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Bicicletas diferentes para cada modalidade?

Escolher a bicicleta correta para a modalidade que mais se encaixa no seu tipo de perfil será essencial para que tenha um bom desempenho e evolua com facilidade no esporte.

O tipo de terreno e outras especificações também vão ser determinantes para a escolha da sua companheira de pedal.

Vamos falar um pouco sobre a bicicleta das principais modalidades:

Mountain Bike

Uma das modalidades mais conhecidas e praticadas no mundo todo, acontecendo em terrenos terra e com percursos que possuem vários obstáculos como buracos, subidas e descidas.

Os pneus desse tipo de bicicleta são mais largos, proporcionando mais estabilidade nos terrenos acidentados. Devido à largura, permitem maior aderência dando mais segurança e controle de tração.

As marchas das bicicletas de MTB, variam entre 18 e 27 (bikes para iniciantes) e de 11 a 30 (bikes profissionais).

O tipo de terreno onde são utilizadas, fazem com que os quadros das mountain bikes sejam mais reforçados para suportarem os impactos, sendo fabricados em alumínio ou fibra de carbono.

Road Bikes

Totalmente oposto às mountain bikes, as bicicletas de estrada são mais leves e possuem menos marchas.
São resistentes mas sem a necessidade de terem quadros reforçados, também sendo fabricados em alumínio e carbono, por serem materiais mais leves e auxiliam na velocidade da bicicleta.

BMX

Esse tipo de bicicleta tem a característica de ser mais baixa, com quadro mais comprido e guidão móvel para as manobras.

O BMX se divide em duas modalidades, o BMX Racing (corrida) e o BMX Freestyle (Manobras).

O Racing consiste em competições do esporte mais focado na parte de corrida, onde o competidor tem que fazer o percurso no menor tempo.
As baterias das provas são feitas em circuitos com rampas e curvas de alto nível de dificuldade.

O estilo livre, ou freestyle, é subdividido em outras cinco modalidades: Dirt Jump, Vert, Street, Park, e Flatland, sendo diferenciadas pelo local e a forma de como são executadas as manobras.
Assim como o MTB, cada modalidade do BMX requer pneus, peças e acessórios específicos para melhorar a performance.

Velódromo

São bicicletas com design mais arrojado e específico para o tipo de circuito em que são utilizadas. Para fins exclusivos de competição, as provas são realizadas em locais fechados e com pistas ovais.
Esse tipo de bicicleta não possui roda livre (pois não possui catraca), possuem apenas uma marcha e não possuem freios. Para parar, o atleta precisa deixar de pedalar para desacelerar.

Matéria originalmente publicada em Bike Registrada

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Itens para lavar sua bike em casa

Depois daquela trilha pesada ou o pedal urbano debaixo de muita chuva, chega a hora dar aquela limpeza na sua companheira de pedal!

Preparamos algumas dicas para te ajudar a lavar a bike em casa!

Desengraxante

Tenha um bom desengraxante para realizar a limpeza com maior praticidade, evitando que o sistema de marchas tenha sujeira acumulada, o que prejudica a transmissão.

O desengraxante remove a sujeira que não sai com uma simples lavagem. A maioria dos produtos de qualidade possuem embalagem prática de usar, bastando borrifar o produto, deixar agir por alguns instantes e lavar.

Escovas

A bicicleta possui alguns conjuntos e componentes de difícil acesso para realização de uma limpeza adequada. Para facilitar esse procedimento, faça o uso de escovas na hora da lavagem da bike em casa.

Invista em kit de escovas com diversos tamanhos, pois elas são ótimas para a limpeza do das coroas e do cassete. Normalmente esses itens tem boa qualidade e duram por bastante tempo, porque são feitos com material resistente.

As escovas também são úteis para remover aquela sujeira pesada depois de uma trilha, quando a bike fica cheia de barro.

Panos

Após a lavagem, se faz necessário a utilização de panos na hora de secar a estrutura. Aquela velha história de deixar a bike no sol para secar não funciona. Para que ela fique completamente seca, somente com o pano.

Prefira tecidos com alta absorção, podendo ser um tecido de algodão comum ou até mesmo aquela roupa que você não usa mais. É importante também organizar os itens usados para lavar a bike em casa e ter sempre uns quatro panos para essa finalidade.

Essa etapa de secagem completa é importante para evitar que alguns componentes enferrujem, além de dar brilho à estrutura da bike e evitar que poeira grude enquanto ela ainda estiver molhada.

Proteja as mãos!

