prata após dominar toda a corrida, Batty ficou com o bronze e a favorita local, Jolanda Neff, ficou com a quarta colocação.

Brasileiras

As ciclistas brasileiras na prova, Raíza Goulão terminou na 29ª posição, e Jaqueline Mourão no honroso 36º lugar.

Resultados – Elite Mulheres

1 – COURTNEY Kate 1:34:55
2 – LANGVAD Annika +0:47
3 – BATTY Emily +1:58
4 – NEFF Jolanda +2:13
5 – WLOSZCZOWSKA Maja +3:15
29 – GOULAO HENRIQUE Raiza -1 volta
36 – MOURAO Jaqueline -1 volta

XCO Masculino

O destaque para a prova masculina ficou mais uma vez para o suíço Nino Schurter. Ele atacou forte logo no inicio para abrir vantagem e se destacar do pelotão.

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© BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Schurter claramente não queria pedalar com um pelotão grande e ainda na primeira volta conseguiu abrir diferença dos demais.

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Nino Schurter – © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Italiano Gerhard Kerschbaumer encostou em Schurter na volta 2 e mantiveram o ritmo alto na liderança da prova.

No grupo perseguidor estavam Mathieu Van der Poel, Henrique Avancini, Florian Vogel, Lars ForsterLuca BraidotMaxime MarotteMathias FlückigerTitouan Carod e Thomas Litscher.
Van der Poel escapou e pedalou sozinho na terceira posição a partir da quarta volta. 

Avancini se destacou e manteve a ponta do grupo atrás de Van der Poel. Junto com o brasileiro estavam Vogel, Flückiger e Carod.

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© BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

No final da prova, Kerschbaumer acompanhava o ritmo de Schurter, mas no final da sétima volta, o suíço acelerou forte e conseguiu se separar do italiano.

Schurter abriu 11 segundos sobre Kerschbaumer e entrou sozinho na arena de Lenzerheide para comemorar seu quarto título consecutivo de Campeão Mundial de MTB XCO!

Kerschbaumer ficou com a prata e Van der Poel com o bronze. Avancini e Vogel “sprintaram” para o quarto e quinto lugares, respectivamente.

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Schurter venceu o Mundial em 2009, 2012, 2013 e todos os anos desde 2015 © BARTEK WOLIŃSKI – Red Bull Content Pool

Brasileiros

Henrique Avancini terminou em 4º lugar, Guilherme Muller em 42º lugar, Luiz Henrique Cocuzzi na 61ª posição e José Gabriel no 78º lugar.

 

Resultados – Elite Homens

1 – SCHURTER Nino 1:29:21
2 – KERSCHBAUMER Gerhard +0:11
3 – VAN DER POEL Mathieu +1:14
4 – AVANCINI Henrique +1:53
5 – VOGEL Florian+1:54
42 – GOTARDELO MULLER Guilherme +7:36
61 – COCUZZI Luiz Henrique -2 voltas
78 – MARQUES de ALMEIDA Jose Gabriel -4 voltas

Como conservar e limpar o capacete de bicicleta

Você apenas deixa o capacete jogado em qualquer canto após o retorno do pedal e das trilhas?
Você nunca lavou? Ou verificou se existem fissuras ou micro rachaduras?

Se você nunca pensou nisso, sinto informar que você está fazendo muito errado!
É hora de separar um tempo para se dedicar na conservação e limpeza desse tão importante item de segurança.

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Separamos algumas dicas que podem lhe ajudar nessa tarefa

1) Lave com frequência

Lavando regularmente, você evita que odores desagradáveis aparecem e aumenta a durabilidade do capacete. O suor da transpiração também pode danificar as correias e as espumas.

Utilize água em abundância, sabão neutro e uma escola de limpeza. Retire as espumas e as correias (se possível) e lave-as a parte.
Seque com uma toalha de papel e deixe o capacete secar por completo à sombra.

2) Verifique o estado do capacete

Após a secagem completa, verifique se o capacete possui amassados, fissuras ou micro rachaduras internas. Na parte externa também procure por amassados e áreas deformadas. Se localizar algum desses itens, o melhor a fazer é substituir o capacete, pois a proteção dele provavelmente já está comprometida.

