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Dicas para ir pedalando ao trabalho

Andar de bicicleta traz inúmeros benefícios para o nosso corpo e nossa mente, além de ser um meio de transporte que não polui e quanto mais pessoas de bicicleta, menos carros e mais limpo o ar da sua cidade fica.
Além disso, a bicicleta ajuda a solucionar o trânsito pois diminui a quantidade de veículos nas ruas: um ciclista indo trabalhar de bicicleta é um carro a menos da rua!
Acredite, você melhora a sua cidade ao usar a bicicleta.

Confira os Mitos e Verdades sobre usar a bike no dia a dia

Ao sair para pedalar na cidade, seja indo ao trabalho ou um passeio de lazer, é preciso seguir as regras do Código de Trânsito Brasileiro, respeitar os outros elementos que compõem o trânsito (pedestres, motoristas, motociclistas, entre outros) e utilizar os equipamentos de segurança para que o seu trajeto seja tranquilo e sem surpresas.

Aqui estão outros fatores que você deve levar em conta ao ir pedalando para o trabalho:

– Verificar como estão as condições de uso da bicicleta. Faça uma checagem completa nos pneus, verificando a calibragem e o desgaste deles, a regulagem do freio deve estar em dia e as roda devem estar fixadas corretamente.

– Após essa primeira verificação, verifique se a altura e a posição do selim estão corretas.

– Não se esqueça de utilizar os equipamentos de seguranças: capacete, luvas, óculos etc.

– Tendo a possibilidade de se trocar no trabalho ou academia, opte por roupas esportivas para pedalar.

– Use roupas com cores chamativas, mais visíveis para os motoristas, e escolha uma bermuda com acolchoamento para ter maior conforto.    

– Ao pedalar à noite, itens de iluminação são essenciais para manter a segurança do pedal. Faróis e piscas são itens indispensáveis para qualquer pedal noturno.

– Leve com você um kit básico de manutenção. Kit de remendo e ferramentas compatíveis com a sua bicicleta devem sempre estar com você. Câmara de ar reserva e bomba de ar portátil também são ótimas opções para qualquer eventualidade.

E como você se prepara para ir pedalando ao trabalho?
Conta pra gente!
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Dicas de sinalização ao pedalar a noite

Pedalar a noite, seja na cidade ou em uma trilha, é uma experiência inesquecível.

O que para alguns é mais uma forma de praticar o ciclismo, para outros, pedalar durante a noite é uma necessidade!
Quem vai trabalhar de bicicleta, geralmente a volta é realizada a noite.

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Nessas condições, os riscos tendem a aumentar, mesmo com a diminuição do trânsito.

Em estudo realizado nos EUA por Kenneth D. Cross e Gary Fisher, os tipos mais comuns de acidentes durante a noite são:
o ciclista não vê um obstáculo (buracos, pedras, pedestres e até outros ciclistas);
colisão contra esse objeto ou contra outro ciclista (normalmente ambos estão sem iluminação);
– o ciclista se envolve em um acidente com um veículo a motor.

Nesse mesmo estudo, foi constatado que cerca de 70% das ocorrências noturnas entre carros e bicicletas são colisões frontais ou atropelamentos em cruzamentos, num ângulo de 90º. Em 21% dos casos registrou-se um ciclista sendo atingido pela traseira.
De acordo com Kenneth e Fisher, que o simples uso do farol noturno poderia evitar 80% dos casos, pois a maioria dos acidentes estava ligada à má sinalização noturna do ciclista.

Com essas informações, temos alguns cuidados que devemos tomar para tornar as pedaladas noturnas mais seguras:
– Sinalização do ciclista
– Iluminação da bike
– Técnicas de condução

Qual é a diferença? Bicicleta Aro 29 x Bicicleta Aro 26 – Elas vieram para ficar!


A sinalização do ciclista

Essas sinalizações também devem ser utilizadas durante o dia, pois quanto mais “visíveis” ficamos, menores são as chances de acidentes.
A noite, usar roupas claras e chamativas faz com que você se destaque na visão dos motoristas. Um colete reflexivo também é importante.
Capacetes com fitas reflexivas ajudam a sinalização, e existem também alguns acessórios eletrônicos próprios de sinalização noturna para o ciclista vestir, tais como braçadeiras com leds que piscam, ou até faróis que são próprios para o capacete.

Os sinais gestuais também são grandes aliados para manter-se seguro ao pedalar na cidade! Sempre demonstre claramente a direção que você pretende seguir.