Para realizar a lavegam da bike em casa é importante pensar na proteção das mãos.
Se você está acostumado a realizar a lavagem sem luvas, provavelmente tenha se machucado, nem que seja de leve. Basta acertar as mãos sem querer nos dentes do pedivela, por exemplo, para conseguir um ferimento.

As luvas de borracha são as mais indicadas para proteger, além de serem maleáveis e bastante práticas de usar durante a limpeza da bike.

Lubrificação

Após a lavagem, não se esqueça de lubrificar a corrente. Use sempre produtos específicos e de qualidade, como óleos lubrificantes de marcas conhecidas.

Matéria originalmente publicada em Revista Bicicleta

E você?
Está cuidando bem da manutenção e limpeza da sua companheira de pedal?

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Ensinar uma criança a pedalar!

Com alguns passos simples e muito encorajamento, a maiorias das crianças podem aprender a andar de bicicleta em menos de uma hora.

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Aqui estão algumas dicas para ensinar a criançada a pedalar!

Aprenda a parar antes de começar

A criança precisa se familiarizar com a bike e se sentir no controle da situação.
Por esse motivo é importante ela caminhar junto com a bike e praticando o acionamento dos freios. Eles precisam criar o hábito de usar os dois freios, e é importante que eles entendam isso desde o começo do aprendizado.

Abaixe o selim e tire os pedais

Antes de colocar a criança na bike, procure abaixar o selim e remover os pedais, pois dessa maneira a bike ficará bem manobrável e aumentará a sensação de controle e estabilidade.
Já existem no mercado as “balance bikes” ou bicicletas de equilíbrio, que é uma bicicleta de treinamento que ajuda o ciclista a aprender direção e equilíbrio. Ela não tem pedais, nem pedivela, corrente e rodinhas laterais.

Praticando desse jeito, os pequenos vão desenvolver suas habilidades motoras básicas. Aprender a se equilibrar e a fazer curvas é muito mais fácil sem pedais.
É importante encorajar eles a manter os pés longe do chão pelo maior tempo possível.

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Um pedal de cada vez

Agora que a criança já pegou o jeito de se deslocar uma boa distância sem colocar os pés no chão, é recomendável recolocar primeiro o pedal no lado da perna dominante e refazer o exercício anterior. Eles vão aprender que conseguem ir mais longe e sabem onde os pés devem ficar.

Pronto para decolagem

Colocando os dois pedais na bike, é hora de pedalar!
É recomendável que o adulto fique ao lado da criança, a segurando e dando o suporte necessário.
Depois de um tempo de prática, a criança vai estar pedalando no seu próprio ritmo. Nessa hora é importante continuar fazendo com que eles parem regularmente para praticar os freios.
Sempre que você pedir para eles pararem dê alguns passos para trás para parecer que eles foram mais longe e encorajá-los

Os estabilizadores (rodinhas)

Muitos especialistas desaconselham a utilização dos estabilizadores (as famosas rodinhas), pois eles encorajam a criança a achar que pode subir na bike sem ter que se equilibrar.
Mas um lado positivo das rodinhas é que elas ajudam a se acostumar com os pedais desde cedo, o que as bicicletas de equilíbrio não fazem.

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Fonte: bikedica

Como você começou a pedalar?
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As SPEED 700

SPEED ou CICLISMO DE ESTRADA

A bicicleta de speed, também conhecida como bike de ciclismo ou road bike, é o modelo criado para velocidade e performance. São bikes mais rápidas que os outros tipos de bicicleta, principalmente pelas características de aerodinâmica, geometria, leveza, pouco atrito, entre outras.

Elas se tornam mais práticas que os demais modelos, pois como o próprio nome diz, são bikes para percorrer longas distâncias em tempos mais curtos, justamente por serem mais rápidas. Entretanto, não são indicadas para terrenos mais acidentados, pavimentos diferentes de asfalto ou para o uso diário.

Isso devido ao fato que a posição de pilotagem do ciclista não é das mais favoráveis. O selim fica mais alto que o guidão para que o ciclista pedale mais inclinado, melhorando a aerodinâmica e performance. Dores lombares e de pescoço são comuns no início, até que o ciclista se acostume.

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Por que elas são chamadas de 700?

Com pneus ultrafinos, quadro, guidão e demais componentes projetados para ter eficiência aerodinâmica, esse modelo de bicicleta ganha cada vez mais adeptos.
Nas speed, o tamanho das rodas é medido em milímetros (mm), e a medida delas é de 700mm. Por esse motivo é que são chamadas de 700 ou 700c.