Verifique o estado do sistema de fixação. Muitos modelos atuais permitem a troca de apenas essas partes, o que se torna uma boa opção se o restante do capacete estiver em boas condições.

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3) Guarde corretamente

Os capacetes devem ser guardados longe de fontes de calor e em local seco e arejado. O calor pode deformar a estrutura do capacete, comprometendo a capacidade de absorver impactos.

4) Verifique o uso de acessórios

O uso de acessórios deve ser usado com cautela. Faróis, câmeras ou retrovisores podem prejudicar a capacidade de proteção do capacete.
Instale esses equipamentos sempre seguindo a orientação dos fabricantes do capacete e dos acessórios.

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5) Troque quando for necessário

Os capacetes são desenvolvidos para suportar um único impacto. Não pense que por ter sido uma queda leve, e o capacete parecer inteiro, que ele pode continuar a ser utilizado.

Após uma queda onde o capacete foi atingido, o substitua imediatamente.

 

6) Observe a vida útil do capacete

Por melhor que seja a marca e mais tecnológico que seja, o capacete não dura para sempre. A maioria dos fabricantes recomenda a troca a cada três anos, devido à ação do tempo, sol, transpiração e outros fatores.
Sempre consulte as recomendações do fabricante.

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E como está o seu capacete?
Se precisando trocá-lo, temos diversos modelos aqui na Azupa! Confira!

Formas de acelerar a recuperação no pós-treino MTB

Uma recuperação correta após cada treino é tão importante quanto fazer o próprio treino intenso. Muitos especialistas no assunto afirmam que a fase de recuperação é tão ou mais importante que o treino em si.

A falta de recuperação entre pedaladas muito puxadas pode resultar em perda de desempenho, lesões e alterações no organismo.

Pensando nesse ciclo de treino (pedal forte e recuperação), listamos algumas técnicas de recuperação eficientes para o seu treino.

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·         Recuperação ativa

A recuperação passiva acontece pelo descanso, já a recuperação ativa é realizada com pedais de baixa intensidade (de 30 minutos à 1 hora). Esse é o método mais importante quando se realizado no momento certo.
Um pedal leve vai levar nutrientes e hormônios para a musculatura e reconstruir o que foi danificado. Dependendo do nível da competição ou treino realizado, se torna necessário ficar de dois a seis dias pedalando leve para recuperação completa.

·         Banheira de gelo (Crioterapia)

Muito usado em outros esportes, como o futebol, a técnica consiste em mergulhar as pernas dentro de uma banheira de gelo. Esse procedimento atinge vários músculos e tendões ao mesmo tempo, ocasionando a vasoconstrição, que faz com que parte dos resíduos tóxicos seja jogada para a corrente sanguínea para ser eliminada.
Quando o sangue volta a passar pelo local, leva nutrientes e ajuda na limpeza dos detritos das micro-lesões. Essa área pode permanecer irrigada por mais de 2 horas depois do tratamento com o frio.

·         Alongamentos

Os alongamentos são importantes para o ciclista ter mais flexibilidade e gerar toda a força possível no movimento do pedal. Isso pode evitar lesões e acelerar a recuperação.
Após um treino forte ou competição, o alongamento feito corretamente, aumenta a circulação com mais oxigênio e nutrientes, diminuindo também a rigidez dos músculos e tendões.

·         Estimulação elétrica

É quando são utilizados equipamentos que geram correntes elétricas de baixa intensidade, que geram uma contração involuntária dos músculos. Assim como o alongamento, esse método aumenta a irrigação sanguínea e contribui para recuperar os músculos.

·         Massagem

Além de irrigar a musculatura, ela ajuda a drenar resíduos da contração muscular e auxilia na diminuição da inflamação local.
Para ter um bom efeito, no pós treino basta fazer 8 a 10 min que serão suficientes.