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Iluminação da bicicleta

O Código de Trânsito Brasileiro determina que a bike possua refletores na dianteira, na traseira e nas laterais.
Utilize uma luz intermitente (que pisque rápido/flash) na cor vermelha na traseira, já na dianteira, use uma luz na cor branca. Com esses dois acessórios, você ficará muito mais visível aos motoristas, pedestres e outros ciclistas.
Se possível, também utilize refletores nos aros e nos pedais.

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A iluminação do caminho também influencia o tipo de iluminação que deverá ser utilizada na bike, pois existem vários modelos de lanternas e faróis, desde os que usam pilha até os mais complexas com sistemas de LED e baterias recarregáveis.

Na cidade, a iluminação pública compete com a iluminação da nossa bike. A uma velocidade de 12km/h, um farol com lâmpada halógena de no mínimo 3 watts de potência deverá ser utilizado (esses valores aumentam proporcionalmente com o aumento da velocidade). Já em uma trilha, a necessidade de uma iluminação forte diminui bastante, pois nossa visão se adapta ao escuro.

Prefira sempre faróis com lâmpadas do tipo LED, pois a iluminação é bem mais eficiente. O sistema de lâmpadas halógenas também é bem satisfatório, sendo mais acessíveis.

Dica é sempre bom – 5 dicas de como limpar sua bike


Técnicas de condução

Ao pedalar a noite, tenha sempre em mente que você está invisível aos carros, dessa maneira sempre tenha atenção redobrada ao seu redor.
Se faz pedal noturno com frequência, aplique na bicicleta e/ou mochila fitas reflexivas. Se colocadas nos locais visíveis da bicicleta, elas são ótimas opções para te deixar visível para os motoristas, pedestres e outros ciclistas.

Use óculos com lentes âmbar (amarelas), antiofuscantes, que ajudam a inibir dificuldades com o reflexo da luz em sentido contrário.

Se possível, pedale em grupo e nunca de forma ostensiva, quando ocupamos totalmente a faixa de circulação de carros, pois isso costuma irritar os motoristas (algo que não deveria acontecer) e causar reações inesperadas e perigosas deles.

E como você se mantêm visível nas pedaladas noturnas?
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Como parar a ferrugem na sua bicicleta em 3 simples passos

A ferrugem é o resultado da reação entre o ferro e o oxigênio, ou seja, quando esses dois elementos se juntam, tendem a se unir para formar um terceiro: o óxido de ferro ou a popular “ferrugem”.

Bastam três ingredientes para que o caos seja instalado: ferro, água e ar. Nem é preciso jogar água no ferro para criar corrosão, o próprio ar da atmosfera já vem carregado de umidade.

Ela começa pequena, mas rapidamente cresce e consome grandes porções de metal. Em pouco tempo, a ferrugem pode danificar permanentemente as peças da sua bicicleta.
Se você notar cedo que a ferrugem está aparecendo, poderá removê-la e diminuir as chances de que ela volte a crescer.

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Vamos aos passos

Passo 1

A primeira coisa a se fazer é remover a ferrugem existente utilizando uma lã de aço ou uma lixa. Isso não faz com que a ferrugem pare de se espalhar, mas removê-la vai proteger o metal de ser ainda mais oxidado.

Passo 2

Se a ferrugem ocorreu em um local que perdeu a pintura, aplique uma pintura de retoque ou até mesmo esmalte para unhas. A tinta previne a exposição ao ar e a oxidação.

Passo 3

Agora é hora de aplicar alguma graxa protetora ou o já conhecido WD-40 para manter as partes expostas prevenidas contra a ferrugem. Nessa parte inclua engrenagens, corrente e cabos de freio, pois essas partes correm maior risco de enferrujarem por que estão expostas ao ar, mas a graxa vai ajudar a controlar isso.

Use produtos protetores como o WD-40 com frequência como forma de prevenção.

Importante: Se alguma parte da sua bicicleta sofreu oxidação profunda ou foi significativamente danificada, você talvez precise trocar a peça inteira.

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E o que você faz para proteger a sua bike da ferrugem?
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Como utilizar os cadeados para bike de forma segura

Dependendo do local e de quanto tempo a bike fique sozinha, sempre existe o risco de perder a bike, ou partes dela, por melhor que seja o cadeado.
É recorrente ouvirmos de ciclistas que já encontraram a bike com partes faltando após deixa-la presa em algum local.
Mesmo que não exista uma saída 100% eficaz, algumas atitudes podem ajudar a deixar a sua bike presa de forma mais segura.

Escolher um local onde ela esteja visível, ou tenha segurança confiável, e usar bons cadeados de forma adequada são boas opções. O ideal é trancar a bike com dois cadeados, um rígido em forma de “U” (U-Lock) e um flexível de aço.
Veja nas imagens abaixo as formas de utilização corretas dos cadeados.