O tamanho da roda é padrão e o que muda é o tipo de pneu utilizado, mais largo ou mais estreito.

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Você Sabia?

Que as bikes speed e as MTB 29” compartilham o mesmo tamanho de rodas?
A diferença fica na largura e formato dos aros, e portanto, é possível colocar pneus urbanos medida 700 nas Mountain Bikes.

Pneu 700 na MTB 29”

Os pneus das MTB, largos e com cravos, seguram a bike e tem desgaste acentuado para uso no asfalto. Já as Speed utilizam pneus mais finos, desenhados para asfalto (slick ou semi-slick) ou para uso misto (terra e asfalto), que fazem a bike render mais com menos esforço.
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O encaixe do pneu no aro é o mesmo, mas a diferença no diâmetro externo é muito grande, o que traz mais agilidade e arrancadas mais rápidas no asfalto.
Mas redobre o cuidado com buracos e quinas pois os pneus de estrada não tem a mesma capacidade de absorver impactos iguais os das mountain bikes.

Também é possível colocar pneus bem mais finos na sua MTB 29”, porém nesse caso se faz necessário a troca dos aros para os específicos das 700. As medidas 700×20, 700×23 e 700×25 encaixam no aro das 29”, mas não ultrapassam a largura e quando ocorre uma batida em um buraco, o aro bate no chão sem ter o pneu para protege-lo.

 

Você também é fã das 700?
Conta pra gente!

Confira aqui todos os nossos modelos de pneus Speed!

Você sabe escolher o capacete ideal?

Não estamos falando apenas do visual, mas de detalhes simples e muito importantes, que farão toda a diferença para a escolha certa.

O primeiro passo é verificar o tamanho do diâmetro da sua cabeça com uma fita métrica, deixando-a no centro da testa e acima das orelhas e sobrancelhas. Assim você conseguirá combinar com o diâmetro dos capacetes na hora da compra.

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Veja as medidas indicadas para a escolha por tamanho: 

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Para facilitar o acerto, na compra prefira os modelos de capacetes que possam ter a regulagem de aperto, assim você poderá deixar mais agradável e confortável. Aconselhamos também verificar se as almofadas, ou espumas, internas são removíveis, assim a limpeza fica mais fácil, aumentando o tempo de vida do capacete.

Agora que sabemos o tamanho certo, que tal conhecermos os tipos de capacetes?

TIPOS DE CAPACETE

Capacetes Abertos

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São os mais utilizados e seu formato, em forma de concha, serve para melhorar a aerodinâmica e para ser mais eficiente em quedas horizontais. Alguns modelos vêm com viseira removível, que além de proteger do sol, protege também de galhos e outros objetos.
Os modelos com viseira são mais usados por praticantes de mountain bike, enquanto os sem viseira, pelos praticantes de ciclismo de estrada.

Capacetes urbanos

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Também chamado de “coquinho”, são mais fechados e achatados na parte superior. São indicados para modalidades onde existe risco de uma queda vertical, como BMX. É uma ótima opção para o ciclismo urbano.

Capacetes Fechados

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São maiores e mais pesados, indicados para modalidades extremas. Possuem proteção de queixo e são muito utilizados por praticantes de Downhill e algumas modalidades de BMX.

Capacetes de Ciclismo de Pista

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Esses capacetes são próprios da modalidade e seu design é testado para vencer a resistência aerodinâmica nas provas de velódromo. Possuem a parte traseira alongada e visor integrado.

Depois de sabermos quais são os tipos de capacete, precisamos nos atentar em alguns fatores que, combinados, lhe trarão os benefícios necessários para o pedal.

Um bom capacete deve oferecer um equilíbrio entre proteção, cobertura, ventilação e conforto. Vamos analisar cada fator.

Proteção

Deve-se levar em consideração o material utilizado na fabricação do capacete. Há uma variedade de materiais, cada qual com sua característica específica, como peso e resistência.

A maioria dos capacetes é fabricada em EPS (poliestireno expandido), mas também encontramos modelos em fibra de vidro ou plástico.

As tecnologias, processos e materiais aplicados também influenciam no desempenho e no preço. Por esse motivo é necessário analisar o tipo de modalidade que você pretende praticar e quanto deseja investir.

Sempre verifique se o capacete possui certificados de qualidade. Essa é a garantia que o produto é bom e de qualidade. Não escolha um capacete apenas pelo preço, afinal, ele é um investimento!