Faça disso uma atividade permanente

Um treinamento para realmente se tornar funcional e ser efetivo, tem que contar com a realização constante dos métodos de recuperação.
Alterne o treino pesado com fases de recuperação e respeite seu limite físico para não ter excessos de treinos, o que ocasiona queda do desempenho e perda da habilidade técnica.

 

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Tem mais alguma que você usa no seu pós-treino? Comente!

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Descida das Escadas de Santos 2018

Jejum brasileiro de vitórias é encerrado na 16ª edição da prova realizada no Morro do Pacheco em Santos

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Desde 2009 um brasileiro não era campeão da Descida das Escadas de Santos, na Baixada Santista, que é considerada uma das principais provas de downhill urbano na América do Sul.
A final foi disputada no domingo (4 de março) e teve como grande campeão o ciclista Gabriel Giovannini, de Indaiatuba (SP).

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Etapa da Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Assessoria de Imprensa)

 

O circuito do Morro do Pacheco, tem 514 degraus em uma pista de 600 metros de extensão, além de um desnível de 143 metros (equivalente a um prédio de 45 andares). O vencedor marcou o tempo de 56s435, Lucas Borba terminou em segundo, com 57s302, seguido por Bruno Pinto, com 58s041.

A 16ª edição da prova contou com a participação de 80 atletas de cinco países: Brasil, Equador, Chile, Colômbia e Espanha.

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Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Assessoria de Imprensa)

As eliminatórias aconteceram no sábado e dez atletas foram classificados para as semifinais no domingo.
Gabriel Giovannini cravou o melhor tempo entre os cinco finalistas e confirmou o confirmou o favoritismo ao conquistar o menor tempo na final, mesmo com alguns problemas para enfrentar – o pneu da sua bike saiu do aro instantes antes de cruzar a linha de chegada.

O último brasileiro a ganhar a prova tinha sido Wallace Miranda, em 2009. Na edição de 2018, ele fez uma boa disputa terminando na 4ª colocação.
Vale lembrar que desde 2010, só estrangeiros dominavam a prova, o polonês Filip Polc levou os títulos em seis temporadas (2010, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), o equatoriano Mario Jarrin (em 2011) e o espanhol Javier Raton Guijarro (em 2017).

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Etapa da Descida das Escadas de Santos (Foto: Bruno Nunes/Asessoria de Imprensa)

Entre as mulheres, Bruna Ulrich mostrou estar em um patamar mais elevado do que suas adversárias nesta competição, fechando com um cerca de 17 segundos de vantagem sobre Patricia Loureiro, a segunda colocada.

Resultados Finais:
Masculino
1 –
Gabriel Giovannini: 56,4 segundos
2 – Lucas Borba: 57,3 segundos
3 – Bruno Silva: 58 segundos
4 – Wallace Miranda: 59,3 segundos
5 – Frederico Vieira: 58,6 segundos

Feminino
1 – Bruna Ulrich: 1:15.659
2 – Patricia Loureiro: 1:32.256
3 – Amanda Dutra Santos: 1:35.813

E aí?
Encara essa descida também?

Não esqueça que a sua bike tem que estar preparada para o Downhill Urbano e o pneu certo faz toda diferença!
Temos diversos modelos de pneus Downhill aqui na Azupa!

Você sabe escolher o capacete ideal?

Não estamos falando apenas do visual, mas de detalhes simples e muito importantes, que farão toda a diferença para a escolha certa.

O primeiro passo é verificar o tamanho do diâmetro da sua cabeça com uma fita métrica, deixando-a no centro da testa e acima das orelhas e sobrancelhas. Assim você conseguirá combinar com o diâmetro dos capacetes na hora da compra.

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Veja as medidas indicadas para a escolha por tamanho: 

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Para facilitar o acerto, na compra prefira os modelos de capacetes que possam ter a regulagem de aperto, assim você poderá deixar mais agradável e confortável. Aconselhamos também verificar se as almofadas, ou espumas, internas são removíveis, assim a limpeza fica mais fácil, aumentando o tempo de vida do capacete.

Agora que sabemos o tamanho certo, que tal conhecermos os tipos de capacetes?