Lembrando que também já fizemos um post explicando como utilizar de forma segura o “U-Lock” no paraciclo.
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Χ   Errado
Evite prender o cadeado somente na roda dianteira e no quadro, pois a roda traseira e o selim ficam vulneráveis.

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Χ   Errado
Evite prender o cadeado somente no quadro, pois a roda traseira, dianteira e o selim ficam vulneráveis.

 

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Χ   Errado
Evite prender o cadeado somente na roda traseira e no quadro, pois a roda dianteira e o selim ficam vulneráveis.

 

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√  Certo
Prendendo as duas rodas junto ao quadro, você previne o furto dos componentes fundamentais da bike.

 

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√  Certo

Uma das melhores maneiras de prender todos os componentes. Previne o furto do quadro, rodas e selim.

 

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√  Certo
Certamente está é a melhor forma de proteger sua bike. Retire a roda dianteira e prenda-a junto ao quadro e roda traseira com o U-Lock. Para garantir que o selim não será roubado, use o seu cadeado para prendê-lo.

 

Gostou das Dicas?
Tem mais alguma maneira que você usa os cadeados? Comente!

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4 procedimentos de manutenção que todo ciclista deveria saber

Por mais que você se esforce em manter sua bike em dia, o desgaste das peças e componentes sempre vem e em algum momento virá para a sua bike também.

As peças da bike não são gratuitas e, assim como a instalação delas por um profissional, gera uma despesa para o ciclista. Porém, muitas dessas tarefas podem ser feitas em casa, usando as ferramentas certas, reduzindo gastos e fazendo com que o ciclista entenda melhor a sua bicicleta.

Separemos alguns procedimentos que todo ciclista deveria saber fazer na bicicleta. Confira:

Substituir um raio quebrado

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Uma das piores coisas que pode acontecer na pedalada é um raio quebrado – que geralmente acontece no nipple da roda traseira, do lado do câmbio.

Nesse caso, você vai precisar de uma ferramenta para remover o cassete, uma chave inglesa e uma chave de raio. A princípio pode parecer complicado, mas com as ferramentas certas é relativamente fácil. Na roda dianteira é mais simples, por isso os passos para a roda traseira:

Remova o cassete e o raio quebrado primeiro (parte de baixo), e então remova o pneu para poder remover o raio. Então remova a fita de aro e o nipple (pecinha que segura o raio no aro) do raio quebrado, tomando muito cuidado para não deixar o nipple cair dentro do aro, ou você pode ter uma baita dor de cabeça para tirá-lo de lá.

Antes de colocar o novo raio preste atenção ao padrão de colocação dos outros raios e siga esse padrão, colocando ele na base do cubo, passando ele pelos outros raios e então prendendo-o com o nipple – sempre tome cuidado para não deixar ele cair dentro do aro.

Uma chave de fenda pode ser usada para apertar o nipple, embora a chave de raio seja mais adequada – ainda mais se você tiver mais de um raio para trocar.

Aperte o raio – teoricamente na mesma tensão do que quebrou – e verifique se a roda está reta ao rodá-la (coloque ela no eixo da bike para ficar mais fácil girá-la) e então, se você estiver satisfeito, coloque a fita de aro, pneu e – se era a roda traseira – o cassete.

Inspecionar uma corrente

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Estando no centro das funções mecânicas da bicicleta, a corrente se encarrega de aguentar o maior desgaste e stress de todos os componentes. Desse modo é extremamente necessário inspecionar, limpar e – se necessário – trocar sua corrente.

Mas o que devemos procurar ao inspecionar a corrente, e como devemos fazê-lo?

O método mais preciso é com uma ferramenta própria para isso, disponível em diversas marcas, formas e materiais, mas também é possível checar no método caseiro.

Um método é levantar a corrente na parte da frente da coroa (veja a foto abaixo).

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Levante em um intervalo entre os pinos e veja quantos dentes são revelados. Se aparecerem 3 ou 4 sua corrente pode estar desgastada. Uma alternativa é remover a corrente da bicicleta e coloca-la no chão, na mesma posição que ela estaria na bicicleta. Então a estique, pegue as duas pontas e torça a corrente, como se fosse juntar as duas pontas. Quanto mais perto você chegar de fazer um círculo completo, mais gasta está sua corrente. Correntes novas são mais difíceis de torcer.

Cada marca de corrente pode ter seu próprio esquema de remoção ou instalação. Na maioria dos casos, correntes são intercambiáveis entre marcas, mas nunca entre velocidades – uma corrente de 10v só pode ser substituída por uma 10v.