Cobertura

Ainda dentro da proteção, o capacete deve oferecer uma boa cobertura. Não adianta usar um capacete se ele cobre somente uma pequena parte da sua cabeça.

O ideal é que ele envolva a traseira, lateral e frente do crânio, como se fosse um boné. Deve servir bem, sem apertar e a parte dianteira deve ficar a cerca de 2,5cm acima da sua sobrancelha.

Ventilação

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Esse é um importante fator, pois não é somente conforto, mas sim de saúde. O couro cabeludo também precisa transpirar durante a realização de um exercício.

Por isso, procure um capacete com diversas entradas e saídas de ar, proporcionando assim a ventilação adequada.

Conforto

É preciso considerar o encaixe do capacete na cabeça e também as tiras de fixação. Ele deve ficar firme na cabeça sem apertar em nenhum dos lados.
Mesmo sem as tiras, o capacete deve permanecer na cabeça, porém sempre use com todos os itens de proteção.

Ajuste do capacete

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A maioria dos capacetes possuem um dispositivo de regulagem na parte traseira e não deve estar apertado ou folgado.
As tiras de fixação também devem estar corretamente ajustadas e sua orelha deve ficar no meio do “triângulo” lateral e a ponta de encontro destas duas faixas devem estar logo abaixo da orelha, próximo à sua mandíbula.

A parte que oferece suporte à parte superior deve passar abaixo do queixo e não deve ficar firme e nem muito solta. O recomendado é ter uma folga de 2 à 3 dedos, o que será suficiente para manter o capacete na sua cabeça e não lhe causar desconforto.

Considere todos esses fatores e certamente você terá um ótimo equipamento com proteção adequado.
Gostou das Dicas?
Tem alguma outra para nos dar? Comente!

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5 dicas importantes sobre os pneus da sua bike

post_dicas_pneus1Dica sempre é bom não é mesmo?
Dessa vez separamos dicas sobre os pneus da nossa companheira de pedal!

1 – Tipo de pneu

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Existem inúmeros tipos diferente de pneus, cada um desenvolvido para um determinado estilo ou condição do pedal!

Na cidade, para uso urbano, normalmente são utilizados os pneus slick (lisos na banda de rodagem) ou semi-slick (cravos baixos ou ranhuras e desenhos na banda de rodagem).
Esse tipo de pneus costumam ser mais finos pois tem menor contato com o asfalto, proporcionando uma performance melhor.

Para trilhas, utilizam-se os pneus mais largos e com cravos, pois eles tem a área de contato com o solo maior, trazendo mais controle na condução da bike.

Pneus largos e com cravos também podem ser utilizados no asfalto, tendo em vista que esses pneus aguentam melhor as condições adversas e irregularidades do asfalto nas cidades brasileiras. Pneus finos podem ter o aro danificado ou câmara furada com mais frequência se o pavimento estiver muito irregular ou com buracos.

Mas se você é um ciclista que utiliza a bike tanto no asfalto, quanto na terra, o ideal é optar por um semi-slick com cravos nas laterais, assim você terá performance na estrada pois a banda de rodagem é praticamente lisa e aderência adicional nos cravos laterais ao encarar trechos de terra.
Uma dica importante é saber que os pneus totalmente slick tem menor aderência em situações de chuva no asfalto. Use esse tipo de pneu se você já estiver habituado com eles e com bom controle da bike, caso contrário, prefira os semi-slick com ranhuras que proporcionam um melhor escoamento da água.

2 – Qualidade

Qualquer ciclista profissional ou especialista de bike irá falar que é extremamente importante confiar na qualidade do pneu. Sua segurança depende dele e muitas vezes, o barato sai caro nessa situação, pois pneus muito baratos podem apresentar problemas no arrasto, durabilidade e resistência. Esses são os três fatores que devem ser entendidos por todo ciclista ao escolher o seu pneu.

O arrasto (quanto o pneu “segura” no piso) é um dos mais difíceis de perceber de imediato. Geralmente você só percebe pedalando uma boa distância com um pneu e depois com outros, assim é possível avaliar o quanto se cansou no percurso. Quanto mais arrasto, maior vai ser o cansaço e esforço que o ciclista terá que fazer.
Ciclistas mais experientes já conseguem perceber essa diferença na aceleração da bike, notando o quanto o pneu segura a bicicleta nesse arranque.