TIPOS DE CAPACETE

Capacetes Abertos

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São os mais utilizados e seu formato, em forma de concha, serve para melhorar a aerodinâmica e para ser mais eficiente em quedas horizontais. Alguns modelos vêm com viseira removível, que além de proteger do sol, protege também de galhos e outros objetos.
Os modelos com viseira são mais usados por praticantes de mountain bike, enquanto os sem viseira, pelos praticantes de ciclismo de estrada.

Capacetes urbanos

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Também chamado de “coquinho”, são mais fechados e achatados na parte superior. São indicados para modalidades onde existe risco de uma queda vertical, como BMX. É uma ótima opção para o ciclismo urbano.

Capacetes Fechados

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São maiores e mais pesados, indicados para modalidades extremas. Possuem proteção de queixo e são muito utilizados por praticantes de Downhill e algumas modalidades de BMX.

Capacetes de Ciclismo de Pista

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Esses capacetes são próprios da modalidade e seu design é testado para vencer a resistência aerodinâmica nas provas de velódromo. Possuem a parte traseira alongada e visor integrado.

Depois de sabermos quais são os tipos de capacete, precisamos nos atentar em alguns fatores que, combinados, lhe trarão os benefícios necessários para o pedal.

Um bom capacete deve oferecer um equilíbrio entre proteção, cobertura, ventilação e conforto. Vamos analisar cada fator.

Proteção

Deve-se levar em consideração o material utilizado na fabricação do capacete. Há uma variedade de materiais, cada qual com sua característica específica, como peso e resistência.

A maioria dos capacetes é fabricada em EPS (poliestireno expandido), mas também encontramos modelos em fibra de vidro ou plástico.

As tecnologias, processos e materiais aplicados também influenciam no desempenho e no preço. Por esse motivo é necessário analisar o tipo de modalidade que você pretende praticar e quanto deseja investir.

Sempre verifique se o capacete possui certificados de qualidade. Essa é a garantia que o produto é bom e de qualidade. Não escolha um capacete apenas pelo preço, afinal, ele é um investimento!

Cobertura

Ainda dentro da proteção, o capacete deve oferecer uma boa cobertura. Não adianta usar um capacete se ele cobre somente uma pequena parte da sua cabeça.

O ideal é que ele envolva a traseira, lateral e frente do crânio, como se fosse um boné. Deve servir bem, sem apertar e a parte dianteira deve ficar a cerca de 2,5cm acima da sua sobrancelha.

Ventilação

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Esse é um importante fator, pois não é somente conforto, mas sim de saúde. O couro cabeludo também precisa transpirar durante a realização de um exercício.

Por isso, procure um capacete com diversas entradas e saídas de ar, proporcionando assim a ventilação adequada.

Conforto

É preciso considerar o encaixe do capacete na cabeça e também as tiras de fixação. Ele deve ficar firme na cabeça sem apertar em nenhum dos lados.
Mesmo sem as tiras, o capacete deve permanecer na cabeça, porém sempre use com todos os itens de proteção.

Ajuste do capacete

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A maioria dos capacetes possuem um dispositivo de regulagem na parte traseira e não deve estar apertado ou folgado.
As tiras de fixação também devem estar corretamente ajustadas e sua orelha deve ficar no meio do “triângulo” lateral e a ponta de encontro destas duas faixas devem estar logo abaixo da orelha, próximo à sua mandíbula.

A parte que oferece suporte à parte superior deve passar abaixo do queixo e não deve ficar firme e nem muito solta. O recomendado é ter uma folga de 2 à 3 dedos, o que será suficiente para manter o capacete na sua cabeça e não lhe causar desconforto.

Considere todos esses fatores e certamente você terá um ótimo equipamento com proteção adequado.
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Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26

Elas vieram para ficar!
Inúmeros praticantes aderiram à novidade das bikes aro 29, mas muitos ciclistas ainda estão incertos sobre a diferença entre as bicicletas aro 29 e 26.
Vamos ajudar você a entender melhor as vantagens e desvantagens do aro 29 em relação ao aro 26.