Mesmo com os métodos manuais, um medidor de corrente custa pouco e recomendamos que você sempre tenha um em mãos.

Trocar a corrente exige uma ferramenta e uma boa dose de paciência. É relativamente fácil e não se faz com frequência. Consiste basicamente em usar um extrator para remover um pino, que abrirá a corrente, colocar uma corrente nova, colocar o pino e introduzi-lo entre os elos da corrente. Muitos modelos de corrente possuem um pino próprio para isso.

Substituir pastilhas de um freio

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É fato que as pastilhas de freio vão se gastar com o tempo. Elas costumam não serem peças muito sofisticadas – nos V-Brakes, são blocos de borracha.

No caso dos V-Brakes eles são fáceis de trocar e devem ser conferidos regularmente. Com a roda removida para facilitar as coisas (dá para trocar com a roda montada também) desparafuse o parafuso que prende a pastilha, e tome cuidado com as porcas e arruelas para recoloca-las na mesma sequência (se a pastilha nova vier vier com porcas e arruelas novas, use-as).

Remover a pastilha costuma ser fácil, mas se precisar de força, tome cuidado para não arranhar ou amassar o aro.

Preste atenção na orientação – as pastilhas vêm marcadas com L e R (L= esquerdo e R= direito) quanto ao lado que devem ser instaladas. Recoloque-as com as arruelas e prenda com o parafuso do freio.

A probabilidade é que você terá que reduzir a tensão do cabo – girando o afinador do manete de freio no sentido horário – mas de outra forma, após uma verificação de alinhamento e do funcionamento, ele estará pronto para rodar.

O ajuste da tensão dos braços do freio se dá por parafusos que ficam nas laterais dos braços do freio. Ao apertar o parafuso, aumenta a tensão. O objetivo é regular ambas para que ao apertar o freio, ambos os braços se movam igualmente, para que as pastilhas atinjam o aro na mesma hora.

É importante lembrar que algumas marcas e modelos de aros requerem pastilhas específicas.

Já no caso dos freios a disco o procedimento depende muito da marca e modelo. Mas basicamente, depois de tirar a roda, basta remover a haste que segura as pastilhas na pinça. Ela pode ser um parafuso ou um arame duplo com uma ponta entortada. Basta desentortar a ponta e puxá-lo para fora. Trocar a pastilha observando a posição em que ela estava, usar uma chave de fenda com cuidado para encaixa-la nas laterais e então recolocar o arame ou parafuso. Cuidado para não apertar a alavanca de freio durante esse processo ou os pistões podem se deslocar.

Trocar um cabo de freio (ou de câmbio)

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Prevenir é melhor que remediar – ainda mais quando se trata dos freios. Cabos enferrujados podem romper-se com a força aplicada em uma frenagem.

Remover é uma tarefa fácil. Assim que o desconectar do freio ou câmbio por afrouxar o parafuso, puxe ele para fora do conduíte, seguindo em sequência, desde o ponto onde você o desengatou, puxando ele para fora até a alavanca de freio ou câmbio. Na maioria dos casos ele fica preso por uma bolinha ou cilindro. Basta puxar por essa bolinha, e em alguns casos, basta desencaixá-la.

Antes de colocar o novo cabo, coloque graxa nele para que ele trabalhe melhor e evite ferrugem e outros problemas. O ideal é limpar ou trocar o conduíte. Comece colocando ele pela alavanca de freio ou trocador de marcha, prendendo aquela bolinha ou cilindro no lugar correto. Puxe ele para se assegurar de que a bolinha encaixou e está segurando o cabo. Passe-o pelo conduíte – ou pelos conduítes. Se for trocar um conduíte interno, use o antigo de base junto com o cabo de aço para não ter dificuldades em chegar a saída.

Antes de apertar o novo cabo, puxe ele bem a partir do ponto final (freio ou cambio) para se assegurar de que não fique nenhuma folga. Verifique os encaixes dos conduítes. Assim que tiver certeza, prenda o cabo.

Gostou das dicas?

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Sinalização do ciclista

Os sinais acima são universais, e servem para indicar as ações mais básicas do ciclista no trânsito. São apenas quatro sinais, e dois deles indicam a mesma coisa, mas essa sinalização ainda é pouco conhecida por todos.
Por mais que alguns sinais sejam explícitos, é importante considerar que nem sempre são compreendidos.