Se o composto do pneu da bicicleta for muito mole (o que ocorre na maioria dos pneus de baixo custo), ele se deformará conforme você pedala no asfalto, causando um arrasto maior. Essa deformação não é muito relevante nos pneus lisos, porém se torna maior e importante nos pneus com cravos, que acabam sendo esticados no momento do contato com o solo.

Um pneu mole não é necessariamente ruim!
Dependendo do uso que você irá fazer, pode ser essencial essa característica. Se vai encarar uma trilha com pedras soltas e raízes, ou alguma outra situação em que precise de mais grip, um pneu mole vai ser a melhor opção.
Muitas marcas têm pneus com diferente compostos, mais duros na banda e mais moles nas laterais para garantir o grip nas curvas.
Mas para uso diário na cidade, um pneus com banda mole, principalmente se tiver cravos, não será a melhor opção a ser feita.

A durabilidade também está ligada ao composto ser mais mole. Borracha de baixa qualidade tende a ressecar e esfarelar mais rapidamente, o que pode ser notado por rachaduras, pequenas falhas e buracos na borracha depois de pouco tempo de uso.
Nesses casos, a estrutura do pneu pode ser comprometida e ele rasgar quando menos você espera.

A partir desse momento, começamos a tratar da resistência dos pneus. Pneus de baixa qualidade desgastam rapidamente e podem até estourar ao baterem em um buraco ou serem enchidos nas bombas dos postos de gasolina (afinal, todo ciclista já usou elas, pelo menos uma vez, para encher os pneus).
Se você carrega muito peso na bicicleta, é ainda mais importante ter um pneus de qualidade. Ele tem que suportar bem o peso que lhe é imposto, mas sem estragar as laterais.

3 – Calibragem

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Aí vem a pergunta: Quanto é que devemos encher os pneus?
A calibragem varia de acordo com o tipo do pneus, peso do ciclista, terreno, condições do tempo e diâmetro do aro.
Nos pneus de boa qualidade, a quantidade mínima e máxima da calibragem vem descrita na lateral. O quanto você ira calibrar dentro dessa margem é uma questão de gosto pessoal e adaptação do ciclista. Uma dica aqui é: quanto mais peso, mais alta a calibragem.

Pneus mais vazios tem mais arrasto, que traz mais estabilidade, porém com maior esforço do ciclista. Pneus mais cheios tem um rolamento melhor e mais performance.
Você pode também reduzir a pressão na chuva ou com piso molhado, assim o pneu terá mais contato com o solo, aumentando o grip.

Se optar por uma pressão menor, fique atento pois ao passar por alguma irregularidade do piso, o pneu pode ser comprimido que ambos os lados do aro podem bater na irregularidade. Se isso ocorre, é bem provável que os aros vão “morder” a ponta da câmara em ambos os lados, causando o famoso furo “mordida de cobra”, que esvazia a câmara rapidamente.

Recomendamos que mantenha a calibragem próxima da máxima sinalizada no pneus, em torno de 5 ou 10% menos que o máximo indicado. Entretanto sempre leve em conta onde irá pedalar, o terreno e as condições climáticas.
Sempre antes de cada pedalada é importante verificar os pneus, nem que seja manualmente, apertando eles com força.

4 – Hora da troca

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Os pneus devem ser trocados no momento em que as ranhuras somem. Se um pneu desgastado não for trocado, a bike vai escorregar nas curvas, não vai ter aderência e pode chegar ao ponto de estourar sozinho durante a pedalada.

Se a borracha estiver ressecada e começarem a surgir rachaduras ou perda de pedaços, já chegou a hora de realizar a troca.
Em bicicletas que ficam muito tempo sem utilização, o pneu pode estragar se estiver murcho ou apoiado na mesma posição. O ideal é sempre pedalar e evitar que fique parada muito tempo, e convenhamos, não há nada melhor do que pedalar com a sua companheira de pedal não é mesmo?

5 – Fita antifuro

Essa é uma dica que vale ouro! Procure sempre usar fitas antifuro.
Elas são colocadas entre o pneu e a câmara, reduzindo a chance de furos, pois se tornam uma barreira que protege a câmara de objetos perfurantes.

Elas não tem preço elevado e valem o investimento para evitar a troca de uma câmara furada.
Sempre verifique a situação das fitas antifuro da sua bike depois de alguns meses de uso. Com o passar do tempo, elas podem deformar e se deslocar, o que pode deixar partes desprotegidas.
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Como Passar a Marcha Corretamente

As marchas facilitam a vida dos ciclistas!
Saiba o funcionamento delas, pratique e ganhe desempenho no seu pedal.