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Modelo de bicicleta aro 29

A primeira diferença é a mais óbvia: o tamanho. A maioria das bicicletas mais simples e mais antigas já vem de fábrica aro 26 e é até fácil perceber essa primeira diferença visual!
Mas quais as mudanças que essa diferença de tamanho causa? Veja alguns exemplos:

  • Comparando com a roda aro 26, a 29 tem melhor performance ao encarar rochas e raízes, isso devido a sua circunferência maior que proporciona menor ângulo para atacar os obstáculos das trilhas.
    Um bom exemplo é imaginar um degrau, quanto maior a circunferência do aro, mais fácil a roda passa pelo degrau;
  • No aro 29, a superfície de contato do pneu com o chão é maior, cerca de 9 cm de comprimento, enquanto o aro 26 tem cerca de 6 cm de comprimento. Assim cada pedalada rende uma distância maior que é percorrida;
  • As câmaras de ar 29 suportam um volume de ar bem maior, o que traz mais conforto ao pedalar.
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Diferença de tamanho entre o aro 29 e o aro 26

Mas só vimos vantagens ao escolher o aro 29.

Existem desvantagens?
Sim, existem, e variam de ciclista para ciclista. Vamos listar algumas delas:

  • O aro 29 é mais pesado se comparado ao 26. Isso devido à circunferência maior do aro. Mas o peso pode variar dependendo do material utilizado na fabricação desses produtos;
  • As bicicletas 26 tem maior agilidade em terrenos mais fechados;
  • Ciclistas mais baixos podem ter dificuldade em se adaptar ao tamanho, porém esse é um problema que tende a desaparecer, pois os fabricantes já estão fazendo quadros com geometria adequada ao tamanho de diferentes aros.
  • Os componentes da bicicleta (quadro e garfo) devem ser compatíveis com a roda 29.
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Suspensão indicando compatibilidade

E qual o tamanho da roda que devo usar?
Não existe uma regra geral, pois cada ciclista deve analisar diversos fatores e escolher a melhor opção para a sua necessidade. Vamos ver alguns desses fatores:

  • Altura: Ciclistas mais altos (1,80m para cima) não encontrarão problemas ao escolher o aro 26. Já os ciclistas mais baixos (1,50m à 1,70m), o ideal é verificar se tem a possibilidade de combinar o quadro adequado à altura com o aro 29. Fazer um bikefit seria ideal para saber o tamanho do quadro perfeito para a sua faixa de altura;
  • Suspensão: Os diferentes modelos de suspensão também afetam na mudança. Por exemplo, se o ciclista já está adaptado a uma suspensão com curso (tamanho do amortecimento) de 130mm, terá que se adaptar novamente pois as bicicletas de aro 29 normalmente tem um curso menor;
  • Terreno: As bicicletas aro 29 terão uma agilidade menor em trilhas mais fechadas, isso devido a circunferência maior das rodas. Já para trilhas mais abertas, cicloturismo ou até mesmo apenas para lazer, o aro 29 trará um rendimento maior, além de mais conforto.

Antes de escolher o tamanho do aro, leve em conta as vantagens e desvantagens que cada um tem. A escolha vai depender do objetivo e tipo de rendimento que você busca no pedal. Analisando esses fatores, você encontrará o tamanho ideal para o seu uso.
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Se a sua escolha são os aros 26, temos diversos modelos de pneus para você! Confira aqui!

Mas se está do lado dos aros 29, também temos os pneus certos para você! Aproveite aqui!

5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

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Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

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Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

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Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
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Todos os itens necessários você encontra na Azupa Bike Store!

5 perfis de bike que você precisa seguir no Instagram

post_top5_instagramO dia a dia no mundo da bike sempre é muito interessante e inspirador. Poder acompanhar os atletas profissionais, amadores e pessoas que vivem e respiram bike é muito gratificante.
O Instagram é uma ótima ferramenta para podermos acompanhar isso e também interagir com eles. Lá encontramos os treinamentos, produtos que eles usam e fatos dos bastidores das competições.