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A regra geral é usar o bom senso para sinalizar suas intenções no trânsito da forma mais clara possível. Como essa é uma linguagem da rua, seu uso vai sempre variar e o melhor jeito de aprender é na prática.
Observe ciclistas mais experientes, use os sinais, perceba quais estão sendo compreendidos e quais as melhores situações para usá-los.

Dica: nos cruzamentos, sinalize até mesmo quando você for continuar em frente.

 

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Brasil Cycle Fair 2017

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Uma das maiores feiras de ciclismo no Brasil, a Brasil Cycle Fair, foi realizada na São Paulo Expo neste último fim de semana (22, 23 e 24). O evento contou com grande presença de público, além de lojistas, empreendedores e profissionais do setor.

Diversas marcas estavam com stands, além de competições e espaço para test ride de diversos modelos, área kids, pistas de BMX entre muitas outras atrações.

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Evento Dois em Um

Nessa edição, a feira foi “separada” em dois eventos. O lado de fora do pavilhão foi destinado para o público final com áreas de experiências, competições (Copa Internacional de Mountain Bike, BMX Super Spine), show de manobras BMX, bike foods, espaço para crianças, test rides, stands etc.

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Enquanto os visitantes aproveitavam as atrações do lado de fora, dentro do pavilhão, lojistas, fabricantes e importadores faziam negócios e também foram apresentadas as novidades e lançamentos do setor. O acesso ao pavilhão foi exclusivo aos profissionais do mercado de bicicletas, assim a feira obteve um melhor aproveitamento para cada público.

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Giro de Ideias

Espaço criado pelo Sebrae-SP em parceria com a Brasil Cycle Fair, pensado especialmente para os gestores, lojistas, empreendedores e profissionais do setor como um todo, e possuía uma programação diversificada para o primeiro e segundo dia de evento.

Sessão de negócios estimula novas ideias e troca de experiências entre empresários

Realizado no sábado (23), a Sessão de Negócios contou com um formato dinâmico de reuniões comerciais, com a ideia de promover a interação, troca de experiências e fomentar negócios entre empreendedores e empresários na feira. Durante a ação, cada empresário apresentou seu produto ou serviço aos outros participantes, que, depois, podem se conectar e compartilhar novas ideias.

Conhecimento

Além de diversão, negócios e discussões, aqueles que foram à feira, puderam assistir palestras, debates, workshops , aulas de assuntos como cicloturismo, mecânica de bicicleta, mobilidade urbana, tecnologias, empreendedorismo e economia. Tudo coordenado e monitorado por profissionais renomados e especialistas do mercado.

Área Kids – Diversão para crianças

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Na área Kids, as crianças puderam experimentar e pedalar mais de 20 modelos de bicicleta, entre eles a Balance Bike, para que possam desenvolver o equilíbrio no início do aprendizado. A ação criada especialmente para os pequenos promoveu a cultura da bike para a criançada.

Pump Track atraiu público infantil e ciclistas amadores

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Uma das apostas da feira foi o Pump Track, que aconteceu na parte externa da Brasil Cycle Fair. Logo no primeiro dia, a pista ganhou diversos adeptos que puderam sentir a emoção de pedalar na sequência de lombadas e curvas bem ao lado da pista oficial dos atletas de BMX.

Pista BMX

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Em uma rampa de formato em “W”, (formada por dois “quarter pipes” e uma “spine”), com cerca de 2 metros de altura, foi realizada uma etapa do BMX Super Spine, que atualmente é o maior circuito de BMX profissional da América Latina e vale para o Ranking Brasileiro da modalidade.
A competição contou com a participação dos principais atletas latino-americanos, e na pista, eles executavam manobras a até 3 metros acima da rampa.

Test Ride

Visitantes experimentam as melhores bikes do mercado

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Durante os três dias da feira, o Test Ride foi um espaço inteiramente pensado na experiência dos apaixonados por bicicleta.
Em duas seções separadas – Urbano e Mountain Bike – as principais marcas do segmento disponibilizaram diferentes modelos e lançamentos para os visitantes viverem a experiência de pedalar as principais bicicletas do mercado.

 

Você foi à Brasil Cycle Fair? Conta pra gente o que achou do evento!

 

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Como trancar sua bicicleta de forma segura no paraciclo

Essa dica é para utilização do “U-Lock”, uma espécie de cadeado em forma de ‘U’.

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Siga essas dicas de posicionamento e não se esqueça de procurar um paraciclo que esteja preso firmemente ao solo e em um local movimentado. Locais com muita circulação de pessoas dificulta a ação dos ladrões.

Recomendamos que, além da U-Lock no quadro, prenda a roda que ficou sobrando com uma corrente emborrachada, só para garantir.

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