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Antes de termos a possibilidade de trocar as marchas da bicicleta, somente atletas preparados conseguiam encarar subidas muito íngremes, obter mais velocidade e distância sem muito cansaço. Após essa revolução, um número muito maior de pessoas pode entrar de cabeça nesse mundo.

Sistema de Transmissão

O sistema de transmissão é o sistema que efetivamente é usado para transmitir a força do ciclista para que a roda da bicicleta gire.

A transmissão de uma bicicleta convencional, é composta por algumas peças. Sendo elas: movimento central, pedivela, coroas, corrente e cassete.

Os câmbios e passadores não entram neste grupo, apesar de serem fundamentais e necessários para o funcionamento do sistema. Pois não sofrem a força direta vinda da perna do ciclista.

O cassete nada mais é que várias engrenagens de diferentes tamanhos, colocados na roda traseira e que, através do câmbio traseiro, se pode alterar em qual catraca a corrente estará girando.
No pedivela são usadas diferentes coroas, com exatamente a mesma função e acionadas pelo câmbio dianteiro. Nesse sistema é possível ter diferentes marchas sem a necessidade de trocar a roda inteira da bicicleta.

Conhecendo o Sistema

Para realizar a troca das marchas é necessário acionar o passador (ou trocador), que está no guidão. Dependendo do seu sistema, as mudanças de marcha são feitas através de uma ou duas alavancas, ou até mesmo girando o passador.
É muito importante que você conheça o funcionamento do seu passador para poder diminuir e aumentar a marcha. Esse procedimento deve se tornar automático na sua cabeça.

Um fato comum em todos os sistemas é que o lado direito controla a mudança de marcha no cassete (roda de trás) e o lado esquerdo controla a mudança de marchas no pedivela.

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A Marcha Certa

Não existe a “marcha certa”, existe a combinação mais adequada entre: você, a situação e a posição da corrente em relação à coroa.

Um erro comum entre os ciclistas iniciantes é querer “decorar” qual a marcha correta para um tipo específico de situação.

Querer saber qual é a marcha certa para ladeiras é um erro.
Podemos comparar com um carro, que realizamos a troca das marchas quando o carro está tendo dificuldade ou facilidade para rodar. A única diferença na bike é que o motor é o próprio ciclista, ou seja, cada um saberá a necessidade de trocar de marcha em cada situação. Um ciclista pode se sentir confortável subindo com uma marcha mais pesada ou mais leve que outro, em uma mesma ladeira.

Também não é preciso esperar a ladeira para trocar a marcha. Lembre-se que elas foram feitas para serem trocadas com frequência, dependendo da sua cadência, velocidade, cansaço e/ou inclinação do terreno.

Faça a troca suavemente

Em uma bicicleta, o sistema de transmissão é o que mais sofre desgaste. É preciso deixa-lo sempre limpo e lubrificado, além de estar atento para a mudança de marchas. É necessário estar pedalando para trocar de marcha, pois apenas acionar a alavanca não faz com que a marcha seja alterada.
Evite mudar se marcha quando estiver fazendo muita força no pedivela. Quando isso acontece, é comum ouvir um estalo alto e isso, além de prejudicial, pode até estourar a corrente. A dica é que, se for necessário mudar nessa situação, tente aliviar por um momento a força feita nos pedais até que a mudança seja efetivada. Em uma subida, pode-se também alterar a direção da bike para a diagonal/perpendicular à subida, para que o pedalar seja mais leve apenas para a mudança da marcha.

Tente sempre antecipar as mudanças de marchas para evitar essa situação. Com a experiência no pedal, isso será feito de forma automática.

Evite cruzar a corrente

As combinações de marchas também dependem de cada situação. Para evitar o desgaste no sistema de transmissão evite cruzar a corrente!

Quando a corrente está na maior coroa e maior catraca do cassete e vice-versa, ela não está mais trabalhando em linha reta e essa situação é indesejável, pois quanto mais fora de linha reta, maior desgaste na transmissão.
Para não “cruzar” a corrente, é preciso se habituar com a regra geral que diz que ao usar a coroa pequena, você não deve usar nenhuma catraca abaixo da 4ª maior. No caso da coroa do meio, é aceitável usar todas as marchas do cassete, exceto as duas últimas de cada lado, e no caso da coroa grande, o ideal é que não se passe da 4ª menor. Veja o diagrama para entender melhor.

Veja a imagem para entender melhor.
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Os benefícios do uso do rolo de treino

O rolo de treino não deve substituir os treinos ao livre, porém nem sempre é possível sair de casa para poder fazer o seu treino.