Confira nossas sugestões para você seguir:

O primeiro não é de um atleta, mas sim de uma marca.
Perfil da marca voltado exclusivamente para o mundo da bike. Nele você encontrará, além de imagens belíssimas, vídeos de seus pilotos e bastidores dos seus principais eventos.
Em 2018, não perca as postagens sobre o “District Ride” (evento de MTB Slopestyle dentro da cidade de Nuremberg, na Alemanha), o “Hardline” (uma das principais competições de downhill do mundo) e o “Rampage” (principal prova de freeride do planeta).post_top5_instagram1

Uma das maiores atletas de downhill, Rachel utiliza sua conta para mostrar seu lado mais zen e os cotidianos da sua vida. Acompanhe seus treinamentos, competições, férias e os passeios com o seu dog Caio.post_top5_instagram2

Esse jovem australiano de apenas 23 anos é conhecido no circuito mundial por ser um dos pilotos mais rápidos nas curvas.
No seu perfil, você irá encontrar saltos, trilhas e vídeos que realmente valem a pena conferir.post_top5_instagram3

Duncan é um fotógrafo inglês que vive o mundo do ciclismo. É conhecido por trabalhar com grandes marcas. Os melhores cliques do MTB você irá encontrar nesse perfil.

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Considerado uma lenda do esporte, o ciclista britânico Steve Peat é sinônimo de Campeonato Mundial de Mountain Bike.
Profissionalmente, Peaty precisou de 17 anos de tentativas para sagrar-se campeão mundial, que o levou a colecionar quatro medalhas de prata neste período.

Aposentou-se das competições em 2016, mas seu dia a dia é repleto de MTB. Vale a pena conferir.
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Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

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Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

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Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

E lembre-se, tudo pra sua #VidaComBike você encontra aqui na Azupa!

Qual seu estilo de Selim – escolha com cuidado!

Cada modalidade ou estilo de bike utiliza determinado tipo de selim, e dependendo do caso, sua troca descaracteriza o produto.

Para uma bike que anda nas praias, seja na areia ou na ciclofaixa e trafega por caminhos planos, por exemplo, um selim grande e pesado não faz muita diferença.

Já para uma bike de competição modelo de estrada ou mountain bike, cada grama conta, principalmente quando estamos subindo uma montanha. Agora se seu pedal é apenas urbano ou lazer, um selim mais confortável e macio deve ser seu foco.

Existem diversos tipos e modelos variados de selim.  post_tipos_selins

A escolha correta do selim é algo que deve ser feito cuidadosamente, sem levar em consideração somente a estética da peça.

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Selins largos – com molas, gel e espuma extremamente macio e confortável – normalmente equipam as bikes urbanas/lazer, mas podem ser um pesadelo em uma mountain bike. Devido a quantidade de pulos e trancos que a mountain bike encara nas trilhas, a escolha de um selim grande se tornaria muito desconfortável.

O selim ideal é algo muito pessoal, sendo que cada pessoa tem uma anatomia diferente. Para ser confortável, o selim precisa apoiar perfeitamente os ossos ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e apoiam o corpo quando estamos sentados) e este possui uma estrutura em sua construção que permite que o mesmo trabalhe conforme o movimento que a bike faz com seu peso sobre o selim.

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Mulheres possuem uma distância entre os ísquios maior que os homens, fazendo com que os selins femininos, na maior parte das vezes, sejam mais largos que os masculinos.

Os selins que possuem uma abertura no centro, são chamados de anti prostáticos, pois aliviam a pressão no períneo, evitando problemas futuros de saúde.

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Para encontrar o selim perfeito, vá a uma bike shop, converse com atletas e outros ciclistas da modalidade que você pratica, e o mais importante… faça um bike fit!

A importância do bike fit nessa hora é imensa. Você pode ter o selim mais caro do mundo ou o mais adequado para sua anatomia, mas se ele não estiver na altura correta para você, de nada vai adiantar. A altura errada poderá fazer com que você tenha que fazer movimentos desnecessários sobre o selim, causando contato e dores desnecessários.

E aí, qual seu estilo?

Nós temos todos os estilos de Selim aqui!