Além das condições climáticas adversas ou tempo curto, a falta de infraestrutura nas cidades que permitam andar com segurança, são fatores que podem fazer que com que o treino indoor seja uma boa opção.

Nesses casos o rolo de treino irão facilitar sua vida!

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Antes de começar a utilizar os rolos, existem alguns fatores que devem ser respeitados devido aos efeitos fisiológicos que ocorrem no corpo do atleta. O principal é a hipertermia, conhecida como super aquecimento, que pode trazer graves consequências ao organismo, como desidratação e até mesmo convulsões.

Nesse tipo de treino a troca de calor fica prejudicada, por isso é importante que os treinos sejam realizados em locais arejados e que durante toda a sessão seja utilizado um ventilador direcionado para o corpo do atleta.

O rolo é um excelente equipamento, principalmente para os atletas iniciantes, pois possibilita que as primeiras instruções sejam passadas de forma didática e sem preocupações com risco de queda ou acidente.

Para atletas experientes, o rolo possibilita treinos com intensidade elevada e maior nível de concentração. Para os iniciantes, é uma excelente possibilidade de aprender a forma correta de utilizar os trocadores de marcha e transmissões nas mais variadas combinações.

Uma das vantagens dos rolos de treinos é que eles podem ser utilizados com diversos propósitos, sempre de acordo com o seu plano de treino. A sua forma de utilização varia de acordo com os tipos de rolos de treinamentos existentes, que podem ser fixos ou livres –  também conhecidos como triplos.

Os treinos com rolos fixos são mais estáveis, sendo possível pedalar em pé e variar a intensidade. Já nos livres, o equilíbrio é trabalhado e acaba tornando a atividade menos monótona, apesar de impossibilitar que você pedale levantado.

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Um treino dentro de casa pode compor o seu planejamento junto aos treinos ao ar livre, mas é importante saber que a intensidade dos treinos é diferente e que, por isso, um treino de rua deve ser adaptado para ser realizado dentro de casa.

Adeque seu treino para o rolo!

Um treino outdoor equivale à metade dos treinos indoor. Então, se você realizaria duas horas de pedaladas na rua, faça uma hora no rolo. Dessa maneira você economiza tempo do próprio tempo, que pode ser menor com o rolo e você terá a mesma intensidade no exercício.

Essas são algumas dicas para você utilizar o rolo de treino nos próximos exercícios.

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Cuidados com as rodas e pneus das bikes speed

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Se você treina em rodovias, certamente já passou por essa experiência. Além de quebrar o ritmo do treino, isso pode se tornar uma dor de cabeça se você acabar sem remendos ou câmaras reserva. Nossas rodovias parecem cada vez mais sujas e as frequentes obras nas pistas aumentam as incidências de furos, já que deixam muitos resíduos nos acostamentos.

Pedaços de pneus também são grandes vilões: os caminhões acabam soltando a recapagem dos pneus e esses pedaços possuem fragmentos de aço que costumam furar os pneus com facilidade.

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Pneus

Ao treinar em rodovias nos deparamos com muita sujeira na estrada que pode ser fragmentos de vidro, aço, arames ou até pequenas pedras, dentre outros elementos que podem danificar os pneus. Muitas vezes não notamos a presença desses pequenos intrusos nos pneus até que eles levam ao furo da câmara.

Portanto, é muito prudente fazer uma checagem geral nos pneus da bicicleta antes de rodar. Com uma chave de fenda bem pequena ou um “espeto” é possível remover esses pequenos fragmentos do pneu. Mas durante o pedal, quando passamos por um trecho com vidros ou sujeira onde seja impossível desviar, uma dica interessante é: se você estiver utilizando uma boa luva, pode-se espalmar o pneu em movimento com a palma da luva. Claro que isso demanda uma habilidade extra, mas pode salvar seu treino. Portanto tente fazer devagar caso se sinta seguro e aplique na hora da necessidade. Mas atenção: este procedimento demanda extrema habilidade do ciclista!

Outra dica é: pneus cortados podem ser utilizados com um remendo até chegar ao destino, depois não é seguro mantê-los em uso, pois a pressão demandada é grande e remendos não permitem que a pressão devida seja aplicada.

Mas caso você tenha um pneu com um corte de cerca de 1 cm existem algumas dicas de emergência referente a materiais que podem ser usados para tapar o corte: Embalagem de Gel, barra energética ou até uma cédula de dinheiro são boas opções e que geralmente você carrega no treino.

Tenha sempre um kit com:

  • Bomba
  • Câmara reserva
  • Espátulas
  • Cilindro e aplicador C02
  • Remendo e cola
  • Canivete multifunções
  • Fita adesiva

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Freios

Em relação aos cuidados com os freios, as partes geralmente mais envolvidas são aro e sapatas.

Por exemplo, as sapatas podem apresentar pequenos fragmentos encravados em sua superfície de frenagem. Isso pode acontecer devido a alguma pequena pedra que fique alojada na sapata no momento da frenagem, fazendo com que penetre na borracha da pastilha e causando danos à superfície do aro.

Portanto, é muito importante que se verifique periodicamente a sapata para evitar que uma pedra ou fagulha de metal fique alojada, usinando a superfície de frenagem e causando sulcos que podem provocar a quebra da lateral de frenagem do aro. Então, da mesma maneira que com os pneus, deve-se verificar os resíduos alojados nas sapatas.

Com uma lixa fina também é possível limpar e plainar as sapatas para obter uma frenagem mais eficiente. Dessa maneira podemos ter mais tranquilidade nos treinos e ainda chegar mais cedo em casa.

Em relação aos aros, considere que o aro está para o freio de aro, assim como o disco está para os freios a disco: daí a grande importância de estarem sempre limpos e alinhados. Aros amassados também causam incômodo e até podem gerar folga na caixa de direção, desgaste irregular dos pneus e quedas, em casos extremos.

Limpeza

A limpeza dos aros pode ser feita com uma esponja de aço embebida em Tinner ou algum outro solvente, para que seja removida toda a sujeira e resíduos de borracha.

Uma lixa fina também pode auxiliar nesta limpeza, mas cuidado, pois o freio ficará bastante sensível e demandará um período curto de readaptação. Portanto, logo após a limpeza faça algumas freadas sem travar a roda, para transferir um pouco de material da sapata (que já deve estar limpa) para a superfície do aro.

E nunca se esqueça de verificar se existem rachaduras nos pneus e o seu desgaste. Em caso positivo, substitua o pneu antes do próximo treino!

Texto originalmente publicado em: revistabicicleta

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Qual seu estilo de Selim – escolha com cuidado!

Cada modalidade ou estilo de bike utiliza determinado tipo de selim, e dependendo do caso, sua troca descaracteriza o produto.

Para uma bike que anda nas praias, seja na areia ou na ciclofaixa e trafega por caminhos planos, por exemplo, um selim grande e pesado não faz muita diferença.

Já para uma bike de competição modelo de estrada ou mountain bike, cada grama conta, principalmente quando estamos subindo uma montanha. Agora se seu pedal é apenas urbano ou lazer, um selim mais confortável e macio deve ser seu foco.

Existem diversos tipos e modelos variados de selim.  post_tipos_selins

A escolha correta do selim é algo que deve ser feito cuidadosamente, sem levar em consideração somente a estética da peça.

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Selins largos – com molas, gel e espuma extremamente macio e confortável – normalmente equipam as bikes urbanas/lazer, mas podem ser um pesadelo em uma mountain bike. Devido a quantidade de pulos e trancos que a mountain bike encara nas trilhas, a escolha de um selim grande se tornaria muito desconfortável.

O selim ideal é algo muito pessoal, sendo que cada pessoa tem uma anatomia diferente. Para ser confortável, o selim precisa apoiar perfeitamente os ossos ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e apoiam o corpo quando estamos sentados) e este possui uma estrutura em sua construção que permite que o mesmo trabalhe conforme o movimento que a bike faz com seu peso sobre o selim.

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Mulheres possuem uma distância entre os ísquios maior que os homens, fazendo com que os selins femininos, na maior parte das vezes, sejam mais largos que os masculinos.

Os selins que possuem uma abertura no centro, são chamados de anti prostáticos, pois aliviam a pressão no períneo, evitando problemas futuros de saúde.

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Para encontrar o selim perfeito, vá a uma bike shop, converse com atletas e outros ciclistas da modalidade que você pratica, e o mais importante… faça um bike fit!

A importância do bike fit nessa hora é imensa. Você pode ter o selim mais caro do mundo ou o mais adequado para sua anatomia, mas se ele não estiver na altura correta para você, de nada vai adiantar. A altura errada poderá fazer com que você tenha que fazer movimentos desnecessários sobre o selim, causando contato e dores desnecessários.

E aí, qual seu estilo?

Nós temos todos os estilos de Selim aqui!